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sábado, 28 de abril de 2018

Efemérides tricolores - 28 de abril


1907: no amistoso para inaugurar a temporada, o Fluminense venceu o Sport Club Americano, de São Paulo, por 2 a 1, no campo da rua Guanabara (atual Estádio de Laranjeiras). O atacante Cawood Robinson marcou os dois gols da vitória tricolor. Na semana seguinte, começaria o segundo Campeonato Carioca, em que o Fluminense defenderia seu título.

1931: a Seleção Carioca venceu o Bella Vista, do Uruguai, por 2 a 1, em amistoso internacional em São Januário. O escrete da cidade jogou com: Jaguaré [Vasco]; Domingos da Guia [Bangu] e Itália [Vasco]; Hermógenes [America], Fausto [Vasco] e Fernando Giudicelli [Fluminense]; Bahianinho [Vasco], Ladislau [Bangu], Carvalho Leite [Botafogo], Nilo [Botafogo] e Theóphilo [Fluminense]. O jogo estava empatado em 1 a 1, gols de Nilo e Carbone, quando o Bella Vista se retirou do campo em protesto contra a marcação de um pênalti, aos 29 do segundo tempo (Bahianinho cobrou com a meta vazia).

1940: em sua segunda partida no Campeonato Carioca, o Fluminense obteve sua segunda vitória: 3 a 0 sobre o Bangu, na Gávea. Os gols foram de Pedro Amorim (dois, ambos com passes de Carreiro) e Mário Milani. Era o início da campanha que terminaria com a reconquista do Campeonato Carioca pelo Tricolor.

1949: o Comitê Olímpico Internacional oficializou o Fluminense como detentor da Taça Olímpica, honraria máxima do esporte mundial, concedida pela entidade a organizações esportivas exemplares. O prêmio foi um reconhecimento do COI pelo esforço do clube na organização dos Jogos Olímpicos Latino-Americanos de 1922. O Fluminense é até hoje o único clube de futebol do mundo agraciado com a Taça Olímpica. Em 2016, o COI concederia a Taça aos "cidadãos do Rio de Janeiro", pela recepção da cidade aos Jogos Olímpicos.
A Taça Olímpica, exposta no Museu do COI, em Lausanne.
A placa de bronze recebida pelo Fluminense.

1954: em partida pelo Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro, no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense ganhou por 2 a 1 do Palmeiras, graças aos gols de João Carlos e Waldo.

1957: em amistoso, o Fluminense ganhou por 3 a 0 do Sport de Juiz de Fora, gols de Escurinho, Telê e Waldo, no Estádio José Procópio Teixeira, em Juiz de Fora.

1963: em partida amistosa disputada no Baenão, em Belém, o Fluminense goleou o Remo por 5 a 1, graças aos gols de Rodrigo (dois), Manoel, Joaquinzinho e Edmílson. O clube paraense marcou seu gol de honra com Valmir, de pênalti. No mesmo dia, a Seleção Brasileira venceu a França por 3 a 2, no Stade Olympique de Colombes, com o lateral tricolor Altair em campo.

1976: com os tricolores Miguel, Gil e Rivellino em campo, a Seleção Brasileira derrotou o Uruguai por 2 a 1, diante de 62.672 pagantes no Maracanã, em jogo válido pela Taça do Atlântico e pela Copa Rio Branco. Rivellino e Zico (de pênalti) marcaram os gols da vitória brasileira. No fim do jogo, aconteceu uma das maiores brigas generalizadas da história do estádio.

2002: em jogo do segundo turno do Campeonato Carioca, no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense ganhou por 3 a 2 do Volta Redonda, graças aos gols de Júlio César (dois, um de pênalti) e Marcão. O Tricolor, que já estava classificado para a fase final, seria o campeão da competição.

2011: na partida de ida das oitavas-de-final da Copa Libertadores, diante de 25.378 presentes (22.505 pagantes) no Engenhão, o Fluminense derrotou o Libertad, do Paraguai, por 3 a 1, graças aos gols de Rafael Moura, Marquinho e Darío Conca (de falta). O jogo de volta seria no Paraguai, na semana seguinte (vide 4 de maio).

2012: na decisão do Troféu Luiz Penido, em Moça Bonita, o Fluminense ganhou por 2 a 0 do Volta Redonda, gols de Fábio Braga e Araújo. Nas semanas seguintes, o Tricolor enfrentaria o Botafogo para conquistar o Campeonato Carioca (vide 6 e 13 de maio).

2013: na semifinal do segundo turno do Campeonato Carioca, disputada no Raulino de Oliveira, o Fluminense ganhou por 4 a 1 do Volta Redonda. Os gols tricolores foram de Rafael Sobis (dois), Wellington Nem e Thiago Neves.

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Aniversariantes do dia:

José Lodi Batalha, o Batalha (1896), goleiro que defendeu a meta do time principal do Fluminense em 65 partidas, entre 1926 e 1930. Com a camisa tricolor, conquistou o Torneio Início de 1927 e a Taça Vulcain em 1928. Com a Seleção Brasileira, disputou o Sul-Americano (atual Copa América) de 1925.
O goleiro Batalha.

Jorge Barros de Araújo, o Jorjão (1948), treinador de vôlei, que trabalhou no Fluminense entre 1981 e 1984, comandando algumas equipes masculinas e femininas. No time principal feminino, conquistou o Campeonato Brasileiro de 1981 e os Campeonatos Cariocas de 1982 e 1983.

Mário Jorge Silva de Almeida, o Mário Jorge (1959), ponta-direita com 3 gols marcados em 25 jogos pelo Fluminense, entre 1978 e 1981. Participou da conquista do Campeonato Carioca de 1980.

Roniéliton Pereira Santos, o Roni (1977), atacante natural de Aurora do Tocantins, com 83 gols em 237 jogos pelo Fluminense, entre 1997 e 2002, e em 2009. Participou das conquistas da Série C do Campeonato Brasileiro de 1999 e do Campeonato Carioca de 2002.
Roni.

PCFilho

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sessenta anos da Taça Olímpica

Amigos, essa é uma semana muito especial para o Fluminense. Há exatos sessenta anos, o Tricolor conquistava a maior honraria que uma instituição esportiva pode receber: a Taça Olímpica. Muitos brasileiros, inclusive tricolores, desconhecem a importância desse histórico mérito pó-de-arroz. Assim, senti a necessidade de elaborar uma pesquisa completa sobre o assunto. Por isso, o meu assunto de hoje é esse: a mais valiosa taça da abarrotada sala de troféus de Álvaro Chaves.
(placa de bronze recebida pelo Fluminense Football Club)

O que é a Taça Olímpica?
A Coupe Olympique é a mais alta honraria do desporto mundial, uma espécie de Prêmio Nobel do esporte. Também chamada de Taça de Honra, foi instituída pelo Barão Pierre de Coubertin, o idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. É concedida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), desde 1906. A finalidade da premiação é reconhecer, anualmente, a instituição ou o indivíduo que mais realizou em prol do esporte e do sentimento olímpico no mundo. A Taça original permanece em Campagne Mon-Repos, às margens do Lago Genebra, na Suíça. A instituição premiada recebe uma placa de bronze (foto acima), um diploma (foto mais abaixo) e uma réplica da Taça (foto mais abaixo).

Quem são os vencedores da Taça Olímpica?
As seguintes instituições e pessoas receberam a honraria:
1906 - Touring Club de France 
1907 - Henley Royal Regatta
1908 - Sveriges Centralförening för Idrottens Främjande 
1909 - Deutsche Turnerschaft 
1910 - Ceska obec Sokolska 
1911 - Touring Club Italiano 
1912 - Union des Sociétés de Gymnastique de France 
1913 - Magyar Athletikai Club 
1914 - Amateur Athletic Union of America 
1915 - Rugby School, England 
1916 - Confrérie Saint-Michel de Gand 
1917 - Nederlandsche Voetbal Bond 
1918 - Equipes Sportives du Front Interallié 
1919 - Institut Olympique de Lausanne 
1920 - Y.M.C.A. International College, Springfield 
1921 - Dansk Idraets Forbund 
1922 - Amateur Athletic Union of Canada 
1923 - Asociation Sportiva de Cataluna 
1924 - Federação Finlandesa de Ginástica e Atletismo
1925 - Comitê Nacional de Educação Física do Uruguai 
1926 - Norges Skiforbund 
1927 - Coronel Robert M. Thomson 
1928 - Junta Nacional Mexicana 
1929 - Y.M.C.A. World's Committee 
1930 - Association Suisse de Football et d`Athlétisme 
1931 - National Playing Fields Association, Grã-Bretanha 
1932 - Deutsche Hochschule für Leibesübungen 
1933 - Sociéte Fédérale Suisse de Gymnastique 
1934 - Opera Dopolavoro Romea 
1935 - National Recreation Association of U.S.A. 
1936 - Segas: Union des Sociétés Helléniques de Gymnastique et d`Athlétisme, Athénes 
1937 - Oesterreichischer Eislauf Verband 
1938 - Königl. Akademie für Körpererziehung in Ungarn 
1939 - Kraft durch Freude 
1940 - Svenska Gymnastik - och Idrottsföreningarnas Riksförbund 
1941 - Comitê Olímpico Finlandês 
1942 - William May Garland, Los Angeles 
1943 - Comitê Olímpico Argentino 
1944 - Cidade de Lausanne 
1945 - Norges Fri Idrettsforbund, Oslo 
1946 - Comitê Olímpico Colombiano 
1947 - Sigfrid Edström, Presidente do COI 
1948 - Conselho Central de Educação Física, Grã-Bretanha 
1949 - Fluminense Football Club (Brasil)
1950 - Comitê Olímpico Belga, New Zealand Olympic, e British Empire Games Association. 
1951 - Académie des Sports, Paris 
1952 - Cidade de Oslo (Noruega)
1953 - Cidade de Helsinki (Finlândia) 
1954 - Ecole Féderale de Gymnastique et de Sports (Macolin, Suíça)
1955 - Comitê Organizador dos VII Jogos Centro-Americanos e Caribenhos (México) 
1956 - Comitê Organizador dos II Jogos Pan-Americanos (México) 
1957 - Federazione Sport Silenziosi d'Italia (Milão) 
1959 - Panathlon Italiano, Genua 
1960 - Centro Universitario Sportivo Italiano 
1961 - Helms Hall Foundation (Los Angeles, EUA) 
1962 - Comite Organizador de los Juegos Deportivos Bolivarianos (Barranquilla, Colômbia) 
1963 - Australian British Empire and Commonwealth Games Association 
1964 - Southern Californian Committee for the Olympic Games (Los Angeles, EUA) 
1965 - Cidade de Tóquio (pela organização dos Jogos Olímpicos de 1964)
1966 - Comité International des Sports Silencieux (Liège) 
1967 - Juegos Deportivos Bolivarianos 
1968 - Habitantes da Cidade do México (pela hospitalidade nos Jogos Olímpicos de 1968) 
1969 - Comitê Olímpico Polonês
1970 - Comitê Organizador dos Jogos Asiáticos (Bangkok, Tailândia) 
1971 - Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos (Cali, Colômbia)
1972 - Comitê Olímpico Turco e Cidade de Sapporo (Japão) 
1973 - Habitantes de Munique (pela hospitalidade durante os Jogos Olímpicos de 1972) 
1974 - Comitê Olímpico Búlgaro
1975 - Comitê Olímpico Nacional Italiano 
1976 - Federação de Esportes e Educação Física da Tchecoslováquia 
1977 - Comitê Olímpico da Costa do Marfim 
1978 - Comitê Olímpico Grego 
1979 - Comitê Organizador do Campeonato Mundial de Remo de 1978 (Nova Zelândia) 
1980 - Ginásio Clube Português 
1981 - Conféderation Suisse, International Olympic Academy, Olympia 
1982 - Racing Club de France
1983 - Comité Olympique de Puerto Rico 
1984 - Comitê Organizador do Campeonato Mundial de Atletismo (Helsinki, Finlândia) 
1985 - Comitê Olímpico Chinês 
1986 - Cidade de Stuttgart (Alemanha) 
1987 - L'Équipe (Paris, França)
1988 - Povo da Austrália 
1989 - Cidade de Seul (pela organização dos Jogos Olímpicos de 1988) e La Gazzetta dello Sport (Itália)
1990 - Clube Atlético Panhellinios (Atenas, Grécia) 
1991 - Comitê Olímpico Japonês 
1992 - Department de la Savoie (Région Rhone-Alpes) e Cidade de Barcelona (Espanha) 
1993 - Comitê Olímpico Monegasco 
1994 - Comité National Olympique et Sportif Français, e Povo da Noruega 
1995 - Comitê Olímpico Coreano
1996 - Cidade de Baden-Baden (Alemanha)
1998 - Habitantes de Nagano (Japão)
2000 - Cidade de Sydney (Austrália)
2004 - Povo de Atenas (Grécia)
2005 - The 1932 & 1980 Lake Placid Winter Olympic Museum
2008 - Cidadãos de Beijing (China)

(diploma recebido pelo Fluminense em 1949)

Como se pode ver, o Fluminense é o único clube de futebol e a única instituição brasileira na lista de detentores da Taça Olímpica.

O que o Fluminense fez para merecer a Taça Olímpica?
Olhando para o caos em que se encontra atualmente o Fluminense Football Club, o leitor deve se perguntar: o Tricolor já foi o clube mais organizado do mundo? A resposta é "sim". Amigos, é difícil de acreditar, eu sei. Mas o pó-de-arroz já foi uma potência olímpica, já foi o clube mais organizado da face da Terra. Vejamos, por exemplo, o primeiro brasileiro a ser campeão olímpico: foi Guilherme Paraense, do Tiro Esportivo, nos Jogos de 1920, em Antuérpia (Bélgica). O atleta do Fluminense enfrentou todo tipo de adversidade (inclusive uma longa viagem de navio e o roubo de sua escassa munição), e provou a capacidade do homem brasileiro. Ainda em 1920, o Ministro Afrânio Antônio da Costa ganhou também uma medalha de prata no Tiro.

Na Natação, o Fluminense também já teve uma enorme tradição. Os números não deixam mentir: de 1941 a 1963, o Tricolor foi, por vinte e três vezes consecutivas, o campeão carioca da modalidade. O recorde jamais foi igualado.

Ao longo da história, em diversos esportes, há outros exemplos de tricolores bem sucedidos, que eu infelizmente não tenho espaço para citar.

Nos dias atuais, o solitário destaque olímpico tricolor é a simpática Juliana Veloso, nos Saltos Ornamentais. Ela esteve presente nos Jogos Olímpicos de 2000, 2004 e 2008, mas não chegou ao pódio. Ela conquistou duas medalhas (uma de prata e uma de bronze) nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003.

Voltando ao passado: em 1919, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) organizaria o Sul-Americano de Futebol (atual Copa América). Porém, o país não possuía um estádio capaz de sediar uma competição de tamanho porte. Assim, atendendo aos apelos da CBD, o Fluminense construiu, em tempo recorde, o Estádio de Laranjeiras, onde a Seleção Brasileira acabaria conquistando o primeiro título de sua gloriosa história.

Em 1922, o Tricolor voltou a salvar a pátria. Em comemoração ao centenário da Independência, o Brasil organizou os Jogos Olímpicos Latino-Americanos. Novamente, não havia praça esportiva adequada para o evento. E mais uma vez o Fluminense socorreu as autoridades esportivas nacionais. Na gestão do presidente Arnaldo Guinle, o Estádio de Laranjeiras foi ampliado, e o evento foi um sucesso estrondoso. O clube chegou a ser candidato à Taça Olímpica por duas vezes na década de 20, em reconhecimento à organização exemplar dos Jogos de 1922. Porém, a honraria ainda não seria concedida: foi preciso esperar até a década de 40.

Na época da conquista, o mesmo Arnaldo Guinle, hoje patrono do clube, liderou os esforços para a apresentação do dossiê do Fluminense ao COI. A administração tricolor era exemplo mundial de organização. Cada esporte se sustentava com recursos próprios, e ainda assim eram obtidos resultados extraordinários.

O dossiê foi apresentado em 1948, após o fim da II Guerra Mundial. Porém, o Fluminense retirou a sua candidatura naquele ano, para que a honra fosse concedida por unanimidade a uma instituição inglesa, que ajudara a organizar os Jogos Olímpicos na Londres destruída pela guerra. Em mais um exemplo de sua fidalguia característica, o Fluminense obteve a simpatia de todos para a candidatura de 1949. Candidatura que, como todos sabemos, acabou vitoriosa. Assim, o nome do Fluminense Football Club ficou eternamente gravado na história do esporte mundial, como exemplo de dedicação, trabalho e atuação em prol do espírito olímpico.

(réplica da Taça Olímpica)

A notícia chegou ao Rio de Janeiro em 28 de abril de 1949. Em decisão unânime tomada pelo Comitê Olímpico Internacional, o Fluminense Football Club conquistara a Taça Olímpica de 1949, dando ao Brasil a sua mais consagradora vitória esportiva até aquela data. Três tricolores podem ser considerados os principais nomes do grande mérito: além do já citado Arnaldo Guinle, Afonso de Castro preparou o dossiê, e J. Ferreira dos Santos nos representou no COI.

Hoje, a taça original se encontra em exposição permanente, em um Museu construído às margens do lago Genebra, em Campagne Mon-Repos, Lausanne, Suíça. O Museu Olímpico foi projetado pelos arquitetos Pedro Ramirez Vazquez e Jean Pierre Cohen. A Taça Olímpica encontra-se em local de destaque, na entrada do prédio. Ela é protegida por uma redoma de vidro à prova de balas, e possui também um sofisticado sistema de alarme contra roubo.


(entrada do Museu Olímpico, em Lausanne - foto do leitor Alan Tygel)

Forjada em prata, ouro e cristais, a taça foi desenhada por Charles Massin. A parte principal e mais valiosa fica apoiada sobre uma base hexagonal em madeira. Em cada face do hexágono existe uma placa metálica onde constam os nomes das instituições que já foram agraciadas com a honraria. A base repousa ainda sobre um pedestal de mármore que possui a descrição da Taça e a data de sua criação.

(a Taça Olímpica, em Lausanne)

Espero que o meu trabalho de pesquisa ajude a explicar o imenso orgulho de todo tricolor por esta taça. Sabemos que a força de nosso clube não está apenas nas arquibancadas, mas também atravessando fronteiras e sendo reconhecido com respeito e admiração pelo mundo inteiro.

Que os atuais dirigentes do Fluminense Football Club olhem para a história e percebam que estão no caminho errado. A administração profissional é o único caminho. Se não o trilharmos, a Taça Olímpica não ganhará novas companhias ilustres na nossa abarrotada sala de troféus. Álvaro Chaves clama por mudança!

PC