domingo, 4 de dezembro de 2011

Já vai tarde, Baldassi!

Boas novas: o pilantra se aposentou!

Amigos, hoje o árbitro argentino Hector Baldassi apitou a última partida de sua carreira, Boca Juniors x Banfield, pelo Campeonato Argentino.

O juiz-ladrão que cometeu o crime de 2 de julho de 2008, entre outros, nunca mais agirá nos gramados sul-americanos.

Só Baldassi não viu aquele pênalti...

"Muchas gracias!"
- LDU sobre Hector Baldassi.

"Você quis dizer: Hector Ladroassi."
- Google sobre Hector Baldassi.

"Aquele juiz equatoriano, como é mesmo o nome dele?"
- Torcida do Fluminense sobre Hector Baldassi.

"Ainda serei um árbitro como ele!"
- Edilson Pereira de Carvalho sobre Hector Baldassi.

"Esse é dos meus!"
- Marcelo de Lima Henrique sobre Hector Baldassi.

PC

Resenha: Botafogo 1 x 1 Tricolor


Amigos, o Fluminense encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de 2011 com um melancólico empate contra o Botafogo, em Volta Redonda. Logo com quatro minutos de jogo, Diguinho cruzou e Fred fez 1 a 0. Depois disso, o onze tricolor teve uma atuação pavorosa, sendo facilmente dominado pelo adversário. Sofreu três gols do Botafogo, dois deles anulados pela arbitragem. Pela apatia demonstrada neste jogo derradeiro, o 1 a 1 ficou de bom tamanho.

O Fluminense termina 2011 sem vencer um clássico sequer (cinco empates e cinco derrotas nos dez jogos contra Botafogo, Flamengo e Vasco). Esta façanha às avessas não acontecia desde 1921, quando nem enfrentávamos o Vasco ainda, e o futebol ainda era um esporte amador no Brasil. Se o desempenho nos clássicos da cidade fosse razoavelmente melhor, poderíamos estar agora comemorando um bicampeonato brasileiro. É algo que precisa mudar: o Fluminense não pode encarar seus três eternos rivais como se estas partidas fossem mais importantes que as outras. "Não odeie os seus inimigos, o ódio atrapalha o raciocínio" - eis uma das lições mais inteligentes do Poderoso Chefão, de Mario Puzo.

Mas não foi só nos clássicos que o Fluminense perdeu o Campeonato Brasileiro de 2011. Mostrou-se falha a decisão de iniciar o certame sem um treinador experiente, com Enderson Moreira esquentando o banco para a chegada de Abel Braga. Já na estreia, o Tricolor sofreu a derrota por 2 a 0 para o São Paulo, jogando em casa: três pontos que fariam muita falta às nossas calculadoras no fim do ano.

Às vésperas da sétima rodada, o maior de todos os erros: o Tricolor anuncia a negociação de Darío Conca para o futebol chinês, por valor abaixo da multa rescisória estipulada em contrato. É muito difícil estimar em pontos o prejuízo causado pela venda do craque do Campeonato conquistado em 2010. O déficit nas contas do clube em 2011 me faz questionar: valeu a pena?

Na décima-oitava rodada, o clube permite a escalação do árbitro Marcelo de Lima Henrique para o clássico contra o Vasco. O juiz, já marcado por arbitragens tendenciosas contra o Fluminense, favorece o rival, ignorando um pênalti claro e assinalando um questionável. O jogo termina empatado: dois pontos a menos para o Fluminense. Para piorar, na penúltima rodada a escalação de Lima Henrique acontece novamente, ele é conivente com a violência excessiva dos vascaínos, e o Fluminense perde a partida.

Para a trigésima-primeira rodada, um jogo-chave contra o Atlético Mineiro no Engenhão, o centroavante titular Fred estava suspenso por três cartões amarelos. Seu reserva, Rafael Moura, foi suspenso dias antes da partida, por causa de um julgamento do STJD. O Fluminense decide não pedir o "efeito suspensivo" que permitiria colocá-lo em campo (pede o "efeito" apenas para o treinador Abel Braga, também suspenso). O departamento jurídico do Fluminense argumentou que um pedido de efeito suspensivo poderia aumentar a pena do atleta posteriormente. Jogando sem referência no ataque, o time vai mal e perde mais três pontos importantíssimos na briga pelo título. Semanas depois, Rafael Moura teve sua pena aumentada para dez jogos, demonstrando de uma vez por todas o erro grave que foi não pedir o "efeito suspensivo".

Com tantos tropeços durante o ano, convenhamos: a vaga na Copa Libertadores era mesmo o máximo que poderíamos esperar. Em 2012, amigos, vamos tratar da América: este grito está engasgado em nossas gargantas desde 2 de julho de 2008. Está na hora de soltá-lo.

PC

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

38ª rodada do Brasileirão 2011 - Retrospectos


O Clássico Vovô é o mais tradicional confronto do futebol brasileiro. Em 339 jogos, houve 128 vitórias do Fluminense, 100 empates e 111 triunfos do Botafogo. O Tricolor assinalou 548 gols, contra 495 do Alvinegro. Confiram aqui a lista completa de partidas entre os dois centenários rivais.

As estatísticas do Clássico dos Milhões mostram grande equilíbrio. Ao todo, foram 355 jogos, com 137 vitórias do Flamengo, 94 empates e 124 vitórias do Vasco. O rubro-negro assinalou 483 gols, contra 468 tentos vascaínos. Confiram aqui a lista com todos os jogos entre Flamengo e Vasco na história.

O clássico Grenal já foi realizado 388 vezes. Foram 145 vitórias do Internacional, 120 empates e 123 vitórias do Grêmio. Ao todo, foram assinalados 552 gols colorados contra 515 tentos gremistas. Confiram aqui a lista com os 388 Grenais já realizados.

Até hoje, Cruzeiro e Atlético se enfrentaram em 450 jogos. Foram 177 vitórias do Atlético, 117 empates, e 156 vitórias do Cruzeiro. O Galo marcou 636 gols, contra 583 tentos da Raposa. Confiram aqui a lista com todas as partidas entre Atlético e Cruzeiro.

Ao longo da história, gaviões e periquitos se enfrentaram 337 vezes, com 121 vitórias do Palmeiras, 101 empates e 115 triunfos do Corinthians. Ao todo, houve 492 gols do Verdão, contra 450 do Timão. Confiram aqui a lista completa de jogos entre Palmeiras e Corinthians.

O tradicional clássico entre São Paulo e Santos já foi disputado 281 vezes, com 123 vitórias são-paulinas, 67 empates e 91 triunfos santistas. Ao todo, o São Paulo assinalou 481 gols, contra 401 do Santos. Confiram aqui todos os clássicos San-São já disputados.

Até hoje, o Clássico de Florianópolis foi disputado 409 vezes. Foram 147 vitórias do Figueirense, 128 empates e 134 triunfos do Avaí. Ao todo foram assinalados 572 gols do Avaí e 536 do Figueirense. Confiram aqui a lista com todos os jogos já disputados entre os clubes catarinenses.

Atlético Paranaense e Coritiba já se enfrentaram 347 vezes desde 1924, quando aconteceu o primeiro clássico. A vantagem no retrospecto é do Coxa: 133 vitórias, 106 empates e 108 derrotas. Ao todo, o Coritiba marcou 530 gols, contra 477 tentos do Atlético. Confiram aqui a lista com todos os Atletibas já realizados.

PC

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

31/08/1980 - Fluminense 4 x 0 Botafogo


Campeonato Carioca de 1980, Fluminense bate Botafogo por 4 a 0. A foto acima é do Jornal do Brasil, e o vídeo abaixo é da Rede Globo:

Local: Maracanã, Rio de Janeiro.
Público: 34.953 pagantes.
Renda: Cr$ 4.488.200,00.
Fluminense: Paulo Goulart; Edevaldo (Marinho), Tadeu, Edinho e Rubens Galaxe; Delei, Mário Marques e Gilberto; Robertinho, Cláudio Adão (Cristóvão) e Zezé. Técnico: Nelsinho.
Botafogo: Paulo Sérgio; Perivaldo, Zé Eduardo, Renê e Serginho; Luizinho, Wecsley e Mendonça; Edson, Marcelo (Rocha) e Tiquinho. Técnico: Oton Valentim.
Árbitro: Valquir Pimentel.
Gols: Gilberto aos 13'/1T; Zezé aos 28'/1T; e Cláudio Adão aos 31'/1T e aos 3'/2T.
Cartões amarelos: Edinho e Rocha.
Expulsão: Wecsley, aos 14'/1T.

Três meses mais tarde, o Fluminense se sagraria campeão carioca de 1980, ao bater o Vasco por 1 a 0, gol de Edinho.

PC

10/12/1967 - Botafogo 1 x 1 Fluminense

Returno do Campeonato Carioca de 1967. Em um Maracanã com ótimo público, o Fluminense sai na frente com Samarone, mas o Botafogo empata com Roberto, e segue na briga pelo título com o Bangu. O vídeo é do Canal 100:

Local: Maracanã, Rio de Janeiro.
Público: 88.571 presentes (71.628 pagantes).
Renda: NCr$ 160.922,03.
Botafogo: Manga; Paulistinha, Zé Carlos, Leônidas e Waltencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo Cezar. Técnico: Zagallo.
Fluminense: Márcio; Oliveira, Valtinho, Altair e Bauer; Denílson e Suingue; Wilton, Cláudio Garcia, Samarone e Rinaldo. Técnico: Telê.
Árbitro: Cláudio Magalhães.
Gols: Samarone, aos 20'/1T; Roberto, aos 20'/2T.

Na sequência, o Botafogo derrotou o Vasco por 3 a 1 e o Bangu por 2 a 1, sagrando-se campeão carioca de 1967.

PC

28/09/1977 - Vasco 0 x 0 Flamengo [PK 5 x 4]

Vasco campeão carioca de 1977, nos pênaltis! Vídeo do Canal 100:

PC

22/12/1974 - Flamengo 0 x 0 Vasco

Maracanã muito cheio, e Flamengo campeão carioca de 1974. O vídeo é do Canal 100:

PC

22/12/1974 - Palmeiras 1 x 0 Corinthians

Decisão do Campeonato Paulista de 1974, no Morumbi. Palmeiras campeão com show de Ademir da Guia. O vídeo é do Canal 100:

PC

21/06/1969 - Santos 0 x 0 São Paulo

O Santos conquista o tricampeonato paulista no Morumbi. As imagens são do Canal 100:

São Paulo 0 x 0 Santos
Local: Morumbi, São Paulo.
Público: 31.999 pagantes.
São Paulo: Picasso; Cláudio, Jurandir, Roberto Dias e Edílson; Terto e Nenê; Paraná, Zé Roberto, Téia e Babá. Técnico: Diede Lameiro.
Santos: Cláudio; Carlos Alberto Torrres, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Toninho Guerreiro, Edu, Pelé e Abel. Técnico: Antoninho.
Árbitro: Joaquim Campos.

PC

06/08/1972 - Grêmio 0 x 1 Internacional

Em 1972, o Internacional, tetracampeão gaúcho por antecipação, queria abrilhantar a conquista, terminando a campanha invicto. Já o Grêmio lutava pela "vitória moral". No Estádio Olímpico de Porto Alegre, deu Internacional, com gol de Claudiomiro. O vídeo sensacional é do Canal 100:

Destaque para a faixa na arquibancada colorada: "SEMOS TETRA-CANPIÃO". :)

PC

08/02/1976 - Cruzeiro 1 x 0 Atlético Mineiro

Em partida válida ainda pelo Campeonato Mineiro de 1975, o Mineirão recebe grande público para mais um clássico entre Cruzeiro e Atlético. O Cruzeiro vence por 1 a 0. O vídeo é do Canal 100:


Ficha Técnica: Cruzeiro 1 x 0 Atlético Mineiro
Motivo: Campeonato Mineiro de 1975.
Local: Mineirão, Belo Horizonte.
Público: 87.192 pagantes.
Árbitro: Hélio Cosso (MG).
Cruzeiro: Hélio; Nelinho, Morais, Darcy Menezes e Vanderlei; Zé Carlos, Isidoro e Eduardo; Roberto Batata (Eli), Jairzinho e Joãozinho. Técnico: Zezé Moreira.
Atlético: Careca; Getúlio, Márcio, Vantuir e Flávio; Toninho Cerezo, Danival (Vanderlei Paiva) e Paulo Isidoro; Arlém (Campos), Reinaldo e Paulinho. Técnico: Mussula.
Gol: Morais, aos 8 do segundo tempo, cobrando pênalti.
Expulsões: Nelinho (Cruzeiro) e Paulinho (Atlético).

PC

14/01/1968 - Cruzeiro 3 x 1 Atlético Mineiro

Primeiro jogo da melhor-de-três para decidir o Campeonato Mineiro de 1967. Grande atuação do ponta-direita cruzeirense Natal. O vídeo é do Canal 100:

Ficha Técnica: Cruzeiro 3 x 1 Atlético Mineiro
Motivo: Decisão do Campeonato Mineiro de 1967.
Local: Mineirão, Belo Horizonte.
Público: 86.977 pagantes.
Árbitro: Armando Marques (RJ).
Cruzeiro: Raul; Pedro Paulo, Vicente, Procópio e Neto; Zé Carlos e Tostão; Natal, Evaldo, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira. Técnico: Orlando Fantoni.
Atlético: Luizinho (Mussula); Canindé, Vander, Grapete e Décio Teixeira; Vanderlei Paiva e Amauri Horta; Buião, Ronaldo, Beto (Bibi) e Tião. Técnico: Fleitas Solich.
Gols: Natal (18'/1T), Vander contra (36'/1T), Buião (19'/2T) e Natal (24'/2T).
Obs.: Raul defendeu pênalti cobrado por Ronaldo no primeiro tempo.

PC