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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Internacional 1 x 0 Fluminense


Fluminense garfado: esta poderia ser a manchete das reportagens de um terço dos jogos do Tricolor das Laranjeiras neste Campeonato Brasileiro. Dentre os dezoito jogos até aqui, em pelo menos seis foi isto que aconteceu: o clube mais tradicional do futebol brasileiro foi roubado descarada e despudoradamente. Nesta quarta-feira 12, no Beira-Rio, não foi diferente.

Impossível não colocar o tropeço do Tricolor na conta da arbitragem do senhor Flávio Rodrigues Guerra. O juiz-ladrão paulista, que já havia garfado o Fluminense no ano passado, contra o Coritiba (1 a 1 no Maracanã), voltou a agir, com a cara-de-pau que lhe é característica, como se não estivesse sendo observado por milhões de torcedores. 

Lá se vão assim mais um ou três pontos surrupiados do Fluminense. Por que nós sempre temos que enfrentar, além dos onze atletas do adversário, também as arbitragens? Não há time que aguente. Nem o poderoso Barcelona conseguiria levantar suas taças se tivesse sempre que jogar contra tudo e contra todos.

Há, nos árbitros brasileiros, uma escura má vontade para com o Fluminense. Evidentemente, alguns são exceções - cito, por exemplo, o bom Heber Roberto Lopes, que, embora erre como todo ser humano, tem todo o meu respeito, por apitar de maneira isenta. (E olhem que ele já apitou mais de 50 jogos do Fluminense - o larápio desta quarta-feira está só no segundo...)

O árbitro Flávio Rodrigues Guerra expulsou Marcos Júnior, que deu um pontapé no oponente, após sofrer uma falta não marcada. OK, talvez o cartão vermelho tenha sido um exagero, mas seria um erro perdoável.

Diferente do que viria a acontecer logo depois.

Alex, do Internacional, deu aquele carrinho de cima para baixo, com os dois pés, atingindo o tricolor Pierre violentamente. Foi um lance de almanaque para cartão vermelho. Entretanto, o canalha fez que não viu. E o atleta colorado, que já tinha cartão amarelo, saiu impune.

Por causa da desvantagem numérica, o técnico tricolor Enderson Moreira se viu forçado a fazer substituições e recuar o time. Eu, particularmente, detesto quando o treinador recua demais. Mas hoje, com o Fluminense mutilado pela arbitragem criminosa, Enderson não tinha mesmo alternativa.

Um problema muito grave, essa questão das arbitragens contra o Fluminense esse ano. Em 18 jogos até aqui no Brasileirão, foram pelo menos cinco ou seis roubos escandalosos. Não, não pode ser coincidência.

Tá mais do que na hora de o Fluminense realizar um protesto formal contra o que está acontecendo. Vou repetir, em especial, o nome do juiz-ladrão da vez: Flávio Rodrigues Guerra. Se este sujeito voltar a apitar um jogo do Fluminense na vida, o presidente Peter Siemsen não é macho. O que ele fez hoje, amigos, justifica um veto vitalício.

Ah, se esta CBF fosse minha... eu estabeleceria uma ordem de restrição, do tipo daquelas concedidas às mulheres agredidas por maridos violentos. Seria mais ou menos assim: "o senhor Flávio Rodrigues Guerra fica, desde já, proibido de estar dentro de um raio de dez quilômetros de qualquer estádio com jogo do Fluminense em andamento; esta medida tem efeito imediato e perpétuo, e estão revogadas todas as disposições em contrário".

PCFilho

NOTAS DO ONZE:
Diego Cavalieri: Atuação monumental, o melhor em campo. 9,5
Wellington Silva: Uma boa alternativa no apoio. 6,0
Marlon: Levou a melhor na maioria das disputas. 6,5
Henrique: Afobado em alguns lances. 5,5
Gustavo Scarpa: Mesmo improvisado, esteve bem. 6,0
Pierre: Demonstrou muita raça. 6,5
Jean: Esforçado na marcação, tímido no apoio. 6,0
Cícero: Atuação apagada. 5,0
Ronaldinho: Criou algumas jogadas de perigo enquanto esteve em campo. 6,5
(Lucas Gomes): Entrou bem, dando opção aos companheiros na frente. 6,5
Marcos Júnior: Fez bobagem, facilitando o "trabalho" do juiz. 2,0
Wellington Paulista: A bola não chegou, e ele também não foi buscá-la. 4,5
(Antônio Carlos): Entrou para segurar o empate, não conseguiu e ainda foi expulso. 3,0
T. Enderson Moreira: Recuou demais, mas com o time mutilado pela arbitragem, não pode ser condenado por isso. 6,0

Árbitro Flávio Rodrigues Guerra: O desastre descrito acima. Que nunca mais apite um jogo do Fluminense. ZERO

domingo, 10 de agosto de 2014

Resenha: Tricolor 1 x 1 Coritiba



Amigos, na noite deste sábado 9, Fluminense e Coritiba empataram no Maracanã. O onze tricolor não conseguiu impor seu jogo de toque de bola, como vinha fazendo nas últimas partidas. O Coritiba, armado por Celso Roth, executou uma marcação adiantada, conseguiu neutralizar o tiki-taka tricolor, e teve até mais posse de bola que o Fluminense. Já não é a primeira vez que o time de Cristóvão Borges se vê em dificuldades e não consegue escapar - foi assim também contra o Vitória (derrota por 2 a 1 no Maracanã).

O gol de Elivélton, o terceiro dele como profissional do Fluminense, foi sensacional: o menino de Bom Jardim subiu no terceiro andar e mandou um foguete para a rede, de cabeça, indefensável mesmo para o bom goleiro Vanderlei. E pensar que ele nem estava escalado - só jogou porque Henrique sentiu uma lesão pouco antes da peleja. Bravo, Elivélton, bravíssimo!

Entretanto, o golaço de Elivélton não teve o efeito que eu esperava ver no jogo. O Fluminense não soube utilizar a vantagem no placar em seu favor; pelo contrário: o onze tricolor passou a ser dominado pelo adversário. O Fluminense precisa arranjar uma alternativa para os jogos em que seu esquema não funciona, como aconteceu neste sábado. O jogo solidário, da manutenção da posse de bola, é excelente, funciona muitas vezes, mas não pode ser a única opção do time. O Coritiba mostrou no Maracanã que o Fluminense é hoje um time previsível. E times previsíveis, amigos, não costumam ser campeões.

Abro um parêntese para falar da arbitragem. O Fluminense não jogou bem e não mereceu vencer, mas que foi enormemente prejudicado pelo trio do apito, foi. Utilizando um critério para cada time, o árbitro Flávio Rodrigues Guerra mais pareceu um jogador do Coritiba em campo. Aliás, em um momento, ele chegou a desarmar Darío Conca. Confesso: fiquei até com medo de que, em algum momento, ele recebesse um passe de Alex e chutasse para marcar o gol da virada. Fecha o parêntese.

Confio no trabalho de Cristóvão, que está tentando implantar uma filosofia de jogo no Fluminense, e está tendo sucesso nisso. Entretanto, o seu time não conseguiu reagir a uma situação adversa, e esta é uma falha repetida, que precisa ser corrigida para já.

Preciso fazer uma ressalva: Cristóvão não é o único culpado pela falta de alternativas do time. A diretoria do Fluminense falhou miseravelmente na busca por reforços. Cícero assinou, e foi sim uma ótima aquisição. Mas é pouco: não temos no plantel, por exemplo, um atacante de velocidade que possa mudar o destino de um jogo, como fazia Wellington Nem em 2012. Contra o Coritiba, um jogador assim poderia ter feito o Fluminense vencer.

Mas peço à torcida tricolor que não se desanime com o tropeço. Após o jogo, eu fui visitar um velho amigo, um sábio homem, na úmida caverna que ele habita. Coçando a longa e branca barba que ainda cultiva, o sábio Profeta me recebeu com um sorriso. E não foi um sorriso qualquer: foi aquele sorriso leve e enigmático, que ilumina tudo o que há em sua volta. Durante nosso encontro, ele não pronunciou uma única e escassa palavra, mas nem precisava: aqueles velhos olhos já diziam tudo...

PCFilho

Notas do onze:
Diego Cavalieri - 6,5
Bruno - 5,0
(Edson) - 5,5
Gum - 6,0
(Fabrício) - 6,0
Elivélton - 8,0
Carlinhos - 6,5
Valencia - 7,0
Jean - 5,5
Wagner - 5,0
Darío Conca - 6,5
Cícero - 6,0
(Chiquinho) - 4,0
Rafael Sobis - 3,0
T. Cristóvão Borges - 3,0

Árbitro Flávio Rodrigues Guerra - 1,0

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Árbitros dos próximos jogos do Fluminense


Amigos, a CBF já divulgou as escalas de arbitragem para os dois próximos jogos do Fluminense.

Apitará América de Natal x Fluminense, nesta quarta-feira 6, na Arena das Dunas, pela Copa do Brasil, o árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva, da Federação do Pará. Os auxiliares serão Cleriston Clay Barreto Rios, da Federação de Sergipe, e Márcio Gleidson Correia Dias, da Federação do Pará.

Dewson Fernando Freitas da Silva só apitou duas partidas do Fluminense até hoje:

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Apitará Fluminense x Coritiba, neste sábado 9, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, o árbitro Flávio Rodrigues Guerra, da Federação de São Paulo. Ele será auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP).

Esta será a primeira partida do Fluminense na carreira do árbitro Flávio Rodrigues Guerra.

PCFilho