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sábado, 9 de maio de 2009

NBA - Vitórias de Magic e Lakers

Por: Vinícius Oliveira.

Orlando Magic 117 x 96 Boston Celtics
Dessa vez Dwight Howard não foi o único fator de desequilíbrio para o Magic. Mas foi um dos fatores, com um double-double (17 pontos e 14 rebotes). O "super-homem" foi bem principalmente na defesa.

Hedo Turkoglu foi decisivo principalmente no último quarto, quando marcou 11 de seus 24 pontos, após a substituição de Dwight, por faltas. Porém, o craque do jogo foi Rashard Lewis: o ala foi o cestinha da partida, com 28 pontos, sendo 12 no último quarto.

Pelo lado dos Celtics, Paul Pierce fez 27 pontos, mas não foi ajudado pelos companheiros de equipe. O Boston sente muito a falta de Kevin Garnett. Sem ele, será difícil avançar à final da conferência. A série está 2 a 1 para o Orlando.

Los Angeles Lakers 108 x 94 Houston Rockets

Os Lakers recuperaram a vantagem do mando de quadra, graças não só a Kobe Bryant, mas também a Pau Gasol e Lamar Odom. Kobe Bryant fez 33 pontos, sendo o craque do jogo, como de costume. Mas a vitória deve ser atribuída também a Lamar Odom (16 pontos e 13 rebotes) e Pau Gasol (apenas 13 pontos, mas muita eficiência ao parar a "Muralha da China" Yao Ming).
Ming fez 19 pontos, ficando com um rendimento abaixo do normal.

Quem chamou o jogo para si pelo Houston foi Ron Artest: o ala foi responsável por 25 pontos da equipe, mas estragou tudo ao ser expulso. Agora o Houston precisa voltar a vencer em Los Angeles, o que é difícil, mas não impossível. A série está 2 a 1 para os Lakers.

Melhores momentos (Orlando x Boston):
Melhores momentos (Lakers x Houston):

domingo, 3 de maio de 2009

NBA - Celtics x Bulls

Amigos, na noite de ontem aconteceu o sétimo e último jogo da histórica série que colocou frente a frente Boston Celtics e Chicago Bulls. Pergunto: o que estava em jogo em Boston? Eu mesmo respondo: nada demais. Explico: não havia medalhas para os vencedores; não havia troféus; não havia anéis de ouro; não havia passeatas; não havia eleição de MVP; não havia desfile no carro dos bombeiros. O único prêmio para o vencedor era o direito de jogar mais sete jogos. Só isso, apenas isso, e nada mais do que isso.

Me arrisco a dizer que nunca na história da NBA duas equipes suaram tanto a camiseta por tão pouco. Em sete encontros fascinantes, os jogadores dos dois times encharcaram seus uniformes com o grosso suor do esforço físico extremo. Foi a série mais equilibrada e dramática de todos os tempos. Recordemos as seis primeiras partidas:

Jogo 1 (em Boston): Chicago 105, Boston 103, após uma prorrogação.
Jogo 2 (em Boston): Boston 118, Chicago 115, decidido numa cesta de 3 de Ray Allen, a 3 segundos do fim.
Jogo 3 (em Chicago): Boston 107, Chicago 86, único jogo desequilibrado na série.
Jogo 4 (em Chicago): Chicago 121, Boston 118, após duas prorrogações.
Jogo 5 (em Boston): Boston 106, Chicago 104, após uma prorrogação.
Jogo 6 (em Chicago): Chicago 128, Boston 127, após três prorrogações!

A ausência de Kevin Garnett, o monstro dos Boston Celtics, decerto contribuiu para todo este equilíbrio. Porém, o basquete é um esporte coletivo, e é necessário saber lidar com as lesões dos atletas. A superação das adversidades faz parte do currículo de um time campeão.

E o que ocorreu ontem, afinal? Os Celtics mostraram por que são os atuais campeões da Liga. A aristocrática franquia de Boston começou pior que o time de Chicago: o primeiro quarto terminou 28 a 23 para os Bulls. Mas a reação não demorou. Um segundo quarto avassalador (29 a 11) pôs os verdes em vantagem. No intervalo, então, estava: Celtics 52, Bulls 39. O suspense tomava conta da atmosfera no ginásio: a vantagem seria suficiente para conter o ímpeto do Chicago?

Foi suficiente, amigos. Os Bulls chegaram a encostar no final, ficando a cinco pontos do empate. Porém, não conseguiram mais que isso. Na hora H, a experiência de Ray Allen, Paul Pierce e Rajon Rondo foi determinante. E o sétimo jogo da série mais dramática da história terminou 109 a 99 para o Boston.

Os Bulls estão de parabéns. A franquia de Chicago possui um time jovem, que deu muito trabalho aos atuais campeões. Se mantiverem o bom trabalho, nas próximas temporadas se credenciarão para a suprema glória do título.

Já os Celtics, mesmo que Garnett não volte, certamente lutarão pelo bi. Um título é todo sangue, todo suor e todo lágrimas de uma temporada inteira. E quem derramou mais sangue, mais suor e mais lágrimas nesta primeira fase dos playoffs foi, sem sombra de dúvidas, a equipe de Boston.

PC