sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

História - Fluminense x Madureira




O Madureira é um dos adversários que o Fluminense mais enfrentou ao longo de sua história. Até hoje, foram 147 jogos. Em 105 ocasiões, o Tricolor das Laranjeiras venceu. Aconteceram também 28 empates e 14 vitórias do Madureira. O Fluminense assinalou 390 gols, contra 150 do Tricolor Suburbano.

Confiram a lista completa de resultados dos jogos entre Fluminense e Madureira:
03/10/1937 - Madureira 2 x 5 Fluminense - Domingos Lopes (Rio de Janeiro)
05/12/1937 - Fluminense 6 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
01/06/1938 - Fluminense 2 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
31/07/1938 - Madureira 0 x 1 Fluminense - Domingos Lopes (Rio de Janeiro)
25/09/1938 - Fluminense 3 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
04/12/1938 - Madureira 2 x 3 Fluminense - Domingos Lopes (Rio de Janeiro)
03/06/1939 - Madureira 3 x 3 Fluminense - São Januário (Rio de Janeiro)
27/08/1939 - Fluminense 2 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
26/11/1939 - Madureira 1 x 4 Fluminense - Figueira de Melo (Rio de Janeiro)
23/06/1940 - Madureira 4 x 7 Fluminense - Figueira de Melo (Rio de Janeiro)
15/09/1940 - Madureira 0 x 2 Fluminense - Teixeira de Castro (Rio de Janeiro)
08/12/1940 - Fluminense 2 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
15/06/1941 - Madureira 4 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
17/08/1941 - Fluminense 3 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
28/09/1941 - Madureira 1 x 5 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
01/11/1941 - Fluminense 6 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
08/03/1942 - Madureira 3 x 4 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
31/05/1942 - Madureira 1 x 4 Fluminense - Campos Sales (Rio de Janeiro)
02/08/1942 - Fluminense 1 x 4 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
25/04/1943 - Madureira 0 x 3 Fluminense - Campos Sales (Rio de Janeiro)
27/06/1943 - Madureira 2 x 3 Fluminense - Teixeira de Castro (Rio de Janeiro)
29/08/1943 - Fluminense 5 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
09/04/1944 - Madureira 1 x 1 Fluminense - General Severiano (Rio de Janeiro)
08/07/1944 - Fluminense 7 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
10/09/1944 - Madureira 1 x 3 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
03/06/1945 - Madureira 0 x 2 Fluminense - Teixeira de Castro (Rio de Janeiro)
26/08/1945 - Fluminense 3 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
28/10/1945 - Madureira 2 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
06/01/1946 - Madureira 3 x 3 Fluminense - Baenão (Belém/PA)
18/05/1946 - Madureira 3 x 6 Fluminense - General Severiano (Rio de Janeiro)
04/08/1946 - Fluminense 9 x 3 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
06/10/1946 - Madureira 3 x 6 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
13/04/1947 - Madureira 2 x 2 Fluminense - Gávea (Rio de Janeiro)
03/08/1947 - Madureira 3 x 4 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
19/10/1947 - Fluminense 3 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
03/04/1948 - Fluminense 3 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
29/05/1948 - Madureira 0 x 4 Fluminense - General Severiano (Rio de Janeiro)
18/07/1948 - Madureira 1 x 1 Fluminense - Teixeira de Castro (Rio de Janeiro)
10/10/1948 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
18/09/1949 - Madureira 1 x 4 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
10/12/1949 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
03/09/1950 - Madureira 2 x 0 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
29/10/1950 - Fluminense 3 x 3 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
29/04/1951 - Madureira 1 x 6 Fluminense - São Januário (Rio de Janeiro)
26/08/1951 - Madureira 0 x 4 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
04/11/1951 - Fluminense 3 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
07/09/1952 - Madureira 1 x 3 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
23/11/1952 - Fluminense 1 x 2 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
09/08/1953 - Madureira 0 x 0 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
01/11/1953 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
07/11/1954 - Fluminense 3 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
02/01/1955 - Madureira 1 x 8 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
21/08/1955 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
27/11/1955 - Madureira 2 x 4 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
19/08/1956 - Madureira 1 x 3 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
04/11/1956 - Fluminense 3 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
17/08/1957 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
19/10/1957 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
09/08/1958 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/10/1958 - Fluminense 0 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
06/09/1959 - Madureira 0 x 4 Fluminense - São Januário (Rio de Janeiro)
12/12/1959 - Fluminense 2 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
17/09/1960 - Fluminense 5 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
12/11/1960 - Madureira 0 x 5 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
03/09/1961 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Rua Bariri (Rio de Janeiro)
31/05/1962 - Madureira 0 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
22/09/1962 - Fluminense 4 x 0 Madureira - São Januário (Rio de Janeiro)
16/12/1962 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
30/06/1963 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
28/09/1963 - Madureira 1 x 5 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/07/1964 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
05/10/1964 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
02/10/1966 - Fluminense 3 x 2 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
02/09/1967 - Fluminense 0 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
31/03/1968 - Madureira 0 x 0 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
16/05/1968 - Fluminense 2 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
15/03/1969 - Madureira 1 x 6 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
04/04/1970 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
08/07/1970 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
29/08/1970 - Madureira 1 x 5 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/04/1972 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
10/03/1973 - Fluminense 0 x 0 Madureira - São Januário (Rio de Janeiro)
14/08/1974 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
28/09/1974 - Madureira 1 x 0 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
16/11/1974 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/03/1975 - Fluminense 3 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
07/06/1975 - Madureira 0 x 3 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
19/07/1975 - Madureira 1 x 3 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
03/04/1976 - Fluminense 4 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
03/04/1977 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
23/07/1977 - Madureira 0 x 6 Fluminense - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
17/09/1978 - Madureira 2 x 4 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
16/11/1978 - Fluminense 4 x 0 Madureira - São Januário (Rio de Janeiro)
11/07/1979 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
18/06/1981 - Madureira 1 x 0 Fluminense - General Severiano (Rio de Janeiro)
08/08/1981 - Fluminense 2 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
04/11/1981 - Madureira 0 x 2 Fluminense - Marechal Hermes (Rio de Janeiro)
31/07/1982 - Madureira 1 x 3 Fluminense - São Januário (Rio de Janeiro)
09/10/1982 - Fluminense 3 x 0 Madureira - São Januário (Rio de Janeiro)
24/06/1992 - Fluminense 1 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
30/09/1992 - Madureira 1 x 1 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
21/10/1992 - Fluminense 3 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
06/03/1994 - Madureira 0 x 0 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
28/01/1995 - Madureira 1 x 0 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
24/02/1995 - Fluminense 3 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
07/02/1996 - Madureira 1 x 1 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
24/03/1996 - Fluminense 4 x 2 Madureira - São Januário (Rio de Janeiro)
26/05/1996 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
26/03/1997 - Madureira 2 x 1 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
03/04/1997 - Fluminense 1 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
29/03/1998 - Fluminense 2 x 0 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
01/05/1998 - Madureira 1 x 0 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
13/03/1999 - Fluminense 2 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
02/05/1999 - Madureira 2 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
30/03/2000 - Fluminense 3 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/05/2000 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
28/01/2001 - Madureira 2 x 3 Fluminense - Giulite Coutinho (Mesquita)
18/03/2001 - Fluminense 5 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
07/02/2002 - Fluminense 0 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
26/05/2002 - Madureira 0 x 3 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
12/02/2003 - Fluminense 4 x 1 Madureira - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
25/01/2004 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
23/01/2005 - Fluminense 3 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
18/02/2006 - Madureira 2 x 1 Fluminense - Conselheiro Galvão (Rio de Janeiro)
24/03/2007 - Madureira 1 x 0 Fluminense - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
06/04/2008 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Giulite Coutinho (Mesquita)
28/01/2018 - Madureira 1 x 2 Fluminense - Los Larios (Duque de Caxias)
30/01/2019 - Fluminense 4 x 0 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/03/2020 - Fluminense 5 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
25/04/2021 - Fluminense 4 x 1 Madureira - Maracanã (Rio de Janeiro)
30/01/2022 - Madureira 0 x 1 Fluminense - Raulino de Oliveira (Volta Redonda)
22/01/2023 - Madureira 0 x 1 Fluminense - Kléber Andrade (Cariacica)
17/02/2024 - Madureira 0 x 1 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)

Fora das estatísticas consideradas neste blog, houve também os seguintes jogos de curta duração, válidos pelo antigo Torneio Início do Campeonato Carioca (os jogos de 1941 e 1943 foram as decisões):
29/03/1942 - Madureira 1 x 0 Fluminense - São Januário (Rio de Janeiro)
26/03/1944 - Madureira 1 x 1 Fluminense [escanteios 2 x 0] - São Januário (Rio de Janeiro)

Observação: como o Fluminense considera as partidas do Torneio Início em suas estatísticas oficiais, o clube contabiliza 2 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 6 gols-pró e 3 gols-contra a mais que este blog.

PCFilho
(com as colaborações de Alexandre Magno Barreto Berwanger, Ricardo de Freitas Lima e Thiago Gomes)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estreias ruins, finais apoteóticos



Amigos, a Copa Libertadores está recheada de histórias de superação. Várias equipes que começaram mal, tropeçaram quando podiam, e terminaram cobertas de glórias.

Em 2009, o Estudiantes de La Plata estreou na fase de grupos com uma ducha de água fria: derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro, no Mineirão. Meses depois, Verón erguia a Copa Libertadores da América, sob o mesmo céu estrelado de Belo Horizonte.

Em 2008, a LDU Quito estreou na Copa enfrentando o Fluminense, em casa. Mesmo tendo a altitude a seu favor, os equatorianos não conseguiram mais que um empate sem gols. A decepção não abateu a equipe, que seguiu em frente, e acabou campeã, nos pênaltis, contra o mesmo Fluminense, no Maracanã.

Em 2000, o Boca Juniors iniciou sua jornada com uma derrota inesperada: 1 a 0 para o Blooming, na Bolívia. Poucos meses depois, os argentinos davam a volta olímpica no Morumbi, após bater, nos pênaltis, o Palmeiras.

Em 1998, o Vasco perdeu para o Grêmio (1 a 0 em Porto Alegre), e foi ao México enfrentar Chivas Guadalajara (derrota por 1 a 0) e América (empate em 1 a 1). Com um ponto em nove disputados, os cariocas eram dados como eliminados. Mas nos três jogos no Rio, sete pontos conquistados levaram o Vasco à segunda fase. Semanas depois, a Copa Libertadores entrou para a galeria de São Januário.

Em 1997, o Cruzeiro começou perdendo no Mineirão: 2 a 1 para o Grêmio. Depois, foi ao Peru e voltou com duas derrotas, para Alianza Lima e Sporting Cristal. Com três derrotas em três jogos, o desânimo era inevitável. Mas nos três jogos seguintes veio a reação: vitórias sobre o Grêmio em Porto Alegre, e sobre os peruanos em Belo Horizonte. Semanas depois, contra o mesmo Sporting Cristal, no Mineirão, veio a glória.

Em 1995, o Grêmio estreou com derrota para o Palmeiras, em São Paulo, e depois só empatou com o Emelec, no Equador. A campanha gremista terminou com a Copa Libertadores erguida aos céus de Medellín, após o triunfo contra o Atlético Nacional.

Em 1994, o Vélez Sarsfield começou apenas empatando em casa, contra o Boca Juniors. Duzentos dias depois, Chilavert e companhia davam a volta olímpica no Morumbi, após uma dramática vitória nos pênaltis contra o então bicampeão São Paulo.

Em 1993, o São Paulo já entrou nas oitavas, por ser o campeão do ano anterior. A estreia foi muito ruim: Newell's Old Boys 2 a 0, na Argentina. Mas a equipe de mestre Telê teve calma, e conseguiu fazer 4 a 0 no Morumbi. Acabou bicampeã.

Em 1992, o São Paulo estreou surpreendido pelo incrível Criciúma, perdendo por 3 a 0 em Santa Catarina. O tropeço inicial não impediu que, meses depois, a Copa Libertadores fosse conquistada pelos paulistas.

Em 1989, o Atlético Nacional iniciou sua campanha com três empates como visitante, e uma derrota para o Millonarios em casa. Porém, duas vitórias garantiram a classificação. Na final, em uma reação heróica contra o Olimpia, os colombianos saíram campeões.

Em 1985, o Argentinos Juniors começou com derrota para o Ferro Carril Oeste. Mas veio ao Rio de Janeiro e obteve duas vitórias heróicas, contra Vasco e Fluminense. Acabou classificado e, posteriormente, campeão da Libertadores.

Em 1983, o Grêmio começou empatando em casa contra o Flamengo. Mas foi à Bolívia, venceu seus dois compromissos, e depois continuou sua ascensão rumo à glória, contra o Peñarol, em Porto Alegre.

Em 1975, o então tricampeão Independiente já começou nas semifinais, que eram triangulares. Nos dois primeiros jogos, duas derrotas por 2 a 0, para Rosário Central e Cruzeiro, como visitante. Nas duas partidas seguintes, em Avellaneda, duas expressivas vitórias, e a vaga na final foi conquistada. Na decisão, começo com derrota, para o Unión Española, do Chile. Mas duas vitórias nos jogos seguintes deram o tetra ao Independiente.

Em 1966, o Peñarol iniciou muito mal sua campanha: derrota de 4 a 0 para o Nacional, seu maior rival. No segundo jogo, novo tropeço: 1 a 0 para o Jorge Wilstermann, em Cochabamba. Porém, nos quinze jogos seguintes, foram treze vitórias, que acabaram conduzindo a equipe uruguaia à sua terceira Copa Libertadores.

PC

Wagner do Nascimento Magalhães apitará Madureira x Fluminense


Amigos, apitará Madureira x Fluminense, no Estádio Raulino de Oliveira, domingo às 17:00, o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães. Ele será auxiliado por Rodrigo Pereira Joia e Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa.

Até hoje, Wagner do Nascimento Magalhães apitou apenas dois jogos do Fluminense, ambos válidos pelo Campeonato Carioca:

Resenha: Tricolor 2 x 2 Argentinos Juniors


Amigos, começou a jornada do Fluminense na Copa Libertadores da América: o primeiro resultado foi um empate com o Argentinos Juniors, no Estádio Olímpico João Havelange. A batalha transcorreu assim: os argentinos fizeram 1 a 0, e o Fluminense empatou. Os argentinos marcaram 2 a 1, e o Tricolor mais uma vez empatou. Nenhum vencedor, nenhum vencido.

Como já era de se esperar, a equipe visitante fez muita cera. Como também já era de se esperar, a frouxa arbitragem sul-americana foi conivente com o triste anti-jogo. Dos noventa minutos de jogo, acreditem, a bola ficou parada em cinquenta, sobrando assim apenas quarenta minutos de bola rolando. (O número mágico recomendado pela FIFA é de sessenta!) O principal responsável pela cera foi o goleiro Navarro, que levou apenas um cartão amarelo pelo lamentável expediente.

Os personagens do jogo, com a bola rolando, foram o argentino Niell e o brasileiro Rafael Moura: os autores dos dois gols de cada equipe. Estiveram, ambos, em noite iluminada: a bola parecia tê-los escolhido. E talvez tenha mesmo.

A pior atuação da noite, excluindo a do conivente árbitro Carlos Torres, foi a do goleiro tricolor Diego Cavalieri. No momento em que o jogo estava indefinido, ele falhou decisivamente, sofrendo o segundo gol em bola cruzada na pequena área. É bom lembrar que Ricardo Berna, o antigo titular, assumiu a posição em um momento complicado, e não perdeu um jogo sequer. Mais: foi fundamental na conquista do Brasileirão, com atuações memoráveis, especialmente contra o Internacional no Beira-Rio e contra o Guarani no Engenhão.

A Copa Libertadores não costuma perdoar tropeços em casa. Mas isto não significa que o Fluminense já esteja eliminado. Muito pelo contrário: nós tricolores sabemos bem que somos o time do impossível, o time do último minuto, o time do inconcebível.

De qualquer forma, daqui a duas semanas será absolutamente necessário um triunfo contra o Nacional do Uruguai, também no Estádio Olímpico João Havelange. Teremos mais uma noite de América, e faço desde já o alerta: o Fluminense precisará de sua torcida. A diretoria precisa reduzir o preço dos ingressos, porque os oitenta reais se mostraram hoje caros demais. São a única explicação para o público de apenas quinze mil pessoas no Engenhão.

PC

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Libertadores - Cinco gols de uma vez

Guayaquil, Equador, 22 de fevereiro de 1962.

Era um jogo da fase de grupos da terceira Copa Libertadores da América. Quarenta mil espectadores aguardavam ansiosos, no Estádio Modelo, o confronto entre o Emelec e a Universidad Católica do Chile. Para seguir vivo, o Emelec precisava da vitória, mas não seria nada fácil. Doze dias antes, em Santiago, a Universidad Católica vencera por 3 a 0. Começa o jogo e, ainda no primeiro tempo, os chilenos abrem 2 a 0. Os equatorianos não desistem e logo empatam, com Vicente Lecaro (cobrando pênalti) e Jorge Bolaños.

E aí então apareceria o primeiro grande recordista individual da Copa Libertadores: Enrique Raymondi. El Maestrito, como era chamado, viveria uma tarde memorável, assinalando nada menos que cinco gols. E ele ainda conta mais: "depois anotei o sexto, legítimo, mas o árbitro Correa, do Uruguai, anulou, dizendo que eu já havia feito cinco, e estava bom".

A vitória por 7 a 2, de virada, manteve o Emelec vivo, mas não foi suficiente para classificar a equipe equatoriana à semifinal. Uma semana depois, o Emelec perdeu por 3 a 1 para o Millonarios, em Bogotá, e deu adeus à Copa: a Universidad Católica foi à semifinal, com um ponto a mais que os equatorianos.

Enrique Raymondi acabou como artilheiro daquela Libertadores, com seis gols, ao lado do brasileiro Coutinho, do Santos, e do também equatoriano Alberto Pedro Spencer, do Peñarol.

O recorde de Raymondi só foi superado em 1985, quando o argentino Juan Carlos Sánchez assinalou 6 gols no mesmo jogo (07/03/1985 - Blooming/BOL 8 x 0 Deportivo Itália/VEN). Outros quatro atletas igualaram o feito de Raymondi, assinalando cinco gols na mesma partida: o equatoriano Alberto Pedro Spencer (07/07/1963 - Peñarol/URU 9 x 1 Everest/EQU), o argentino Raúl Castronovo (22/03/1971 - Peñarol/URU 9 x 0 The Strongest/BOL), o brasileiro Fernando Baiano (10/03/1999 - Corinthians/BRA 8 x 2 Cerro Porteño/PAR), e o argentino Alfredo David Moreno (22/03/2000 - Boca Juniors/ARG 6 x 1 Blooming/BOL).

PC

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Noite de América


"O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas", disse uma vez José Saramago.

Rio de Janeiro, madrugada de três de julho de 2008: a torcida tricolor deixa o Maracanã silenciosa, quase muda. Aquelas pessoas acabavam de participar de um dos grandes momentos da história do Fluminense. A derrota na final da Copa Libertadores, após a épica campanha, feria cada coração pó-de-arroz. Mas havia sido também uma demonstração da grandeza do Fluminense.

Uma demonstração da grandeza da torcida, que não desistiu em momento nenhum, nem mesmo quando o Fluminense perdia por três gols de diferença.

Uma demonstração da grandeza do time, que conseguiu tirar a imensa diferença no placar (pela primeira vez na história das finais da Copa).

Uma demonstração da grandeza do clube, que dez anos após o rebaixamento para a terceira divisão, saía de cabeça erguida como vice-campeão da América.

A derrota doeu, doeu muito. Malditas disputas de pênaltis, que podem ser tudo, menos futebol. Maldito árbitro, que nos garfou em pleno Maracanã. Maldita altitude, que nos sufocou naqueles quarenta e cinco minutos.

Mas dizia eu no começo que as derrotas não são definitivas. Três anos depois, a Copa Libertadores volta a sorrir, com a presença do Fluminense em sua tabela.

A Copa Libertadores volta a sorrir, com a encantadora possibilidade de envelhecer para sempre na Rua Álvaro Chaves, em tão numerosa companhia.

Esta quarta-feira é noite de América. O ingresso está caro, bem caro. Mas o Fluminense precisa de número, e então vivos, doentes e mortos subirão as rampas do Estádio Olímpico João Havelange. E essas almas verão o Fluminense iniciar uma de suas mais gloriosas jornadas em todos os tempos.

PC

A magia está de volta


(vídeo editado por Sandro Carvalho)

PC

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Inscritos do Fluminense na Copa Libertadores da América


Eis a lista de inscritos do Fluminense para a primeira fase da Libertadores de 2011:
1. Diego Cavalieri (BRA) (GK)
2. Mariano (BRA)
3. Gum (BRA)
4. Leandro Euzébio (BRA)
5. Edinho (BRA)
6. Carlinhos (BRA)
7. Marquinho (BRA)
8. Diguinho (BRA)
9. Fred (BRA) (C)
10. Emerson (BRA)
11. Darío Conca (ARG)
12. Ricardo Berna (BRA) (GK)
13. Digão (BRA)
14. Willians (BRA)
15. André Luís (BRA)
16. Júlio César (BRA)
17. Valencia (COL)
18. Rodriguinho (BRA)
19. Rafael Moura (BRA)
20. Deco (POR/BRA)
21. Souza (BRA)
22. Rafael (BRA) (GK)
23. Fernando Bob (BRA)
24. Tartá (BRA)
25. Araújo (BRA)

Se o Fluminense se classificar para as oitavas-de-final, terá direito a trocar três desses nomes. Depois, a cada início de fase haverá o direito a três trocas. As últimas trocas poderão ser realizadas até 48 horas antes da primeira semifinal.

Se um goleiro comprovadamente sofrer lesão séria, pode ser substituído por outro durante o transcorrer de toda a Copa.

História - Fluminense x Times Argentinos



Amigos, nesta quarta-feira o Fluminense estreia na Copa Libertadores da América de 2011, contra o Argentinos Juniors, no Estádio Olímpico João Havelange.

Os dois clubes já se enfrentaram três vezes, uma no Torneio de Verão de 1973, e duas na Libertadores de 1985:
01/02/1973 - Fluminense 1 x 1 Argentinos Juniors/ARG - São Januário (Rio de Janeiro)
05/08/1985 - Fluminense 0 x 1 Argentinos Juniors/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
23/08/1985 - Argentinos Juniors/ARG 1 x 0 Fluminense - Estádio do Ferro Carril Oeste (Buenos Aires/ARG)

O retrospecto geral do Fluminense contra equipes argentinas tem 28 jogos, com 9 vitórias, 7 empates e 12 derrotas:
11/07/1937 - Fluminense 3 x 0 Combinado Becar-Varella/ARG - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
01/02/1941 - Independiente/ARG 4 x 1 Fluminense - Gasómetro de Boedo (Buenos Aires/ARG)
09/02/1941 - Combinado de Rosário/ARG 4 x 1 Fluminense - El Colosso del Parque (Rosário/ARG)
12/02/1941 - Huracán/ARG 4 x 1 Fluminense - Gasómetro de Boedo (Buenos Aires/ARG)
18/02/1941 - San Lorenzo/ARG 4 x 2 Fluminense - Campo do Chacaritas (Buenos Aires/ARG)
27/10/1948 - Fluminense 3 x 2 Racing/ARG - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
31/01/1952 - Fluminense 2 x 3 Racing/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/07/1956 - Boca Juniors/ARG 3 x 1 Fluminense - Gasómetro de Boedo (Buenos Aires/ARG)
24/01/1960 - San Lorenzo/ARG 1 x 3 Fluminense - Olímpico Universitáro (Cidade do México)
23/02/1964 - River Plate/ARG 2 x 1 Fluminense - El Campín (Bogotá/COL)
26/01/1972 - Fluminense 0 x 0 River Plate/ARG - Fonte Nova (Salvador)
03/02/1972 - Fluminense 2 x 0 River Plate/ARG - General Severiano (Rio de Janeiro)*
28/01/1973 - Fluminense 1 x 0 Atlanta/ARG - São Januário (Rio de Janeiro)
01/02/1973 - Fluminense 1 x 1 Argentinos Juniors/ARG - São Januário (Rio de Janeiro)
01/02/1980 - Córdoba/ARG 0 x 2 Fluminense - Chateau Carrera (Córdoba/ARG)
27/05/1981 - Fluminense 1 x 1 River Plate/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
05/08/1985 - Fluminense 0 x 1 Argentinos Juniors/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
20/08/1985 - Ferro Carril Oeste/ARG 1 x 0 Fluminense - Estádio do Ferro Carril Oeste (Buenos Aires/ARG)
23/08/1985 - Argentinos Juniors/ARG 1 x 0 Fluminense - Estádio do Ferro Carril Oeste (Buenos Aires/ARG)
27/08/1985 - Fluminense 0 x 0 Ferro Carril Oeste/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
14/09/2005 - Fluminense 3 x 1 Banfield/ARG - São Januário (Rio de Janeiro)
28/09/2005 - Banfield/ARG 0 x 0 Fluminense - Florencio Sola (Buenos Aires/ARG)
28/09/2006 - Fluminense 1 x 1 Gimnasia y Esgrima/ARG - Maracanã (Rio de Janeiro)
11/10/2006 - Gimnasia y Esgrima/ARG 2 x 0 Fluminense - Ciudad de La Plata (La Plata/ARG)
09/04/2008 - Arsenal de Sarandí/ARG 2 x 0 Fluminense - Julio Grondona (Sarandí/ARG)
28/05/2008 - Boca Juniors/ARG 2 x 2 Fluminense - El Cilindro (Buenos Aires/ARG)
* O jogo de 03/02/1972 só foi disputado até os 30 minutos do segundo tempo, devido a uma briga generalizada em campo.

Em 1941, houve um jogo curto, de 20 minutos, nos moldes do antigo Torneio Início:
21/02/1941 - Combinado de Rosário/ARG 0 x 0 Fluminense [PK 4x3] - Campo do Chacaritas (Buenos Aires/ARG)

Abaixo, as fichas técnicas dos dois confrontos contra o Argentinos Juniors pela Copa Libertadores de 1985:

05/08/1985 - FLUMINENSE 0 x 1 ARGENTINOS JUNIORS
Motivo: Copa Libertadores da América de 1985.
Local: Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro).
Público: 28.803 pagantes.
Renda: Cr$ 259.807.000,00.
Árbitro: Ramón Barreto (Uruguai).
FLUMINENSE: Paulo Victor; Aldo, Duílio, Vica e Branco; Jandir, Delei (Leomir) e Assis; Romerito, Washington e Tato. Técnico: Nelsinho.
ARGENTINOS JUNIORS: Vidallé (C. R. Mendoza); Vifialba, J. L. Pavoni, Olguín e Domenech; S. D. Batista, Videla e Commisso (Lemme); J. A. Castro, Borghi e Ereros.
Gol: Lemme (Argentinos Juniors).
Expulsos: Branco, Aldo (Fluminense); J. A. Castro (Argentinos Juniors).

23/08/1985 - ARGENTINOS JUNIORS 1 x 0 FLUMINENSE
Motivo: Copa Libertadores da América de 1985.
Local: Estádio do Ferro Carril Oeste (Buenos Aires)
Público: 6.790 pagantes.
Renda: 8.370 Australes.
Árbitro: Luiz La Rosa (Uruguai).
ARGENTINOS JUNIORS: C. R. Mendoza; Villalba, Pellegrini, Olguín e Domenech; Lemme, S. D. Batista e Videla; J. A. Castro, Borghi e Ereros.
FLUMINENSE: Paulo Victor; Aldo, Ricardo, Vica e Branco; Leomir, Rogério e Renê (Duílio); Wilsinho (Washington), Assis e Tato. Técnico: Roberto Pinto.
Gol: Videla (Argentinos Juniors).

PC

Carlos Torres apitará Fluminense x Argentinos Juniors


Amigos, o responsável por apitar Fluminense x Argentinos Juniors, quarta-feira, no Estádio Olímpico João Havelange, será o paraguaio Carlos Torres. Ele será auxiliado por Nicolás Yegros e César Franco, ambos também do Paraguai. O quarto árbitro será o carioca Gutemberg de Paula Fonseca, que apitou o último Fluminense x Botafogo.

Até hoje, Torres apitou 3 partidas do Tricolor:

PC

História - Brasil x França



Em 2011, a Seleção Brasileira jogou um amistoso contra a França, no Stade de France. Os anfitriões venceram por 1 a 0, gol de Benzema. Em 2013, a Seleção deu o troco, vencendo a França por 3 a 0 na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, gols de Oscar, Hernanes e Lucas. Em 2015, novamente no Stade de France, a Seleção venceu por 3 a 1.

Até hoje, Brasil e França se enfrentaram 16 vezes. Foram 7 vitórias brasileiras, 4 empates e 5 triunfos franceses. A Seleção marcou 27 gols e sofreu 20. Confiram a lista completa dos jogos:
28/04/1963 - França 2 x 3 Brasil - Stade Olympique (Colombes/FRA)
30/06/1977 - Brasil 2 x 2 França - Maracanã (Rio de Janeiro)
01/04/1978 - França 1 x 0 Brasil - Parc des Princes (Paris/FRA)
15/05/1981 - França 1 x 3 Brasil - Parc des Princes (Paris/FRA)
26/08/1992 - França 0 x 2 Brasil - Parc des Princes (Paris/FRA)
03/06/1997 - França 1 x 1 Brasil - Stade de Gerland (Lyon/FRA)
12/07/1998 - França 3 x 0 Brasil - Stade de France (Saint-Denis/FRA)
07/06/2001 - França 2 x 1 Brasil - World Cup Stadium (Suwon/COR)
20/05/2004 - França 0 x 0 Brasil - Stade de France (Saint-Denis/FRA)
01/07/2006 - França 1 x 0 Brasil - Waldstadion (Frankfurt/ALE)
09/02/2011 - França 1 x 0 Brasil - Stade de France (Saint-Denis/FRA)
09/06/2013 - Brasil 3 x 0 França - Arena do Grêmio (Porto Alegre)
26/03/2015 - França 1 x 3 Brasil - Stade de France (Saint-Denis/FRA)

PCFilho

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Resenha: Tricolor 2 x 3 Botafogo


Amigos, terminou a série invicta do Fluminense, que já durava quase quatro meses (foram 14 jogos, com 10 vitórias e 4 empates). No eletrizante Clássico Vovô, o Botafogo saiu vitorioso, por três gols a dois, e retomou a liderança do grupo na Taça Guanabara.

O primeiro gol foi do quadro de General Severiano, numa excelente cobrança de falta de Renato Cajá. No entanto, o Fluminense soube reagir, e logo empatou com Rafael Moura, de cabeça, após escanteio bem cobrado por Souza.

E então começou a agir o grande personagem da noite: o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca. Em um exagero descabido, o juiz expulsou o tricolor Valencia, em lance que talvez nem tenha sido falta. Porém, mesmo com um a menos, o Fluminense conseguiu virar o jogo, com mais um tento de Rafael Moura. Logo em seguida, Gutemberg expulsou corretamente o alvinegro Marcelo Mattos. E o eletrizante primeiro tempo terminou 2 a 1 para o Tricolor.

Na etapa complementar, o árbitro conseguiu piorar sua atuação. Em jogada de empurra-empurra dentro da área, assinalou pênalti de Rafael Moura em Loco Abreu. O uruguaio cobrou com cavadinha, para a defesa de Diego Cavalieri. Trinta segundos depois (!!!), Gutemberg inventa outro pênalti para o Botafogo, em lance que beira ao ridículo. Desta vez, Abreu converte a cobrança. Nesta hora, sentei na arquibancada e fiquei pensando comigo mesmo: quantos pênaltis Gutemberg teria a coragem de assinalar, até que o Botafogo empatasse a partida? Será que ele marcaria três, quatro ou até dezessete pênaltis?

Pouco depois, Renato Cajá deu excelente passe para Herrera, que venceu Cavalieri com um chute forte: Botafogo 3 a 2. O Fluminense ainda atacaria bastante, mas não conseguiria vazar a meta de Jefferson, que estava em noite inspirada. O placar final, infelizmente, contou com a influência decisiva da péssima arbitragem.

Quarta-feira é noite de América, amigos. O Fluminense volta à Libertadores, e tentará reescrever a história de três anos atrás, desta vez com final feliz. O campeão de direito começa a lutar para ser campeão de fato. Nos vemos no Estádio Olímpico João Havelange!

PC