28/04/2019 - Fluminense 0 x 1 Goiás - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Brasileiro de 2019, 1ª rodada.
Público: 17.420 presentes (16.404 pagantes).
Renda: R$ 420.880,00.
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA/FIFA).
Auxiliares: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Hélcio Araújo Neves (PA).
VAR: Flávio Rodrigues de Souza (SP), Alex Ang Ribeiro (SP) e Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (PB).
Fluminense: Rodolfo; Gilberto, Nino (João Pedro, aos 46 do 2º tempo), Matheus Ferraz e Caio Henrique; Airton [capitão] (Pedro, aos 15 do 2º tempo), Bruno Silva (Léo Artur, aos 36 do 2º tempo) e Allan; Luciano, Yony González e Everaldo. Técnico: Fernando Diniz.
Goiás: Tadeu; Kevin, David Duarte (Rafael Vaz, aos 39 do 2º tempo), Yago e Jefferson; Geovane, Léo Sena e Giovanni Augusto (Renatinho, aos 29 do 2º tempo); Michael (Marcinho, aos 17 do 2º tempo), Kayke e Leandro Barcia. Técnico: Claudinei Oliveira.
Gols:
0-0: Luciano cobra pênalti e Tadeu defende, aos 48 do 1º tempo;
1-0: Everaldo, aos 25 do 2º tempo [anulado incorretamente pelo árbitro, com "auxílio" do VAR];
0-1: Rafael Vaz, aos 44 do 2º tempo, de falta.
Cartões amarelos: Nino, aos 20 do 2º tempo; Léo Sena, aos 40 do 2º tempo; Luciano, aos 40 do 2º tempo; Everaldo, aos 42 do 2º tempo; Matheus Ferraz, aos 49 do 2º tempo.
Observação I: foi respeitado um minuto de silêncio em homenagem a Waldemar Peregrino de Araújo Filho, sócio e atleta do Fluminense, nas modalidades de natação e pólo aquático.
Observação II: uma queda de energia elétrica no exato momento em que Luciano cobraria o pênalti, aos 48 do 1º tempo, paralisou a partida por 28 minutos.
Observação III: foi uma das arbitragens que mais prejudicaram o Fluminense em todos os tempos. Um pênalti escandaloso em Bruno Silva não foi marcado mesmo com análise do VAR (aos 28 do 1º tempo); um gol inquestionavelmente legal de Everaldo foi anulado também com análise do VAR (aos 25 do 2º tempo); a falta que originou o gol do Goiás não aconteceu; e os cinco minutos de acréscimo no 2º tempo foram insuficientes para compensar as paralisações. No primeiro jogo do Fluminense no Brasileirão com VAR, a ferramenta aparentemente foi utilizada para sacanear o Tricolor, não para fazer justiça.
PCFilho





