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quarta-feira, 26 de março de 2025

Jogadores com 200 jogos por dois clubes no Brasil

Fábio e Samuel Xavier completaram 200 partidas pelo Fluminense.


Quando completaram a marca de 200 jogos pelo Fluminense, recentemente, o goleiro Fábio e o lateral Samuel Xavier entraram para o rol de jogadores com 200 atuações por dois clubes brasileiros distintos, uma lista que inclui lendas como Bellini, Didi, Djalma Santos, Edmundo, Félix, Gylmar dos Santos Neves, MangaMarco Antônio, Paulo Henrique Ganso, Renato GaúchoRomário, SócratesZagallo, Zinho e Zizinho.

Segue abaixo uma lista, em ordem alfabética, com jogadores que possuem pelo menos 200 jogos por dois clubes brasileiros distintos (caso esteja faltando algum nome na lista, peço que me avisem nos comentários!):

Alex "Cabeção": 207 jogos pelo Coritiba e 241 jogos pelo Palmeiras (tem também mais de 200 jogos pelo Fenerbahçe, da Turquia).

Alexandre Torres: 223 jogos pelo Fluminense e 200 jogos pelo Vasco.

Arouca: 212 jogos pelo Fluminense e 264 jogos pelo Santos.

Basílio: 318 jogos pela Portuguesa SP e 253 jogos pelo Corinthians.

Bellini: 430 jogos pelo Vasco e 214 jogos pelo São Paulo.

Betão: 214 jogos pelo Corinthians e 271 jogos pelo Avaí.

Brandãozinho: 220 jogos pela Portuguesa Santista e 288 jogos pela Portuguesa SP.

César Sampaio: 298 jogos pelo Santos e 307 jogos pelo Palmeiras.

Clemer: 232 jogos pelo Flamengo e 358 jogos pelo Internacional.

Waldyr Pereira, o Didi, ídolo de Fluminense e Botafogo.

Didi: 297 jogos pelo Fluminense e 313 jogos pelo Botafogo.

Ditão: 402 jogos pela Portuguesa SP e 280 jogos pelo Corinthians.

Djalma Santos: 434 jogos pela Portuguesa SP e 502 jogos pelo Palmeiras.

Durval: 462 jogos pelo Sport Recife e 227 jogos pelo Santos.

Edmundo: 223 jogos pelo Palmeiras e 243 jogos pelo Vasco.

Édson Boaro: 226 jogos pela Ponte Preta e 226 jogos pelo Corinthians.

Fábio: 976 jogos pelo Cruzeiro e 201 jogos pelo Fluminense (contando).

Fábio Santos: 368 jogos pelo Corinthians e 216 jogos pelo Atlético Mineiro.

Félix: 305 jogos pela Portuguesa SP e 321 jogos pelo Fluminense.

Fernando Prass: 274 jogos pelo Palmeiras e 248 jogos pelo Vasco.

Fidélis: 202 jogos pelo Bangu e 266 jogos pelo Vasco.

Gabriel Barbosa: 206 jogos pelo Santos e 303 jogos pelo Flamengo.

Getúlio: 205 jogos pelo Atlético Mineiro e 325 jogos pelo São Paulo.

Gylmar dos Santos Neves: 331 jogos pelo Santos e 397 jogos pelo Corinthians.

Jean: 204 jogos pelo São Paulo e 220 jogos pelo Fluminense.

João Paulo: 412 jogos pelo Santos e 258 jogos pelo Corinthians.

Joel Martins da Fonseca: 220 jogos pelo Bangu e 244 jogos pelo Botafogo.

Lúcio Flávio: 301 jogos pelo Paraná e 233 jogos pelo Botafogo.

Luisinho Quintanilha: 236 jogos pelo Botafogo e 394 jogos pelo Vasco.

Magno Alves: 331 jogos pelo Fluminense e 221 jogos pelo Ceará.

Manga: 442 jogos pelo Botafogo e 220 jogos pelo Internacional.

Marcelinho Carioca: 242 jogos pelo Flamengo e 433 jogos pelo Corinthians.

Márcio Araújo (por três clubes!!!): 224 jogos pelo Atlético Mineiro, 252 jogos pelo Palmeiras e 219 jogos pelo Flamengo.

Marco Antônio: 331 jogos pelo Fluminense e 282 jogos pelo Vasco.

Marcos Rocha: 306 jogos pelo Atlético Mineiro e 342 jogos pelo Palmeiras (contando).

Mauro Pastor: 200 jogos pela Ferroviária SP e 322 jogos pelo Internacional.

Mauro Ramos: 498 jogos pelo São Paulo e 352 jogos pelo Santos.

Mazaropi: 477 jogos pelo Vasco e 425 jogos pelo Grêmio.

Nelinho: 427 jogos pelo Cruzeiro e 274 jogos pelo Atlético Mineiro.

Nena: 313 jogos pelo Internacional e 268 jogos pela Portuguesa SP.

Oreco: 270 jogos pelo Internacional e 409 jogos pelo Corinthians.

Oscar Bernardi: 300 jogos pela Ponte Preta e 293 jogos pelo São Paulo.

Pará: 289 jogos pelo Santos e 217 jogos pelo Flamengo.

Paulo Borges: 208 jogos pelo Bangu e 235 jogos pelo Corinthians.

Paulo Henrique Ganso: 221 jogos pelo São Paulo e 267 jogos pelo Fluminense (contando).

Pinga: 270 jogos pela Portuguesa SP e 461 jogos pelo Vasco.

Pita: 408 jogos pelo Santos e 249 jogos pelo São Paulo.

Raul Plassmann: 557 jogos pelo Cruzeiro e 228 jogos pelo Flamengo.

Renato Gaúcho: 261 jogos pelo Grêmio e 210 jogos pelo Flamengo.

Renê: 204 jogos pelo Sport Recife e 207 jogos pelo Flamengo.

Rildo: 298 jogos pelo Botafogo e 325 jogos pelo Santos.

Rogério Fidélis: 259 jogos pelo Palmeiras e 228 jogos pelo Corinthians.

Romário: 402 jogos pelo Vasco e 241 jogos pelo Flamengo.

Ronaldo Angelim: 314 jogos pelo Fortaleza e 285 jogos pelo Flamengo.

Samuel Xavier: 216 jogos pelo Ceará e 201 jogos pelo Fluminense (contando).

Serginho Chulapa: 330 jogos pelo São Paulo e 202 jogos pelo Santos.

Servílio: 218 jogos pela Portuguesa SP e 294 jogos pelo Palmeiras.

Sócrates: 269 jogos pelo Botafogo SP e 298 jogos pelo Corinthians.

Toninho Baiano: 251 jogos pelo Fluminense e 241 jogos pelo Flamengo.

Vaguinho: 551 jogos pelo Corinthians e 213 jogos pelo Atlético Mineiro.

Vanderlei: 301 jogos pelo Coritiba e 258 jogos pelo Santos.

Vantuir: 507 jogos pelo Atlético Mineiro e 207 jogos pelo Grêmio.

Velloso: 458 jogos pelo Palmeiras e 231 jogos pelo Atlético Mineiro.

Victor: 263 jogos pelo Grêmio e 424 jogos pelo Atlético Mineiro.

Weverton: 318 jogos pelo Athletico Paranaense e 409 jogos pelo Palmeiras (contando).

Wilson: 296 jogos pelo Coritiba e 352 jogos pelo Figueirense.

Yago Pikachu (por três clubes!!!): 220 jogos pelo Paysandu, 253 jogos pelo Vasco e 246 jogos pelo Fortaleza (contando).

Zagallo: 205 jogos pelo Flamengo e 302 jogos pelo Botafogo.

Zinho: 469 jogos pelo Flamengo e 333 jogos pelo Palmeiras.

Zizinho: 328 jogos pelo Flamengo e 282 jogos pelo Bangu.

PCFilho

quinta-feira, 27 de junho de 2013

13/07/1950 - Brasil 6 x 1 Espanha


Vídeo com seis dos sete gols do jogo, narração em espanhol.


Vídeo com a entrada em campo, seis dos sete gols, e lances da torcida.

No quadrangular decisivo da Copa do Mundo de 1950, uma verdadeira multidão invadiu o Maracanã para assistir a Brasil x Espanha: naquela tarde, mais de 150 mil pessoas estavam no então maior estádio do mundo.

Aos 15 minutos, Ademir marcou o primeiro: o chute no canto esquerdo desviou em Parra e tirou qualquer chance de defesa para Ramallets. Sete minutos depois, Jair chutou de canhota da entrada da área e Ramallets alcançou mas não conseguiu segurar. Aos 31, Chico invadiu a área pela esquerda e chutou, houve rebote, Ademir chutou, aconteceu novo rebote, e Chico finalizou de primeira. E a etapa inicial terminou Brasil 3, Espanha 0.

Aos 10 do segundo tempo, Ademir cruzou da ponta-direita, a bola passou por vários atletas, e Chico arrematou no ângulo direito. Dois minutos depois, Zizinho cruzou da direita e Ademir marcou o quinto gol brasileiro. Aos 22, Ademir passou a Zizinho, que dominou dentro da área e chutou forte. Aos 26 minutos do segundo tempo, Estanislao Basora cruzou e Silvestre Igoa marcou o gol de honra espanhol, num lindo voleio. Placar final, Brasil 6, Espanha 1.

Quando a goleada já estava construída, os 150 mil presentes entoaram a marcha carnavalesca "Touradas em Madri", de autoria de Braguinha (que estava presente no Maracanã e chorou de emoção). Muitos consideram que esta partida foi a maior exibição da história da Seleção Brasileira. Brian Granville escreveu que "o Brasil está jogando o futebol do futuro, quase surrealista, que taticamente não apresenta nada demais, mas tecnicamente é soberbo".

Três dias depois, diante de 200 mil testemunhas no mesmo Maracanã, a Seleção Brasileira perdeu para o Uruguai por 2 a 1, e terminou vice-campeã mundial. A primeira conquista da Seleção numa Copa do Mundo aconteceria apenas oito anos depois, na Suécia.

Ficha Técnica
13/07/1950 - Brasil 6 x 1 Espanha - Maracanã (Rio de Janeiro)
Horário: 15:00.
Motivo: Fase Final da Copa do Mundo de 1950.
Público: 152.772.
Árbitro: Reginald Leafe (Inglaterra).
Auxiliares: George Mitchell (Escócia) e José da Costa Vieira (Portugal).
Brasil: Barbosa; Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. Técnico: Flávio Costa.
Espanha: Antonio Ramallets; Gabriel Alonso e Juan Gonzalvo II; Mariano Gonzalvo III, Jose Parra e Antonio Puchades; Estanislao Basora, Silvestre Igoa, Zarra, Jose Panizo e Gainza. Técnico: Guillermo Eizaguirre.
Gols: Ademir (15'/1º tempo), Jair (22'/1º tempo), Chico (31'/1º tempo), Chico (10'/2º tempo), Ademir (12'/2º tempo), Zizinho (22'/2º tempo) e Silvestre Igoa (26'/2º tempo).
Advertência: Bigode.

PCFilho