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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

F1 - GP da Itália 1992 - Vitória de Ayrton Senna



Classificação final:
1) Ayrton Senna (Brasil) - McLaren-Honda / 1:18:15.349
2) Martin Brundle (Grã-Bretanha) - Benetton-Ford / + 17.050
3) Michael Schumacher (Alemanha) - Benetton-Ford / + 24.373
4) Gerhard Berger (Áustria) - McLaren-Honda / + 1:25.490
5) Riccardo Patrese (Itália) - Williams-Renault / + 1:33.158
6) Andrea de Cesaris (Itália) - Tyrrell-Ilmor / + 1 volta
7) Michele Alboreto (Itália) Footwork-Mugen-Honda / + 1 volta
8) Pierluigi Martini (Itália) - Dallara-Ferrari / + 1 volta
9) Ukyo Katayama (Japão) - Larrousse-Lamborghini / + 3 voltas
10) Karl Wendlinger (Áustria) - March-Ilmor / + 3 voltas
11) Jyrki Järvilehto (Finlândia) - Dallara-Ferrari / + 6 voltas

PC

domingo, 13 de setembro de 2009

Mais uma vez Rubinho


(foto tirada por Antonio Pizzonia: Rubinho comemora no podium)

Amigos, foi fantástico: a lendária Monza presenciou mais uma bela vitória brasileira. Jogamos nosso Hino Nacional na cara dos italianos: e como é gostoso ouvir os nossos acordes em terras estrangeiras! O responsável por isso é Rubinho. Mais uma vez Rubinho!

Há três semanas, eu fiz aqui o vaticínio: Rubens Barrichello voltaria a vencer, e entraria na briga pelo campeonato. Está cumprida a profecia, amigos! Está cumprida a profecia! O brasileiro está definitivamente na briga pelo campeonato.

Foi tudo bonito no segundo triunfo de Rubinho na arrancada rumo ao campeonato. A começar pela estratégia da sua equipe: a Brawn GP optou por apenas uma parada! Ousadia recompensada com a dobradinha, apesar do rendimento inferior ao de outros carros.

Mas não é só de estratégia que nascem as grandes vitórias. Não! Cada triunfo é obtido com sangue, suor e lágrimas. E Rubinho oferece tudo isso: seu sangue, seu suor e suas lágrimas. Isso se vê desde a sua primeira vitória, no já distante dia 30 de julho de 2000, em Hockenheim.

Naquele dia, Barrichello partiu da décima-oitava posição para o alto do podium, debaixo de muita chuva. Vocês se lembram da intensa dramaticidade daquele domingo? Eu me lembro como se fosse ontem. Foi a primeira lágrima de automobilismo que derramei depois do trágico primeiro de maio de 94.

E hoje, ao ouvir o Tema da Vitória na televisão, eu me lembrei novamente daquela vitória de Rubinho na Alemanha. E não só daquela vitória. Me vieram à memória os velhos triunfos de Ayrton Senna. Me lembrei especificamente de Suzuka 1991 e Interlagos 1993.

Lembrar-se de Senna agora é um bom sinal, é um ótimo sinal. Faltam quatro corridas na temporada, e Rubinho vai partir para o título. Jenson Button começa a sentir a pressão: Barrichello é mais experiente, muito mais experiente.

Nesse momento, peço que cada brasileiro esqueça as implicâncias passadas com Rubinho. A hora é de a nação se unir na torcida por Barrichello. O Brasil merece repetir a comemoração de um campeonato mundial de Fórmula 1.

Repito: a nação tupiniquim merece viver novamente a embriaguez coletiva da conquista de um campeonato mundial. E viverá. Eis o meu novo vaticínio: Rubinho será o campeão da Fórmula 1. Quem viver verá.

PC