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domingo, 14 de junho de 2015

Avaí x Figueirense - Transmissão ao vivo (14/06/2015, Campeonato Brasileiro)


Neste domingo, dia 14 de junho, às 16:00 de Brasília, na Ressacada, em Florianópolis, capital de Santa Catarina, Avaí e Figueirense se enfrentam, em partida válida pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2015.

Até aqui no Brasileirão, o Avaí tem 10 pontos ganhos em 6 jogos disputados (campanha de 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas). Já o Figueirense possui 7 pontos ganhos em 6 partidas disputadas (campanha de 2 vitórias, 1 empate e 3 derrotas).

O clássico de Florianópolis já aconteceu 422 vezes na história, com 151 vitórias do Figueirense, 131 empates e 140 vitórias do Avaí. A lista com todos os resultados da história do confronto pode ser conferida no post História - Avaí x Figueirense.

Os últimos duelos entre os dois clubes foram pela Copa do Brasil deste ano. Na partida de ida, no dia 06/05/2015, na Ressacada, o Avaí venceu por 1 a 0, gol de Anderson Lopes. No jogo de volta, no dia 13/05/2015, no Orlando Scarpelli, o Figueirense venceu por 2 a 0, gols de Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso.

O árbitro designado pela CBF para o clássico Avaí x Figueirense neste domingo 14 é Wagner Reway, da Federação de Mato Grosso. Ele será auxiliado por Carlos Berkenbrock (SC) e Neuza Inês Back (SC/FIFA).

O clássico de Florianópolis neste domingo 14 terá transmissão ao vivo somente pelo canal pay-per-view Premiere, com a narração de André Lino e os comentários de Paulinho Criciúma.

PCFilho

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Figueirense x Avaí - Transmissão ao vivo (13/05/2015, Copa do Brasil)


Nesta quarta-feira, dia 13 de maio, às 22:00 de Brasília, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, Figueirense e Avaí se enfrentam pela partida de volta da segunda fase da Copa do Brasil de 2015.

Na partida de ida, na quarta-feira 6, na Ressacada, em Florianópolis, o Avaí venceu por 1 a 0, gol de Anderson Lopes. Assim, para se classificar, o Figueirense tem que vencer por 2 ou mais gols de diferença. Caso o Figueirense vença exatamente por 1 a 0, a definição da vaga se dará em disputa de pênaltis.

O vencedor do duelo entre Avaí e Figueirense enfrentará, na terceira fase da Copa do Brasil de 2015, o Botafogo, do Rio de Janeiro.

O clássico de Florianópolis já aconteceu 421 vezes na história, com 150 vitórias do Figueirense, 131 empates e 140 vitórias do Avaí. A lista com todos os resultados pode ser vista no post História - Avaí x Figueirense.

O clássico Figueirense x Avaí nesta quarta-feira 13 terá transmissão ao vivo da TV Globo para a cidade de Florianópolis, com a narração de Giovani Martinello e os comentários de Rodrigo Faraco.

PCFilho

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Figueirense x Joinville - Transmissão ao vivo (26/04/2015, Final do Campeonato Catarinense)


Neste domingo, dia 26 de abril, às 16:00 de Brasília, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, Figueirense e Joinville se enfrentam na primeira partida da decisão do Campeonato Catarinense de 2015. O jogo de volta da final será no domingo seguinte, dia 3 de maio, na Arena Joinville.

O último duelo entre Figueirense e Joinville se deu no dia 12/04/2015, na Arena Joinville, pela 9ª rodada do hexagonal final deste Campeonato Catarinense de 2015. Na ocasião, o Joinville venceu por 3 a 1, gols de Alef, Rogério e Marcelo Costa, com Clayton marcando para o Figueirense.

O Figueirense já conquistou o Campeonato de Santa Catarina 16 vezes ao longo de sua história (a última em 2014). Já o Joinville levantou 12 Campeonatos Catarinenses até hoje (o último em 2001).

A partida Figueirense x Joinville neste domingo 26, em Floripa, terá transmissão ao vivo da TV Globo para o estado de Santa Catarina (com a narração de Giovani Martinello e os comentários de Rodrigo Faraco e Elton Carvalho) e do canal pay-per-view Premiere (com a narração de André Lino e os comentários de Paulinho Criciúma).

PCFilho

sábado, 1 de setembro de 2012

Resenha: Figueirense 2 x 2 Tricolor


Amigos, o tão falado Estatuto do Torcedor não possui um artigo que deveria ser obrigatório em qualquer legislação futebolística: todo torcedor tem o direito inalienável e vitalício de descompor o treinador de seu time. Hoje exercerei esse direito, mesmo sendo o aniversário do técnico do Fluminense, Abel Braga.

Ontem, no twitter, pedi ao aniversariante para escalar o time para frente, sem medo, com Wagner, Rafael Sobis, Wellington Nem e Samuel. E Abel seguiu meu conselho, mesmo sem tê-lo lido (acho que ele não lê meus escritos). Escalou o Tricolor com a ousadia necessária para a vitória em Florianópolis. E, durante a primeira hora do jogo, o Fluminense jogou bem, criou chances, sufocou o Figueirense, e merecidamente marcou dois gols, através de Digão e Rafael Sobis. O grande triunfo estava construído, era sólido como um edifício: nem o pó-de-arroz mais pessimista poderia prever a catástrofe que se seguiria.

Foi quando Abel começou a estragar tudo: tirou Wellington Nem, atacante mais veloz do time, arma ótima para contra-ataques, e pôs Diguinho, cabeça-de-área, para aumentar o poder de marcação. Eram transcorridos vinte minutos do segundo tempo. Em outras palavras: ainda havia meia-hora de jogo. E Abel, que já milita há 40 anos no futebol profissional, deveria saber que trinta minutos são uma eternidade. No entanto, preferiu chamar o Figueirense para cima. Achou que o onze tricolor aguentaria meia-hora de bombardeio. Não aguentou.

Um agravante: não é a primeira vez neste Campeonato que Abel cai na besteira de recuar o time cedo demais. Já aconteceu diversas vezes. Em algumas, o Fluminense conseguiu segurar a vitória. Em outras, cedeu o empate. (Quando entrou recuado desde o início, contra o Grêmio no Olímpico, perdeu.)

Perguntar não ofende: por quê não manter o esquema que está dando certo? Para quê recuar o time? O Fluminense está caindo na armadilha de achar que está mais seguro porque tem mais defensores em campo. A verdadeira segurança no futebol está em manter a bola longe de sua meta. Quanto mais tempo a bola ficar lá no ataque, longe de Diego Cavalieri, menor é a chance de nosso goleiro-herói sofrer um gol. (Herói, sim, porque Cava tem operado milagres seguidos sob as traves tricolores.)

O Figueirense fez o primeiro, fez o segundo (mal anulado pelo bandeirinha), e depois finalmente conseguiu o empate em cobrança de falta. O Fluminense não conseguia mais atacar, sem a velocidade do substituído Wellington Nem. O Tricolor ainda teve uma última chance, em cobrança de falta de Jean, mas a bola bateu no travessão. Placar final 2 a 2, e lá se foram dois pontos importantíssimos.

Vão para a conta de Abel. O técnico do Fluminense é o único responsável pelo tropeço deste sábado. Tomara que pelo menos tenha aprendido a lição.

PC

quinta-feira, 26 de março de 2009

Recordar é viver - Florianópolis é Tricolor

Florianópolis, 7 de junho de 2007.

Amigos, a humildade acaba aqui. Isso porque, desde ontem, o Fluminense é o campeão da Copa do Brasil. O Tricolor venceu o Figueirense, no Estádio Orlando Scarpelli, por 1 a 0, com gol do zagueiro Roger. Uma semana atrás, empatamos no Maracanã. Assim, a bela taça é, para sempre, nossa.

Escrevi sobre o empate no Estádio Mário Filho, e cabe detalhar a partida. Tudo parecia caminhar para um insosso zero a zero quando um jogador do Figueirense acertou, de primeira, um petardo indefensável. Como já passávamos dos trinta do segundo tempo, os tricolores presentes no Maracanã se entreolharam desesperados. O pensamento era único: "ou empatamos hoje, ou já era". Eis que surge, do banco, o primeiro herói da conquista: Thiago Neves. O garoto entra, costura a defesa oponente, e dá o passe perfeito: Adriano Magrão escora para o gol. O placar de 1 a 1 deixava a disputa em aberto. Mesmo assim, a meia-dúzia de catarinenses presentes no Rio de Janeiro cantou antes da hora: "é campeão".

No dia seguinte ao jogo do Maracanã, aquele grito dos catarinenses aventureiros ficou martelando em minha cabeça. Até que, à noite, tive a certeza profética: "seremos campeões". Examinei a minha agenda, e percebi: seria feriado na quinta-feira, o day-after. Examinei a minha conta bancária, e verifiquei que as sobras do emprego antigo ainda repousavam lá. Juntei a fome com a vontade de comer, e decretei: "vou a Florianópolis". Logo encontrei uma excursão que faria a viagem do título, de ônibus. Realizei o pagamento ainda na sexta-feira, e comecei a me preparar espiritualmente para a jornada. Dezoito horas na estrada não são pouca coisa, não. Mas eu estava disposto a qualquer sacrifício. O Fluminense não levantava um campeonato nacional havia 23 longos anos. Dessa vez, não poderia escapar. Não iria escapar.

Chegamos com boa antecedência a Floripa, de modo que pude passear um pouco pela capital catarinense. Eu e mais três amigos de viagem fomos para a Ilha, onde encontraríamos um outro amigo meu, habitante local, que nos guiaria em um rápido tour pela cidade. Conhecemos a bela Lagoa da Conceição: jamais me esquecerei do anoitecer naquela linda paisagem. Ali perto, descobri que Florianópolis é Tricolor. Vejam as três cores presentes na bandeira de Santa Catarina, hasteada na Ilha: verde, branco e grená. Os idiotas da objetividade afirmam categóricos: "não é grená, é vermelho". OK, OK, confesso com escrúpulo e vergonha: é vermelho. Mas permitam a este escriba um pequeno daltonismo. Ontem e hoje, Florianópolis é verde, branco e grená. Florianópolis é Fluminense. Florianópolis é Tricolor.

Já era noite quando voltamos finalmente à parte continental de Floripa. O acanhado estádio do Figueirense se localiza ali, no Estreito. Não resisti e comprei uma bandeira antes de entrar no setor E do Orlando Scarpelli. Quando entrei, o local já estava cheio. Posicionei-me no meio da multidão pó-de-arroz ali presente, e comecei a cantar, sofrer e rezar. O Fluminense entrou em campo com o time esperado: o único desfalque era Luiz Alberto. O zagueiro lesionara-se na véspera, e dava lugar a Roger. O cara-e-coroa decidiu que o Fluminense atacaria o primeiro tempo para o gol do nosso lado.

Bem no comecinho do jogo, aconteceu a jogada inesquecível, envolvendo dois outros heróis da conquista: Adriano Magrão e Roger. Adriano Magrão havia feito o gol que nos permitia sonhar. Dessa vez, deu o passe certeiro. Roger matou no peito e fuzilou. A bola estufou a rede: estava consumado o gol do Fluminense. O 1 a 0 já nos dava o caneco. Assim, a obrigação de atacar agora era do time da casa. E foi isso que o Figueirense fez: passou noventa longos minutos nos atacando.

Agora, cabe exaltar os outros heróis da conquista: o goleiro Fernando Henrique foi uma bastilha inexpugnável, amigos. Thiago Silva corria como um coelhinho de desenho animado, mas era uma corrida inteligente, para os locais certos da cancha. Os laterais Carlinhos e Júnior César, reduzidos a zagueiros, molhavam a camisa como nunca. Fabinho e Arouca, mais à frente, atuavam como cães de guarda implacáveis. Os meias Carlos Alberto e Cícero também nunca fugiram da batalha. O atacante Alex Dias, apesar da idade avançada, também voltava para ajudar a defesa com o seu suor. Entraram no decorrer da final Rafael Moura, David e Thiago Neves: também eles defenderam o querido pavilhão dando o máximo que conseguiam.

Por trás da equipe, dispondo, estava o eterno Renato Gaúcho. Há quem queira diminuir o seu papel na épica jornada pó-de-arroz, mas é impossível. Quando ele chegou, o plantel tricolor era a piada dos bares e das esquinas. "Não há técnico que dê jeito nesse bando", era o que mais se ouvia. No entanto, em sua primeira declaração, ele espanta a todos: "faltam sete jogos para o título". Nem o tricolor mais otimista acreditou. Porém, ele estava profeticamente certo: sete jogos depois, cá estamos comemorando a conquista.

Voltemos ao momento sublime: notem que há um agravante no gol do título tricolor. Roger não iria jogar. Vejam vocês a influência mística na conquista tricolor: o gol mais importante, o lance que decidiu todo o campeonato, foi de um jogador que não estaria em campo. É o destino, amigos, é o destino: estava escrito desde antes do nada que o Fluminense seria o campeão.

Examinemos por fim a campanha completa: Adesg-AC, América-RN, Bahia, Atlético-PR, Brasiliense e Figueirense. Como dizia o profeta: um título é todo sangue, todo suor e todo lágrimas de um campeonato inteiro. A Copa do Brasil de 2007, tão disputada, agora descansará, eternamente, na abarrotada sala de troféus da rua Álvaro Chaves. Este fato nos permite sonhar: em 2008, desbravaremos a América. Há de ser uma jornada épica, fantástica e inesquecível.

PC