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quarta-feira, 14 de julho de 2021

Ficha Técnica: Cerro Porteño 0 x 2 Fluminense

Foto: Getty Images.

13/07/2021 - Cerro Porteño 0 x 2 Fluminense - Estádio General Pablo Rojas (Asunción)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, oitavas-de-final, jogo de ida.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Facundo Tello (Argentina).
Auxiliares: Cristian Navarro (Argentina) e Julio Fernández (Argentina).
Árbitro de vídeo (VAR): César Deischler (Chile).
Cerro Porteño: Jean Fernandes; Alberto Espínola (Fernando Romero, aos 36 do 2º tempo), Alexis Duarte, Rodrigo Delvalle e Alan Rodríguez; Mathias Villasanti [capitão], Rafael Carrascal (Damián Bobadilla, aos 20 do 2º tempo), Claudio Aquino e Mateus Gonçalves (Enzo Giménez, aos 20 do 2º tempo); Robert Morales (Adrián Martínez, aos 36 do 2º tempo) e Mauro Boselli (Luis Fariña, aos 43 do 2º tempo). Técnico: Francisco Arce.
Fluminense: Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, Luccas Claro e Egídio; André (Wellington, aos 45 do 2º tempo), Yago Felipe e Nenê [capitão] (Juan Cazares, aos 27 do 2º tempo); Caio Paulista (Kayky, aos 36 do 2º tempo), Abel Hernández (Lucca, aos 27 do 2º tempo) e Gabriel Teixeira (Luiz Henrique, no intervalo). Técnico: Roger Machado.
Gols:
0-1: Nenê, aos 3 do 2º tempo [assistência de Caio Paulista];
0-2: Egídio, aos 15 do 2º tempo [assistência de Caio Paulista].
Cartão amarelo: Alexis Duarte, aos 26 do 1º tempo.

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Este foi o 5º jogo entre Fluminense e Cerro Porteño na história. Agora são 4 vitórias do Fluminense e 1 empate no confronto direto (vide post História - Fluminense x Cerro Porteño). Dois jogadores do Cerro Porteño nesta partida - Claudio Aquino e Mateus Gonçalves - já atuaram pelo Fluminense.

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Este foi o 61º jogo do Fluminense na história da Copa Libertadores. São agora 30 vitórias, 14 empates e 17 derrotas, com 89 gols-pró e 62 gols-contra.

Esta foi a 14ª vitória do Fluminense como visitante na Copa Libertadores: Palmeiras (1971), Deportivo Galícia (1971), Deportivo Itália (1971), Libertad (2008), Atlético Nacional (2008), Argentinos Juniors (2011), Boca Juniors (2012), Zamora (2012), Arsenal de Sarandí (2012), Caracas (2013), Huachipato (2013), Independiente Santa Fe (2021), River Plate (2021) e Cerro Porteño (2021).

Para os detalhes técnicos de todas as campanhas do Fluminense na competição continental, vide post História - Fluminense na Copa Libertadores.

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Nenê se tornou o jogador mais velho (39 anos e 359 dias) a marcar um gol em um jogo de mata-mata da Copa Libertadores. Ele completará 40 anos no dia 19, véspera da partida de volta. O meia superou a marca de Carlos Angel López, que fez um gol aos 38 anos e 281 dias, nas oitavas-de-final da Copa Libertadores de 1991, pelo Bolívar, da Bolívia.

Foi o 28º gol de Nenê com a camisa do Fluminense, em seu 107º jogo pelo clube. Na partida, ele também acertou a trave em uma belíssima cobrança de falta, aos 28 do 1º tempo. O meia tricolor foi eleito o melhor jogador da partida pela Conmebol.

Foto: Getty Images.

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O gol do lateral-esquerdo Egídio foi o primeiro dele pelo Fluminense, em seu 65º jogo com a camisa do clube. Ele está mais acostumado a participar dos gols como garçom, tanto que já acumula 13 assistências desde que chegou ao Fluminense.

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No dia seguinte ao jogo, o Cerro Porteño solicitou à Conmebol a anulação da partida, devido ao erro da arbitragem na anulação de um gol do time. De fato, Mauro Boselli estava em posição legal. O VAR analisou a jogada, mas não poderia recomendar a validação do gol, uma vez que a arbitragem apitou o impedimento antes da conclusão do lance.

PCFilho

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A batalha de Assunção


Amigos, a batalha de Assunção entra para a história como mais uma bela vitória do Fluminense. No acanhado Estádio General Pablo Rojas, também conhecido como La Olla Azulgrana, a atmosfera era de guerra. Os torcedores paraguaios não pareciam desejar apenas a vitória do Cerro Porteño: aparentavam querer a morte dos tricolores.

No primeiro tempo, os jogadores paraguaios também pareciam desejar a morte dos brasileiros. Distribuíram bordoadas e pontapés a torto e a direito, sob os olhares complacentes do senhor Hector Baldassi. O juiz argentino, conforme era esperado, teve mais uma atuação desastrosa. Não bastasse a falta de disciplina com que conduzia a peleja, ignorou dois pênaltis cristalinos para o Fluminense, ainda no primeiro tempo. O primeiro foi um carrinho em Darío Conca, e o segundo foi um puxão em Maicon.

Mas o quadro tricolor foi guerreiro, e jogou com a alma indomável de um campeão. Do primeiro ao último minuto, o Fluminense jogou para a frente, jogou no ataque. O Cerro Porteño não viu a cor da bola. Foi um massacre tático, foi um massacre técnico, foi um massacre psicológico. O Fluminense venceu de todas as formas possíveis, ganhando até da arbitragem contrária.

Times normais, quando encaram um galinheiro incendiado como La Olla Azulgrana, costumam tremer da cabeça aos sapatos. Mas o Fluminense de 2009 não é um time normal. Os homens tricolores possuem uma gana inexcedível. Quando estava 0 a 0, olhei pela TV o rosto de Fred. E vi naquela face uma enorme insatisfação. Isso porque Fred queria a vitória. Ele só voltaria ao Rio com a vitória. Não havia outro resultado possível, que não o triunfo tricolor.

E foi então que o goleiro Rafael lançou. Fred dominou, girou, e arrancou para dentro da defesa oponente. Da entrada da área, desferiu o chute mortal: gol do Tricolor! Fluminense 1 a 0, e Fred satisfeito.

Domingo, não haverá uma cadeira vazia no Maracanã. A arrancada tricolor continua no Campeonato Brasileiro. O Fluminense conquistará mais uma bela vitória.

PC

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Vídeo da TV Globo com o pênalti não marcado sobre Conca, e o gol de Fred: