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sábado, 18 de novembro de 2023

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Carta de um tricolor aos jogadores do Fluminense


Saudações tricolores, 

Me chamo João Paulo Bandoli, tenho 36 anos, sou cadeirante, parei de andar aos 16 e só Deus e eu sabemos o quanto foi doloroso pra mim. Mas eu venci o medo e sou um cara realizado. Sabe por quê? Além da minha família e amigos, o FLUMINENSE ME FAZ VIVER! O FLUMINENSE ME DÁ FORÇAS A LUTAR E DAR UM PASSO SEMPRE A FRENTE! 

Ainda me recordo bem de 2007, fui à final da Copa do Brasil, enfrentei 320 km pra ir ver o jogo no Rio, pois moro em Itaperuna, fiquei na arquibancada, não é uma deficiência que iria me tirar do meu lugar e de perto dos meus irmãos. Aos 41 minutos do segundo tempo, Adriano Magrão estufa as redes, Maracanã vem abaixo e EU FIQUEI EM PÉ NOVAMENTE, DEPOIS DE 9 ANOS NUMA CADEIRA DE RODAS, EU FIQUEI EM PÉ NOVAMENTE, SENTINDO MINHAS PERNAS E PULANDO ABRAÇADO COM MEUS IRMÃOS TRICOLORES! Foi lindo, épico, inesquecível! Passada a euforia, caí e rolei escadaria abaixo e só parei no guarda-corpo, e daí? Tive cortes no supercílio e queixo, os socorristas vieram me atender e já queriam me por na maca. Virei e falei: VOCÊS ESTÃO LOUCOS? AINDA TEM JOGO! É FINAL, O FLUMINENSE PRECISA DE MIM, NÃO SAIO DAQUI POR NADA!

Esse é o sentimento, isso traduz o que sentimos por essas três cores

Gostaria de pedir, de implorar se for preciso: LUTEM ATÉ O FIM! LUTEM TODOS VOCÊS! DEEM A ALMA, O SANGUE SE FOR PRECISO! Sabemos de todas as dificuldades que estão passando, mas garanto a vocês é nas dificuldades que formamos os grandes guerreiros!

NÓS TORCEDORES CONFIAMOS E ACREDITAMOS EM VOCÊS! 

O Fluminense é minha vida, meu amor e é o ar que respiro! 

Infelizmente não poderei ir a este jogo, pois dia de semana é complicado, pois dependo das pessoas para me levarem, mas estarei aí de alma, de pensamento e vocês escutarão meu grito de gol, meu grito de classificado, pois eu estarei aí, junto com todos os outros mais de 30 mil tricolores querendo ver o sucesso, a vitória, a glória de vocês!

Se cobrem, lutem por nós, lutem pelas suas famílias, façam História e marquem seus nomes na galeria dos campeões do FLUMINENSE FC. O FLUMINENSE É MAIOR QUE TUDO! 

Estou fechado com vocês! 

VENCE O FLUMINENSE!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Efemérides tricolores - 2 de maio



1926: em General Severiano, o Fluminense venceu o Botafogo por 3 a 1, pelo turno do Campeonato Carioca, com gols de Coelho (aos 18 do 1º tempo) e Ripper (aos 23 e aos 25 do 1º tempo).

1943: em São Januário, o Fluminense venceu o Botafogo por 3 a 2, pelo Torneio Municipal, com gols de Careca (aos 15 do 1º tempo), Maracaí (aos 41 do 1º tempo) e Careca de novo (aos 27 do 2º tempo).

1960: durante excursão à Inglaterra, o Fluminense venceu o Middlesbrough por 3 a 2 no Ayresome Park, estádio do clube inglês. Os gols da grande vitória tricolor foram assinalados por Wilson Moreira (aos 9 do 1º tempo), Escurinho (aos 30 do 2º tempo) e Paulinho Omena (aos 33 do 2º tempo).

1974: o Fluminense venceu o Paysandu por 2 a 0, no Maracanã, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Gil (aos 8 do 2º tempo) e Manfrini, de pênalti (aos 35 do 2º tempo).

1976: diante de 60.617 pessoas no Maracanã, o Fluminense venceu o Botafogo por 3 a 1, em partida válida pelo Campeonato Carioca. Os gols da Máquina Tricolor foram assinalados por Gil (aos 35 do 1º tempo e aos 21 do 2º tempo) e Dirceu (aos 32 do 2º tempo).

2004: o Fluminense venceu o Vasco por 1 a 0, no Maracanã, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O gol da vitória foi marcado por Rodrigo Tiuí, aos 30 minutos do 2º tempo.

2007: o Fluminense empatou com o Atlético Paranaense em 1 a 1, no Maracanã, na partida de ida das quartas-de-final da Copa do Brasil. O gol do Fluminense foi de Thiago Silva, aos 13 do 1º tempo, de cabeça. O Tricolor eliminaria o Atlético Paranaense, em Curitiba, na semana seguinte, e terminaria campeão da competição.

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Aniversariantes do dia:

Vicente Carlos Cussati (1914): ponta-esquerda argentino, parte do plantel campeão carioca de 1940.

Raul Rodrigues (1918): meio-campista que atuou pelo Fluminense na temporada de 1944.

Raimundo Eduardo Souza Oliveira, o Dico Maradona (1968): meio-campista que atuou pelo Fluminense na temporada de 1990.

Ricardo Lucas Figueredo Monte Raso, o Dodô (1974): atacante com duas passagens pelo Fluminense (1994 e 2008), totalizando 35 jogos e 12 gols marcados. Teve destaque na campanha do vice-campeonato da Copa Libertadores da América de 2008, em que marcou um dos gols mais bonitos da história do Maracanã, na goleada de 6 a 0 sobre o Arsenal de Sarandí:

Carlos Henrique dos Santos Souza (1983): zagueiro que atuou 33 vezes pelo Fluminense, entre 2014 e 2015.

PCFilho

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Efemérides tricolores - 1º de maio


1910: o Fluminense goleou o America por 5 a 2, no campo da rua Guanabara (atual Estádio de Laranjeiras), pelo turno do Campeonato Carioca daquele ano. Os gols da vitória tricolor foram marcados por Emile Etchegaray (dois), Carlos Villaça (contra) e Alberto Borgerth (dois).

1927: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense ganhou por 4 a 0 do Andarahy, gols de Mílton, Alfredinho (dois) e Lagarto.

1948: o Fluminense venceu o Cruzeiro por 2 a 1, em Laranjeiras, com portões abertos ao público, em comemoração ao Dia do Trabalho. Toinho e Zeca assinalaram os gols da vitória tricolor.

1964: em amistoso em Ponte Nova, Minas Gerais, o Fluminense ganhou por 2 a 1 da Sociedade Esportiva Primeiro de Maio, daquela cidade, com gols de Pipico e Joaquinzinho.

1966: em sua estreia no Torneio Pará-Guanabara, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Remo. Lula marcou o gol tricolor no jogo. O Fluminense terminaria campeão, após vencer Paysandu e Botafogo nos dias seguintes.

1969: Fluminense e Flamengo levaram 106.236 pagantes ao Maracanã, no Fla-Flu do primeiro turno do Campeonato Carioca, que terminou empatado em 0 a 0. A campanha tricolor passou a ser de cinco vitórias, três empates e uma derrota. No mês seguinte, o Fluminense se sagraria campeão exatamente no Fla-Flu do segundo turno (vide 15 de junho).

1975: a Máquina Tricolor atraiu uma multidão para o Serra Dourada: 53.600 pessoas foram assistir ao empate em 0 a 0 entre o Fluminense e o Goiás, em partida amistosa.

1991: o clássico entre Fluminense e Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro, no Estádio de Laranjeiras, foi interrompido devido à invasão da torcida do Botafogo, quando o placar estava 0 a 0. Para efeito de pontuação do Campeonato Brasileiro, valeria o resultado de 1 a 0 para o Fluminense, que seguia na briga por uma das vagas na semifinal da competição.

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Aniversariantes do dia:

José Abílio Machado, o Sanford (1927), centro-médio que atuou pelo Fluminense por um curto período, na temporada de 1951.

Wilson da Cruz e Silva, o Wilson Cruz (1938), zagueiro que integrou o elenco do Fluminense entre 1955 e 1961, chegando a atuar em alguns amistosos pelo time principal.

Carlos Roberto de Carvalho, o Carlos Roberto (1948), meio-campista que integrou o elenco do Fluminense na temporada de 1979, tendo marcado 1 gol em 35 jogos com a camisa tricolor.

Yan Cleiton de Lima Ravera, o Yan (1975), meia armador, atuou 146 vezes pelo Fluminense entre 1997 e 2002, tendo marcado 21 gols.
Yan.

Wallace Oliveira dos Santos, o Wallace (1994), lateral-direito, revelado pelo Fluminense, com 30 atuações no time profissional entre 2011 e 2013, quando foi vendido para o Chelsea.

PCFilho

domingo, 5 de março de 2017

Ficha Técnica: Fluminense 3 x 3 Flamengo [nos pênaltis, 4 x 2]

Os jogadores do Fluminense levantam a Taça Guanabara no Engenhão!
Foto: André Durão.

05/03/2017 - Fluminense 3 x 3 Flamengo [PK 4 x 2] - Engenhão (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Guanabara, decisão.
Público: 27.549 presentes (25.451 pagantes).
Renda: R$ 1.258.830,00.
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ).
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Luiz Cláudio Ragazone (RJ).
Fluminense: Júlio César; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo Pelé; Pierre, Jefferson Orejuela e Júnior Sornoza (Marquinho); Richarlison, Henrique Dourado (Marcos Júnior) e Wellington Silva (Marquinhos Calazans). Técnico: Abel Braga.
Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Miguel Trauco (Felipe Vizeu); Willian Arão (Orlando Berrío), Rômulo, Federico Mancuello (Gabriel), Diego e Éverton; Paolo Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.
Gols:
1-0: Wellington Silva, aos 3 do 1º tempo;
1-1: Willian Arão, aos 8 do 1º tempo;
1-2: Éverton, aos 23 do 1º tempo;
2-2: Henrique Dourado, de pênalti, aos 34 do 1º tempo;
3-2: Lucas, aos 40 do 1º tempo;
3-3: Paolo Guerrero, de falta, aos 40 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Richarlison (Fluminense); Éverton e Miguel Trauco (Flamengo).
Definição por pênaltis:
1ª: Diego cobrou e converteu para o Flamengo (0-1);
2ª: Lucas cobrou e converteu para o Fluminense (1-1);
3ª: Paolo Guerrero cobrou e converteu para o Flamengo (1-2);
4ª: Henrique cobrou e converteu para o Fluminense (2-2);
5ª: Réver cobrou e Júlio César defendeu (2-2);
6ª: Marquinho cobrou e converteu para o Fluminense (3-2);
7ª: Rafael Vaz cobrou para fora (3-2);
8ª: Marcos Júnior cobrou e converteu para o Fluminense (4-2).
Placar final: Fluminense 4, Flamengo 2.
Fluminense, campeão invicto da Taça Guanabara de 2017!

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Esta foi a oitava disputa de pênaltis da história do Fla-Flu. Agora, são quatro vitórias para cada lado: o Flamengo saiu vencedor em 23/02/1975 (Troféu João Havelange), 12/08/1978 (semifinal do Troféu Teresa Herrera), 03/03/2001 (final da Taça Guanabara) e 24/04/2011 (semifinal da Taça Rio); e o Fluminense ganhou em 17/07/1960 (semifinal do Torneio Início), 07/09/1965 (final do Torneio Início), 27/01/1974 (Taça Presidente Médici) e 05/03/2017 (final da Taça Guanabara).

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Este foi o 396º Fla-Flu, e o 127º empate do confronto (apesar da vitória do Fluminense nos pênaltis, o empate no tempo normal é o que conta para as estatísticas). Houve também 125 vitórias tricolores e 144 triunfos rubro-negros. Ao todo, nos Fla-Flus, o Fluminense assinalou 533 gols, contra 586 do Flamengo. A lista com todos os resultados pode ser conferida no meu post História - Fluminense x Flamengo.

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O Fluminense conquistou sua 10ª Taça Guanabara. Em 1966, 1969 e 1971, a competição ainda era separada do Campeonato Carioca, e portanto tinha um peso maior. Depois, quando a Taça Guanabara passou a ser um turno do Campeonato Carioca, o Fluminense a venceu mais 7 vezes: 1975, 1983, 1985, 1991, 1993, 2012 e 2017.

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O Fluminense jogou com a mensagem "AME O RIO" na camisa, em clara alusão à histórica partida de 25 de junho de 1995, decisão do Campeonato Carioca daquele ano, unanimemente considerada como o maior Fla-Flu de todos os tempos. Na ocasião, o Flamengo tinha a vantagem do empate, o Fluminense abriu 2 a 0, o Flamengo empatou, e o Fluminense fez o gol da vitória e do título nos últimos minutos, o famoso Gol de Barriga de Renato Gaúcho.


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O centroavante Henrique Dourado segue em ótima fase: marcou seu 8º gol em 9 partidas na temporada de 2017. No ano passado, ele havia assinalado somente 2 gols em 14 jogos com a camisa tricolor.

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O atacante Marcos Júnior parece destinado a sair do banco de reservas para marcar gols importantes. Em 2016, entrou durante a decisão da Copa da Primeira Liga, e marcou o gol do título contra o Atlético Paranaense. Em 2017, coube a ele, após entrar no lugar de Henrique Dourado, cobrar o pênalti que decretou a conquista da Taça Guanabara.

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Fluminense e Flamengo não disputavam uma final desde 3 de abril de 2005. Na ocasião, o Fluminense aplicou uma goleada de 4 x 1, e sagrou-se campeão da Taça Rio. O jogo, disputado no Maracanã, foi emocionante, marcado pelas homenagens da torcida tricolor a Sua Santidade o Papa João Paulo II, que havia acabado de falecer.

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Com a conquista da Taça Guanabara, o Fluminense garante vaga e vantagem do empate na semifinal do Campeonato Carioca, que será disputada em jogo único. Os outros três semifinalistas serão o campeão da Taça Rio e as duas melhores campanhas dentre os outros clubes, ou as três melhores campanhas dentre os outros clubes, caso o Fluminense fature também a Taça Rio.

(O amigo Bruno Vargas Costa me avisa que a vantagem do empate não é concedida ao campeão da Taça Guanabara. Valeu pela informação, Bruno!)

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O Fluminense dá mesmo sorte no Engenhão: após ser Campeão Brasileiro de 2010 mandando seus jogos lá durante todo o returno, em 2012 foi campeão da Taça Guanabara sobre o Vasco e do Campeonato Carioca sobre o Botafogo, também lá. No mesmo ano, faturou mais um Campeonato Brasileiro, mandando seus jogos no estádio. Agora, em 2017, sagrou-se campeão da Taça Guanabara sobre o Flamengo. Como dizem por aí, parece que o Tricolor "zerou" o Engenhão... :)

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É CAMPEÃO!

PCFilho

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Ficha Técnica: Portuguesa RJ 0 x 3 Fluminense

(Foto: reprodução do Twitter do Fluminense FC.)

05/02/2017 - Portuguesa RJ 0 x 3 Fluminense - Los Larios (Duque de Caxias)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Guanabara, 3ª rodada.
Público: 1.771 presentes (1.534 pagantes).
Renda: R$ 28.920,00.
Árbitro: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ).
Auxiliares: Gabriel Conti Vianna (RJ) e João Luiz Coelho (RJ).
Portuguesa: Marcelo Moretto; Belarmino, Marcão, Rodrigão e Diego Maia; Marcinho Pitbull, Peterson (Victor Hugo) e Matías Sosa; Fabinho, Edu e Romarinho. Técnico: Nelson Rodrigues.
Fluminense: Júlio César; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo Pelé; Douglas e Jefferson Orejuela; Gustavo Scarpa, Júnior Sornoza e Wellington Silva (Marcos Júnior); Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.
Gols:
0-1: Henrique Dourado, aos 32 do 1º tempo.
0-2: Léo Pelé, aos 12 do 2º tempo.
0-3: Gustavo Scarpa, aos 42 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Marcinho Pitbull e Peterson (Portuguesa); Henrique Dourado (Fluminense).

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Com o triunfo deste domingo 5, o Fluminense alcança 4 vitórias em 4 partidas na temporada de 2016. O Tricolor não obtinha uma sequência de 4 vitórias desde abril de 2016, quando venceu 5 jogos consecutivos:
27/03/2016 - Fluminense 3 x 0 Boavista
30/03/2016 - Bangu 0 x 1 Fluminense
02/04/2016 - Madureira 1 x 3 Fluminense
06/04/2016 - Tombense 0 x 3 Fluminense
10/04/2016 - Volta Redonda 0 x 2 Fluminense

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O gol de Henrique Dourado foi o 4º dele em 18 partidas pelo Fluminense. O gol de Léo Pelé foi o 1º de sua carreira profissional (em seu 18º jogo pelo Fluminense - não à toa, o lateral-esquerdo se emocionou na comemoração). O gol de Gustavo Scarpa foi o 22º dele em 106 jogos pelo Fluminense. Henrique Dourado e Gustavo Scarpa chegam, cada um, a 2 gols marcados na temporada de 2017.

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Ao longo da história, este foi o 72º duelo entre Fluminense e Portuguesa/RJ, e a 59ª vitória do Fluminense (houve também 6 empates e 7 vitórias da Portuguesa). Nestas partidas, houve 185 gols do Fluminense e 37 gols da Portuguesa. Os últimos 10 duelos entre Fluminense e Portuguesa/RJ tiveram os seguintes resultados:
08/03/1987 - Portuguesa 0 x 1 Fluminense - Luso-Brasileiro (Rio de Janeiro)
24/06/1987 - Fluminense 3 x 2 Portuguesa - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
11/09/1991 - Fluminense 3 x 0 Portuguesa - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
16/07/1992 - Portuguesa 1 x 2 Fluminense - Luso-Brasileiro (Rio de Janeiro)
24/10/1995 - Fluminense 0 x 0 Portuguesa - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
15/11/1995 - Portuguesa 1 x 0 Fluminense - Luso-Brasileiro (Rio de Janeiro)
04/03/2004 - Fluminense 3 x 1 Portuguesa - Maracanã (Rio de Janeiro)
05/03/2005 - Portuguesa 0 x 3 Fluminense - Luso-Brasileiro (Rio de Janeiro)
15/01/2006 - Fluminense 4 x 0 Portuguesa - Giulite Coutinho (Mesquita)
05/02/2017 - Portuguesa 0 x 3 Fluminense - Los Larios (Duque de Caxias)
(a lista com todos os resultados da história pode ser conferida no post História - Fluminense x Portuguesa RJ)

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O Fluminense voltará a campo na quarta-feira 8, para enfrentar o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela fase de grupos da Copa da Primeira Liga. Na partida, o Fluminense tentará quebrar um tabu: não vence o Internacional há 10 partidas (vide post História - Fluminense x Internacional).

PCFilho

terça-feira, 5 de abril de 2016

Fluminense é o 3º clube que mais vendeu camisas em março de 2016



No ranking de camisas vendidas no Brasil em março de 2016, divulgado pela rede de materiais esportivos Centauro, o Fluminense aparece na terceira colocação:
1º. São Paulo (20,8%)
2º. Flamengo (16,2%)
3º. Fluminense (11,4%)
4º. Vasco (11,1%)
5º. Palmeiras (9,4%)
6º. Atlético Mineiro (5,1%)
7º. Cruzeiro (3,9%)
8º. Sport Recife (3,2%)
9º. Corinthians (2,9%)
10º. Internacional (2,2%)
11º. Botafogo (1,8%)
12º. Santa Cruz (1,2%)
13º. Grêmio (1,2%)
14º. Confiança (1,0%)
15º. Bahia (0,8%)
16º. Ponte Preta (0,8%)
17º. Sampaio Corrêa (0,8%)
18º. Remo (0,7%)
19º. Vitória (0,6%)
20º. Paysandu (0,5%)
21º. Ceará (0,5%)

Contando apenas as camisas comercializadas no estado do Rio de Janeiro, o Fluminense é o campeão de vendas:
1º. Fluminense (43,2%)
2º. Vasco (29,6%)
3º. Flamengo (21,2%)
4º. São Paulo (3,5%)
5º. Palmeiras (1,1%)
6º. Cruzeiro (0,3%)
7º. Internacional (0,3%)
8º. Atlético-MG (0,2%)
9º. Chapecoense (0,1%)
10º. Coritiba (0,1%)
11º. Criciúma (0,1%)
12º. Paysandu (0,1%)
13º. Sampaio Corrêa (0,1%)
14º. Botafogo (0,1%)

PCFilho

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Acreditem: ele foi a todos os jogos do Fluminense no Carioca nos últimos 8 anos



Há coisas nesse mundo que são muito difíceis de acreditar. Por exemplo, vocês sabiam que a China construiu cidades imensas que estão absolutamente desertas, com cerca de 64 milhões de apartamentos vazios? Ou que um incêndio está acontecendo ininterruptamente no Turcomenistão desde 1971? Que tal a incrível saga de Bruno Vargas Costa, torcedor do Fluminense, pelos estádios do Rio de Janeiro? Acreditem: ele foi a todos os jogos do Fluminense no sonolento Campeonato Carioca nos últimos 8 anos. Repito: a todos os jogos!!!

A última ausência de Bruno se deu no dia 6 de abril de 2008, na vitória do Fluminense sobre o Madureira por 4 a 0, no Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita. Desde então, ele esteve presente em todos os 128 jogos do Fluminense no Campeonato Estadual (2 em 2008, 17 em 2009, 17 em 2010, 17 em 2011, 19 em 2012, 18 em 2013, 17 em 2014, 17 em 2015 e 4 em 2016).

Bruno, que vai frequentemente aos estádios desde a década de 90, realmente leva a sério seu compromisso com o Fluminense. "Quando o jogo é no estado do Rio de Janeiro, eu me sinto obrigado a cumprir meu dever clubístico e estar presente, qualquer que seja o Campeonato", diz Bruno, que em 2017 chegará à sensacional marca de 1000 jogos do Fluminense nos estádios.

A saga às vezes é cansativa: nesta sequência de 128 jogos do Campeonato Carioca, Bruno precisou viajar 26 vezes até Volta Redonda, 9 vezes até Macaé, 3 vezes até Campos, e uma vez até Cabo Frio, Mesquita, Nova Friburgo e Bacaxá.

E se engana quem pensa que Bruno valoriza o Campeonato Carioca: "eu odeio essa competição, quero que ela acabe, vou a esses jogos somente para cumprir o meu dever clubístico mesmo".

A "invencibilidade" de Bruno no Campeonato Carioca cairá neste domingo 21, quando o Fluminense enfrenta o Flamengo no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. "Gosto muito de viajar, mas só me sinto obrigado a ir aos jogos no estado do Rio. Fora do Rio de Janeiro, eu seleciono os jogos principais para ir, e esse Fla-Flu vale muito pouco, não justifica a viagem", declarou Bruno.

PCFilho

domingo, 19 de julho de 2015

Fotos do mosaico tricolor - Fluminense x Vasco (19/07/2015)

Foto: Daniel Zappe.



Foto: Sidney Silveira.

Foto: Sidney Silveira.

Fotos: Ronaldo Dutra.



Se você também tirou uma foto do mosaico e quer vê-la exposta aqui, me envie a imagem por e-mail: pcfilho@gmail.com.

PCFilho

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Voz de Walter

Foto: Photocamera.

"Quando escutei a torcida gritando, me deu uma vontade de entrar em campo desde o começo. Senti um friozinho na barriga, uma vontade danada de jogar. Temos que dar os parabéns para a torcida mesmo. Eu ainda não tinha visto uma festa tão bonita assim dela, sendo bem sincero. Conheci a verdadeira torcida do Fluminense e eu tenho certeza que ela saiu daqui satisfeita, claro que não pelo resultado, mas pela nossa entrega. Queria pedir desculpas, porque os torcedores mereciam sair do Maracanã felizes. É uma pena muito grande. Fico até sem palavras. A festa que o torcedor fez foi de tirar o chapéu realmente."

Walter, atacante do Fluminense, sobre a atuação da torcida tricolor no sábado.
50.687 torcedores estiveram no Maracanã para o jogo Fluminense 1 x 2 Vitória.

PCFilho

domingo, 4 de maio de 2014

Resenha: Tricolor 1 x 2 Vitória

Foto: Photocamera.

Amigos, o torcedor pó-de-arroz poderia ter ficado em casa no sábado à noite, confortavelmente instalado em frente à televisão. Mas não: marchou a passos firmes para o templo do Maracanã, onde queria ser testemunha ocular e auditiva de mais uma vitória do maior clube da Terra. Em uma terceira rodada de Campeonato Brasileiro, éramos cinquenta mil tricolores no Maracanã. Nem vinte, nem trinta, nem quarenta: éramos cinquenta mil fanáticos no outrora maior estádio do mundo. Obviamente, quebramos o recorde de público do certame até aqui.

E nós merecíamos mais do que vimos. Nosso onze atacava, é verdade, mas não conseguia furar a bem armada retranca do Vitória. As chances de gol eram criadas, mas os homens de frente pecavam na hora da finalização - durante o primeiro tempo, perderam duas chances cristalinas, dois gols feitos. Eis um pecado que não se pode cometer num campeonato duro como é o Brasileirão.

Veio o segundo tempo, trazendo o castigo: logo no comecinho, após mais de 400 minutos seguidos sem sofrer gol, a defesa do Fluminense foi vazada. O chute de Marquinhos, de fora da área, desviou em Fred, venceu Diego Cavalieri e estufou a rede do Maracanã. Foi uma flecha venenosa, que fez cinquenta mil corações sangrarem em desespero. Vitória 1, Fluminense 0.

Nós não esmorecemos e continuamos a apoiar o onze. Éramos, como dizia o gênio, cinquenta mil fanáticos dispostos a vencer ou perecer. Uma multidão épica, a berrar cantos de incentivo no Maracanã. O onze, no entanto, continuava sem conseguir furar a retranca baiana. E, num contra-ataque, o Vitória fez 2 a 0, praticamente liquidando a fatura.

O Fluminense ainda descontou em jogada de bola parada, com Wagner aproveitando o rebote. Mas já era tarde para iniciar uma reação, e o placar final ficou mesmo 2 a 1 para os visitantes.

PCFilho

Notas do onze:
Diego Cavalieri - 7,0
Bruno - 4,5
Gum - 5,0
Elivélton - 3,5
Carlinhos - 6,5
Diguinho - 5,0
Jean - 5,0
Wagner - 6,5
Darío Conca - 7,0
Rafael Sobis - 6,0
(Walter) - 6,0
Fred - 5,0
T. Cristóvão Borges - 4,0

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Fluminense x Vitória será o recorde de público do Brasileirão 2014

Torcida tricolor na primeira rodada: Fluminense 3 x 0 Figueirense.

Após ser o maior público da primeira rodada (35.020 presentes), e ver o Corinthians superá-lo na segunda (39.168 presentes), a torcida tricolor estabelecerá o novo recorde de público do Brasileirão 2014, neste sábado 3, contra o Vitória.

Com o Setor Sul esgotado já na quinta-feira, e as vendas dos outros setores da arquibancada a todo vapor, já ultrapassando os 25 mil ingressos comercializados, o público certamente será superior a 40 mil presentes no Maracanã.

Os ingressos podem ser adquiridos neste sábado 3, das 10h às 15h, nos seguintes pontos de venda:
- Sede do Fluminense – Rua Álvaro Chaves, 41.
- Cariocas FC – Méier – Rua Dias da Cruz, 255, Shopping Méier.
- Casa da Vila da Feira – Rua Haddock Lobo, 195 – Tijuca.
- Engenhão (Bilheteria Sul) – Rua Arquias Cordeiro, s/nº.
- Loja Fanático – Av. John Kennedy, 292, Loja  217, Lagoa Shopping, Araruama.

No Maracanã, as vendas começam às 10h e vão até a hora do jogo, na Bilheteria 2 – Rua Eurico Rabelo, s/nº.

Vamos pra cima, Fluzão!!!

PCFilho

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Brasileirão 2014 - Fluminense teve o maior público da 1ª rodada

35 mil tricolores estiveram no Estádio do Maracanã na estreia do Fluminense.

A torcida tricolor começou o Brasileirão de 2014 dando show: com 35.020 presentes (31.173 pagantes) no Maracanã, foi o maior público da primeira rodada, e ajudou o Fluminense a vencer o Figueirense por 3 a 0.

Confiram os públicos divulgados dos 10 jogos inaugurais do Campeonato:
1) Fluminense 3 x 0 Figueirense – Maracanã (Rio de Janeiro) - 35.020 presentes.
2) São Paulo 3 x 0 Botafogo – Morumbi (São Paulo) - 31.724 presentes.
3) Internacional 1 x 0 Vitória – Beira-Rio (Porto Alegre) - 24.692 presentes.
4) Flamengo 0 x 0 Goiás – Mané Garrincha (Brasília) - 19.012 pagantes*.
5) Criciúma 1 x 2 Palmeiras – Heriberto Hülse (Criciúma) - 11.768 presentes.
6) Bahia 1 x 2 Cruzeiro – Fonte Nova (Salvador) - 11.093 pagantes*.
7) Atlético Mineiro 0 x 0 Corinthians – Parque do Sabiá (Uberlândia) - 10.380 pagantes*.
8) Santos 1 x 1 Sport Recife – Vila Belmiro (Santos) - 7.962 pagantes*.
9) Chapecoense 0 x 0 Coritiba – Arena Condá (Chapecó) - 7.178 presentes.
10) Atlético Paranaense 1 x 0 Grêmio – Orlando Scarpelli (Florianópolis) - portões fechados.
* nestas partidas, só foram divulgados os públicos pagantes.

PCFilho
(com informações de Leandro Dias, do Netflu)

domingo, 20 de abril de 2014

Resenha: Tricolor 3 x 0 Figueirense


Amigos, enfim começou o Campeonato Brasileiro de 2014, com os vinte clubes legitimamente habilitados para a sua disputa, como tinha que ser, sem virada de mesa.

O Fluminense estreou no Brasileirão em casa, no Maracanã, com um fácil triunfo por 3 a 0 sobre o Figueirense. Os gols foram de Rafael SobisFred (pênalti) e Mirley (contra). Foi o 28º jogo na história do confronto, e a 13ª vitória tricolor (houve também 11 empates e 4 derrotas).

E foi outro show da maravilhosa torcida tricolor, que levou 35 mil pessoas ao Maracanã. Convenhamos, um público muito bom, raro para uma estreia. Para um time de futebol, há poucos combustíveis melhores que a presença da massa. Com sua torcida no estádio, o Fluminense passa a ser outro time, muito mais forte.

Empurrado pelos seus fanáticos, o Fluminense atropelou o Figueirense, que não viu a cor da bola. Foi uma ótima exibição do onze tricolor, que nos dá alguma esperança com relação ao Campeonato. Se o time de Cristóvão mantiver esse padrão de atuação durante as 38 rodadas, podemos até sonhar com a quinta conquista, prevista em épico vaticínio por nosso Profeta barbudo.

Na segunda rodada do Brasileirão, no sábado 26, o Fluminense encara o Palmeiras, no Pacaembu. Antes, na quarta-feira 23, tem jogo pela segunda fase da Copa do Brasil, contra o Tupi, em Juiz de Fora. Imaginem que maravilhoso será se, nesta semana, o onze tricolor obtiver mais duas vitórias...

PCFilho

Notas do onze:
Diego Cavalieri - 7,0
Bruno - 8,0
Gum - 8,0
Elivélton - 8,0
Carlinhos - 8,5
Diguinho - 7,0
(Valencia) - 6,0
Jean - 6,5
Wagner - 8,0
(Biro Biro) - 6,0
Darío Conca - 8,5
Rafael Sobis - 8,0
(Walter) - 6,0
Fred - 8,5
T. Cristóvão Borges - 8,5

quinta-feira, 13 de março de 2014

Observatório da imprensa esportiva #3 - UOL


Amigos, eu vinha resistindo a fazer o terceiro post da série "Observatório da imprensa esportiva" aqui no blog, por ser o tipo que me dá mais trabalho, mas a notícia que li ontem no site do UOL me obrigou a fazê-lo. Já na manchete, o jornalista deve ter feito Goebbels - o ministro da propaganda nazista - corar de vergonha alheia: "Em meio a onda de racismo, Fluminense cogita ressuscitar pó de arroz" (sic).

A vergonhosa manchete do site UOL.

Para quem não conhece a história do pó-de-arroz, faço aqui um breve resumo. Em 1914, alguns jogadores do America se desligaram do clube da Tijuca e foram para o Fluminense (dentre eles, o lendário Marcos Carneiro de Mendonça, primeiro goleiro da Seleção Brasileira e posteriormente presidente do Fluminense). Um dos atletas transferidos foi o mulato Carlos Alberto (sim, um mulato no "racista" Fluminense, antes ainda de o Vasco começar a jogar futebol, vejam só!). Carlos Alberto trouxe do America um costume curioso: passava pó-de-arroz no rosto antes das partidas. O motivo real não é consenso: a versão mais aceita é a de que ele tentava disfarçar a cor de sua pele, para se parecer mais com os outros futebolistas da época (quase todos, em todos os clubes, eram brancos). O amigo Marcos Carneiro de Mendonça conta outra história (vídeo abaixo):

Marcos Carneiro de Mendonça explicando a origem do "pó-de-arroz".

Em 13 de maio de 1914, no campo do Fluminense, jogavam o Tricolor e o America, e a torcida visitante provocou seu ex-atleta, gritando "pó-de-arroz" para ele. (O jogo terminou 1 a 1.) Com o passar dos anos, a torcida do Fluminense adotou o apelido, e o transformou em um dos símbolos do clube. Nos grandes jogos no Maracanã, nas décadas de 60 a 90, a recepção do time com o pó-de-arroz jogado nas arquibancadas sempre foi uma marca registrada da torcida tricolor. Após um período de proibição, o pó-de-arroz voltou em 2008, com notáveis aparições especialmente nos jogos da Copa Libertadores daquele ano.

Pó-de-arroz no Maracanã: um espetáculo lindo de se ver.

No Novo Maracanã, a festa do pó-de-arroz ainda não aconteceu, mas já há movimentações a respeito, por parte da torcida tricolor, com as aprovações do clube e do consórcio que administra o estádio. Provavelmente, voltará a ocorrer após a Copa do Mundo.

De forma covarde e mentirosa, o site UOL publicou a matéria associando o costume da torcida tricolor às recentes manifestações explícitas de racismo no futebol brasileiro. Uma comparação sem nenhum cabimento, já que nem mesmo a suposta "origem racista" do termo tem fundamento real, e a celebração do pó-de-arroz sempre foi festejada por todos os tricolores - brancos, pretos, mulatos, índios, amarelos, laranjas, verdes e grenás - nada tendo de racista ou preconceituosa.

O texto da matéria no UOL, que não é assinada, até cita a "versão tricolor" da história, mas ainda assim é um evidente exemplo de mau jornalismo. Até o momento da confecção deste post, ainda não havia sido publicado um pedido de desculpas ou uma retratação por parte do site.

Estamos de olho.

PCFilho

sexta-feira, 7 de março de 2014

Fluminense tem a melhor média de público do Campeonato Carioca 2014


Após 12 rodadas, o Fluminense tem a melhor média de público do Campeonato Carioca 2014 até aqui. Nos jogos com seu mando de campo, o Tricolor teve em média 9.416 pagantes. Levando em conta todos os jogos, a média do Flu é de 6.869 pagantes.

Contando apenas os jogos de cada clube como mandante, o ranking está assim:
1º. Fluminense - 9.416 pagantes.
2º. Flamengo - 8.304.
3º. Vasco - 7.152.
4º. Macaé - 1.777.
5º. Botafogo - 1.466.
6º. Friburguense - 1.380.
7º. Nova Iguaçu - 1.082.
8º. Volta Redonda - 1.031.
9º. Madureira - 779.
10º. Resende - 758.
11º. Bangu - 750.
12º. Cabofriense - 719.
13º. Audax Rio - 717.
14º. Duque de Caxias - 522.
15º. Bonsucesso - 473.
16º. Boavista - 426.

Contando todos os jogos do Campeonato, o ranking está assim:
1º. Fluminense - 6.869 pagantes.
2º. Flamengo - 6.058.
3º. Vasco - 4.511.
4º. Botafogo - 3.108.
5º. Boavista - 2.285.
6º. Bonsucesso - 1.796.
7º. Friburguense - 1.668.
8º. Nova Iguaçu - 1.662.
9º. Audax Rio - 1.531.
10º. Resende - 1.377.
11º. Duque de Caxias - 1.325.
12º. Macaé - 1.232.
13º. Cabofriense - 1.108.
14º. Volta Redonda - 962.
15º. Madureira - 921.
16º. Bangu - 735.

A média geral de público do Campeonato Carioca até aqui é de 2.393 pagantes.

Os quatro maiores públicos do Campeonato Carioca até aqui também são do Fluminense:
23/01 - Fluminense 1 x 1 Bonsucesso - 15.357 pagantes.
08/02 - Flamengo 0 x 3 Fluminense - 13.596 pagantes.
15/02 - Fluminense 4 x 1 Boavista - 13.582 pagantes.
23/02 - Fluminense 0 x 3 Botafogo - 13.298 pagantes.

PCFilho

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Jogo de sábado foi um dos Fla-Flus de menor público na história do Maracanã



Não à toa, o Fla-Flu é também conhecido como Clássico das Multidões, com números impressionantes e únicos no planeta. Somando os 386 jogos da história do confronto, o público total supera a incrível marca de 15 milhões de torcedores presentes, com média superior a 38.000 pessoas por jogo (isto colocando na conta os jogos disputados fora do Maracanã - contando apenas os clássicos do Maracanã, temos a espetacular média histórica de 59.000 pessoas por jogo!!!). Os Fla-Flus de 1963 e 1969 atraíram, cada um, quase 200 mil torcedores ao Maracanã (!!!), recordes mundiais absolutos.

E o Fla-Flu de sábado tinha alguns ingredientes para atrair um bom público: a liderança do Carioca estava em jogo, havia estreias programadas para os dois clubes, há a curiosidade em conhecer o "novo" Maracanã, etc. Entretanto, os preços pornográficos dos ingressos aliaram-se ao já existente medo da violência, e fizeram com que o jogo entrasse na lista dos piores públicos da história do clássico no Maracanã.

Dentre os Fla-Flus disputados no Maracanã ao longo da história, apenas 18 jogos atraíram menos gente ao Maracanã que o Fla-Flu de sábado. Quase todos eles eram duelos com pouca importância, amistosos, partidas de fases preliminares, com os clubes já eliminados ou com times reservas.

Confiram a lista com os menores públicos da história do Fla-Flu no Maracanã, em ordem crescente (para alguns, há apenas o dado de público pagante):
1) 23/06/1993 - Flamengo 1 x 1 Fluminense - 4.360 pagantes.
2) 16/12/1967 - Fluminense 1 x 4 Flamengo - 5.378 pagantes.
3) 16/11/1994 - Fluminense 3 x 0 Flamengo - 6.116 pagantes.
4) 09/06/2002 - Flamengo 1 x 4 Fluminense - 6.545 pagantes.
5) 17/11/1996 - Flamengo 3 x 1 Fluminense - 7.280 pagantes.
6) 23/06/1991 - Flamengo 2 x 1 Fluminense - 8.597 pagantes.
7) 05/05/2002 - Fluminense 1 x 2 Flamengo - 9.484 pagantes.
8) 04/06/1988 - Flamengo 0 x 0 Fluminense - 9.753 pagantes.
9) 27/08/1972 - Flamengo 0 x 0 Fluminense - 10.351 pagantes.
10) 26/08/2009 - Flamengo 1 x 1 Fluminense - 12.278 presentes (10.539 pagantes).
11) 12/12/1971 - Fluminense 4 x 1 Flamengo - 12.387 pagantes.
12) 20/04/1997 - Fluminense 3 x 2 Flamengo - 13.815 pagantes.
13) 17/05/1997 - Fluminense 2 x 0 Flamengo - 14.612 pagantes.
14) 13/05/1967 - Flamengo 1 x 1 Fluminense - 15.069 presentes (10.727 pagantes).
15) 12/08/2009 - Fluminense 0 x 0 Flamengo - 16.246 presentes (14.221 pagantes).
16) 29/03/2007 - Fluminense 2 x 1 Flamengo - 16.711 presentes (11.288 pagantes).
17) 22/04/1964 - Fluminense 1 x 1 Flamengo - 17.988 pagantes.
18) 23/06/1954 - Fluminense 1 x 0 Flamengo - 18.101 pagantes.
19) 08/02/2014 - Flamengo 0 x 3 Fluminense - 18.109 presentes (15.419 pagantes).
20) 04/06/1989 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 18.206 pagantes.
21) 04/02/1990 - Flamengo 1 x 1 Fluminense - 18.709 pagantes.
22) 10/12/1978 - Fluminense 1 x 2 Flamengo - 19.601 pagantes.
23) 05/02/1977 - Flamengo 3 x 1 Fluminense - 20.162 pagantes.
24) 01/09/1991 - Flamengo 1 x 2 Fluminense - 20.554 pagantes.
25) 31/10/1982 - Fluminense 1 x 0 Flamengo - 21.611 pagantes.
26) 14/03/1963 - Flamengo 2 x 0 Fluminense - 21.749 pagantes.
27) 30/11/1988 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 21.831 pagantes.
28) 01/06/2008 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 21.856 presentes (19.441 pagantes).
29) 27/02/1985 - Flamengo 0 x 0 Fluminense - 22.006 pagantes.
30) 16/06/1996 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 22.239 pagantes.
31) 27/03/1988 - Flamengo 0 x 1 Fluminense - 23.094 pagantes.
32) 11/02/1996 - Fluminense 1 x 2 Flamengo - 23.740 pagantes.
33) 28/05/2006 - Fluminense 1 x 0 Flamengo - 23.873 presentes (16.563 pagantes).
34) 16/03/1961 - Flamengo 0 x 2 Fluminense - 23.959 presentes (17.798 pagantes).
35) 15/02/1962 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 23.959 presentes (21.197 pagantes).
36) 05/04/1987 - Fluminense 0 x 0 Flamengo - 24.512 pagantes.
37) 13/01/1951 - Flamengo 5 x 2 Fluminense - 25.737 presentes (20.704 pagantes).
38) 15/11/1977 - Fluminense 2 x 1 Flamengo - 25.834 pagantes.

PCFilho
(matéria sugerida pelo amigo Marcello Neves; colaborações de Alexandre Magno Barreto Berwanger e Bruno Vargas Costa)

sábado, 25 de janeiro de 2014

Ranking da Timemania 2013


A Caixa Econômica Federal divulgou recentemente o ranking acumulado das apostas na Timemania em 2013 (tabela acima). Considero este levantamento um estimador muito melhor dos tamanhos reais das torcidas de cada clube que as frequentes pesquisas realizadas por amostragem, com metodologias questionáveis.

Houve algumas mudanças de posição em relação ao ranking de 2012, mas os doze grandes seguem nas doze primeiras posições, na seguinte ordem: Flamengo, Corinthians, São Paulo, Santos, Grêmio, Palmeiras, Vasco, Internacional, Botafogo, Atlético Mineiro, Fluminense e Cruzeiro. Além dos doze, o Bahia é o único a ultrapassar 2% das apostas, ocupando assim a 13ª colocação.

Dentre os times do Rio de Janeiro, o Flamengo aparece destacado no 1º lugar, com 6.816.531, equivalente a 5,41% do total de apostas. O Vasco é o 7º clube mais apostado do país, com 3.538.997 apostas (2,81%); o Botafogo é o 9º, com 3.412.018 apostas (2,71%); o Fluminense é o 11º, com 3.065.779 apostas (2,43%); o Bangu é o 35º, com 1.154.369 apostas (0,92%); o America é o 38º, com 1.142.836 apostas (0,91%); o Americano é o 61º, com 886.897 apostas (0,70%); e o Olaria é o 67º, com 838.469 apostas (0,67%).

PCFilho

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Mauro Cezar, você não tem culpa?

Tem certeza?



Que os dirigentes do Fluminense não poupem esforços para processar na Justiça este e todos os outros canalhas responsáveis por esta campanha nazista de ódio contra o clube.

Perguntar não ofende: como entender o sujeito inicialmente isentar o Fluminense de culpa (confiram aqui), e dias depois condená-lo de forma tão veemente, como nos trechos do vídeo acima? Como é que um jornalista pode mudar assim de opinião, tão rapidamente, como quem troca de roupa?

Feliz o país em que os jornalistas cumprem seus juramentos, comprometidos com a verdade, não omitindo, mentindo ou distorcendo informações...

PCFilho