A escadaria perto da biblioteca no campus da Universidade de Balamand, no Líbano, foi pintada para parecer uma pilha de livros clássicos, em ordem quase cronológica:
- A Epopeia de Gilgamesh;
- A República de Platão;
- Poesia [Diwān] (Abu al-Tayyib al-Mutanabbi);
- Epístola do Perdão [Risālat al-ghufrān] (Abī al-Alā al-Ma’arrī);
- A Divina Comédia (Dante Alighieri);
- Introdução à História Universal [Muqaddimah-i] (ibn Khaldūn);
- O Príncipe (Niccolò Machiavelli);
- Discurso do Método (René Descartes);
- Crítica da Razão Pura (Immanuel Kant);
- Fausto (Johann Wolfgang von Goethe);
- A Origem das Espécies (Charles Darwin);
- Os Irmãos Karamazov (Fyodor Dostoievski);
- Assim Falou Zaratustra (Friedrich Nietzsche);
- O Significado da Relatividade (Albert Einstein);
- O Profeta (Khalil Gibran);
- Os Dias [al-Ayyām] (Tāhā Husayn);
- Um Estudo de História (Arnold Toynbee);
- Cosmos (Carl Sagan);
- Uma Breve História do Tempo (Stephen Hawking);
- Os Desorientados (Amin Maalouf);
- A Estrada do Futuro (Bill Gates).
Já os visitantes da Universidade de Ciências Eötvös Loránd, em Budapeste, capital da Hungria, podem folhear um livro perpétuo, com "páginas" de água:
PCFilho
