Sobre o autor


O blog Jornalheiros é mantido por Paulo Cezar Filho, cidadão brasileiro e espanhol, torcedor do Fluminense Football Club, e engenheiro eletrônico e de computação formado pela Escola Politécnica da UFRJ.

Nasci em Nova Friburgo, em dezembro de 1984, dias antes de o Tricolor sagrar-se bicampeão carioca, vencendo o triangular contra Vasco e Flamengo. Estudei, de 1989 a 2002, no Colégio Anchieta (provável local dos primeiros jogos de futebol em solo brasileiro, no final do século XIX). Foi no Anchieta - colégio que teve um tal de Carlos Drummond de Andrade como aluno - que eu aprendi a escrever, e a gostar de escrever.

Aqui no blog, escrevo sobre alguns de meus interesses, particularmente sobre esportes (futebol, Fórmula 1, tênis, basquete, vôlei, Jogos Olímpicos, e até xadrez, poker, apostas e videogames).

Minhas principais inspirações na escrita são os autores brasileiros Nelson Rodrigues e Mario Filho (os maiores cronistas esportivos de todos os tempos) e o gênio colombiano Gabriel García Márquez.

Aos que quiserem conhecer meus textos, sugiro começar com a leitura dos posts sobre a história do esporte (seções Históricos de ConfrontosRecordar é Viver e Matérias Especiais).

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18 comentários:

  1. Olá Paulo César!

    Sou Ozenio, moro em Goiânia-Go e quero lhe dizer que o seu blog Jornalheiros foi um verdadeiro achado para mim.
    Parabéns pelo bom trabalho e obrigado!!

    Ozenio Dias

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  3. PC Filho, desculpe-me por grafar o seu nome de modo incorreto...


    Ozenio Dias

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  4. Caro Ozenio,

    Muito obrigado pelo prestígio. Fico feliz ao ver que o blog está sendo útil para as pessoas.

    Gostaria de saber quais postagens especificamente você apreciou.

    Se também tiver sugestões, sinta-se à vontade.

    Abraço,
    PC

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  5. Olá, PC!
    Vou passar 3 vídeos do programa Via Justiça, da Assembleia Legislativa de MG, cujo tema foi o imbróglio do Brasileirão. Acho que a explicação ficou um pouco confusa, mas é interessante, principalmente pelo terceiro vídeo, no qual comenta-se, entre outras coisas, a postura do promotor Roberto Senise no caso.
    Abraços,
    Pablo Oliveira.
    http://www.almg.gov.br/acompanhe/tv_assembleia/videos/videos.html?pgBusca=true&iptPalavras=&selCat=93&datInicio=01%2F01%2F2014&datFim=10%2F02%2F2014

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  6. Olha essa, PC:
    https://scontent-b-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-frc3/t1.0-9/q71/s720x720/1901702_284474511677368_694384680_n.jpg

    Pablo Oliveira

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  8. Petição: Rebaixamento do Flamengo no Campeonato Brasileiro de 2013
    http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR76763

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  9. pc como faço pra ver suas dicas no cartola

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  10. Olá PC Filho.

    Sou Luís Sérgio e também possuo um blog sobre futebol, o FuteAki.com.br

    Estive ocioso com ele por causa da Copa do Mundo e agora estou voltando a ativa.

    Com isso, estou organizando a lista de blogs em que eu acompanho no feedly, e acabei encontrando o seu.

    Caso tenha interesse em adicionar meu blog a sua lista de blogs, me avise.

    Aguardo seu contato!

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  11. Olá! Gostaria de sugerir que faça um "Dossiê Eurico." Aí vão algumas coisas interessantes que encontrei na internet:
    Isto é Eurico Miranda: Um pouco da história do presidente do Vasco da Gama.

    1969 – A primeira acusação: O presidente do Vasco da Gama era Reinaldo de Matos Reis, que não agradava à maioria dos conselheiros, mas que era defendido por Eurico, então já Vice-Presidente de Patrimônio. Foi realizada uma reunião na sede náutica do clube, na Lagoa Rodrigo de Freitas, para decidir a cassação do seu mandato. Porém houve uma falha de energia e a reunião foi então adiada. No dia seguinte o jornal O Globo publicou uma fotografia que mostrava uma mão desligando o quadro de energia. O título da reportagem era: "A mão de Eurico". Eurico entrava assim para a história e política ativa do clube.


    1987 - Traição na criação da Copa União: O Clube dos 13 decidiu boicotar o cruzamento (entre os módulos Verde e Amarelo). No entanto, a CBF contou com um apoio de dentro da união de clubes. “O Eurico Miranda era vice-presidente de futebol do Vasco e ficou como nosso interlocutor na CBF”, comenta Aidar. “Ele nos traiu e deu sinal verde para a CBF virar a mesa, mesmo contra a determinação dos outros 12 clubes de não fazer cruzamento com o Módulo Amarelo.” O Clube dos 13 não assinou o regulamento proposto pela confederação, mas já estava aberta a brecha para a confusão.


    1990 – Tentativa de “virada de mesa”: Vencedores da Taça Guanabara e da Taça Rio, respectivamente, Vasco e Fluminense disputariam a final. Mas caso houvesse um time que somasse mais pontos ao longo da competição, ele aguardaria na final a disputa entre os dois. Com isso, o Botafogo apenas esperou pelo adversário, Fluminense ou Vasco.

    Com a vitória do time cruzmaltino, o Campeonato Carioca acabou paralisado para a disputa da Copa do Mundo da Itália. Neste tempo, um arbitral foi convocado na Ferj para modificar o regulamento, tentando evitar que o Botafogo precisasse de uma simples vitória para conquistar o título. O clube alvinegro não aceitou e a proposta acabou rejeitada.

    No dia 29 de julho de 1990, o Botafogo venceu o Vasco por 1 a 0 gol de Carlos Alberto Dias no Maracanã. O time se considerava campeão e deu a volta olímpica com uma taça. Contrariado, o Vasco acreditava ser necessária ainda uma prorrogação para decidir o título. Com isso, os jogadores deram uma volta olímpica com uma caravela de papelão, cedida por um torcedor da geral do estádio. Mas não houve jeito. Por decisão judicial, o título de 90 acabou referendado pela Ferj ao Botafogo.


    1994 - O antidoping de William: Em 1994, Eurico Miranda foi condenado a 90 dias de suspensão por retirar da sala de exame antidoping o meia William, alegando pressa para ir ao aeroporto com a delegação. Em compensação, ao se mostrar predisposto ao teste, o jogador foi absolvido da acusação e o Vasco recuperou os cinco pontos tirados na punição inicial do caso.

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  12. 1997 - Os W.O.’s de protesto: Em 1997, Eurico Miranda conseguiu adiar de maio para julho a última rodada do terceiro turno do Carioca, que coincidia com a Copa América e o Mundial Sub-20, para os quais quatro vascaínos foram convocados. Revoltado com a decisão, o Flamengo desistiu da partida e os rivais venceram o turno. No ano seguinte, foi a vez do Botafogo boicotar um jogo que teve a data alterada para, segundo o clube, beneficiar os cruzmaltinos.


    1999 – Tentativa de beneficiamento pela Ferj, violando o regulamento do Rio-São Paulo: O Regulamento do Torneio Rio-São Paulo daquele ano previa que os clássicos cariocas deveriam obrigatoriamente ser disputados no Maracanã. A federação do Rio de Janeiro passou por cima do regulamento, transferindo o jogo do Vasco contra o Fluminense, válido pelas semifinais, para São Januário, beneficiando o Vasco e comunicou a decisão ao Fluminense NO DIA DO JOGO. O time do Vasco foi jogar em São Januário e o Fluminense, seguindo o que estava escrito no regulamento, foi para o Maracanã. O jogo não aconteceu o Vasco foi punido com W.O. Na época, Eurico era vice de futebol do Vasco, apesar de na prática, mandar mais que o então presidente do clube.


    2000 - A carteirada no vestiário: Durante a partida entre Vasco e Necaxa, pelo Mundial de Clubes de 2000, Eurico Miranda forçou a entrada de um filho, sem credencial, no vestiário do clube no Maracanã. O incidente gerou uma enorme confusão com os funcionários da Fifa, que tentaram barrar o filho de Eurico.


    2001 – CPI do Futebol: Eurico Miranda, então deputado federal, foi alvo de uma série de denúncias na imprensa sobre diversas irregularidades em sua administração como vice-presidente e depois como presidente do Vasco. Houve uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades na administração do futebol brasileiro e Eurico Miranda foi um dos acusados no relatório final da CPI. Foi aberto um processo de cassação contra ele, mas sua cassação não foi aprovada. Como Eurico não foi reeleito deputado em 2002, perdeu a imunidade parlamentar e teve abertos vários processos contra si na justiça.

    Em depoimento à CPI, o então presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo ‘Caixa D'Água’ Viana, admitiu que fez um depósito na conta do funcionário do Vasco da Gama, Aremithas José de Lima, no valor de R$ 220 mil, em março de 1999. O presidente do Vasco Eurico Miranda teria pedido para que ele fizesse o depósito.


    2001 – A transferência de Paulo Miranda: Em julho de 2001, o clube francês Girondins de Bordeaux fez uma saída de caixa de US$ 5,94 milhões, em favor da conta da empresa holandesa WFC no Dexabank na Suíça, com o objetivo de comprar o apoiador Paulo Miranda, do Vasco. Porém, o clube brasileiro declarou a entrada de apenas US$ 2 milhões em sua conta corrente.
    Dos US$ 3,94 milhões restantes, apenas US$ 640 mil foram repassados ao jogador, e US$ 3,3 milhões, divididos por agentes e dirigentes que participaram da negociação.
    O negócio teria deixado de recolher o equivalente a US$ 709, 2 mil (18%) em impostos no Brasil e contrariado, também, o Código de Agentes e o Estatuto de Transferências da Fifa, que proíbe a participação de empresas e depósitos do clube comprador em conta de empresários.
    Os US$ 3,94 milhões foram transferidos ilegalmente e teriam passado por bancos da Suíça, dos Estados Unidos e do Uruguai, segundo reportagem publicada, em 2007.
    O dirigente vascaíno foi acusado de promover evasão de divisas do país, mas não pôde ser julgado na época por ter imunidade parlamentar.


    2001 – Dívida à Globo: Desde o acidente ocorrido na final da Copa João Havelange, onde 168 pessoas ficaram feridas, que Eurico Miranda tem tido problemas com a Rede Globo. Eurico acusa a emissora de formar opiniões, jogando as pessoas contra ele. A Rede Globo por sua vez alega que Eurico, através da VGL, deve à empresa R$ 19 milhões, referente a um empréstimo feito ao clube.


    2001 - Eurico é multado em 150 salários mínimos pelos incidentes ocorridos num jogo do Campeonato Brasileiro entre Vasco e Gama, em Brasília.

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  13. 2004 - Eurico pediu uma indenização pela notícia publicada em 21 de Julho de 2002 pelo jornal Extra que o acusava de desviar R$ 20 milhões do património do Vasco da Gama. Além de perder o caso, Eurico foi ainda obrigado a pagar os custos processuais e honorários dos advogados.


    2004 - Condenação por agressão: Eurico Miranda foi condenado a seis meses de prisão, em punição convertida posteriormente a multa de R$ 12 mil. O dirigente foi acusado por agredir o repórter Carlos Monteiro, do jornal O Dia, após a decisão do Campeonato Carioca de 2004. Na semana da final contra o Flamengo, o presidente anunciou que havia 30 mil litros de chope para comemorar. Após o jogo, o jornalista perguntou sobre o chope e por isso teria sido agredido.


    2004 - É decretada a prisão de Eurico Miranda por ter faltado sem explicações ao julgamento de crimes contra a ordem tributária e outras irregularidades praticadas em nome do Vasco entre os anos de 1996 e 2000.


    2005 – O balanço contábil: Foi apurado que o Vasco adquiriu debêntures da CVRD, pagando cerca de R$ 235 mil, enquanto no mercado esses papéis estavam cotados a R$ 170 mil. Ao registrar a operação na conta “Créditos Financeiros” do Ativo Circulante, o clube contabilizou a cifra de R$ 35 milhões, ou seja, um valor 150 vezes maior que o efetivamente pago pelos ativos. O objetivo desse artifício era inflar os números do balanço e apresentar aos sócios e conselheiros que o clube teria patrimônio líquido positivo.

    No mesmo balanço, também foram encontradas graves irregularidades em lançamentos na rubrica 'Contas a Receber'. Valores que já haviam sido liquidados continuavam registrados no balanço, como as antigas dívidas de R$ 100 mil com a Pelé Sports & Marketing, e R$ 515 mil com o Fluminense Futebol Clube. Os credores comprovaram por meio de documentos, que os débitos não mais existiam na data de encerramento do balanço.

    No balanço de 2005, houve outras maquiagens contábeis, época em que o clube respondia a 177 ações em fase de execução, num montante de R$ 31 milhões, sem reflexo nas contas do balanço. O patrimônio líquido negativo do clube estava em 43 milhões no balanço de 2005.

    No mesmo ano, membros da antiga diretoria do clube, apresentaram uma confissão de dívida, assinada por Eurico Miranda e por Amadeu Pinto da Rocha (ex-vice-presidente geral), reconhecendo uma dívida de R$ 4,6 milhões do Vasco em favor de José Luiz Moreira, conhecido como o Zé do Táxi. A nova diretoria desconfia: “Por que não apresentou antes? Será que já existia esta dívida? Esta dívida seria referente ao período 2002/2003!”


    2006 - Teve sua candidatura cassada pela juíza Jaqueline Montenegro, do TRE/RJ, “por falta de condições morais” para exercer o mandato de deputado federal. Eurico recorreu, a decisão foi revista pelo TSE, mas não foi eleito.


    2007 - Nas eleições para o mandato de 2007-2009, Eurico concorreu contra o antigo ídolo do clube, Roberto Dinamite. Eurico venceu por uma pequena diferença de 439 votos, mas foi acusado de compra de votos e adulteração do resultado das eleições. A oposição moveu duas ações judiciais questionando o resultado. Com o resultado das eleições sub judice, presidiu o clube interinamente até meados de 2008, quando, por determinação da Justiça, foram realizadas novas eleições. Eurico tentou de todas as maneiras impedir a realização de novas eleições, chegando até mesmo a interditar o “calabouço”, uma das sedes do clube onde as mesmas seriam realizadas. Por fim, sem saída, aceitou o novo pleito.

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  14. 2012 – Crime ambiental: O Ministério Público Federal (MPF) em São João de Meriti acusou o clube e Eurico de poluir um terreno doado pela União para construção de seu Centro de Treinamento em Duque de Caxias.

    2012 – Uso indevido de verbas parlamentares e violação da legislação trabalhista: Eurico foi condenado a reconhecer como empregado um ex-assessor parlamentar que realizava serviços domésticos em sua residência, pagos com verba da Câmara dos Deputados. Segundo decisão da Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o fato de o dinheiro pago ao empregado ser do erário público não impede o reconhecimento do vínculo empregatício. No período entre 1995 e 2002 - quando o ex-dirigente do Vasco da Gama exerceu o cargo de deputado – o trabalhador foi lotado como assessor parlamentar, mas nunca compareceu ao gabinete do deputado em Brasília. O ex-assessor parlamentar de Eurico disse que suas atividades consistiam principalmente em conduzir o ex-deputado de sua casa ao clube, ir ao banco ou transportar algum atleta ao aeroporto.

    O juízo deferiu-lhe o vínculo empregatício, manifestando que "não parece que o Clube Vasco da Gama tenha o perfil de uma projeção do Gabinete do Deputado situado em Brasília, ou que as atividades do então ‘secretário', ora autor, de ir ao banco e buscar atletas no aeroporto se assemelhem àquelas desenvolvidas num gabinete parlamentar de representação do Povo Brasileiro".

    O ex-deputado foi condenado a retificar a CTPS do empregado na função de motorista doméstico e a lhe pagar indenização por dano moral no valor correspondente ao dobro do valor bruto da condenação, a ser apurado em liquidação de sentença. O juízo determinou ainda a expedição de ofícios às autoridades competentes para apuração e aplicação de penalidades, por conta dos indícios de irregularidades administrativas, previstas no caput do artigo 37 da Constituição.

    Ao examinar o recurso na Sétima Turma, o relator, ministro Pedro Paulo Manus, afirmou que o processo do trabalho acolhe o princípio da primazia da realidade. "O empregado foi nomeado como assessor parlamentar do ex-deputado na Câmara dos Deputados. Contudo, ele, na verdade prestava serviços como empregado doméstico, na residência do empregador. Assim, o fato de o dinheiro, que deu origem aos pagamentos efetuados ao autor, ser do erário público, não pode servir de óbice ao reconhecimento do vínculo de emprego havido entre as partes, mormente quando o ex-deputado foi o real beneficiário dos serviços prestados", afirmou.

    O relator destacou o depoimento de uma testemunha do empregado, um técnico de futebol que trabalhava há anos no Vasco da Gama, informando que mesmo sendo nomeado assessor parlamentar o motorista continuou prestando auxílios nas dependências do clube, até quando o ex-parlamentar estava em Brasília. Na avaliação do ministro, o empregado trabalhava pessoalmente para o ex-deputado, que o registrou como assessor parlamentar para não lhe pagar o salário, às expensas do erário.

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  15. 2015 - O primeiro estadual no Maracanã, em 1950, tinha como brinde ao campeão o direito de escolher o lado que gostaria de usar em todas as partidas no estádio. Como o Vasco foi campeão, o clube escolheu o lado direito das cabines de TV. O posicionamento das torcidas foi criado e sustentado pela SUDERJ, órgão do governo do Estado responsável por administrar os complexos esportivos.

    Quando houve a licitação da administração do Maracanã, o Estado abdicou de administrar o gerir o estádio, deixando os vencedores como responsáveis por todas as decisões sobre o mesmo. O Fluminense foi o primeiro clube a assinar um contrato para uso do Estádio, e por isso ganhou do Consórcio o direito de escolher o lado em que sua torcida ficaria: o lado direito foi escolhido.

    Com a volta de Eurico Miranda, a polêmica voltou. O mandatário cruzmaltino se recusou a jogar qualquer partida no estádio sem que a sua torcida esteja no lado direito das arquibancadas que segundo ele é direito histórico do Vasco. A FERJ, aliada de Eurico, que nunca se interessou pelo assunto, esse ano se mostrou interessada. O presidente Rubinho afirmou que o direito de utilizar o lado direito do estádio é do Vasco, mesmo sabendo que a SUDERJ não administra mais o local. A alegação para o posicionamento da federação é risível: o presidente nunca viu o contrato assinado pelo Fluminense com o Maracanã. Após a briga pelo lado direito do Maracanã, a FERJ anunciou a extinção dos mandos de campos nas partidas do campeonato.

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