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sexta-feira, 31 de março de 2017

Xadrez - Mate em 3! (Ch. Kondelik)

Karel Kondelík, Jornal do Brasil, 29/12/1896.
Código FEN: 2N2K1Q/8/1P3P2/1k6/2Rb4/2pNp3/P1n1P3/3n4 w - - 0 1.


As Brancas jogam e dão xeque-mate em 3 lances!

(White to play and give checkmate in 3 moves!)

PCFilho

sexta-feira, 24 de março de 2017

Xadrez - Mate em 3! (Karl von Bardeleben)

Karl von Bardeleben, Jornal do Brasil, 02/12/1896.
Código FEN: 8/8/1r1P4/2P4K/kN6/2P5/1R1P4/r3bQ2 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 3 lances!

(White to play and give checkmate in 3 moves!)

PCFilho

quinta-feira, 23 de março de 2017

Xadrez - Mate em 2! (José Nunes)

José Nunes, Jornal do Brasil, 01/12/1896.
Código FEN: 8/3p4/2p2K2/3kp3/2pNN3/2P5/3P4/1Q6 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 2 lances!

(White to play and give checkmate in 2 moves!)

PCFilho

quarta-feira, 22 de março de 2017

Xadrez - Mate em 3! (Carl Behting)

Carl Behting, Jornal do Brasil, 10/08/1897.
Código FEN: 4Q3/2p1P3/2P1pR1P/2P2b2/1RPkP3/K2p4/N2N1P2/8 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 3 lances!

(White to play and give checkmate in 3 moves!)

PCFilho

segunda-feira, 20 de março de 2017

Xadrez - Mate em 3! (Émile Leonard Pradignat)

Émile Leonard Pradignat, Jornal do Brasil, 02/02/1897.
Código FEN: 2K5/5p1p/p4B1n/P5p1/1p2pk2/4R1R1/r1p2P2/2n2Q2 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 3 lances!

(White to play and give checkmate in 3 moves!)

PCFilho

sábado, 18 de março de 2017

Xadrez - Mate em 2! (A. G. Meschick)

A. G. Meschick, Jornal do Brasil, 22/12/1896.
Código FEN: 8/2pp1B2/N1rk2N1/1P3pp1/3KR1bp/2P1B1b1/3R3Q/8 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 2 lances!

(White to play and give checkmate in 2 moves!)

PCFilho

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Xadrez - Mate em 2! (Máximo Borges Minhava)

Máximo Borges Minhava, Jornal do Brasil, 1946.
Código FEN: 8/1KN3B1/pRNp4/2kBnp2/r7/3b4/1n1P3p/Q7 w - - 0 1.

As Brancas jogam e dão xeque-mate em 2 lances!

(White to play and give checkmate in 2 moves!)

PCFilho

sábado, 17 de novembro de 2012

Quem espera sempre alcança

(texto do amigo Thiago Rachid)

De 1996 a 2012...


Sob o patrocínio de associados e tricolores que colocavam a vocação original e verdadeira do Fluminense FC de lado - ser o maior vencedor do futebol brasileiro - o Fluminense de Gil Carneiro de Mendonça, o presidente do "Social", virou um saco de pancadas e caminhava a passos largos para a Série B há 16 anos atrás. Na ocasião, num domingo, abri o jornal do Brasil e vi essa capa da Revista Domingo que era um libelo da cidade e dos tricolores fora do processo político do clube para que o Flu reagisse àquela triste caminhada que iniciara.

Lamentavelmente eles conseguiram. O Fluminense foi pro fundo do poço.

Mas o que eles não sabiam era da força da torcida do Fluminense.

Hoje, por obra de um longo processo político que se iniciou já naquela época, o Fluminense reagiu, aprovou a eleição direta e agora, a participação do torcedor engajado nas eleições presidenciais do clube no futuro.

Até os últimos minutos os "tradicionais", os quatrocentões, aqueles que colocaram o Fluminense no buraco tentaram barrar o torcedor. Mas o torcedor do Fluminense que tirou o Fluminense daquela Revista de Domingo e o colocou na Veja Rio desse final de semana com o astral oposto ao de 1996 não vai descansar enquanto não voltarmos a ser o que fomos em 1949 - a maior instituição esportiva do mundo, eleita pelo Comitê Olímpico Internacional.

Falta muito, falta muito. Os adversários do Flu vencedor de ontem foram vencidos. Alguns aliados do Flu vencedor, hoje já se acomodam e se dão por satisfeitos. Mas sempre haverá aqueles que sabem que o caminho do Fluminense é muito mais longo e que se contentar com pouco não foi o espírito que guiou Oscar Cox, Arnaldo Guinle, Nelson Rodrigues, sem falar nas centenas de atletas grandiosos que honraram as cores do Fluminense.

O show tá começando. Apenas começando.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Como o Flamengo se tornou o Mais Querido


Amigos, corria o ano de 1927, e o futebol já era uma coqueluche no Rio de Janeiro. Os estádios sempre lotavam para ver os jogadores correndo atrás da bola. Os matches decisivos levavam multidões ao Estádio das Laranjeiras. Os fãs do esporte bretão se dividiam principalmente entre os cinco maiores clubes da época: América, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco. O Jornal do Brasil e a marca de água mineral Salutaris resolveram, então, organizar um concurso para descobrir qual clube era o mais popular da capital federal.

O torcedor deveria escrever o nome do seu time favorito no rótulo da garrafa d'água, ou no cupom impresso no jornal. O clube vencedor levaria para sua sede a imensa e prateada Taça Salutaris. A bela obra ficou exposta na vitrine da joalheria La Royale, na Avenida Central, até o dia da contagem dos votos.

Duas torcidas se engajaram especialmente na disputa: as de Vasco e Flamengo, clubes que, mesmo somados, possuíam menos títulos que o Fluminense. A mobilização dos fãs foi imensa: nunca se bebeu tanta água mineral nesta cidade. E, como o Vasco estava na frente em todas as apurações, os rubro-negros resolveram apelar para os últimos recursos.

Na manhã do dia final, cada um que chegasse ao Café Rio Branco, tradicional reduto de sócios e torcedores do Flamengo, recebia um escudo do Vasco para pôr na lapela, "quando chegasse o momento".

Faltando poucas horas para a apuração, na sede do JB, as portas do jornal já estavam todas ocupadas. Em cada entrada havia um flamenguista travestido de vascaíno. Com "sotaque aportuguesado", perguntavam a cada um que chegasse: "é para o Vasco?". Se fosse para o Vasco, de forma escondida destinavam os rótulos para as privadas. Dizem que todas as privadas do edifício ficaram entupidas. Então, até o poço do elevador passou a servir de urna para os rótulos escritos com "Vasco".

Ao fim do dia, veio o anúncio: vitória do Flamengo. A Taça Salutaris, então, foi carregada em triunfo pelos sorridentes e malandros rubro-negros, até a sede do Flamengo. Foi um grande desfile de comemoração, como se o clube tivesse conquistado o próprio Campeonato Carioca. Reza a lenda que, na semana seguinte, o presidente do Vasco recebeu uma encomenda especial. Nela, estavam os escudos do Vasco utilizados nas lapelas, e alguns rótulos de Salutaris escritos com "Vasco".

Desde então e para sempre, o Flamengo é "o Mais Querido". A Taça Salutaris é, até hoje, exibida com destaque na sala de troféus do rubro-negro, ao lado da Taça Libertadores e da Copa Toyota. É motivo de grande orgulho para todo flamenguista.

PC