O cenário é um ginásio lotado, 20 mil pessoas, para mais um jogo da NBA, a Liga Nacional de Basquete dos Estados Unidos.
A menina, 13 anos, foi a vencedora de um concurso, e estava ali para cantar Star Spangled Banner, o Hino Nacional Norte-Americano.
Afinada, ela começa bem. Até que, de repente, a letra some de sua mente.
A reação do público não é das melhores: alguns risos, algumas vaias. E a adolescente ali, sozinha, nervosa e desamparada.
E então surge o herói da noite. Mo Cheeks, técnico do Portland Trail Blazers, corre em direção à menina.
Ele começa a cantar, incentivando a garota, e trazendo de volta a voz do público.
A menina, então, retoma o ritmo, e vai até o final.
O ginásio aplaude efusivamente.
Mo acabava de mostrar que um simples e solitário ato de ajuda pode fazer toda a diferença.
Era o exemplo de um líder.
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