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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

América do México 1 x 2 Guangzhou Evergrande - Melhores Momentos

Com uma virada dramática, o Guangzhou Evergrande venceu o América do México por 2 a 1 neste domingo 13, no Estádio Nagai, em Osaka, no Japão, e está classificado para a semifinal do Mundial de Clubes da FIFA. O grande destaque do jogo foi o volante brasileiro Paulinho, que fez a jogada do primeiro gol dos chineses e marcou o segundo. Confiram os melhores momentos, no vídeo da FIFA:



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Na semifinal do Mundial de Clubes, o Guangzhou Evergrande enfrentará o Barcelona, da Espanha.

PCFilho

domingo, 13 de dezembro de 2015

América do México x Guangzhou Evergrande - Transmissão ao vivo (13/12/2015, Mundial FIFA)


Neste domingo, dia 13 de dezembro, às 5:00 da manhã, horário de Brasília, no Estádio Nagai, em Osaka, no Japão, o América do México e o Guangzhou Evergrande da China se enfrentam em partida válida pelas quartas-de-final do Mundial de Clubes da FIFA de 2015.

O jogo entre o quadro mexicano e a equipe chinesa será transmitido ao vivo para o Brasil pelos canais de TV por assinatura Fox Sports e Sportv.

O América do México está disputando o Mundial de Clubes por ter sido o campeão da Liga dos Campeões da Concacaf. Já o Guangzhou Evergrande conquistou a Liga dos Campeões da Ásia.

O vencedor do confronto entre América do México e Guangzhou Evergrande enfrentará, na semifinal do Mundial de Clubes da FIFA, o poderoso Barcelona, da Espanha. A outra semifinal será disputada entre o River Plate, da Argentina, e o vencedor do duelo entre o Sanfrecce Hiroshima, do Japão, e o Mazembe, da República Democrática do Congo.

O Guangzhou Evergrande tem um plantel recheado de atletas brasileiros: os meias Renê Júnior e Paulinho, e os atacantes AlanElkeson, Ricardo Goulart e Robinho. Além deles, no comando técnico do clube chinês está o treinador Luiz Felipe Scolari, auxiliado pelos compatriotas Murtosa, Ivo Wortmann, Carlos Pracidelli e Darlan Schneider.

PCFilho

sábado, 29 de novembro de 2014

Camisas do América do México em homenagem a Roberto Bolaños, o Chaves


O América do México, tradicional clube de futebol daquele país, perdeu seu torcedor mais ilustre, o artista Roberto Bolaños, falecido ontem. Ele era apaixonado por futebol, e especificamente pelo clube da capital.

A bela homenagem acima foi prestada por um fã brasileiro, chamado Marcelo Morato, que desenhou duas camisas especiais do clube, em referência aos personagens mais famosos de Bolaños: o Chaves e o Chapolin Colorado.

Bem que o América poderia fabricar de fato os uniformes e jogar pelo menos uma partida com eles, né? :)

#RIPChaves

PCFilho

domingo, 11 de março de 2012

História - Corinthians x Times Mexicanos



Segue abaixo a lista de jogos do Corinthians contra equipes mexicanas ao longo da história. São 15 partidas, com 8 vitórias, 2 empates e 5 derrotas. As linhas em negrito indicam jogos válidos pela Copa Libertadores da América:
20/11/1981 - América do México 0 x 2 Corinthians - Estádio de Pachuca (Pachuca, México)
31/08/1982 - Corinthians 3 x 2 Atlante - Coliseum Stadium (Los Angeles, EUA)
31/08/1985 - Corinthians 1 x 1 Seleção do México - Spartan Stadium (San Jose, EUA)
16/02/2000 - América do México 2 x 0 Corinthians - Azteca (Cidade do México)
05/04/2000 - Corinthians 2 x 1 América do México - Pacaembu (São Paulo)
05/02/2003 - Corinthians 1 x 0 Cruz Azul - Pacaembu (São Paulo)
26/03/2003 - Cruz Azul 3 x 0 Corinthians - Estádio Azul (Cidade do México)
19/10/2005 - Corinthians 2 x 1 Pumas UNAM - Pacaembu (São Paulo)
09/11/2005 - Pumas UNAM 3 x 0 Corinthians - Olímpico (Cidade do México)
09/03/2006 - Tigres 2 x 0 Corinthians - Estádio Universitário (Monterrey, México)
22/03/2006 - Corinthians 1 x 0 Tigres - Pacaembu (São Paulo)
14/03/2012 - Cruz Azul 0 x 0 Corinthians - Estádio Azul (Cidade do México)
21/03/2012 - Corinthians 1 x 0 Cruz Azul - Pacaembu (São Paulo)
06/03/2013 - Tijuana 1 x 0 Corinthians - Caliente (Tijuana)
13/03/2013 - Corinthians 3 x 0 Tijuana - Pacaembu (São Paulo)

PC

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Resenha: Tricolor 3 x 2 América do México


Amigos, ainda estão vivas em minha memória as doces lembranças da recente visita à úmida caverna, onde habita o barbudo Profeta, com sua bela manta branca.

Quando o Fluminense entrou no gramado do Estádio Olímpico João Havelange, havia uma única alternativa: vencer. Qualquer outro resultado significaria a eliminação precoce da Copa Libertadores. Para ajudar na missão, lá estavam treze mil torcedores. Ou melhor, lá estavam treze mil fanáticos, que subiram as rampas dispostos a morrer pelas três cores que contam a história do futebol brasileiro.

Um momento de distração de Digão aumentou o drama do Fluminense: Vicente Sánchez abriu o placar para os mexicanos, com os arcos tricolores escancarados à sua frente.

Imediatamente, os treze mil reagiram: "vamos virar, Nense!". E os onze responderam em campo, lançando-se ao ataque. Não demorou para que Darío Conca cruzasse na medida, e Gum empatasse de cabeça. E faltou pouco para a virada, ainda na etapa inicial.

É assim, entretanto, que termina o placar do primeiro tempo: 1 a 1.

Foi difícil o começo da etapa complementar: o Tricolor parecia exausto pela correria dos primeiros quarenta e cinco minutos. Os mexicanos pareciam ter mais fôlego. Os próprios treze mil nas arquibancadas tiveram seu momento de silêncio.

Lá pelos vinte e poucos do segundo tempo, um lance mudaria os rumos do match: Vicente Sánchez avança pela esquerda e cruza: a bola faz uma curva incrível, por cima de Ricardo Berna, e cai dentro da rede tricolor. Um gol de sorte, um gol que não era para ser gol, um gol que não poderia ser gol, um gol que não deveria ser gol. América 2 a 1.

Um clube comum estaria eliminado da Copa Libertadores.

Mas o Fluminense não é um clube comum.

Instantaneamente, os treze mil das arquibancadas começaram a entoar os cânticos de incentivo. Invocamos até João de Deus, nosso santo padroeiro.

Numa jogada pela direita, começou a brilhar a estrela de Deco: um cruzamento perfeito para Araújo, que empatou novamente.

Enderson Moreira, o treinador estreante do Fluminense, havia colocado em campo exatamente Deco e Araújo. A sorte estava, definitivamente, sorrindo para o Tricolor.

Na bola isolada para a frente, Fred desviou de cabeça na direção da área. Deco se antecipou ao zagueiro e, com um toque sutil, encobriu o goleiro. Eram decorridos quarenta e dois minutos do segundo tempo. E estava concretizada a épica virada do Fluminense: estamos vivos na Copa Libertadores.

Só nos resta constatar, novamente, o óbvio: o último minuto é doce, é santo, é tricolor.

Eu dizia no começo que fui visitar o Profeta, na úmida caverna que meu amigo habita. Por cima de sua longa barba branca, ele me garantiu a vitória contra os mexicanos. Amigos, parece que o Profeta está de volta, em sua máxima forma, em seu máximo esplendor.

segunda-feira, 21 de março de 2011

História - Fluminense x Times Mexicanos



Contra equipes mexicanas, o Fluminense já jogou 11 vezes, com 4 vitórias, 1 empate e 6 derrotas, 17 gols-pró e 20 gols-contra:
14/01/1960 - América/MEX 1 x 0 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
21/01/1960 - Deportivo Toluca 2 x 0 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
31/01/1960 - Chivas Guadalajara 4 x 3 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
06/02/1960 - Deportivo Tampico 1 x 4 Fluminense - ?? (Tampico, México)
21/08/1984 - Chivas Guadalajara 1 x 1 Fluminense - Coliseum (Los Angeles, EUA)
23/10/1991 - América/MEX 3 x 0 Fluminense - Azteca (Cidade do México)
07/08/1999 - Puebla 2 x 0 Fluminense - Cuauhtémoc (Puebla, México)
24/07/2002 - Fluminense 3 x 1 Deportivo Toluca - Maracanã (Rio de Janeiro)

PC

quinta-feira, 3 de março de 2011

Resenha: América do México 1 x 0 Tricolor

(arte de Gilberto Zavarezzi)

Ao longo dos anos, o lendário Estádio Azteca testemunhou atuações de alguns dos maiores futebolistas de todos os tempos. Em 1970, Tostão, Pelé, Rivellino, Carlos Alberto, Gérson, Jairzinho, Félix e companhia desfilaram seu talento sobre aquele tapete verde. Em 1986, foi a vez de Maradona fazer sua arte, pintar seu quadro, rabiscando defensores ingleses.

Séculos antes das Copas do Mundo, este pedaço da Terra já possuía uma rica história: às margens do lago Texcoco, estava Tenochtitlán, a capital asteca, com um desenvolvimento tecnológico muito à frente de seu tempo. Com vários conhecimentos no campo da astronomia, já sabiam até que o ano solar dura 365 dias. Não há como negar: o Estádio Azteca era um cenário inspirador para o Fluminense se livrar daquele que é seu maior medo, seu maior trauma em competições sul-americanas: a maldita altitude.

O Tricolor fez um bom primeiro tempo, seguro principalmente na defesa, especialidade do técnico Muricy Ramalho. E até teve uma boa chance de gol, em grande arrancada de Mariano pelo flanco direito. Alguns talvez critiquem a postura defensiva, mas convenhamos: o empate não seria mau resultado, de forma que não poderíamos nos expor muito mesmo.

Na etapa complementar, houve a excelente atuação de Ricardo Berna, mais uma vez realizando intervenções difíceis. No entanto, nem mesmo o grande dia do nosso goleiro conseguiu impedir a tragédia: aos vinte e cinco minutos, Daniel Márquez aproveitou o cochilo de nossos zagueiros, e apareceu sozinho para marcar o gol do América do México.

Com apenas dois pontos em três partidas disputadas, a situação do Fluminense na primeira fase da Copa Libertadores é muito delicada. Nos três jogos que restam, não há alternativa: necessitamos de três triunfos. Confesso, é apenas um Fio de Esperança, mas o Fluminense já provou, algumas vezes durante sua história, que de Fios de Esperança nascem taças.

PC

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

História - Fluminense x Times Mexicanos


Amigos, nesta quarta-feira o Fluminense vai à Cidade do México, para enfrentar o América local, no Estádio Azteca, pela Copa Libertadores da América de 2011.

Fluminense e América do México já se enfrentaram duas vezes, ambas no México, com duas vitórias do América:
14/01/1960 - América/MEX 1 x 0 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
23/10/1991 - América/MEX 3 x 0 Fluminense - Azteca (Cidade do México)

Contra equipes mexicanas em geral, o Fluminense já jogou 9 vezes, com 3 vitórias, 1 empate e 5 derrotas:
14/01/1960 - América/MEX 1 x 0 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
21/01/1960 - Deportivo Toluca/MEX 2 x 0 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
31/01/1960 - Chivas Guadalajara/MEX 4 x 3 Fluminense - Olímpico Universitário (Cidade do México)
03/02/1960 - Tampico Madero/MEX 2 x 3 Fluminense - Tamaulipas (Ciudad Madero/MEX)
06/02/1960 - Tampico Madero/MEX 1 x 4 Fluminense - Tamaulipas (Ciudad Madero/MEX)
21/08/1984 - Chivas Guadalajara/MEX 1 x 1 Fluminense - Coliseum (Los Angeles/EUA)
23/10/1991 - América/MEX 3 x 0 Fluminense - Azteca (Cidade do México)
07/08/1999 - Puebla/MEX 2 x 0 Fluminense - Cuauhtémoc (Puebla/MEX)
24/07/2002 - Fluminense 3 x 1 Deportivo Toluca/MEX - Maracanã (Rio de Janeiro)

PC