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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Fluminense Samba Clube (Samba Tricolor)



Um samba que, em breve, ecoará nas arquibancadas Brasil afora!

Parabéns a todos os envolvidos, em especial meu amigo Luiz Carlos Máximo, um dos compositores, junto com Pablo Amaral (Gamarra), Léo Peres, Gabriel Machado e Flavinho Bento!

Com classe por todas as classes
Marcou sua face de campeão
Com respeito aos rivais fez os seus carnavais
Fidalguia no salão 
De pai para filho falar do Castilho
Da sua tradição
A aristocracia jogou pra galera
Pó de arroz na multidão

Vestir a camisa bonita tecida com o fio de esperança
Vencer no presente é ganhar pro passado
Um futuro de lembranças
Do craque, a barriga gestou no maraca o gol
No momento final
Quem torce é quem pode saber
Que você, Fluminense, é sobrenatural

O redentor, braços abertos, nos contempla
Em laranjeiras a sagrada aliança
O verde se encontra com o grená e traz a paz
As cores que carrego como herança

Somos a história
À luz da memória de um vencedor
João de Deus o nosso povo abençoou
Eu sou feliz, sou Tricolor

segunda-feira, 3 de março de 2014

Portela cheia de encantos...


Alguns de vocês já sabem que sempre tive simpatia pela Portela, escola preferida de minha querida mãe. Me lembro de, a cada ano, acordar cedo para ver o desfile da azul-e-branco de Madureira, da expectativa pela aparição da águia... (minha mãe sempre diz que adora ver a Portela desfilar ao amanhecer, com o céu ficando aos poucos azul clarinho, praticamente se fundindo à maior campeã do Carnaval carioca).

Recentemente, ganhei outro motivo especial para vibrar com a Portela: meu querido amigo Luiz Carlos Máximo, companheiro de arquibancada do Fluminense (e também de outras batalhas tricolores). Este ano, pela quarta vez consecutiva, o samba da Portela tem sua autoria. E, para variar, é o melhor samba do ano.

Luiz Carlos Máximo cumprimentado por Serginho Procópio, presidente da Portela.
Foto: Raphael Azevedo/Agência O Dia.

O samba tem a autoria de Toninho Nascimento, Luiz Carlos Máximo, Waguinho, Edson Alves e J. Amaral. Confiram:


O canto do cais do valongo, ôôôôô
Que veio de Angola, Benin e do Congo 
Tem semba, capoeira e oração 
O Rio sai da roda de jongo e vai desaguar 
Na glória de São Sebastião

Oi bota abaixo, sinhô 
Oi bota abaixo, sinhá 
Lá vem o Rio 
De terno de linho e chapéu Panamá

A correnteza 
De um Rio Branco é que traz 
A arte do canto e da dança 
De todos os sons musicais 
O teatro da vida não sai de cartaz 
A ilusão é uma atriz 
Se exibindo na praça linda e feliz

Eu vou 
Da revolta da chibata 
Ao sonho que faz passeata 
Seguindo a canção triunfal

Nesse Rio que vem e que vai 
Traço o meu destino 
E viro menino pra brincar de carnaval

Sou carioca, meu jeito é de quem 
Vem com sorriso do samba que a gente tem 
Meu peito é um porto aberto 
Pra te receber, meu bem

Vou de mar a mar, mareia 
Vou de mar a mar, mareia, mareou 
Iluminai o tambor do meu terreiro 
Ó santo padroeiro 
O axé da Portela chegou

Boa sorte, meu amigo Máximo. Boa sorte, Portela!

PCFilho