O colombiano César López inventou um símbolo de paz interessante em 2003 – a escopetarra, uma guitarra feita a partir de uma arma de fogo. Ele teve a ideia ao ver um soldado ostentando sua espingarda como se ela fosse uma guitarra.
O neologismo "escopetarra" combina as palavras espanholas "escopeta" e "guitarra". López construiu a primeira escopetarra com um rifle Winchester e uma guitarra elétrica Stratocaster; ele já construiu outros exemplares e os deu a artistas, à prefeitura de Bogotá e à Organização das Nações Unidas.
Um bom amigo me avisa que a ideia não é inédita. Segundo ele, nos anos 1980, Pete Tosh, da banda jamaicana The Wailers, chegou a tocar uma guitarra construída a partir de um fuzil de assalto M-16.
Sergei Prokofiev vs Maurice Ravel, Mantes-la-Jolie (França), 14/03/1924.
Código FEN: 3rr1k1/2p1q1p1/2n3B1/pp2pb2/1bpPN3/4P3/PP2QPP1/2K4R w - - 0 22.
As Brancas jogam e dão xeque-mate em 4 lances!
(White to play and give checkmate in 4 moves!)
Sergei Prokofiev (23/04/1891 – 05/03/1953).
A posição acima foi alcançada em um jogo disputado em 1924, entre os famosos músicos Sergei Prokofiev e Maurice Ravel, dois dos maiores compositores do século XX. Prokofiev enxergou o mate em 4 e venceu.
(The position above was reached in a game played in 1924, between the famous musicians Sergei Prokofiev and Maurice Ravel, two of the greatest composers of the 20th century. Prokofiev spotted the mate in 4 and won.)
1937: na quinta rodada do Torneio dos Campeões, no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense ganhou por 5 a 2 do Rio Branco, campeão capixaba, graças aos gols de Russo (dois), Lara, Romeu Pellicciari e Hércules. O Fluminense agora tinha três vitórias e duas derrotas no Torneio dos Campeões, um quadrangular com os campeões do Distrito Federal, de São Paulo, de Minas Gerais e do Espírito Santo, uma das primeiras tentativas de organização de um campeonato nacional de clubes.
1942: numa noite de gala, no grande concurso de sambas patrocinado pelo Fluminense em seu Ginásio, foram apresentadas ao público duas canções que entrariam para a história da música brasileira. O primeiro samba apresentado foi "Ai que saudades da Amélia", de Ataúlfo Alves e Mário Lago. A terceira canção foi "Praça Onze", de Herivelto Martins e Grande Otelo - que, para angariar a simpatia dos sócios do Fluminense, exibiram o pavilhão tricolor durante a execução. Como o público recebeu ambas as canções com igual entusiasmo, permanecia no ar a dúvida sobre qual teria sido a grande vencedora da noite. O presidente tricolor Marcos Carneiro de Mendonça resolveu a questão, autorizando o pagamento de um prêmio extra e decretando o empate no primeiro lugar. Horas antes da gloriosa noite carnavalesca no Fluminense, o presidente da República Getúlio Vargas, no vizinho Palácio Guanabara, rompera relações diplomáticas com o Eixo (Alemanha, Itália e Japão), dando o primeiro passo para se juntar aos Aliados na II Guerra Mundial.
A série "Dalva & Herivelto", da TV Globo, retratou a disputa de sambas no Fluminense,
mas cometeu o equívoco de contar que "Praça Onze" venceu o concurso sozinha.
1954: o Fluminense estreou na Copa Montevideo com uma vitória de goleada: 8 a 1 sobre o Sportivo Luqueño, do Paraguai. Os gols tricolores no jogo, disputado no Estádio Centenário, foram de Telê, Róbson, Villalobos (três, um de pênalti), Ceninho (dois) e Emílson.
1956: em partida válida pelo segundo turno do Campeonato Carioca de 1955, em General Severiano, o Fluminense ganhou por 1 a 0 da Portuguesa da Ilha do Governador, gol de Didi, nos minutos finais.
1973: em sua primeira partida no Torneio Internacional de Verão, em São Januário, o Fluminense venceu o Atlanta, da Argentina, por 1 a 0. O gol da vitória tricolor foi do craque Gérson, em cobrança de falta.
1979: em amistoso no Estádio Atílio Marotti, em Petrópolis, o Fluminense ganhou por 2 a 0 do Serrano, com dois gols de Luiz Fumanchu.
1982: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro (Taça de Ouro), o Fluminense venceu o CSA por 2 a 0, em São Januário, gols de Aldo e Mário Marques.
1995: em seu primeiro jogo no Campeonato Carioca, o Fluminense perdeu para o Madureira por 1 a 0, no campo da rua Conselheiro Galvão. Apesar da estreia com derrota, o Tricolor faria uma bela campanha, e conquistaria o título estadual no octogonal final (vide 25 de junho).
1996: em sua estreia na Taça Cidade Maravilhosa, o Fluminense ganhou por 4 a 1 do Bangu, no Estádio de Laranjeiras, graças aos gols de Aílton (dois), Rogerinho e Valdeir.
2001: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, no Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita, o Fluminense venceu o Madureira por 3 a 2, graças aos gols de Faustino Asprilla (de falta), Roni e Agnaldo, o último aos 44 minutos do segundo tempo.
2010: em partida válida pelo Campeonato Carioca, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, o Fluminense ganhou por 4 a 0 do Duque de Caxias, gols de Maicon, Júlio César e Marquinho (dois). Foi a quinta vitória em cinco jogos na temporada, que seria marcada pela conquista do Campeonato Brasileiro após 26 anos.
2012: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, no Raulino de Oliveira, o Fluminense venceu o Volta Redonda por 3 a 0, gols de Anderson, Wellington Nem e Araújo. O Tricolor iniciava com duas vitórias a campanha que terminaria com a conquista do título.
2018: em partida válida pelo Campeonato Carioca, disputada no Estádio de los Larios, em Duque de Caxias, o Fluminense derrotou o Madureira por 2 a 1. Os gols da vitória tricolor foram anotados por Marcos Júnior e Pedro.
****
Aniversariantes do dia:
Raymundo Rodrigues dos Santos (1924), atacante baiano, que integrou o plantel do Fluminense entre as temporadas de 1945 e 1946.
João Francisco Nóbrega da Silva, o João Francisco (1947), lateral-direito que jogou no Fluminense entre 1965 e 1967.
Edevaldo de Freitas, o Edevaldo (1958), lateral-direito revelado pelo Fluminense, campeão da Copa São Paulo de Juniores de 1977. Edevaldo marcou 4 gols em 197 jogos pelo time profissional tricolor, entre as temporadas de 1977 e 1981. Com a camisa do Fluminense, Edevaldo participou da conquista do Campeonato Carioca de 1980. Na Seleção Brasileira, Edevaldo disputou a Copa do Mundo de 1982, e totalizou 18 partidas e 1 gol (marcado contra a Argentina, em 1981). Em 2013, trabalhou como assistente técnico nas divisões de base do Fluminense.
Peter Eduardo Siemsen (1967), presidente do Fluminense entre os anos de 2011 e 2016. Em seu primeiro mandato, conquistou o Campeonato Carioca e o Campeonato Brasileiro em 2012. Após o rompimento do contrato de patrocínio da Unimed, entretanto, o rendimento do time caiu, e o único título do futebol profissional em seu segundo mandato foi a Copa da Primeira Liga em 2016.
Gianluigi Buffon (1978), lendário goleiro italiano, campeão da Copa do Mundo de 2006, torcedor declarado do Fluminense.
Buffon na praia com os filhos, devidamente uniformizados.
Fábio Cordeiro Ferreira (1981), meio-campista com 11 atuações pelo Fluminense, entre 2001 e 2002, ano em que participou da conquista do Campeonato Carioca.
Júnior Nazareno Sornoza Moreira, o Júnior Sornoza (1994), meio-campista equatoriano, que atua no Fluminense desde a temporada de 2017. Conquistou a Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca de 2017. Já marcou 6 gols em 45 partidas com a camisa tricolor.
Júnior Sornoza levantando a Taça Guanabara de 2017.
Lucas Henrique dos Santos, o Luquinhas (1994), meio-campista pernambucano, que integra o elenco profissional do Fluminense desde 2017.
Um samba que, em breve, ecoará nas arquibancadas Brasil afora!
Parabéns a todos os envolvidos, em especial meu amigo Luiz Carlos Máximo, um dos compositores, junto com Pablo Amaral (Gamarra), Léo Peres, Gabriel Machado e Flavinho Bento!
Com classe por todas as classes
Marcou sua face de campeão
Com respeito aos rivais fez os seus carnavais
Fidalguia no salão
De pai para filho falar do Castilho
Da sua tradição
A aristocracia jogou pra galera
Pó de arroz na multidão
Vestir a camisa bonita tecida com o fio de esperança
Eu realmente não sabia que o PT era tão fã de Raul Seixas... mas já que é essa metamorfose ambulante, que tal mudar de opinião também sobre os integrantes do partido condenados por corrupção na suprema corte do país?
Alguns de vocês já sabem que sempre tive simpatia pela Portela, escola preferida de minha querida mãe. Me lembro de, a cada ano, acordar cedo para ver o desfile da azul-e-branco de Madureira, da expectativa pela aparição da águia... (minha mãe sempre diz que adora ver a Portela desfilar ao amanhecer, com o céu ficando aos poucos azul clarinho, praticamente se fundindo à maior campeã do Carnaval carioca).
Recentemente, ganhei outro motivo especial para vibrar com a Portela: meu querido amigo Luiz Carlos Máximo, companheiro de arquibancada do Fluminense (e também de outras batalhas tricolores). Este ano, pela quarta vez consecutiva, o samba da Portela tem sua autoria. E, para variar, é o melhor samba do ano.
Luiz Carlos Máximo cumprimentado por Serginho Procópio, presidente da Portela.
Foto: Raphael Azevedo/Agência O Dia.
O samba tem a autoria de Toninho Nascimento, Luiz Carlos Máximo, Waguinho, Edson Alves e J. Amaral. Confiram:
O canto do cais do valongo, ôôôôô Que veio de Angola, Benin e do Congo Tem semba, capoeira e oração O Rio sai da roda de jongo e vai desaguar Na glória de São Sebastião Oi bota abaixo, sinhô Oi bota abaixo, sinhá Lá vem o Rio De terno de linho e chapéu Panamá A correnteza De um Rio Branco é que traz A arte do canto e da dança De todos os sons musicais O teatro da vida não sai de cartaz A ilusão é uma atriz Se exibindo na praça linda e feliz Eu vou Da revolta da chibata Ao sonho que faz passeata Seguindo a canção triunfal Nesse Rio que vem e que vai Traço o meu destino E viro menino pra brincar de carnaval Sou carioca, meu jeito é de quem Vem com sorriso do samba que a gente tem Meu peito é um porto aberto Pra te receber, meu bem Vou de mar a mar, mareia Vou de mar a mar, mareia, mareou Iluminai o tambor do meu terreiro Ó santo padroeiro O axé da Portela chegou
Esta semana de outubro marca o nascimento de dois grandes gênios brasileiros. O músico Vinicius de Moraes completaria hoje 100 anos, e o futebolista Garrincha teria completado ontem 80 anos.
A melhor homenagem que podemos prestar ao Poetinha é ouvir seus versos, suas músicas. Minha favorita sempre será a imortal "Chega de Saudade" (letra de Vinicius de Moraes, melodia de Tom Jobim):
"Vai minha tristeza... E diz a ela que sem ela não pode ser... Diz-lhe numa prece... Que ela regresse... Porque eu não posso mais sofrer..."
Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas, já foi tema de algumas homenagens aqui neste futebolístico blog, naturalmente (ver posts de 2009 e 2010). A data de aniversário de Garrincha gera grande controvérsia, é bom que se diga. Aqui no Jornalheiros, sempre publiquei minhas homenagens no dia 28 de outubro, data que Ruy Castro, o biógrafo do craque, considera como correta. Mas Roberto Assaf crava que Garrincha é de 18 de outubro, apoiado nos testemunhos de amigos e conterrâneos do gênio. E como considero Assaf um historiador mais "cuidadoso" que Castro, fico com o dia 18 mesmo.
Garrincha é um caso único na história do esporte. Como pode o sujeito com uma perna seis centímetros menor que a outra ser um futebolista tão absolutamente genial? A melhor descrição que já li de Garrincha é de outro gênio brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, por acaso outro nascido em outubro (no próximo dia 31 ele completaria 111 anos):
"Se há um deus que regula o futebol, esse deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios. Mas, como é também um deus cruel, tirou do estonteante Garrincha a faculdade de perceber sua condição de agente divino. Foi um pobre e pequeno mortal que ajudou um país inteiro a sublimar suas tristezas. O pior é que as tristezas voltam, e não há outro Garrincha disponível. Precisa-se de um novo, que nos alimente o sonho."
Amigos tricolores, vale a pena conferir o vídeo abaixo, com uma versão rock do hino do Fluminense, tocada pelos irmãos Pedro e João Marcelo Reis, em homenagem ao seu pai André Reis:
Composição: João Marcelo Reis e Ian Bemolator.
Mixagem: Ian Bemolator.
Edição de vídeo: Pedro Reis.
Imagens: Melissa Lobo.
Versão MP3 para download: aqui.
Chico Buarque, autor de "Bom Tempo", em que homenageia o Fluminense.
Um dos clubes pioneiros do futebol brasileiro, desde o início do século XX o Fluminense coleciona glórias nos gramados brasileiros e internacionais. E a fama do clube de Laranjeiras o fez ser citado em diversas músicas ao longo dos anos. Este post pretende ser uma compilação de todas estas citações. Se o leitor conhecer alguma que não estiver listada, está convidado a contribuir nos comentários.
Outros dois hinos de clubes cariocas também citam o Fluminense. No do Bangu, "a torcida reunida parece até a do Fla-Flu, Bangu, Bangu, Bangu!". No do Flamengo, "nos Fla-Flus, é o ai Jesus!".
Em 1968, o tricolor Chico Buarque lançou a bela música "Bom Tempo", em cuja letra há uma bonita homenagem ao Fluminense: "Vou, satisfeito, a alegria batendo no peito, o radinho contando direito, a vitória do meu Tricolor, vou que vou...". Anos depois, "Bom Tempo" ganhou ótima interpretação de Elis Regina. (referência 1; referência 2).
Em 1969, Chico Buarque atacou novamente, no divertido samba "Ilmo Sr. Ciro Monteiro ou Receita pra Virar Casaca de Neném". Após receber uma camisa do Flamengo como presente do amigo para sua primeira filha, Chico avisou: "Um pano Rubro-Negro é presente de grego", completando a música com "Amei o teu vermelho / Que é de tanto ardor / Mas quis o verde / Que te quero verde / É bom pra quem vai ter / De ser bom sofredor / Pintei de branco o teu preto / Ficando completo / O jogo de cor / Virei-lhe o listrado do peito / E nasceu desse jeito / Uma outra tricolor". (referência)
Na década de 70, Jorge Ben Jor homenageou o "troca-troca" promovido pelo presidente Francisco Horta e a Máquina Tricolor que conquistou o Torneio de Paris em 1976. O trecho diz: "Veja bem como aconteceu / De presidente, a cartola popular / De troca-troca / Ele chegou lá / Com a sua simpatia / Gritando Fluzinho, Nense e Fluzão / No estádio do Parque dos Príncipes, em Paris / Onde o Flu foi campeão / Troca-troca, troca-troca / Quero ver trocar / Se não troca, o homem troca / É melhor trocar".
O clássico Fla-Flu dá nome ao samba de Arlindo Cruz e Franco, de 1994, sendo citado diversas vezes ao longo da letra, em trechos como "Nosso amor era um Maracanã em dia de Fla-Flu" e "Tava muito mais pra urubu do que pra pó de arroz / Tava 2 a 2, mas no final você me atrasou". Curiosamente, no ano seguinte, o Fluminense sagrou-se campeão carioca no finalzinho de um Fla-Flu que estava 2 a 2. A música foi interpretada por Alcione. (referência)
Em 2000, Caju e Castanha fizeram um divertidíssimo duelo de repente, um defendendo o Fla, o outro defendendo o Flu:
Em 2002, ano do centenário do Fluminense, a Escola de Samba do Rio de Janeiro Acadêmicos da Rocinha homenageou o Tricolor com um bonito samba (download em MP3 aqui).
Em 2012, a Escola de Samba Viradouro homenageou o tricolor Nelson Rodrigues em seu desfile, e uma das estrofes fazia referência ao Fluminense: "Domingo no Maraca... magia / É sobrenatural essa paixão / Salve as três cores tão lindas / Na fantasia do meu coração". Conheça a bela canção aqui.
Há pouco, fiquei sabendo que hoje é o Dia Mundial do Rock, data que é comemorada desde 1985 (para saber mais, confira o post do Isto é Música, blog do meu amigo Montanha).
Em homenagem ao dia, segue abaixo um vídeo feito em 2009, pela banda Slink, no Estádio Eduardo Guinle, na minha Nova Friburgo. É o hino do Friburguense em versão rock:
O Frizão caminha a passos lentos para tentar se estabelecer como um dos clubes médios do futebol brasileiro. Com o vice-campeonato na Copa Rio de Janeiro ano passado, o Tricolor da Serra garantiu sua vaga na Série D do Campeonato Brasileiro de 2012.
A disputa começou há três semanas, e o Friburguense atualmente lidera o Grupo A6, com 7 pontos em 3 rodadas. Na primeira rodada, vitória sobre o Guarani de Divinópolis no Estádio Farião (1 a 0); na segunda rodada, vitória sobre o Volta Redonda em Nova Friburgo (1 a 0); na terceira rodada, empate com o Aracruz no Estádio do Bambu (1 a 1). Na rodada deste fim de semana, o Friburguense folga. No domingo seguinte, o Frizão encara o Nacional de Nova Serrana, em Nova Friburgo.
Friburguense, Friburguense, orgulho da nossa terra!
Friburguense, Friburguense, salve o Tricolor da Serra!
Amigos, está no ar mais um RockFlu, o programa de rádio na internet que junta futebol e música com muito bom gosto.
Com apresentação de Gustavo Valladares e Sérgio Duarte, o RockFlu 73 conta com as ilustres presenças dos tricolores Beto Meyer (do portal Torcida Tricolor) e dr. Michael Simoni.
Amigos, está no ar mais um RockFlu, o programa de rádio na internet que junta futebol e música com muito bom gosto.
Com apresentação de Gustavo Valladares e Sérgio Duarte, o RockFlu 71 conta com a visita do jornalista Décio Lopes, atualmente produtor do excelente "Expresso da Bola", no Sportv.
Os assuntos abordados, além do eletrizante Campeonato Brasileiro de 2010, são Copa do Mundo, Inglaterra, os laterais gêmeos do Flumin... do Manchester United, Wellington Silva, Ronaldinho, Barcelona, Mano Menezes, Olimpíadas, John Lennon, Paul McCartney, Beatles, Sex Pistols, Ramones, New Order, Eric Clapton, The Cult, The Alarm, Echo & the Bunnymen, e The Clash.