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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Jair Bolsonaro sobre o entrevero com Maria do Rosário

Carta do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) sobre sua recente discussão com a deputada Maria do Rosário (PT-RS):

Destaque para o parágrafo:
"Meu repúdio à Deputada Maria do Rosário reside em sua postura ao privilegiar bandidos em detrimento de pessoas de bem, no fato de fazer parte de um partido político que se alinha com o que há de pior na concepção socialista-comunista, nessa farsa midiática de tentar me desqualificar por ilações, encobrindo questões mais relevantes como o desvio de dinheiro de empresas para financiamento ilegal de campanhas, o patético relatório da 'Comissão da Verdade' para enlamear as Forças Armadas e o caso 'Celso Daniel', dentre tantos outros escândalos."

Vejam também o discurso do deputado na tribuna, no dia 11/12:

Rachel Sheherazade sobre o entrevero Jair Bolsonaro vs Maria do Rosário

Excelente discurso da jornalista Rachel Sheherazade (Jovem Pan) sobre a briga entre o bravo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a dissimulada deputada Maria do Rosário (PT-RS):


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Olavo de Carvalho sobre o entrevero Jair Bolsonaro vs Maria do Rosário


Para facilitar o raciocínio:

Prezado Reinaldo: Não sou um "seguidor do deputado Bolsonaro" e, é óbvio, jamais assinaria qualquer petição para tirar você da Veja, mas peço que você preste atenção a estas explicações:

(1) Ao chamar o seu colega de "estuprador", sem a menor provocação, a deputada Maria do Rosário lhe imputou caluniosamente uma conduta criminosa; 
SIM OU NÃO?

(2) Ela não o fez no calor de uma discussão, mas por iniciativa unilateral; 
SIM OU NÃO?

(3) Ela repetiu a acusação calma e friamente, ao responder "É sim" quando o deputado lhe perguntou "Agora sou eu o estuprador?".
SIM OU NÃO?

Isso denota conduta deliberada. 
SIM OU NÃO?

Em resposta, tudo o que o ofendido fez foi uma piada de mau gosto. 
SIM OU NÃO?

Interpretar a coisa como apologia do estupro é logicamente inviável. Não creio ser necessário lembrar que ele não disse que a colega MERECIA ser estuprada, o que seria, sim, apologia do crime (aliás cometida pelo sr. Paulo Ghiraldelli impunemente contra a apresentadora Rachel Sheherazade), mas disse que ela NÃO O MERECIA, o que é uma observação sarcástica de ordem estética e nada mais - injusta, no meu entender, já que a sra. Maria do Rosário não é tão feia assim.
SIM OU NÃO?

O ato do sr. Bolsonaro inclui-se claramente nos dois tipos de atenuantes que a lei brasileira admite para o crime de injúria: (a) se a ofensa é emitida EM REVIDE a uma ofensa anterior; (b) se é emitida IMEDIATAMENTE após a ofensa. 
SIM OU NÃO?

A conduta da sra. Maria do Rosário não tem atenuante nenhum, tem os agravantes de deliberação e da ausência de provocação.
SIM OU NÃO?

Não há o menor senso das proporções em nivelar a conduta dos dois, muito menos em enxergar maior gravidade nas palavras do sr. Bolsonaro que nas da sra. Maria do Rosário.
SIM OU NÃO?

A inversão da escala de julgamento torna-se ainda mais intolerável quando se conhece o contexto da discussão. O sr. Bolsonaro estava apresentando um projeto de lei que pedia punições mais graves para os estupradores e reduzia o prazo de maioridade penal de modo a que a punição pudesse atingir tipos como o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu. A sra. Maria do Rosário, em contraposição, defendia privilégios legais para os Champinhas da vida. As palavras que ela disse ao sr. Bolsonaro revelam um esforço perverso de INVERTER o sentido dos acontecimentos, fazendo do sr. Bolsonaro um apologista daquilo que ele combatia e ela protegia. 
SIM OU NÃO?

Sob qualquer ângulo que se examine, a investida geral da mídia contra o sr. Bolsonaro está acobertando a conduta criminosa da sra. Maria do Rosário e falsificando a realidade do que se passou.
SIM OU NÃO?

P. S. - Dar às palavras do deputado Bolsonaro o sentido de que "estupro é matéria de merecimento" é trasmutar um sarcasmo em afirmação literal e expressão formal de um juízo de valor. Se aceitamos esse tipo de manipulação da linguagem e ainda queremos fazer dele a base para uma condenação judicial, então fica difícil criticar o mesmo expediente quando usado pelos petistas.
SIM OU NÃO?

Olavo de Carvalho, professor e filósofo brasileiro,
no Facebook, em resposta às críticas do jornalista
 Reinaldo Azevedo (Veja) ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Sim, eu votei em Jair Bolsonaro


Durante o período eleitoral e após as eleições, na internet e ao vivo, sempre que me perguntaram qual foi ou qual seria o meu voto para deputado federal, não fiz questão nenhuma de esconder minha preferência por Jair Bolsonaro.

E foram tantas as caras e manifestações de espanto que recebi, que achei necessário escrever um texto para defender minha escolha. Vinha adiando a confecção deste post, mas agora me senti obrigado a fazê-lo, quando novamente Jair Bolsonaro é vítima de uma enxurrada de ataques absurdos, após ter sido caluniado e simplesmente ter se defendido com veemência.

O caso atual dispensa maiores comentários: a dissimulada deputada Maria do Rosário (PT-RS) já chamou Jair Bolsonaro de estuprador (!!!) diversas vezes ao longo dos últimos anos, sem nunca provar sua acusação, incorrendo em um evidente crime de calúnia e difamação. O deputado apenas respondeu à altura (e sem cometer crime algum) à canalhice de Maria do Rosário, deputada que, se estivesse mesmo preocupada com a violência contra as mulheres, teria votado a favor da redução da maioridade penal, como fez Jair Bolsonaro.

Voltando ao assunto do post, o nobre deputado Jair Bolsonaro: eu votei nele porque concordo com suas opiniões em quase todas as questões. Somos contrários a este governo amplamente corrupto do Partido dos Trabalhadores (e ele é um dos poucos a utilizar a tribuna da Câmara para falar as verdades sobre o PT e a presidente Dilma Rousseff). Somos contrários a estas políticas racistas de cotas, que ferem frontalmente a Constituição de 1988. Somos favoráveis à redução da maioridade penal (assim como a imensa maioria da população brasileira, diga-se). Somos contrários ao sucateamento das Forças Armadas empreendido pelos governos do PT. Somos contrários à propaganda de diversidade sexual como política educacional para crianças. Somos contrários ao uso de dinheiro público brasileiro para benefício da ditadura cubana.

E não, ao contrário do que seus adversários políticos pregam, o deputado Jair Bolsonaro não é preconceituoso, não é homofóbico, não é racista, e não defende a volta da ditadura militar. Se você pensa essas coisas sobre ele, lamento informar que caiu como um patinho no mentiroso discurso de rótulos que a extrema-esquerda brasileira, liderada pelo PT, costuma utilizar para destruir seus inimigos. Vejam neste vídeo de 17 de junho de 2008, uma bonita fala de Jair Bolsonaro para o então também deputado federal Clodovil Hernandes, homossexual assumido. Cadê a homofobia?

"Ah, PC, Jair Bolsonaro foi contra a Comissão da Verdade!". Ponto pra ele, de novo, respondo eu. Contra a Comissão da Verdade da forma como ela foi constituída, eu também sou... Ora, onde já se viu tentar estabelecer "a verdade" sobre os fatos ouvindo apenas um dos lados envolvidos na história? Seria como um livro sobre a história do Fla-Flu escrito por uma comissão com 7 torcedores flamenguistas e nenhum tricolor. Talvez até apagassem da "história verdadeira" o inesquecível Gol de Barriga... A Comissão da Verdade com sete indicados por Dilma Rousseff (nenhum deles historiador, vale dizer) deve até ter concluído que a presidente lutava por democracia durante o Governo Militar, uma mentira que já desmascarei aqui. Os leitores que quiserem saber mais sobre essa falida Comissão da Verdade estão convidados a ler o ótimo artigo do historiador Marco Antônio Villa, publicado n'O Globo em maio de 2012 (pode ser lido aqui).

A atuação parlamentar de Jair Bolsonaro, já há vinte anos, é notavelmente honesta, sem absolutamente nenhuma condenação por nada, apesar dos seus discursos e posições sempre veementes. O leitor pode até discordar das opiniões dele, eu mesmo discordo de algumas poucas. Entretanto, quem o acusa de ser preconceituoso, racista, homofóbico, fascista, etc, na verdade é quem está sendo preconceituoso. Sim, acusam o deputado de ser algo que eles próprios são.

Para quem ainda não está convencido da dignidade do deputado, segue mais um argumento: durante o julgamento da Ação Penal 470, o famigerado Mensalão do PT, nosso paladino da Justiça, o nobre juiz Joaquim Barbosa, citou o deputado Jair Bolsonaro como tendo sido o único parlamentar dos partidos comprados pelo governo a ter votado contra os seus projetos. Vejam:

A extrema-esquerda brasileira, liderada pelo PT, não consegue suportar esta qualidade chamada honestidade. Jair Bolsonaro é um de nossos poucos parlamentares a poder dizer, com sinceridade e orgulho, que nunca se vendeu. Eis o grande "pecado" do deputado Jair Bolsonaro: ser honesto demais.

PCFilho

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