segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Marcelo de Lima Henrique apitará Fluminense x Boavista


Apitará Fluminense x Boavista, nesta quarta-feira, em Volta Redonda, o árbitro Marcelo de Lima Henrique. Ele será auxiliado por Rodrigo Pereira Joia e Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa.

Ao longo de sua carreira, o árbitro escolhido possui uma extensa lista de erros contra o Fluminense. Por exemplo, no primeiro turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, inventou um pênalti para o Vasco. No Fla-Flu do returno do Brasileirão de 2009, ignorou um pênalti escandaloso do goleiro assassino sobre o zagueiro Digão. No Estadual de 2007, deixou de marcar um pênalti para o Tricolor na partida Americano x Fluminense, decisiva para as pretensões tricolores naquele certame.

Até hoje, Lima Henrique apitou 13 jogos do Fluminense: o Tricolor venceu 4, empatou 3 e perdeu 6. Confiram a lista completa:
15/01/2006 - Fluminense 4 x 0 Portuguesa - Giulite Coutinho (Mesquita)
01/03/2006 - Fluminense 2 x 0 América - Maracanã (Rio de Janeiro)
23/07/2008 - Vasco 3 x 3 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)

Perguntar não ofende: por que o Fluminense permite a escalação de um sujeito desses em suas partidas? É difícil entender.

PC

Seu time precisa de um goleiro?

Um lance de puro reflexo!


Aconteceu na semifinal do último Aberto da Austrália, entre Rafael Nadal e Roger Federer.

PC

domingo, 29 de janeiro de 2012

Rafael Nadal, obrigado por não desistir


Amigos, foi a mais longa decisão da história de um Grand Slam. No centro das atenções da Rod Laver Arena, em Melbourne, dois monstros do esporte: o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Rafael Nadal. Após cinco sets dramáticos, disputados durante quase seis horas, Djokovic está coberto de glórias: é o grande tricampeão do Aberto da Austrália.

As crônicas, naturalmente, exaltarão a façanha do sérvio. E eu faço coro: Djokovic merece cada elogio que a ele for dirigido. Atingiu o auge da forma, física e técnica, e desde o ano passado domina o tênis mundial. Destronou Federer e Nadal, feito que, relembremos, parecia impossível há alguns meses. A este Hércules contemporâneo, pois, todo elogio é pouco.

Mas eu falarei hoje sobre Rafael Nadal, o vice-campeão.

Por algumas vezes durante a grande final, a derrota do espanhol parecia uma certeza líquida e matemática. Por algumas vezes, Nadal esteve à beira do abismo, a um passo da aniquilação irremediável. Nem mesmo o seu fã mais esperançoso conseguia mais acreditar na redenção. A salvação daqueles três pontos seguidos, no quarto set, era quase uma impossibilidade física. Mas acontecia o deslumbrante milagre: Nadal se agarrava a um tímido fio de esperança, e dele tirava forças monumentais para reagir.

Amigos, olhem para Rafael Nadal: ele claramente não nasceu para jogar tênis. Não tem físico para isso, não tem a genética de um tenista profissional. À primeira vista, poderia, no máximo, se tanto, disputar suas partidas amadoras nas ilhas Baleares. No entanto, Nadal é um dos melhores tenistas de todos os tempos. Em quadra, consegue igualar um Djokovic, um Federer, sujeitos, esses sim, que obviamente foram feitos para o esporte.

A vantagem de Nadal é exatamente a persistência: não existe situação perdida para o espanhol. Não importa quem está do outro lado, se é o melhor de todos os tempos, se é o melhor da atualidade; não importa quantas bolas na linha precisam ser salvas; não importa a diferença no placar; só importa mesmo lutar, persistir, sobreviver. Não desistir.

É isso: Rafael Nadal, obrigado por não desistir.

PC

Resenha: Volta Redonda 0 x 3 Tricolor

(foto: AE)

Amigos, o Fluminense conquistou neste sábado seu segundo triunfo no Campeonato Carioca de 2012. Jogando na casa do adversário, o Tricolor encontrou mais dificuldades contra o Volta Redonda do que tivera contra o Friburguense. O placar acabou sendo o mesmo, 3 a 0, mas desta vez os gols só saíram após os 25 minutos do segundo tempo. O primeiro veio em cabeçada de Anderson, após escanteio bem cobrado por Wagner. Mesmo com a camisa puxada por adversários, o zagueiro estreante conseguiu a finalização. Pouco depois, Wellington Nem ampliou o placar, e no finalzinho Araújo marcou o terceiro.

O Fluminense volta a campo já na quarta-feira, também no Raulino de Oliveira, para enfrentar o Boavista. No sábado, o adversário será o Duque de Caxias, novamente em Volta Redonda. Na semana seguinte, ocorrerá a esperada estreia na Copa Libertadores da América, no Engenhão, provavelmente contra o velho conhecido Arsenal de Sarandí.

PC

Ficha Técnica: Volta Redonda 0 x 3 Fluminense
Motivo: Campeonato Carioca de 2012 - Taça Guanabara.
Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda.
Data / Hora: 28/01/2012 / 19h30 (de Brasília).
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ).
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Luiz Antônio Muniz de Oliveira (RJ).
Renda / público: R$ 75.450,00 / 5.536 ( 4.110 pagantes ).
Cartões amarelos: Rodrigo Thiessen (VRFC); Deco (FFC).
Gols: Anderson 26'/2ºT (0-1), Wellington Nem 29'/2ºT (0-2), Araújo 45'/2ºT (0-3).
VRFC: Douglas; Marquinhos, Róbson, Naldo e Tiago Costa; Rodrigo Thiessen, Juninho (Manteiga, 35'/2ºT), Rafael Granja (Gláuber, 23'/2ºT) e João Paulo; Vinícius Mineiro (Joabe, 29'/2ºT) e Jhonnattann. Técnico: Ricardo Drubsky.
FFC: Diego Cavalieri; Bruno, Anderson, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Deco (Wellington Nem, 29'/2ºT) e Wagner (Jean, 31'/2ºT); Rafael Sobis (Araújo, 29'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A história das finais Fla-Flu

Renato vibra com o gol do título em 1995.

Amigos, há algum tempo escrevi um texto sobre as decisões de Campeonato Carioca disputadas entre Fluminense e Flamengo na história ("Nos Fla-Flus, é o ai Jesus!"). Nestas onze finais, são 8 vitórias tricolores e 3 triunfos rubro-negros. Desde o ano passado, entretanto, circula pela internet um texto, assinado por um tal Lucas Camargo, defendendo que algumas das partidas "não foram exatamente decisões". Trata-se apenas de uma tentativa torpe de diminuir a acachapante vantagem tricolor na história das decisões Fla-Flu. Este post pretende colocar ponto final no assunto.

A primeira decisão Fla-Flu foi a do Campeonato de 1919. O jogo, realizado no recém-construído Estádio das Laranjeiras, teve lotação máxima, e a ilustre presença do Presidente da República Epitácio Pessoa. A situação era a seguinte: campeonato de pontos corridos, o Fla-Flu aconteceu na penúltima rodada, o Fluminense liderava a tabela, e só poderia ser alcançado pelo próprio Flamengo. Com a vitória por 4 a 0, o Tricolor sagrou-se tricampeão carioca, ganhando a posse definitiva da bela Taça Colombo.

A segunda decisão Fla-Flu foi a do Campeonato de 1936, realizada numa melhor-de-três, também no Estádio das Laranjeiras. No primeiro jogo, empate em 2 a 2; no segundo, vitória tricolor por 4 a 1; no terceiro, empate em 1 a 1. O campeão Fluminense iniciava ali um período de hegemonia no futebol carioca, que se estenderia até 1941...

... ano da terceira decisão entre Flamengo e Fluminense, jogo épico que ficou conhecido como o Fla-Flu da Lagoa. A última rodada daquele Campeonato previa exatamente o encontro entre os dois rivais que lideravam a tabela de classificação. Como o Fluminense possuía melhor campanha (44 pontos contra 43), sagrar-se-ia campeão com um empate. Foi o que aconteceu: o 2 a 2 levou mais uma taça para as Laranjeiras.

Print screen do site oficial do Flamengo, sobre a final de 1941.

A quarta decisão Fla-Flu, primeira realizada no Maracanã, foi no Campeonato de 1963. É até hoje o maior público da história em um jogo entre clubes, em qualquer esporte: mais de 190 mil presentes. Desta vez, era o Flamengo que possuía a vantagem do empate, e soube utilizá-la: com o zero a zero, o rubro-negro sagrou-se campeão contra o seu maior rival pela primeira vez.

Em 1969, o Fla-Flu voltava a decidir o Campeonato Carioca. O jogo, válido pela penúltima rodada, colocava frente a frente os dois únicos concorrentes ao título, o líder Fluminense e o vice-líder Flamengo. Com a vitória por 3 a 2, o Fluminense não poderia mais ser alcançado pelo rival na rodada final. Pela quarta vez em cinco decisões Fla-Flu, o Tricolor levava a melhor.

"Última Hora" estampa conquista do Flu sobre o Fla em 1969.

Em 1972, o Flamengo sagrou-se campeão em um triangular com Fluminense e Vasco. No primeiro jogo, o Flamengo venceu o Vasco por 2 a 1. Na segunda partida, o Fluminense venceu o Vasco por 2 a 0. Na partida final, o Flamengo venceu o Fluminense por 2 a 1.

No ano seguinte, o Fluminense se vingou: com a vitória por 4 a 2 na final contra o Flamengo, sagrou-se como grande campeão carioca de 1973.

Em 1983, Fluminense, Flamengo e Bangu disputaram o triangular decisivo do Campeonato Carioca. No primeiro jogo, Fluminense e Bangu empataram em 1 a 1. Na segunda partida, o Fla-Flu era definitivo para as pretensões de ambos os clubes: se o Fluminense não vencesse, estaria eliminado. Se o Flamengo perdesse, estaria eliminado (se empatasse ou vencesse, decidiria o título com o Bangu). Aos 45 minutos do segundo tempo, Assis tocou na saída de Raul, e o Fluminense venceu por 1 a 0. Quatro dias depois, o eliminado Flamengo venceu o Bangu, e o Fluminense pôde finalmente soltar o grito de campeão. (Das oito finais vencidas contra o Flamengo, esta é a única na qual o Fluminense não saiu de campo campeão - caso o Bangu vencesse o Flamengo, haveria um jogo extra entre Fluminense e Bangu.)

Em 1984, o triangular decisivo envolvia Fluminense, Flamengo e Vasco. O Fluminense venceu o Vasco por 2 a 0, e o Flamengo venceu o Vasco por 2 a 1. No Fla-Flu final, Assis repetiu a dose do ano anterior, e marcou o gol de mais um título tricolor.

Em 1991, o Fluminense conquistou a Taça Guanabara, o Flamengo conquistou a Taça Rio, e assim ambos decidiram o Campeonato Carioca. No primeiro jogo, empate por 1 a 1. No segundo, o Flamengo venceu o Fluminense por 4 a 2, sagrando-se campeão carioca sobre o maior rival, pela terceira vez em sua história.

Em 1995, o Flamengo chegou a abrir oito pontos de vantagem para o Fluminense no octogonal decisivo. O Tricolor, no entanto, conseguiu diminuir a diferença paulatinamente. A última rodada reservava o Fla-Flu definitivo: o empate dava o título ao Flamengo, mas o Fluminense conseguiu uma épica vitória por 3 a 2, no famoso jogo do Gol de Barriga. Pela oitava vez, o Tricolor conquistava o Campeonato Carioca sobre o Flamengo.

Está demonstrado, portanto, que houve até hoje 11 decisões Fla-Flu no Campeonato Carioca, com 8 triunfos tricolores e 3 vitórias rubro-negras.

PC

PS: fora do Campeonato Carioca, ocorreu mais uma decisão Fla-Flu, na Taça Guanabara de 1966. Como nessa época a Taça Guanabara era uma competição à parte do Campeonato Carioca, esta também pode ser considerada uma "final Fla-Flu". O Fluminense venceu por 3 a 1 e sagrou-se campeão.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

História - Rafael Nadal x Roger Federer


Toda vez que o espanhol Rafael Nadal e o suíço Roger Federer estão frente a frente numa quadra de tênis, o planeta pára. Nesta quinta-feira, o encontro mais extraordinário da história do tênis aconteceu pela vigésima-sétima vez, na semifinal do Grand Slam da Austrália. E foi mais um jogo épico.

O duelo da classe de Roger Federer contra a garra de Rafael Nadal é muito bonito. São dois estilos completamente distintos de jogar, que se completam formando uma beleza fascinante e única. A cada ponto em disputa, o espectador é brindado com o inesperado.

As estatísticas impressionam. Entre 2003 e 2011, aconteceram 36 Grand Slams, dos quais 26 foram vencidos por Federer (16) ou Nadal (10). Nas 6 temporadas entre 2005 e 2010, os dois terminaram em primeiro e segundo no ranking da ATP (é a primeira dupla na história a atingir essa façanha).

O primeiro confronto entre os titãs se deu em 2004, em Miami. Federer, então com 22 anos, havia alcançado a liderança do ranking um mês antes. Mas Nadal, com apenas 17 anos, número 36 do ranking, surpreendeu o suíço e o mundo com uma partida praticamente perfeita, vencendo por 2 a 0, com um duplo 6-3. Eis a receita perfeita para se criar uma rivalidade: já no primeiro encontro, a pobre zebra vencer o mais cotado. Aquela vitória de Nadal abriu em Federer uma ferida que não sara.

*****

Até hoje, os dois maiores tenistas de todos os tempos se enfrentaram 33 vezes, com 23 vitórias de Rafael Nadal e 10 triunfos de Roger Federer:
29/03/2004 - Miami - R32 - Nadal 2 x 0 Federer (6-3, 6-3)
03/04/2005 - Miami - Final - Federer 3 x 2 Nadal (2-6, 6-7(4), 7-6(5), 6-3, 6-1)
03/06/2005 - Roland-Garros - Semifinal - Nadal 3 x 1 Federer (6–3, 4–6, 6–4, 6–3)
04/03/2006 - Dubai - Final - Nadal 2 x 1 Federer (2-6, 6-4, 6-4)
23/04/2006 - Monte Carlo - Final - Nadal 3 x 1 Federer (6-2, 6-7(2), 6-3, 7-6(5))
14/05/2006 - Roma - Final - Nadal 3 x 2 Federer (6-7(0), 7-6(5), 6-4, 2-6, 7-6(5))
11/06/2006 - Roland-Garros - Final - Nadal 3 x 1 Federer (1-6, 6-1, 6-4, 7-6(4))
09/07/2006 - Wimbledon - Final - Federer 3 x 1 Nadal (6-0, 7-6(5), 6-7(2), 6-3)
18/11/2006 - Masters Cup Shanghai - Semifinal - Federer 2 x 0 Nadal (6-4, 7-5)
22/04/2007 - Monte Carlo - Final - Nadal 2 x 0 Federer (6-4, 6-4)
20/05/2007 - Hamburgo - Final - Federer 2 x 1 Nadal (2-6, 6-2, 6-0)
10/06/2007 - Roland-Garros - Final - Nadal 3 x 1 Federer (6-3, 4-6, 6-3, 6-4)
08/07/2007 - Wimbledon - Final - Federer 3 x 2 Nadal (7-6(7), 4-6, 7-6(3), 2-6, 6-2)
17/11/2007 - Masters Cup Shanghai - Semifinal - Federer 2 x 0 Nadal (6-4, 6-1)
27/04/2008 - Monte Carlo - Final - Nadal 2 x 0 Federer (7-5, 7-5)
18/05/2008 - Hamburgo - Final - Nadal 2 x 1 Federer (7-5, 6-7(3), 6-3)
08/06/2008 - Roland-Garros - Final - Nadal 3 x 0 Federer (6-1, 6-3, 6-0)
06/07/2008 - Wimbledon - Final - Nadal 3 x 2 Federer (6-4, 6-4, 6-7(5), 6-7(8), 9-7)
01/02/2009 - Austrália - Final - Nadal 3 x 2 Federer (7–5, 3–6, 7–6(3), 3–6, 6–2)
17/05/2009 - Madrid - Final - Federer 2 x 0 Nadal (6-4, 6-4)
16/05/2010 - Madrid - Final - Nadal 2 x 0 Federer (6-4, 7-6(5))
28/11/2010 - ATP World Tour London - Final - Federer 2 x 1 Nadal (6-3, 3-6, 6-1)
02/04/2011 - Miami - Semifinal - Nadal 2 x 0 Federer (6-3, 6-2)
07/05/2011 - Madrid - Semifinal - Nadal 2 x 1 Federer (5-7, 6-1, 6-3)
05/06/2011 - Roland-Garros - Final - Nadal 3 x 1 Federer (7–5, 7–6(3), 5–7, 6–1)
22/11/2011 - ATP World Tour London - Fase de grupos - Federer 2 x 0 Nadal (6-3, 6-0)
17/03/2012 - Indian Wells - Semifinal - Federer 2 x 0 Nadal (6-3, 6-4)
14/03/2013 - Indian Wells - Quartas-de-final - Nadal 2 x 0 Federer (6-4, 6-2)
19/05/2013 - Roma - Final - Nadal 2 x 0 Federer (6-1, 6-3)
16/08/2013 - Cincinnati - Quartas-de-final - Nadal 2 x 1 Federer (5-7, 6-4, 6-3)
10/11/2013 - ATP World Tour London - Semifinal - Nadal 2 x 0 Federer (7-5, 6-3)
24/01/2014 - Austrália - Semifinal - Nadal 3 x 0 Federer (7-6(4), 6-3, 6-3)

Houve também 7 partidas de exibição, com 5 vitórias de Nadal e 2 de Federer:
21/11/2006 - Seul - Federer 2 x 1 Nadal (6-3, 3-6, 6-3)
02/05/2007* - Palma de Mallorca - Nadal 2 x 1 Federer (7-5, 4-6, 7-6(10))
21/12/2010 - Zürich - Federer 2 x 1 Nadal (4-6, 6-3, 6-3)
22/12/2010 - Madrid - Nadal 2 x 1 Federer (7-6, 4-6, 6-1)
01/01/2011 - Mubadala - Nadal 2 x 0 Federer (7-6(4), 7-6(3))
08/03/2011 - Eugene - Nadal 1 x 0 Federer (7-5)
31/12/2011 - Mubadala - Nadal 2 x 0 Federer (6-1, 7-5)
* Partida disputada em uma quadra especial, de um lado saibro, do outro grama.

PC
(baseado em matéria do jornal inglês The Telegraph e artigos da Wikipedia)

Péricles Bassols apitará Volta Redonda x Fluminense



Apitará a partida Volta Redonda x Fluminense, sábado, às 19:30, no Estádio Raulino de Oliveira, o árbitro Péricles Bassols Pegado Cortez. Ele será auxiliado por Dibert Pedrosa Moisés e Luiz Antônio Muniz de Oliveira.

Até hoje, Péricles Bassols comandou 9 partidas do Fluminense: 3 vitórias tricolores, 2 empates e 4 derrotas.


No jogo de 28/09/2008, Péricles expulsou Thiago Silva de forma injusta. No jogo de 10/04/2010, confirmou gol irregular do Botafogo. No Fla-Flu de 24/04/2011, deixou de expulsar o goleiro rubro-negro Felipe no início da partida, em lance que provavelmente mudaria a história do jogo.

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O retrospecto histórico do confronto Fluminense x Volta Redonda tem 68 jogos, com 44 vitórias tricolores, 14 empates e 10 triunfos do Voltaço. A lista com todos os jogos já realizados entre Fluminense e Volta Redonda pode ser encontrada aqui.

PC

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Internacional x Once Caldas; Real Potosí x Flamengo


Hoje à noite dois clubes brasileiros estarão em ação na fase preliminar da Copa Libertadores. No Beira-Rio, o Internacional recebe o colombiano Once Caldas; em 4100 metros de altitude, o Flamengo encara o boliviano Real Potosí.

Históricos de confrontos
O Internacional tem desvantagem no retrospecto contra colombianos ao longo da história. Foram até hoje 16 jogos, com apenas 2 vitórias coloradas, 10 empates e 4 derrotas (confiram aqui a lista completa de partidas). Já o Flamengo tem vantagem contra equipes bolivianas: 8 jogos, 5 vitórias rubro-negras, 2 empates e 1 derrota (confiram aqui a lista completa de partidas).

Na história da Copa Libertadores...
O Internacional começa hoje sua décima participação na Copa Libertadores. As melhores campanhas do colorado foram em 2006 e 2010, quando o clube gaúcho levantou a taça, e em 1980, quando foi vice-campeão. Até hoje, foram 88 jogos, com 43 vitórias, 23 empates e 22 derrotas (confiram aqui a lista completa de partidas).

O Flamengo inicia hoje sua décima-primeira participação na Copa Libertadores. A melhor campanha foi em 1981, quando o rubro-negro sagrou-se campeão. Até hoje, foram 87 jogos, com 48 vitórias, 18 empates e 21 derrotas (confiram aqui a lista completa de partidas).

Cotações
De acordo com as casas de apostas, o Internacional é franco favorito na partida de hoje, com sua vitória cotada a 1,20 para 1, o empate a 4,20 para 1, e a derrota a 9,00 para 1. Já o Flamengo é considerado zebra: um triunfo do Real Potosí tem cotação de 2,25 para 1, o empate de 3,10 para 1, e uma vitória do Flamengo de 2,625 para 1.

Arbitragem
Apitará Real Potosí x Flamengo o árbitro Liber Prudente, auxiliado por Carlos Pastorino e Carlos Changala. Já Internacional x Once Caldas ficará por conta de Martin Vázquez, a ser auxiliado por Mauricio Espinosa e Miguel Nievas. Os dois trios são uruguaios.

Palpites
Minha bola de cristal aponta: Internacional 2 x 0 Once Caldas; Real Potosí 1 x 2 Flamengo.

PC

sábado, 21 de janeiro de 2012

Resenha: Tricolor 3 x 0 Friburguense


Amigos, começou neste sábado a fase enfadonha, sonolenta, monótona, maçante e tediosa do Campeonato Carioca. Nela, os quatro clubes grandes são obrigados a enfrentar uma maratona de partidas contra equipes semi-profissionais, que não conseguem sequer chegar à Segundona do Brasileirão. São jogos com pouquíssimo apelo para os torcedores, meras preliminares para a fase que realmente importa. Evidentemente, os públicos são pequenos e o prejuízo financeiro dessa fórmula é inevitável. Eis regulamento de rara e absoluta estupidez.

Para melhorar as coisas, a tabela marca o jogo Fluminense x Friburguense para as 17 horas, em Bangu, bairro carioca bem conhecido por suas temperaturas amenas. E estamos em janeiro, horário de verão! Nas arquibancadas de Moça Bonita, assistindo ao jogo, a multidão já suava em abundância. Imaginem os jogadores, correndo no gramado atrás da pelota. As seguidas demonstrações de inteligência por parte dos dirigentes do futebol carioca me surpreendem, sinceramente.

Piores que os cartolas da Federação são os comandantes dos clubes, estes os maiores prejudicados, que não lutam para mudar nada. Será mesmo que acham que o Campeonato Carioca atual é atrativo? Será que consideram natural a realização de uma partida às cinco da tarde (na verdade às quatro) no tórrido verão de Bangu?

Sobre o Tricolor: na opinião deste escriba, o Fluminense montou um elenco forte para 2012, com inúmeros meias e atacantes de qualidade notável. A defesa, no entanto, precisa de reforços: demonstrou fragilidade no ano passado, e temos apenas um novo zagueiro no plantel.

Sobre o adversário, meu coração friburguense fica feliz ao ver o Frizão de volta à primeira divisão do Campeonato Carioca, após um ano de ausência. Apenas talvez esteja na hora de renovar o elenco, porque Sérgio Gomes, Cadão e Bidu já jogavam lá há treze, quatorze, quinze anos, quando eu era frequentador assíduo da arquibancada social do Estádio Eduardo Guinle. (Bons tempos em que o Friburguense tinha o veterano Eduardo como principal meia de articulação - o mesmo lateral-esquerdo que atuou no Fluminense entre 1985 e 1994.)

O jogo em Moça Bonita? Nenhuma novidade: vitória tranquila do time reserva do Fluminense, 3 a 0, gols de Araújo, Rafael Moura e Thiago Carleto.

PC

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Leonardo Garcia Cavaleiro apitará Fluminense x Friburguense



Este sábado, em Moça Bonita, o Fluminense faz sua estreia na temporada de 2012, enfrentando o Friburguense pelo Campeonato Carioca. O árbitro do confronto será Leonardo Garcia Cavaleiro. Ele será auxiliado por Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos.

Até hoje, Leonardo Garcia Cavaleiro apitou apenas dois jogos do Tricolor:

PC

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PS: da série "tem maluco pra tudo", documentário mostrando a busca de Daryn Kahn por ser atingido por um raio:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

História - Brasil x Peru



As seleções nacionais de Brasil e Peru já se enfrentaram 41 vezes ao longo da história, com 29 vitórias brasileiras, 9 empates e 3 triunfos peruanos. Ao todo, a Seleção Brasileira assinalou 88 gols, tendo sofrido 28.

Duas partidas foram válidas por Copas do Mundo: em 1970, no México, vitória brasileira por 4 a 2 (a seleção peruana era dirigida pelo lendário Didi); em 1978, novo triunfo tupiniquim, por 3 a 0 (jogo da foto acima).

Confiram a lista com todas as partidas entre as seleções principais de Brasil e Peru ao longo da história:
27/12/1936 - Brasil 3 x 2 Peru - Campo do Boca Juniors (Buenos Aires, Argentina)
21/01/1942 - Brasil 2 x 1 Peru - Centenário (Montevideo, Uruguai)
24/04/1949 - Brasil 7 x 1 Peru - São Januário (Rio de Janeiro)
10/04/1952 - Brasil 0 x 0 Peru - Estádio Nacional (Santiago, Chile)
19/03/1953 - Peru 1 x 0 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
01/02/1956 - Brasil 2 x 1 Peru - Centenário (Montevideo, Uruguai)
06/03/1956 - Brasil 1 x 0 Peru - Estádio Municipal (Cidade do México)
31/03/1957 - Peru 0 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
13/04/1957 - Peru 1 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
21/04/1957 - Brasil 1 x 0 Peru - Maracanã (Rio de Janeiro)
10/03/1959 - Brasil 2 x 2 Peru - Monumental de Núñez (Buenos Aires, Argentina)
10/03/1963 - Brasil 1 x 0 Peru - Félix Capriles (Cochabamba, Bolívia)
04/06/1966 - Brasil 4 x 0 Peru - Morumbi (São Paulo)
08/06/1966 - Brasil 3 x 1 Peru - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/07/1968 - Peru 3 x 4 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
17/07/1968 - Peru 0 x 4 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
07/04/1969 - Brasil 2 x 1 Peru - Beira-Rio (Porto Alegre)
09/04/1969 - Brasil 3 x 2 Peru - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/06/1970 - Brasil 4 x 2 Peru - Jalisco (Guadalajara, México)
30/09/1975 - Brasil 1 x 3 Peru - Mineirão (Belo Horizonte)
04/10/1975 - Peru 0 x 2 Brasil - Estádio do Alianza (Lima, Peru)
10/07/1977 - Brasil 1 x 0 Peru - Pascual Guerrero (Cali, Colômbia)
01/05/1978 - Brasil 3 x 0 Peru - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/06/1978 - Brasil 3 x 0 Peru - Parque General San Martin (Mendoza, Argentina)
28/04/1985 - Brasil 0 x 1 Peru - Mané Garrincha (Brasília)
01/04/1986 - Brasil 4 x 0 Peru - Castelão (São Luís)
10/05/1989 - Brasil 4 x 1 Peru - Castelão (Fortaleza)
24/05/1989 - Peru 1 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
03/07/1989 - Brasil 0 x 0 Peru - Fonte Nova (Salvador)
18/06/1993 - Brasil 0 x 0 Peru - Alejandro Serrano Aguilar (Cuenca, Equador)
10/07/1995 - Brasil 2 x 0 Peru - Atilio Paiva (Rivera, Uruguai)
26/06/1997 - Brasil 7 x 0 Peru - Ramón Aguilera (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia)
04/06/2000 - Peru 0 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
25/04/2001 - Brasil 1 x 1 Peru - Morumbi (São Paulo)
15/07/2001 - Brasil 2 x 0 Peru - Pascual Guerrero (Cali, Colômbia)
16/11/2003 - Peru 1 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
27/03/2005 - Brasil 1 x 0 Peru - Serra Dourada (Goiânia)
18/11/2007 - Peru 1 x 1 Brasil - Estádio Nacional (Lima, Peru)
01/04/2009 - Brasil 3 x 0 Peru - Beira-Rio (Porto Alegre)
14/06/2015 - Brasil 2 x 1 Peru - Germán Becker (Temuco, Chile)
17/11/2015 - Brasil 3 x 0 Peru - Fonte Nova (Salvador)

PCFilho
[fontes: acervo pessoal, site da FIFA e Enciclopédia da Seleção (Ivan Soter)]

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

História - Brasil x Colômbia


Houve até hoje 25 jogos entre as seleções principais de Brasil e Colômbia, com 15 vitórias brasileiras, 8 empates e 2 triunfos colombianos. Ao todo, a Seleção assinalou 55 gols e sofreu 11.

Confiram a lista completa de partidas:
21/01/1945 - Brasil 3 x 0 Colômbia - Estádio Nacional (Santiago, Chile)
17/04/1949 - Brasil 5 x 0 Colômbia - Pacaembu (São Paulo)
23/03/1957 - Brasil 9 x 0 Colômbia - Estádio Nacional (Lima, Peru)
14/03/1963 - Brasil 5 x 1 Colômbia - Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
06/08/1969 - Colômbia 0 x 2 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)

21/08/1969 - Brasil 6 x 2 Colômbia - Maracanã (Rio de Janeiro)
20/02/1977 - Colômbia 0 x 0 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)

09/03/1977 - Brasil 6 x 0 Colômbia - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/02/1981 - Colômbia 1 x 1 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
25/04/1985 - Brasil 2 x 1 Colômbia - Mineirão (Belo Horizonte)
15/05/1985 - Colômbia 1 x 0 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
07/07/1989 - Brasil 0 x 0 Colômbia - Fonte Nova (Salvador)
13/07/1991 - Colômbia 2 x 0 Brasil - Sausalito (Viña del Mar, Chile)

19/07/1991 - Brasil 2 x 0 Colômbia - Estádio Nacional (Santiago, Chile)
13/07/1995 - Brasil 3 x 0 Colômbia - Atilio Paiva (Rivera, Uruguai)

20/12/1995 - Brasil 3 x 1 Colômbia - Vivaldão (Manaus)
19/06/1997 - Brasil 2 x 0 Colômbia - Ramón Aguilera (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia)
28/03/2000 - Colômbia 0 x 0 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
15/11/2000 - Brasil 1 x 0 Colômbia - Morumbi (São Paulo)
19/07/2003 - Colômbia 0 x 2 Brasil - Orange Bowl (Miami, EUA)
07/09/2003 - Colômbia 1 x 2 Brasil - Metropolitano Roberto Meléndez (Barranquilla, Colômbia)
13/10/2004 - Brasil 0 x 0 Colômbia - Rei Pelé (Maceió)
14/10/2007 - Colômbia 0 x 0 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
15/10/2008 - Brasil 0 x 0 Colômbia - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/11/2012 - Brasil 1 x 1 Colômbia - MetLife Stadium (New Jersey, EUA)

Fora das estatísticas acima, houve os seguintes confrontos entre as Seleções Olímpicas dos dois países:
20/12/1959 - Colômbia 2 x 0 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
27/12/1959 - Brasil 7 x 1 Colômbia - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/05/1964 - Brasil 1 x 1 Colômbia - Estádio Nacional (Lima, Peru)
09/04/1968 - Colômbia 0 x 3 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
07/12/1971 - Colômbia 1 x 1 Brasil - El Campín (Bogotá, Colômbia)
25/01/1976 - Brasil 4 x 0 Colômbia - Arruda (Recife)
10/02/1980 - Colômbia 5 x 1 Brasil - Pascual Guerrero (Cali, Colômbia)
12/02/1984 - Brasil 2 x 1 Colômbia - Estádio Modelo (Guayaquil, Equador)
04/12/1986 - Brasil 1 x 1 Colômbia - Estádio Nacional (Santiago, Chile)
20/04/1987 - Colômbia 2 x 0 Brasil - Ramón Aguilera (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia)
01/05/1987 - Brasil 2 x 1 Colômbia - Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
05/02/1992 - Colômbia 2 x 0 Brasil - Defensores del Chaco (Asunción, Paraguai)
30/01/2000 - Brasil 9 x 0 Colômbia - Estádio do Café (Londrina)
03/08/2003 - Brasil 4 x 0 Colômbia - CD Mirador Este (Santo Domingo, República Dominicana)
18/01/2004 - Brasil 3 x 0 Colômbia - Playa Ancha (Valparaíso, Chile)
28/01/2007 - Brasil 2 x 0 Colômbia - Defensores del Chaco (Asunción, Paraguai)

Também fora das estatísticas, houve os seguintes jogos da Seleção contra clubes e combinados da Colômbia:
02/05/1954 - Brasil 4 x 1 Combinado Colombiano - Pacaembu (São Paulo)
09/05/1954 - Brasil 2 x 0 Combinado Colombiano - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/08/1969 - Millonarios 0 x 2 Brasil - El Campín (Bogotá)
06/02/1977 - Millonarios 0 x 2 Brasil - El Campín (Bogotá)

PC

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

História - Brasil x Polônia


Até hoje, as seleções principais de Brasil e Polônia se enfrentaram em 12 partidas, com 9 vitórias brasileiras, 2 empates e 1 triunfo polonês. Ao todo, a Seleção assinalou 37 gols e sofreu 19. Quatro jogos foram válidos por Copas do Mundo (1938, 1974, 1978 e 1986).

Confiram a lista de partidas:
05/06/1938 - Brasil 6 x 5 Polônia - Meinau (Strasbourg, França)
05/06/1966 - Brasil 4 x 1 Polônia - Mineirão (Belo Horizonte)
08/06/1966 - Brasil 2 x 1 Polônia - Maracanã (Rio de Janeiro)
20/06/1968 - Polônia 3 x 6 Brasil - Stadion Dziesięciolecia (Varsóvia)
06/07/1974 - Polônia 1 x 0 Brasil - Olympiastadion (Munique, Alemanha)
19/06/1977 - Brasil 3 x 1 Polônia - Morumbi (São Paulo)
21/06/1978 - Brasil 3 x 1 Polônia - Parque General San Martin (Mendoza, Argentina)
29/06/1980 - Brasil 1 x 1 Polônia - Morumbi (São Paulo)
16/06/1986 - Brasil 4 x 0 Polônia - Jalisco (Guadalajara, México)
17/03/1993 - Brasil 2 x 2 Polônia - Santa Cruz (Ribeirão Preto)
29/06/1995 - Brasil 2 x 1 Polônia - Arruda (Recife)
26/02/1997 - Brasil 4 x 2 Polônia - Serra Dourada (Goiânia)

A CBF conta em suas estatísticas uma partida que na verdade foi contra a Seleção Olímpica da Polônia:
26/06/1996 - Brasil 3 x 1 Sel. Olímpica da Polônia - Engenheiro Araripe (Cariacica)

PC

domingo, 15 de janeiro de 2012

História - Brasil x Suíça


Até hoje, Brasil e Suíça se enfrentaram em 8 partidas, com 3 vitórias brasileiras, 3 empates e 2 triunfos suíços. Ao todo, a Seleção assinalou 10 gols e sofreu 8. O confronto de 1950, no Pacaembu, foi válido pela Copa do Mundo (é o jogo da foto acima).

Confiram a lista de partidas:
28/06/1950 - Brasil 2 x 2 Suíça - Pacaembu (São Paulo)
11/04/1956 - Suíça 1 x 1 Brasil - Hardturm (Zurique)
21/12/1980 - Brasil 2 x 0 Suíça - Verdão (Cuiabá)
19/05/1982 - Brasil 1 x 1 Suíça - Arruda (Recife)
17/06/1983 - Suíça 1 x 2 Brasil - Saint Jakob (Basiléia)
21/06/1989 - Suíça 1 x 0 Brasil - Saint Jakob (Basiléia)
15/11/2006 - Suíça 1 x 2 Brasil - Saint Jakob (Basiléia)
14/08/2013 - Suíça 1 x 0 Brasil - Saint Jakob (Basiléia)

PC

sábado, 14 de janeiro de 2012

História - Brasil x União Soviética


A Seleção Brasileira enfrentou a União Soviética em 7 ocasiões, com 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota, 13 gols-pró e 5 gols-contra:
15/06/1958 - Brasil 2 x 0 União Soviética - Nya Ullevi (Göteborg, Suécia)
04/07/1965 - União Soviética 0 x 3 Brasil - Lujinik Lenin (Moscou, URSS)
21/11/1965 - Brasil 2 x 2 União Soviética - Maracanã (Rio de Janeiro)*
21/06/1973 - União Soviética 0 x 1 Brasil - Lujinik Lenin (Moscou, URSS)
01/12/1976 - Brasil 2 x 0 União Soviética - Maracanã (Rio de Janeiro)
15/06/1980 - Brasil 1 x 2 União Soviética - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/06/1982 - Brasil 2 x 1 União Soviética - Ramón Sánchez Pizjuán (Sevilla, Espanha)
* A partida de 21/11/1965 foi o primeiro jogo de futebol exibido pela TV Globo. A transmissão não foi ao vivo, mas sim com quatro horas de atraso. O senador norte-americano Robert Kennedy assistiu à partida no Maracanã.

Houve também 2 confrontos entre as seleções olímpicas, na decisão do terceiro lugar dos Jogos de 1976, em Montreal, e na finalíssima dos Jogos de 1988, em Seul:
29/07/1976 - União Soviética 2 x 0 Brasil - Estádio Olímpico (Montreal, Canadá)
01/10/1988 - União Soviética 2 x 1 Brasil - Estádio Olímpico (Seul, Coreia do Sul)*
* 1 x 1 no tempo normal, URSS 1 x 0 na prorrogação.

Com a derrocada da União Soviética, surgiram 15 repúblicas menores (Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Estônia, Geórgia, Letônia, Lituânia, Moldávia, Quirguistão, Rússia, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia e Uzbequistão). A Seleção Brasileira realizou as seguintes partidas contra elas:
20/06/1994 - Brasil 2 x 0 Rússia - Stanford Stadium (Palo Alto, EUA)
13/02/1996* - Brasil 1 x 0 Ucrânia - Parque do Sabiá (Uberlândia)
28/08/1996 - Rússia 2 x 2 Brasil - Estádio do Dinamo (Moscou, Rússia)
16/10/1996 - Brasil 3 x 1 Lituânia - Albertão (Teresina)
18/11/1998 - Brasil 5 x 1 Rússia - Castelão (Fortaleza)
26/06/1999 - Brasil 3 x 0 Letônia - Arena da Baixada (Curitiba)
01/03/2006 - Rússia 0 x 1 Brasil - Estádio do Lokomotiv (Moscou, Rússia)
12/08/2009 - Estônia 0 x 1 Brasil - Le Coq Arena (Tallinn, Estônia)
11/10/2010 - Brasil 2 x 0 Ucrânia - Pride Park (Derby, Inglaterra)
25/03/2013 - Brasil 1 x 1 Rússia - Stamford Bridge (Londres, Inglaterra)
* O jogo de 13/02/1996 foi contra a Seleção Olímpica da Ucrânia.

Estatísticas separadas:
- contra a Rússia: 5 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 11 gols-pró, 4 gols-contra.
- contra a Ucrânia: 1 vitória por 2 a 0 (ignorando o jogo de 1996).
- contra a Estônia: 1 vitória por 1 a 0.
- contra a Letônia: 1 vitória por 3 a 0.
- contra a Lituânia: 1 vitória por 3 a 1.

PC

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Thiago Neves no Fluminense


Thiago Neves jogou até hoje 109 partidas pelo Fluminense, 95 como titular e 14 como reserva. Participou de 54 vitórias, 31 empates e 24 derrotas, aproveitamento de 59% dos pontos disputados. Esteve presente nas campanhas da conquista da Copa do Brasil de 2007 e do vice-campeonato da Copa Libertadores de 2008.

Com a camisa tricolor, Thiago Neves assinalou 39 gols, o que lhe confere a média de 0,36 por partida. Os mais importantes foram os assinalados na decisão da Copa Libertadores de 2008: um na derrota por 4 a 2 em Quito, e três na vitória por 3 a 1 no Maracanã.

O primeiro jogo de Thiago Neves pelo Fluminense foi pelo Campeonato Carioca, no dia 24/01/2007, quando entrou no segundo tempo, na vitória de 1 a 0 sobre o Friburguense. A primeira passagem do craque pelo clube terminou em 19/07/2008, na vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense, gol dele no finalzinho. Meses depois, ele voltou a defender a camisa tricolor: foi no dia 08/02/2009, empate em 0 a 0 com o Vasco, no Maracanã. Seu último jogo na segunda passagem foi em 28/06/2009, um empate em 0 a 0 com o Flamengo, no Maracanã.

Em 2011, atuando pelo Flamengo, Thiago Neves enfrentou o Fluminense em 4 oportunidades, tendo obtido 2 vitórias e 2 empates, com direito a 2 gols marcados.

Este ano, ao que parece, Thiago Neves voltará a vestir as três cores que traduzem tradição. Que repita atuações antológicas como aquela da final de 2008, na qual só faltou o quarto gol. Quem sabe este não ficou guardado para 2012?

PC

História - Brasil x Iugoslávia



A Seleção Brasileira enfrentou a Iugoslávia unificada 15 vezes, com 7 vitórias, 6 empates, 2 derrotas, 32 gols-pró e 22 gols-contra:
10/08/1930 - Brasil 4 x 1 Iugoslávia - São Januário (Rio de Janeiro)
03/06/1934 - Iugoslávia 8 x 4 Brasil - Estádio do BSK (Beograd, Iugoslávia)
01/07/1950 - Brasil 2 x 0 Iugoslávia - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/06/1954 - Brasil 1 x 1 Iugoslávia - Olímpico de La Pontaise (Lausanne, Suíça)
25/06/1968 - Iugoslávia 0 x 2 Brasil - Estádio do Partizan (Beograd, Iugoslávia)
17/12/1968 - Brasil 3 x 3 Iugoslávia - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/12/1968* - Brasil 3 x 2 Iugoslávia - Mineirão (Belo Horizonte)
18/07/1971** - Brasil 2 x 2 Iugoslávia - Maracanã (Rio de Janeiro)
02/07/1972 - Brasil 3 x 0 Iugoslávia - Morumbi (São Paulo)
13/06/1974 - Brasil 0 x 0 Iugoslávia - Waldstadion (Frankfurt, Alemanha Oc.)
26/06/1977 - Brasil 0 x 0 Iugoslávia - Mineirão (Belo Horizonte)
30/04/1986 - Brasil 4 x 2 Iugoslávia - Arruda (Recife)
14/11/1989 - Brasil 0 x 0 Iugoslávia - Almeidão (João Pessoa)
30/10/1991 - Brasil 3 x 1 Iugoslávia - Dilzon Melo (Varginha)
* No jogo de 19/12/1968, a Seleção Brasileira foi o time do Atlético Mineiro.
** O jogo de 18/07/1971 marcou a despedida de Pelé da Seleção Brasileira. As duas fotos que ilustram o post são desta partida.

Em 1992, a Iugoslávia dividiu-se, dando origem a novas nações: Bósnia-Herzegovina, Croácia, Eslovênia e Macedônia. O restante do país continuou a se chamar Iugoslávia, e posteriormente Sérvia e Montenegro. A Seleção Brasileira fez os seguintes jogos contra estas repúblicas:
23/12/1994 - Brasil 2 x 0 Iugoslávia - Olímpico (Porto Alegre)
22/05/1996* - Brasil 1 x 1 Croácia - Vivaldão (Manaus)
18/12/1996 - Brasil 1 x 0 Bósnia-Herzegovina - Vivaldão (Manaus)
23/09/1998 - Brasil 1 x 1 Iugoslávia - Castelão (São Luís)
27/03/2002 - Brasil 1 x 0 Iugoslávia - Castelão (Fortaleza)
17/08/2005 - Croácia 1 x 1 Brasil - Poljud (Split, Croácia)
13/06/2006 - Brasil 1 x 0 Croácia - Olympiastadion (Berlim, Alemanha)
06/06/2014 - Brasil 1 x 0 Sérvia - Morumbi (São Paulo)

* no jogo de 22/05/1996, a Croácia não estava representada por sua seleção principal.

Estatísticas:
- contra a Iugoslávia (Sérvia e Montenegro): 4 jogos, 3 vitórias, 1 empate, 5 gols-pró, 1 gol-contra.
- contra a Croácia: 2 jogos, 1 vitória, 1 empate, 2 gols-pró, 1 gol-contra. O jogo de 1996 não está sendo considerado.
- contra a Bósnia-Herzegovina: 1 jogo, 1 vitória por 1 a 0.

PCFilho
Fontes: acervo pessoal, "Enciclopédia da Seleção" (Ivan Soter), "O Mundo das Copas" (Lycio Vellozo Ribas) e sites de notícias.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

História - Brasil x Tchecoslováquia



O principal jogo entre Brasil e Tchecoslováquia foi a decisão da Copa do Mundo de 1962, no Estádio Nacional do Chile. Com uma vitória por 3 a 1, a Seleção sagrou-se bicampeã mundial. As duas fotos acima são desta partida. As duas seleções se enfrentaram nas Copas de 1938 (2 vezes), 1962 (2 vezes) e 1970.

Ao todo, houve 17 jogos da Seleção Brasileira contra a Tchecoslováquia, enquanto o país existia unido: 9 vitórias, 6 empates e 2 derrotas, 27 gols-pró e 14 gols-contra. Confiram a lista com as 17 partidas:
12/06/1938 - Brasil 1 x 1 Tchecoslováquia - Parc Lescure (Bordeaux, França)
14/06/1938 - Brasil 2 x 1 Tchecoslováquia - Parc Lescure (Bordeaux, França)
21/04/1956 - Tchecoslováquia 0 x 0 Brasil - Armady Strahov (Praga, Tchecoslováquia)
05/08/1956 - Brasil 0 x 1 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
08/08/1956 - Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia - Pacaembu (São Paulo)
02/06/1962 - Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia - Sausalito (Viña del Mar, Chile)
12/06/1966 - Brasil 2 x 1 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
15/06/1966 - Brasil 2 x 2 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
23/06/1968 - Tchecoslováquia 3 x 2 Brasil - Campo do Slovan (Bratislava, Tchecoslováquia)
03/06/1970 - Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia - Jalisco (Guadalajara, México)
14/07/1971 - Brasil 1 x 0 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
28/06/1972* - Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
07/04/1974 - Brasil 1 x 0 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
17/05/1978 - Brasil 2 x 0 Tchecoslováquia - Maracanã (Rio de Janeiro)
03/03/1982 - Brasil 1 x 1 Tchecoslováquia - Morumbi (São Paulo)
18/12/1991 - Brasil 2 x 1 Tchecoslováquia - Serra Dourada (Goiânia)
* jogo não-considerado nas estatísticas da FIFA.

Após a separação da Tchecoslováquia, a Seleção enfrentou a República Tcheca 1 vez (vitória por 2 a 0) e a Eslováquia 1 vez (vitória por 5 a 0):
22/02/1995 - Brasil 5 x 0 Eslováquia - Castelão (Fortaleza)
19/12/1997 - Brasil 2 x 0 República Tcheca - King Fahd Stadium (Riad, Arábia Saudita)

As seleções olímpicas de Brasil e Tchecoslováquia se enfrentaram nos Jogos de 1964:
16/10/1964 - Tchecoslováquia 1 x 0 Brasil - Omiya Park (Tóquio, Japão)

PC

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

História - Brasil x Suécia


Foto: Brasil e Suécia decidem a Copa do Mundo de 1958.

A Suécia é o adversário que a Seleção Brasileira mais enfrentou em Copas do Mundo: foram até hoje sete partidas: 1938 (decisão do terceiro lugar), 1950 (fase final), 1958 (decisão), 1978 (primeira fase), 1990 (primeira fase) e 1994 (primeira fase e semifinal). Nessas partidas válidas por Mundiais, foram 5 vitórias brasileiras e 2 empates.

Na estatística geral, foram ao todo 15 partidas, com 10 vitórias brasileiras, 3 empates e 2 triunfos suecos. Ao todo, a Seleção assinalou 35 gols e sofreu 17.

Confiram a lista completa de jogos entre as seleções principais de Brasil e Suécia ao longo da história:
19/06/1938 - Brasil 4 x 2 Suécia - Parc Lescure (Bordeaux, França)
09/07/1950 - Brasil 7 x 1 Suécia - Maracanã (Rio de Janeiro)
30/06/1965 - Suécia 1 x 2 Brasil - Råsunda Solna (Estocolmo, Suécia)
30/06/1966 - Suécia 2 x 3 Brasil - Nya Ullevi (Göteborg, Suécia)
25/06/1973 - Suécia 1 x 0 Brasil - Råsunda Solna (Estocolmo, Suécia)
03/06/1978 - Brasil 1 x 1 Suécia - Estádio Municipal (Mar del Plata, Argentina)
22/06/1983 - Suécia 3 x 3 Brasil - Nya Ullevi (Göteborg, Suécia)
16/06/1989 - Suécia 2 x 1 Brasil - Idraetsparken (Copenhague, Dinamarca)
10/06/1990 - Brasil 2 x 1 Suécia - Stadio Delle Alpi (Torino, Itália)
28/06/1994 - Brasil 1 x 1 Suécia - Pontiac Silverdome (Detroit, EUA)
13/07/1994 - Brasil 1 x 0 Suécia - Rose Bowl (Los Angeles, EUA)
04/06/1995 - Brasil 1 x 0 Suécia - Villa Park (Birmingham, Inglaterra)
26/03/2008 - Brasil 1 x 0 Suécia - Emirates Stadium (Londres, Inglaterra)
15/08/2012 - Suécia 0 x 3 Brasil - Råsunda Solna (Estocolmo, Suécia)

Houve um confronto da nossa Seleção principal contra a equipe olímpica da Suécia, não contabilizado nas estatísticas deste post (já que a federação sueca não o considera como oficial):
31/07/1988 - Sel. Olímpica da Suécia 1 x 1 Brasil - (Estocolmo, Suécia)

Houve também jogos da nossa Seleção principal contra clubes da Suécia, não contabilizados nas estatísticas deste post:
08/05/1960 - Malmö 1 x 7 Brasil - (Malmö, Suécia)
27/06/1966 - Atvidaberg 2 x 8 Brasil - (Atvidaberg, Suécia)
04/07/1966 - AIK 2 x 4 Brasil - (Estocolmo, Suécia)
06/07/1966 - Malmö 1 x 3 Brasil - (Malmö, Suécia)

PC

Fontes: Enciclopédia da Seleção (Ivan Soter) e sites de notícias.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

História - Ajax x Times Brasileiros


Em 2012, o Palmeiras recebeu o Ajax em amistoso disputado no Pacaembu. Em 2013, foi a vez do Vasco receber os holandeses em São Januário. O tradicional clube holandês já enfrentou equipes brasileiras algumas vezes ao longo da história. Confiram:
18/08/1978 - Ajax 2 x 2 Fluminense [PK 5x4] - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
21/06/1979 - Seleção Brasileira 5 x 0 Ajax - Morumbi (São Paulo, Brasil)
19/08/1980 - Ajax 3 x 1 Internacional - (Espanha)
26/08/1984 - Ajax 2 x 2 Atlético Mineiro [PK vitória do Galo] - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
11/08/1985 - Ajax 4 x 1 Atlético Mineiro - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
08/08/1986 - Ajax 1 x 1 Botafogo [PK 4x5] - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
19/08/1986 - Ajax 0 x 2 Grêmio - (Marrocos)
01/08/1987 - Ajax 1 x 2 Internacional - (Escócia)
05/08/1988 - Ajax 0 x 1 Flamengo - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
09/08/1991 - Ajax 3 x 0 Fluminense - Estádio Olímpico (Amsterdam, Holanda)
09/01/1994 - Ajax 2 x 2 Grêmio - (Tailândia)
10/06/1997 - São Paulo 1 x 1 Ajax - Morumbi (São Paulo, Brasil)
15/08/1997 - Ajax 1 x 1 Grêmio - Amsterdam Arena (Amsterdam, Holanda)
04/06/1999 - Ajax 0 x 3 Atlético Mineiro - (Ho Chi Minh, Vietnam)
31/07/1999 - Ajax 1 x 4 Santos - Amsterdam Arena (Amsterdam, Holanda)
14/01/2012 - Palmeiras 1 x 0 Ajax - Pacaembu (São Paulo, Brasil)
13/01/2013 - Vasco 1 x 0 Ajax - São Januário (Rio de Janeiro, Brasil)

PC

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Da arquibancada para a história


Quando o torcedor sobe a rampa de acesso à arquibancada, geralmente não espera nada mais do que assistir ao espetáculo e ir embora, saindo da mesma maneira anônima como entrou. Às vezes, no entanto, mesmo inconscientemente, o sujeito entra para a história.

Em primeiro de dezembro de 1988, o Botafogo, passando por uma grave crise (não levantava uma taça sequer havia vinte anos), levava uma goleada do Vasco no Maracanã (3 a 0, fora o baile). Na beira do campo, uma torcedora-mirim chorava copiosamente: era a gandula Sonja Martinelli (sequência de fotos acima). Ela não imaginava que aquelas lágrimas infantis a tornariam um símbolo vivo do seu Botafogo. No ano seguinte, o jejum de conquistas acabaria, as lágrimas dariam lugar ao sorriso no rosto de Sonja, e os supersticiosos botafoguenses, claro, elevariam Sonja à condição de principal responsável pelo fim do sofrimento.

Seis anos antes de 1988, em Barcelona, outras lágrimas infantis haviam comovido a nação: era um brasileirinho derramando seu desespero nas arquibancadas do Sarriá, após a derrota da Seleção para a Itália de Paolo Rossi, na Copa do Mundo. A imagem, capturada pelo fotógrafo Reginaldo Manente, viraria um símbolo daquela derrota. O menino tinha 10 anos e se chamava José Carlos Rabello Júnior, mas só teve sua identidade descoberta oito anos depois, em uma reportagem durante a Copa do Mundo de 1990. Hoje, José Carlos é advogado, e confessa ainda chorar por causa de futebol.

A foto histórica (tirada por Reginaldo Manente).

O caso mais emblemático de torcedor famoso vem dos Estados Unidos, porque a sua notoriedade tem um motivo especial: ele parece ter de fato alterado o rumo da história.

No baseball, quando uma bola é rebatida na direção da arquibancada, os fãs inevitavelmente se levantam e lutam para pegá-la. Principalmente quando se trata de um jogo importante, a bola é um autêntico troféu (que pode valer muito dinheiro - há bolas que já foram leiloadas por centenas de milhares de dólares). Foi somente isso que Steve Bartman, adepto do Chicago Cubs, fez: levantou e lutou pela bola rebatida. Não poderia imaginar que aquela simples ação - absolutamente comum nos jogos de baseball - alteraria sua vida de forma tão dramática.

Cabe um parágrafo para explicar toda a atmosfera ao redor daquele jogo: o Chicago Cubs não vencia a World Series (decisão do título maior do baseball) desde 1908. O time sequer disputava a World Series desde 1945 (para chegar à World Series, o Chicago Cubs precisa vencer a National League). Em 2003, no entanto, a longa fila parecia estar chegando ao fim: o time disputava a final da National League e, numa melhor-de-7 contra o Florida Marlins, abriu 3 a 1. Bastava, portanto, uma vitória nos três jogos restantes (sendo os dois últimos em casa). A derrota no quinto jogo, na Flórida, chegou a ser "comemorada": afinal, após tão longa espera, nada melhor que festejar a conquista em casa. No jogo 6, tudo corria bem: vitória por 3 a 0, faltando apenas 2 innings para o fim (um jogo de baseball tem 9 innings). Enfim, após 58 anos, o Chicago Cubs estava a um milímetro da glória na National League, a um milímetro de voltar a disputar a World Series. A atmosfera no Wrigley Field era a melhor possível. Até que Luis Castillo, do Florida Marlins, rebateu aquela bola fatídica.

A bola voou na direção da arquibancada, muito próxima da beirada: local exato do assento ocupado por Steve Bartman. Ele e os torcedores próximos, instintivamente, se levantaram. Enquanto isso, no campo, o atleta Moisés Alou, do Chicago Cubs, corria para tentar pegar a bola. Se conseguisse, o time estaria ainda mais próximo do triunfo. Mas Steve Bartman esticou o braço, e desviou a bola das mãos de Moisés Alou. O fã Steve Bartman nem sequer ficou com a bola - que escapou por entre seus dedos e foi parar nas mãos de um de seus "vizinhos". Moisés Alou olhou furioso para a arquibancada, certo de que pegaria aquela bola se não fosse a interferência do público.
O momento fatídico de Steve Bartman e Moisés Alou.

A plateia silenciou-se, apavorada. O time do Chicago Cubs estava atordoado, apesar de ainda estar vencendo por 3 a 0. O Florida Marlins iniciou ali uma reação inacreditável, virando o placar para 8 a 3 e vencendo o sexto jogo. As emissoras de TV reprisaram o lance fatídico centenas de vezes. Os torcedores próximos pareciam querer linchar o pobre Steve Bartman, que teve que sair escoltado e disfarçado do estádio.

O sétimo jogo, também disputado no Wrigley Field, foi vencido pelo Florida Marlins, que conquistou assim a National League e foi à World Series.

Steve Bartman era o bode expiatório perfeito para mais um fracasso do Chicago Cubs. (observação adicional: alguns torcedores acreditam piamente que o Chicago Cubs não vence mais por causa da "Maldição do Bode" - uma "praga" que data de 1945 - ano da última World Series disputada pelo time). Bartman passou a ser - contra a própria vontade - uma celebridade nacional. Todos os programas de humor norte-americanos caçoaram do pobre fã. Os torcedores do seu próprio time o odiavam, mesmo sabendo que teriam agido exatamente da mesma forma naquela situação.

Uma das caricaturas de Steve Bartman.

A bola daquele lance foi leiloada em dezembro de 2003 - um restaurante a comprou por US$ 113.824,16. Dois meses depois, a "relíquia" foi destruída em um evento público no próprio restaurante.

A cadeira ocupada por Bartman naquela noite - seção 4, linha 8, assento 113, virou um ponto de peregrinação no Wrigley Field.

Famoso ponto turístico de Chicago.

Steve Bartman já recebeu ofertas milionárias para fazer filmes e propagandas - recusou todas. Não dá entrevistas, e nunca mais foi a um jogo de baseball.

Em 2008, o Chicago Cubs completou cem anos sem vencer a World Series. Até hoje, o time não conseguiu voltar a disputar a grande decisão.

PC