Em 2023, o impressionante Germán Cano fez mais uma temporada brilhante com a camisa do Fluminense. Pelo segundo ano seguido, ele atingiu a marca dos 40 gols, algo que nenhum outro jogador do Fluminense havia conseguido no século XXI.
Em 2022, o argentino havia marcado 44 gols pelo Fluminense, superando os 39 tentos de Magno Alves na temporada de 2002.
Em 2023, Germán Cano marcou mais 40 gols, 13 deles na épica campanha da conquista da Copa Libertadores da América. Ele se consolida definitivamente como um ídolo da torcida tricolor.
Abaixo, a lista com os maiores artilheiros por temporada do Fluminense no século XXI:
44 Germán Cano (2022) 🥇
40 Germán Cano (2023) 🥈
39 Magno Alves (2002) 🥉
37 Washington Coração Valente (2008)
34 Fred (2011)
33 Tuta (2005) (*)
32 Henrique Dourado (2017)
30 Fred (2012)
27 Fred (2014)
(*) oficialmente, o Fluminense considera somente 33 gols para Tuta em 2005, mas ele também marcou outros 2 gols na partida Fluminense 3 x 0 Brasiliense, em 10/09/2005, que foi posteriormente anulada, por ter sido apitada pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho. Assim, algumas fontes podem apontar 35 gols para Tuta na temporada de 2005.
Na belíssima foto, cujo autor eu não conheço, vemos a tradicional comemoração de Fred, jogando corações para a torcida do Fluminense.
O dia é 8 de novembro de 2009. Naquela tarde de domingo, o Fluminense venceu o Palmeiras por 1 a 0, gol de Fred, diante de 66.884 pessoas no Maracanã. O centroavante comandava a Grande Arrancada, maior reação de um time na história do Campeonato Brasileiro.
Era a primeira temporada de Fred no Fluminense. Treze anos depois, ele se aposenta como ídolo, tendo acumulado 199 gols em 382 partidas com a camisa tricolor. Conquistou os Campeonatos Brasileiros de 2010 e 2012 e os Campeonatos Cariocas de 2012 e 2022.
É o segundo maior goleador da história do Fluminense, atrás somente do mítico Waldo, que marcou 319 gols em 403 jogos pelo clube, entre 1954 e 1961.
O grande ídolo não se constrói do dia para a noite. Às vezes, um jogador escreve seu nome na história do clube em um único jogo. Faz um gol importante e pronto, estará para sempre nos almanaques e nas enciclopédias do time. No entanto, para se tornar um ícone, uma lenda, um escudo da instituição, é necessário edificar toda uma história.
Brilhar no céu estrelado dos mitos de um grande clube, de uma grande torcida, é consequência de trabalho árduo, de sacrifícios, de escolhas difíceis.
Renunciar às propostas tentadoras das agremiações com mais dinheiro, por exemplo. Voltar do futebol europeu, em 2009, parecia um passo para trás na carreira de Fred. Ele sabia que tinha futebol para trilhar uma carreira no Velho Continente, o lugar onde todos os craques estavam. Para um craque de seu calibre, retornar ao Brasil sequer soava como uma opção.
Inteligentemente, Fred enxergou o que poucos conseguiriam ver ali: uma chance, uma oportunidade. O Fluminense precisava de um craque, de um líder. A torcida tricolor estava machucada pela mais injusta derrota já sofrida por um clube na América do Sul, havia menos de um ano. E Fred precisava de um recomeço.
Guerreiro desde sempre, Fred foi contra o que parecia ser a lógica. Ele escolheu vir para o Fluminense. "Quero fazer história aqui", disse quase profeticamente, em sua primeira entrevista coletiva. A ousadia valeria a pena.
Ah, a Arrancada Histórica de 2009... Fred liderou o Fluminense na luta contra o impossível. Aquela foi a maior reação já registrada de um time em qualquer esporte, qualquer campeonato e qualquer época. Fred foi o grande responsável por aquele milagre inacreditável. Quando o apito final soou no Estádio Couto Pereira, estava claro: nascia entre Fred e Fluminense uma relação eterna, que transcenderá o nosso tempo e todos os tempos.
Diziam os rivais que o Fluminense não tinha ídolos. Uma grande bobagem – quem conhece a história do nosso futebol sabe que o Tricolor poderia escalar quatro ou cinco times inteiros de ídolos, do goleiro ao ponta-esquerda. Mas Fred ajudou até nisso: desde 2009, o torcedor pó-de-arroz pode não só rebater os adversários invejosos, como ainda dizer que tinha um ídolo vivo, molhando a camisa a cada jogo.
O Fluminense tinha Fred. Só o Fluminense tinha Fred.
Fred não é qualquer centroavante. Meu Deus, quantos jogos o homem decidiu a favor do Fluminense? Os dois gols na virada impossível contra o Cruzeiro em 2009, o hat-trick contra a Portuguesa em 2010, os sete gols em uma semana em 2011 (quatro contra o Grêmio, três contra o Figueirense), o dono do jogo do título contra o Palmeiras em 2012...
Recordar a história de Fred no Fluminense, no entanto, não é lembrar somente os duzentos gols que ele marcou, as vitórias que ele trouxe e as taças que ele conquistou: é também reviver os sorrisos e as lágrimas que ele proporcionou.
É, Fred... Chegou a hora do nosso último encontro. Não vai ser fácil, não.
Do gramado sagrado do Novo Maracanã, estádio inaugurado por um gol seu em 2013, Fred sai hoje para entrar definitivamente na história, na lenda e na mitologia do Fluminense. Obrigado, artilheiro, muito obrigado.
03/08/2021 - Fluminense 1 x 0 Cerro Porteño - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, oitavas-de-final, jogo de volta.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia).
Auxiliares: Sebastián Vela (Colômbia) e Dionisio Ruiz (Colômbia).
Árbitro de vídeo (VAR): Jhon Ospina (Colômbia).
Fluminense: Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (André, aos 35 do 2º tempo), Yago Felipe e Nenê (Paulo Henrique Ganso, aos 35 do 2º tempo); Luiz Henrique (Kayky, no intervalo), Fred [capitão] (Abel Hernández, aos 35 do 2º tempo) e Gabriel Teixeira (Lucca, aos 26 do 2º tempo). Técnico: Roger Machado.
Cerro Porteño: Jean Fernandes; Alberto Espínola, Alexis Duarte, Juan Patiño e Pablo Adorno (Alan Rodríguez, aos 14 do 2º tempo); Mathias Villasanti [capitão], Rafael Carrascal, Claudio Aquino (Robert Morales, aos 18 do 2º tempo), Federico Carrizo (Adrián Martínez, aos 18 do 2º tempo) e Mateus Gonçalves; Mauro Boselli (Luis Vargas, aos 30 do 2º tempo). Técnico: Francisco Arce.
Gol:
1-0: Fred, de pênalti, aos 23 do 1º tempo.
Cartões amarelos: Alberto Espínola, aos 16 do 1º tempo; Claudio Aquino, aos 26 do 1º tempo; Luiz Henrique, aos 26 do 1º tempo; Juan Patiño, aos 10 do 2º tempo; Samuel Xavier, aos 17 do 2º tempo; Gabriel Teixeira, aos 23 do 2º tempo; Mathias Villasanti, aos 32 do 2º tempo; Adrián Martínez, aos 42 do 2º tempo; Paulo Henrique Ganso, aos 43 do 2º tempo.
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Com vitórias por 2 a 0 no Paraguai e 1 a 0 no Brasil, o Fluminense se classificou às quartas-de-final da Copa Libertadores de 2021, fase em que enfrentará o Barcelona de Guayaquil. Os jogos serão na quinta-feira 12, no Maracanã, e na quinta-feira 19, no Equador.
Esta foi a primeira vez na história da Libertadores em que, num duelo do mata-mata, o Fluminense obteve uma vantagem de 3 gols.
Na história da Copa Libertadores, o Fluminense agora tem 62 jogos, com 31 vitórias, 14 empates e 17 derrotas, 90 gols-pró e 62 gols-contra (vide postHistória - Fluminense na Copa Libertadores).
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Este foi o 6º jogo entre Fluminense e Cerro Porteño na história. Agora são 5 vitórias do Fluminense e 1 empate no confronto direto (vide postHistória - Fluminense x Cerro Porteño). Dois jogadores do Cerro Porteño nesta partida - Claudio Aquino e Mateus Gonçalves - já atuaram pelo Fluminense.
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Fred chegou ao 190º gol com a camisa do Fluminense (13 deles pela Copa Libertadores, 5 na atual edição do torneio). Ele segue em segundo lugar no ranking dos maiores artilheiros da história do Fluminense:
1º. Waldo – 319 gols em 403 jogos;
2º. Fred – 190 gols em 342 jogos;
3º. Orlando Pingo de Ouro – 184 gols em 310 jogos;
4º. Hércules – 165 gols em 176 jogos;
5º. Telê – 164 gols em 559 jogos.
Com o gol, Fred também ultrapassou Célio Taveira (ex-Vasco e Nacional do Uruguai) e se isolou como terceiro maior artilheiro brasileiro na história da Copa Libertadores, com 23 gols, contando também os marcados por Cruzeiro e Atlético Mineiro. Eis a lista de artilheiros brasileiros na competição continental:
1º. Luizão – 29 gols;
2º. Palhinha – 25 gols;
3º. Fred – 23 gols;
4º. Célio – 22 gols;
5º. Jairzinho – 21 gols.
Fred foi eleito o melhor em campo pela Conmebol. Foi a quarta vez que ele recebeu o prêmio nesta Copa Libertadores.
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Ao entrar na partida, o meia Paulo Henrique Ganso chegou aos 100 jogos com a camisa do Fluminense (58 como titular e 42 entrando no decorrer). Ele tem nove gols marcados pelo Tricolor.
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Faltam cinco!
O chaveamento das quartas-de-final da Copa Libertadores de 2021.
30/06/2021 - Fluminense 1 x 4 Athletico Paranaense - Raulino de Oliveira (Volta Redonda)
Motivo: Campeonato Brasileiro de 2021, 8ª rodada.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Auxiliares: Ricardo Junio de Souza (MG) e Leonardo Henrique Pereira (MG).
Árbitro de vídeo (VAR): Vinicius Furlan (SP).
Fluminense: Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli, Yago Felipe (Paulo Henrique Ganso, aos 23 do 2º tempo) e Nenê (Matheus Martins, aos 31 do 2º tempo); Gabriel Teixeira (João Neto, aos 32 do 2º tempo), Fred [capitão] e Juan Cazares (Kayky, aos 22 do 2º tempo). Técnico: Roger Machado.
Athletico Paranaense: Santos; Marcinho, Zé Ivaldo, Thiago Heleno [capitão] e Abner Vinicius; Richard, Léo Cittadini, Fernando Canesin (Nikão, aos 18 do 2º tempo), David Terans (Christian, aos 28 do 2º tempo) e Carlos Eduardo (Vitinho, aos 18 do 2º tempo); Matheus Babi (Pedro Henrique, aos 41 do 2º tempo). Técnicos: António Oliveira e Paulo Autuori.
Gols:
1-0: Fred, de cabeça, a 1 do 1º tempo [assistência de Juan Cazares];
1-1: Richard, aos 25 do 1º tempo [assistência de Léo Cittadini];
1-2: Vitinho, aos 27 do 2º tempo [assistência de Marcinho];
1-3: Zé Ivaldo, de cabeça, aos 31 do 2º tempo [assistência de Nikão];
1-4: Nikão, de pênalti, aos 49 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Christian, aos 42 do 2º tempo; Richard, aos 43 do 2º tempo; Fred, aos 43 do 2º tempo.
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Fluminense e Athletico Paranaense já se enfrentaram 58 vezes ao longo da história. Agora são 21 vitórias do Fluminense, 11 empates e 26 triunfos do Athletico Paranaense, com 77 gols do Fluminense e 81 do Athletico Paranaense (vide postHistória - Fluminense x Atlético-PR).
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O Fluminense tem 10 pontos ganhos em 8 jogos (2 vitórias, 4 empates, 2 derrotas, 7 gols-pró e 9 gols-contra) no Campeonato Brasileiro de 2021. Este foi o 712º jogo do Fluminense no Brasileirão de pontos corridos (desde 2003). Agora são 272 vitórias, 193 empates e 247 derrotas, com 953 gols-pró e 915 gols-contra (vide postsBrasileirão 2021 - Classificação após a 8ª rodada e Brasileirão - Classificação acumulada 2003-2020).
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O gol do centroavante Fred foi o 189º dele pelo Fluminense, em seu 336º jogo pelo clube. Ele é o segundo maior artilheiro da história tricolor, atrás somente do lendário Waldo, que marcou 319 gols em 403 jogos.
Com o gol, Fred chegou a 153 gols em Campeonatos Brasileiros, se igualando a Edmundo como o terceiro maior artilheiro da história da competição, atrás somente de Romário (154) e Roberto Dinamite (190).
Oh, leva Nita lá, cá tá ela, você me vê pó de arroz e derrota River, e vira torre de zorra! E do pé vem eco, vale a taça latina, velho!
Com duas maravilhosas assistências de Fred, o Fluminense venceu o River Plate por 3 a 1, em Buenos Aires, e se classificou às oitavas-de-final da Copa Libertadores da América.
25/05/2021 - River Plate 1 x 3 Fluminense - Monumental de Núñez (Buenos Aires)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, fase de grupos, 6ª rodada.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Esteban Ostojich (Uruguai).
Auxiliares: Nicolas Taran (Uruguai) e Martin Soppi (Uruguai).
River Plate: Armani [capitão]; Lecanda (Robert Rojas, no intervalo), Maidana, Héctor Martínez e Casco; Felipe Peña Biafore, Santiago Simón (Matías Suárez, no intervalo), Carrascal (Palavecino, no intervalo) e De La Cruz; Borré (Federico Girotti, aos 27 do 2º tempo) e Julián Álvarez. Técnico: Marcelo Gallardo.
Fluminense: Marcos Felipe; Samuel Xavier (Calegari, aos 29 do 2º tempo), Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Wellington, aos 38 do 2º tempo), Yago Felipe e Nenê (Juan Cazares, aos 38 do 2º tempo); Gabriel Teixeira, Fred [capitão] (Abel Hernández, aos 28 do 2º tempo) e Caio Paulista (Luiz Henrique, aos 27 do 2º tempo). Técnico: Roger Machado.
Gols:
0-1: Caio Paulista, aos 21 do 1º tempo [assistência de Fred];
0-2: Nenê, aos 28 do 1º tempo [assistência de Fred];
1-2: Federico Girotti, aos 39 do 2º tempo [assistência de Julián Álvarez].;
1-3: Yago Felipe, aos 46 do 2º tempo [assistência de Abel Hernández].
Cartões amarelos: Martinelli, aos 27 do 1º tempo; De La Cruz, aos 31 do 1º tempo; Héctor Martínez, aos 4 do 2º tempo; Samuel Xavier, aos 15 do 2º tempo; Matías Suárez, aos 19 do 2º tempo; Caio Paulista, aos 22 do 2º tempo.
Cartão vermelho: Maidana, aos 21 do 2º tempo.
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Autor das assistências para os dois primeiros gols do Fluminense, o centroavante Fred foi eleito o melhor jogador da partida pela Conmebol.
Nos seis jogos da fase de grupos da Copa Libertadores, Fred marcou 4 gols e deu 2 assistências. Nestes seis jogos, ele foi eleito por 3 vezes o melhor em campo.
A FIFA elogiou a atuação de Fred, publicando no Twitter: "He's been an exceptional goalscorer for almost 20 years. Tonight he turned playmaker supreme. What an unbelievable performance from Fred and Fluminense".
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A vitória em Buenos Aires garantiu o Fluminense como primeiro lugar do Grupo D, classificado às oitavas-de-final da Copa Libertadores, com 11 pontos ganhos em 6 jogos (3 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 10 gols-pró e 7 gols-contra). Curiosamente, dos 11 pontos do Fluminense, 4 foram conquistados no Maracanã e 7 fora de casa.
Este foi o 60º jogo do Fluminense na história da Copa Libertadores. São agora 29 vitórias, 14 empates e 17 derrotas, com 87 gols-pró e 62 gols-contra. Para os detalhes técnicos de todas as campanhas, vide postHistória - Fluminense na Copa Libertadores.
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O Fluminense se tornou o segundo clube brasileiro a vencer o Boca Juniors na Bombonera e o River Plate no Monumental de Núñez, pela Copa Libertadores. Somente o Cruzeiro já havia conseguido as duas vitórias.
O jogo no Monumental de Núñez aconteceu em uma data especial: o dia do 120º aniversário do River Plate. O presente de grego do Fluminense só não foi mais amargo porque o River Plate conseguiu se classificar mesmo com a derrota, graças ao empate em 0 a 0 entre Independiente Santa Fe e Junior Barranquilla, no outro jogo do grupo.
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O atacante Caio Paulista completou 50 jogos pelo Fluminense (7 como titular, 43 entrando no decorrer da partida). O gol que abriu o placar no Monumental de Núñez foi o seu 5º com a camisa tricolor.
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Este foi o sexto duelo entre Fluminense e River Plate ao longo da história, com duas vitórias do clube brasileiro, três empates e um triunfo do time argentino (vide postHistória - Fluminense x River Plate).
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O adversário do Fluminense nas oitavas-de-final da Copa Libertadores será conhecido em sorteio, a ser realizado no dia 1º de junho.
12/05/2021 - Fluminense 2 x 1 Independiente Santa Fe - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, fase de grupos, 4ª rodada.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Eber Aquino (Paraguai).
Auxiliares: Eduardo Cardoso (Paraguai) e José Maria Villagra (Paraguai).
Fluminense: Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Wellington, aos 36 do 2º tempo), Yago Felipe e Nenê (Juan Cazares, aos 21 do 2º tempo); Kayky (Caio Paulista, aos 27 do 2º tempo), Fred [capitão] (Raúl Bobadilla, aos 36 do 2º tempo) e Luiz Henrique (Gabriel Teixeira, no intervalo). Técnico: Roger Machado.
Independiente Santa Fe: Leandro Castellanos; Alexander Porras, Fainer Torijano, Alejandro Moralez e Carlos Arboleda (Sebastián Pedroza, no intervalo); Leonardo Pico (Johan Caballero, aos 25 do 2º tempo), Daniel Giraldo, Jersson González (Jhon Velásquez, aos 37 do 2º tempo), Jhon Arias (Hollman McCormick, aos 45 do 2º tempo) e Kelvin Osorio (Enrique Serje, aos 25 do 2º tempo); Jorge Ramos. Técnico: Harold Rivera.
Gols:
0-1: Jersson González, aos 12 do 2º tempo [assistência de Alexander Porras];
1-1: Fred, aos 14 do 2º tempo [assistência de Kayky];
2-1: Caio Paulista, aos 31 do 2º tempo [assistência de Juan Cazares].
Cartões amarelos: Luccas Claro, aos 10 do 2º tempo; Alejandro Moralez, aos 16 do 2º tempo; David Braz (no banco), aos 18 do 2º tempo.
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Classificação atualizada do Grupo D da Copa Libertadores.
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Este foi o 58º jogo do Fluminense na história da Copa Libertadores. São agora 28 vitórias, 14 empates e 16 derrotas, com 83 gols-pró e 59 gols-contra. Para os detalhes técnicos de todas as campanhas, vide postHistória - Fluminense na Copa Libertadores.
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O gol de Fred foi o 186º dele com a camisa do Fluminense, o 12º pela Copa Libertadores. Ele é o segundo maior artilheiro da história tricolor:
1º. Waldo – 319 gols em 403 jogos;
2º. Fred – 186 gols em 325 jogos;
3º. Orlando Pingo de Ouro – 184 gols em 310 jogos;
4º. Hércules – 165 gols em 176 jogos;
5º. Telê – 164 gols em 559 jogos.
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Com o gol, Fred se igualou a Célio Taveira (ex-Vasco e Nacional do Uruguai) como terceiro maior artilheiro brasileiro na história da Copa Libertadores, com 22 gols, contando também os marcados por Cruzeiro e Atlético Mineiro. Eis a lista de artilheiros brasileiros na competição continental:
1º. Luizão – 29 gols;
2º. Palhinha – 25 gols;
3º. Fred – 22 gols;
3º. Célio – 22 gols;
5º. Jairzinho – 21 gols.
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Fred foi escolhido como o homem do jogo pela Conmebol, pela segunda vez nesta Copa Libertadores.
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Nenê completou nesta partida 90 jogos pelo time principal do Fluminense. O meia já marcou 24 gols com a camisa tricolor.
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Mosaico tricolor no Maracanã: "Vamos lutar por mais essa taça".
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Placa presenteada pelo Fluminense ao Independiente Santa Fe.
28/04/2021 - Independiente Santa Fe 1 x 2 Fluminense - Centenário (Armenia, Colômbia)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, fase de grupos, 2ª rodada.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: -.
Árbitro: Andrés Cunha (Uruguai).
Auxiliares: Andrés Nievas (Uruguai) e Pablo Llarena (Uruguai).
Independiente Santa Fe: Leandro Castellanos; Alexander Porras, Fainer Torijano, Jeisson Palacios e Dairon Mosquera (Fabio Delgado, aos 46 do 2º tempo); Leonardo Pico, Daniel Giraldo, Kelvin Osorio (Jersson González, aos 29 do 2º tempo), Luis Manuel Seijas (Johan Caballero, aos 20 do 2º tempo) e Jhon Arias (Diego Valdés, no intervalo); Jorge Ramos. Técnico: Harold Rivera.
Fluminense: Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli, Yago Felipe e Nenê (Juan Cazares, aos 15 do 2º tempo); Kayky (Gabriel Teixeira, aos 15 do 2º tempo) (Danilo Barcelos, aos 26 do 2º tempo), Fred [capitão] (Raúl Bobadilla, aos 22 do 2º tempo) e Luiz Henrique (Caio Paulista, aos 22 do 2º tempo). Técnico: Roger Machado.
Gols:
0-1: Fred, aos 4 do 1º tempo [assistência de Nenê];
0-2: Fred, de cabeça, aos 31 segundos do 2º tempo [assistência de Egídio];
1-2: Daniel Giraldo, aos 5 do 2º tempo [assistência de Jeisson Palacios].
Cartões amarelos: Egídio, aos 10 do 2º tempo; Daniel Giraldo, aos 33 do 2º tempo; Raúl Bobadilla, aos 49 do 2º tempo.
Cartão vermelho: Egídio, aos 24 do 2º tempo [2º cartão amarelo].
Observação: mais uma péssima arbitragem, conivente com a violência do Independiente Santa Fe.
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Este foi o 56º jogo do Fluminense pela Copa Libertadores. São agora 27 vitórias, 13 empates e 16 derrotas, com 80 gols-pró e 57 gols-contra. Para os detalhes técnicos de todas as campanhas, vide postHistória - Fluminense na Copa Libertadores.
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Com os dois gols, Fred chegou a 185 gols com a camisa do Fluminense. Ele passou Orlando Pingo de Ouro e agora é o 2º maior artilheiro da história tricolor:
1º. Waldo – 319 gols em 403 jogos;
2º. Fred – 185 gols em 323 jogos;
3º. Orlando Pingo de Ouro – 184 gols em 310 jogos;
4º. Hércules – 165 gols em 176 jogos;
5º. Telê – 164 gols em 559 jogos.
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Fred também se igualou a Jairzinho como quarto maior artilheiro brasileiro na história da Copa Libertadores, com 21 gols, contando também os marcados por Cruzeiro e Atlético Mineiro. Eis a lista de artilheiros brasileiros na competição continental:
1º. Luizão – 29 gols;
2º. Palhinha – 25 gols;
3º. Célio – 22 gols;
4º. Fred – 21 gols;
4º. Jairzinho – 21 gols;
6º. Guilherme – 19 gols;
6º. Ricardo Oliveira – 19 gols.
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O zagueiro Nino completou 100 jogos pelo time principal do Fluminense.
22/04/2021 - Fluminense 1 x 1 River Plate - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Copa Libertadores de 2021, fase de grupos, 1ª rodada.
Público: 0 (portões fechados devido à pandemia do coronavírus).
Renda: R$ 0,00.
Árbitro: Roberto Tobar (Chile).
Auxiliares: Christian Schiemann (Chile) e Claudio Rios (Chile).
Fluminense: Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Wellington, aos 43 do 2º tempo), Yago Felipe e Nenê (Juan Cazares, aos 12 do 2º tempo); Kayky (Gabriel Teixeira, aos 12 do 2º tempo), Fred [capitão] (Abel Hernández, aos 28 do 2º tempo) e Luiz Henrique (Lucca, aos 28 do 2º tempo). Técnico: Roger Machado.
River Plate: Armani [capitão]; Montiel, Paulo Díaz, Héctor Martínez e Angileri; Enzo Pérez, Palavecino (Simón, aos 19 do 2º tempo) e Casco (Girotti, aos 29 do 2º tempo); Julián Álvarez (Beltrán, aos 29 do 2º tempo), Borré e De La Cruz. Técnico: Marcelo Gallardo.
Gols:
0-1: Montiel, de pênalti, aos 12 do 1º tempo;
1-1: Fred, aos 20 do 2º tempo [assistência de Juan Cazares].
Cartões amarelos: Yago Felipe, aos 18 do 2º tempo; Fred, aos 34 do 2º tempo (no banco de reservas); Martinelli, aos 41 do 2º tempo; Lucca, aos 42 do 2º tempo.
Observação: o árbitro chileno Roberto Tobar deixou de marcar um pênalti para o Fluminense, sofrido por Lucca, aos 32 do 2º tempo.
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O gol de Fred foi o 183º dele com a camisa do Fluminense, o 9º pela Copa Libertadores. Ele está a um gol de igualar Orlando Pingo de Ouro como segundo maior artilheiro da história tricolor:
1º. Waldo – 319 gols em 403 jogos;
2º. Orlando Pingo de Ouro – 184 gols em 310 jogos;
3º. Fred – 183 gols em 322 jogos;
4º. Hércules – 165 gols em 176 jogos;
5º. Telê – 164 gols em 559 jogos.
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Com o gol, Fred se tornou também o quinto maior goleador brasileiro na história da Copa Libertadores, com 19 gols, contando também os marcados por Cruzeiro e Atlético Mineiro. Eis a lista de artilheiros brasileiros na competição continental:
1º. Luizão – 29 gols;
2º. Palhinha – 25 gols;
3º. Célio – 22 gols;
4º. Jairzinho – 21 gols;
5º. Fred – 19 gols;
5º. Guilherme – 19 gols;
5º. Ricardo Oliveira – 19 gols.
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Kayky se tornou o jogador mais jovem a entrar em campo pelo Fluminense em uma partida de Copa Libertadores, aos 17 anos, 10 meses e 11 dias, superando recorde que pertencia a Alan.
Neste domingo 11, o centroavante Fred atingiu uma marca notável em sua carreira: marcou seu gol de número 400. Foi o segundo gol da vitória do Fluminense sobre o Nova Iguaçu, por 3 a 1, pelo Campeonato Carioca. Em 2021, contando os jogos que encerraram a temporada passada, Fred já tem 7 gols em 12 jogos.
Os 400 gols da carreira de Fred estão espalhados assim pelas equipes em que ele atuou: 182 pelo Fluminense, 81 pelo Cruzeiro, 43 pelo Lyon, 42 pelo Atlético Mineiro, 34 pelo América-MG e 18 pela Seleção Brasileira.
Fred também se aproxima de se tornar o segundo maior artilheiro da história do Fluminense. Ele já tem 182 gols em 320 jogos pelo clube, estando a dois de igualar Orlando Pingo de Ouro (184 gols em 310 jogos). A marca do lendário Waldo (319 gols em 403 jogos) ainda parece inalcançável.
Os 182 gols de Fred pelo Fluminense se espalham assim pelas competições: 96 pelo Campeonato Brasileiro, 56 pelo Campeonato Carioca, 17 pela Copa do Brasil, 8 pela Copa Libertadores, e 5 pela Copa Sul-Americana. Conquistou pelo Tricolor os Campeonatos Brasileiros de 2010 e 2012, o Campeonato Carioca de 2012, e a Copa da Primeira Liga de 2016, além do vice-campeonato da Copa Sul-Americana de 2009. Vale também recordar a incrível Arrancada Histórica de 2009, a maior reação de um clube na história do Campeonato Brasileiro, que Fred liderou com uma performance extraordinária, marcando 8 gols nos 10 jogos finais (7 vitórias e 3 empates).
Os 18 gols de Fred pela Seleção Brasileira se espalham assim: 1 na Copa do Mundo de 2006, 1 na Copa do Mundo de 2014, 5 na Copa das Confederações de 2013, 1 na Copa América de 2011, 1 no Superclássico das Américas de 2012, e 9 em partidas amistosas. Com a amarelinha, conquistou a Copa América de 2007, os Superclássicos das Américas de 2011 e 2012, e a Copa das Confederações de 2013 - nesta última, foi o artilheiro e marcou dois gols na decisão contra a seleção da Espanha.
Fica aqui nossa homenagem a Frederico Chaves Guedes, craque do futebol brasileiro, ídolo e lenda do Fluminense. Que venham mais 100 gols, Fred!
Amigos, quando Fred voltou ao Fluminense, muitos torceram o nariz. "Já está acabado para o futebol", disseram. "É um ex-jogador em atividade", gritaram. Nem mesmo ao vencer de bicicleta os 450 quilômetros de Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, o centroavante convenceu os críticos de que ainda está em forma. "Pura jogada de marketing", vociferaram.
E nas primeiras atuações, o camisa nove de fato esteve apagado. Não parecia o mesmo Fred, aquele bom e velho artilheiro do Fluminense e da Seleção Brasileira. A bola chegava, mas batia em suas canelas e escapava, tal qual a batata quente das brincadeiras do jardim de infância.
Neste sábado 29, o Fluminense vencia o Vasco por 1 a 0, graças a um golaço de Dodi no início do primeiro tempo. O cronômetro chegava aos trinta minutos da etapa final, quando Odair Hellmann chamou Fred no banco de reservas. Ele entrou e, como sempre, só tinha um pensamento: marcar um gol e definir o clássico. O artilheiro é assim: obcecado com o gol. Ele dorme pensando no gol, sonha com o gol e acorda querendo fazer o gol.
Fred só estava em campo havia cinco minutos. Sua camisa tricolor sequer estava molhada. Contra-ataque do Fluminense, Wellington Silva aciona Ganso, que toca para Fred. Ele ainda está longe do gol, mas vê o caminho aberto e não hesita: chuta forte da entrada da área. O bom goleiro do Vasco salta, se estica todo, até encosta na bola com as pontas dos dedos, mas não consegue evitar o gol de Fred.
O golaço de Fred. O 173° gol de Fred com a camisa tricolor. Ele agora está a onze de igualar o lendário Orlando Pingo de Ouro, segundo maior goleador da história do Fluminense (lá do paraíso, o mito pernambucano torce para ser superado, acreditem).
O Vasco ainda descontou nos minutos finais - o que serviu para aumentar a importância do gol de Fred. Afinal, o Fluminense venceu por 2 a 1 no Maracanã, e foi dele o gol da vitória.
Um gol que faz a torcida tricolor voltar a pensar alto. Não sabemos ainda o quão longe este time pode ir, mas já nos permitimos sonhar novamente.
Porque, como diz meu amigo Montanha, quem tem Fred não morre pagão. Pode até, quem sabe, ser campeão.
1904: foi fundado, por funcionários ingleses e brasileiros da Fábrica Bangu, na casa nº 12 da rua Estevão (depois rua Ferrer e atual avenida Cônego Vasconcelos), o Bangu Atlético Clube, um dos primeiros rivais do Fluminense no futebol do Rio de Janeiro.
1927: em amistoso pelo Festival da AMEA, o Fluminense ganhou por 3 a 2 do America, no campo do Botafogo, na rua General Severiano. Os gols da vitória tricolor foram de Hermógenes (contra), Fortes (de pênalti) e Lagarto.
1938: em sua estreia no Torneio Municipal, o Fluminense venceu o Bangu por 4 a 2, no Estádio de Laranjeiras. Sandro, Brant, Celeste e François Norbert Filho marcaram para o Tricolor, e Bahiano fez os gols de honra do time visitante.
1948: o Fluminense ganhou por 3 a 2 do Bangu, de virada, em Moça Bonita, em amistoso comemorativo pelo 44º aniversário do Bangu. Os gols saíram na seguinte ordem: Careca (de falta) abriu o placar para o Fluminense; Amaral (de falta) e Joel viraram para o Bangu; Pinhegas igualou o marcador; e a vitória tricolor foi alcançada nos instantes finais do jogo, através de Zeca. Os dois rivais voltariam a duelar quatro dias depois, em Laranjeiras (vide 21 de abril).
1949: no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, a Seleção Brasileira goleou a Colômbia por 5 a 0, pelo Campeonato Sul-Americano (atual Copa América). O terceiro gol da Seleção foi do meia-atacante Orlando Pingo de Ouro, um dos representantes do Fluminense no jogo, ao lado do médio Bigode. Esta partida foi a estreia de ambos com a camisa da Seleção Brasileira.
1957: em jogo pelo Torneio Quadrangular A. J. Renner, o Fluminense derrotou o Vasco por 3 a 1, no Estádio de Laranjeiras. Telê, Léo Briglia e Escurinho marcaram os gols da vitória tricolor.
1960: diante de 53.738 pagantes no Maracanã, o Fluminense derrotou o Palmeiras por 1 a 0 e sagrou-se campeão do Torneio Rio-São Paulo. O gol da vitória tricolor foi anotado pelo centroavante Waldo, que terminou como artilheiro da competição, com 11 gols. A escalação do Fluminense neste jogo final foi: Castilho; Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmílson e Paulinho Omena; Telê, Waldo (Wilson Bauru), Jair Francisco (Edil) e Escurinho. Também participaram da conquista: Victor González, Maurinho, Jair Santana, Paulo e Almir. A campanha do segundo título tricolor no Rio-São Paulo teve 6 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 22 gols-pró e 12 gols-contra. Esta foi a segunda conquista seguida deste timaço do Fluminense, que já havia vencido o Campeonato Carioca de 1959. Somando as duas campanhas, o retrospecto foi de 23 vitórias, 6 empates e 2 derrotas. Foram os últimos títulos do lendário treinador Zezé Moreira no comando técnico do Fluminense.
Waldo cabeceia para o gol: Fluminense 1, Palmeiras 0.
Fluminense, campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1960.
Em pé: Clóvis, Jair Marinho, Edmílson, Altair, Castilho e Pinheiro.
Agachados: Maurinho, Paulinho Omena, Waldo, Telê e Escurinho.
No jogo final, Jair Francisco atuou no lugar de Maurinho.
1988: em jogo válido pelo segundo turno do Campeonato Carioca, no Estádio do Maracanã, o Fluminense venceu o Botafogo por 2 a 0, graças aos gols de Leomir (de pênalti) e Tato.
1995: em partida da quarta rodada do octogonal final do Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Volta Redonda, no Estádio Raulino de Oliveira. Lira, Djair (de falta) e Ézio marcaram os gols da vitória tricolor. Agora com duas vitórias, um empate e uma derrota, o Fluminense somava 7 pontos ganhos, já ultrapassando o Vasco (com 6), e seguindo na perseguição aos líderes Botafogo (com 13) e Flamengo (com 10). Numa arrancada sensacional, o Fluminense terminaria campeão, superando o Flamengo na rodada final (vide 25 de junho).
1996: em jogo disputado em Moça Bonita, pelo Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 1 a 0 do Volta Redonda, gol do zagueiro Lima.
2002: na partida de volta das quartas-de-final da Copa do Brasil, no Maracanã, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o surpreendente Brasiliense, e foi eliminado da competição. O Brasiliense eliminaria também o Atlético Mineiro na semifinal, e perderia a decisão para o Corinthians.
2003: em jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã, o Fluminense derrotou o Internacional de Porto Alegre por 3 a 1. Os gols da primeira vitória tricolor na competição foram do estreante Sorato (dois) e de Lopes Tigrão.
2005: na dramática partida final do Campeonato Carioca, diante de 70.830 presentes (63.762 pagantes) no Maracanã, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Volta Redonda, de virada, e conquistou seu 30º título do Rio de Janeiro. Após perder o jogo de ida por 4 a 3 (vide 10 de abril), o Fluminense precisava vencer por dois gols de diferença para ser campeão. Quando Fábio abriu o placar para o Voltaço, logo aos 9 minutos de jogo, o título estava distante, mas tricolor nunca desiste. No último lance do primeiro tempo, Tuta cabeceou na trave, e a bola bateu no zagueiro Aílson e entrou: foi o chorado gol de empate. Aos 22 da etapa final, o Fluminense virou com um gol de Marcão, de cabeça. O gol do título veio aos 47 minutos do segundo tempo, com Antônio Carlos completando de cabeça um longo lançamento de Leandro, que buscara uma bola quase perdida na lateral direita do campo.
2008: na última rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, perante 20.669 presentes (19.249 pagantes) no Maracanã, o Fluminense, já classificado, ganhou por 1 a 0 da LDU Quito, gol de Cícero, de cabeça, aos 30 do primeiro tempo. O resultado garantiu ao Fluminense a melhor campanha geral da competição (4 vitórias, 1 empate e 1 derrota, 11 gols-pró e 3 gols-contra), e a suposta vantagem de decidir todos os confrontos das fases seguintes no Maracanã. O Tricolor chegaria à decisão do torneio, em que enfrentaria a mesma LDU Quito (vide 2 de julho).
2011: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 1 a 0 do Nova Iguaçu, no Engenhão, gol de pênalti do centroavante Fred. Este foi o 50º gol de Fred com a camisa tricolor - ele encerraria sua passagem pelo Fluminense com 172 gols, tornando-se o terceiro maior artilheiro da história do clube.
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Aniversariantes do dia:
Avelino Gabrielli, o Nino (1921), zagueiro italiano, natural de Verona, integrante do elenco do Fluminense que conquistou o Campeonato Carioca de 1951, tendo participado de quatro partidas naquela vitoriosa campanha. Até hoje, é o único futebolista nascido na Itália a ter atuado no time principal do Fluminense. Veio criança para o Brasil, e quando perguntado se era italiano ou brasileiro, respondia: "Ainda que tenha nascido na Itália, sou brasileiro para todos os efeitos e me orgulho de assim o afirmar, porque o Brasil é um grande país".
Nino, o único futebolista italiano da história do Fluminense
(foto: Sport Illustrado).
Reinaldo Felisbino, o Lela (1962), ponta-direita paulista, natural de Bauru, que jogou no Fluminense na temporada de 1982, em que marcou um gol em nove partidas com a camisa tricolor. Ele seria um dos grandes nomes do Coritiba campeão brasileiro em 1985.
Lela, com a camisa do Coritiba.
Wélton Araújo Melo, o Wélton (1975), atacante natural de Nova Friburgo, que integrou o elenco profissional do Fluminense no segundo semestre de 1994, tendo marcado 5 gols em 26 jogos com a camisa tricolor.
Wélton (foto: revista Placar).
Radamés Martins Rodrigues da Silva, o Radamés (1986), lateral-direito carioca, revelado pelo Fluminense, com 37 atuações pelo time principal tricolor, entre 2005 e 2006 e em 2009. Participou da conquista do Campeonato Carioca de 2005.
1958: em amistoso disputado na Fonte Nova quase totalmente lotada, em Salvador, o Fluminense ganhou por 3 a 0 do Corinthians, gols de Léo Briglia (dois) e Breno. Quando o placar era de 1 a 0, o goleiro tricolor Castilho defendeu um pênalti cobrado pelo zagueiro Olavo. A excursão do Fluminense pelas regiões Norte e Nordeste terminou assim com o memorável desempenho de onze vitórias, um empate e uma derrota.
1968: em amistoso disputado no Estádio Juvenal Lamartine, em Natal, o Fluminense venceu o América, campeão potiguar, por 3 a 0, gols de Oliveira (de pênalti), Amoroso e Samarone - este último, um golaço, em que o craque tricolor driblou vários adversários e entrou com bola e tudo, sendo aplaudido efusivamente pelo público.
1981: em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro (Taça de Ouro), o Fluminense venceu o Campinense por 4 a 1, no Estádio do Maracanã. Os gols da vitória tricolor foram marcados por Cláudio Adão (dois), Zezé e Mário Marques.
1984: na sequência da primeira fase do Campeonato Brasileiro, o Fluminense venceu o Confiança por 1 a 0, em São Januário, gol de Assis. Com duas vitórias e dois empates, o Fluminense iniciava a campanha que culminaria na conquista de seu segundo Campeonato Brasileiro.
1987: no jogo de volta das quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 1986, o Fluminense perdeu por 2 a 0 para o São Paulo, diante de 65.119 pagantes no Morumbi, sendo assim eliminado da competição (em 8 de fevereiro, vencera a ida, mas somente por 1 a 0). O São Paulo terminaria campeão.
1998: em partida válida pelo Torneio Rio-São Paulo, em um Maracanã com o gramado castigado pela chuva, o Fluminense ganhou por 2 a 1 do São Paulo, de virada, graças aos gols de Flavinho e Roni (completando um chute espetacular de Paulo César).
2004: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, no Maracanã, o Fluminense venceu o America por 4 a 1, graças aos gols de Marcelo Macedo (dois) e Alessandro (dois).
2016: em partida do Campeonato Carioca, no Estádio Moacyrzão, em Macaé, o Fluminense empatou em 3 a 3 com o Madureira, com três gols do centroavante Fred, que assim alcançou a marca de 167 gols com a camisa tricolor, ultrapassando Hércules e se tornando o terceiro maior artilheiro da história do clube. Fred encerraria sua passagem pelo Fluminense com 172 gols, atrás somente de Waldo, com 319, e Orlando Pingo de Ouro, com 184.
Fred em ação, no jogo em que se tornou o terceiro maior artilheiro do Fluminense (foto de Wagner Meier, LANCE!Press).
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Aniversariantes do dia:
Valmir Gritti (1958), zagueiro que integrou o plantel do Fluminense na temporada de 1979. Atuou seis vezes com a camisa tricolor.
Jorge Luís dos Santos Dias, o Jorge Luís (1976), lateral-esquerdo e meio-campista que atuou no Fluminense entre os anos de 1995 e 2000. Marcou 11 gols em 142 jogos pelo Fluminense, e participou das conquistas da Copa Rio de Janeiro de 1998 e da Série C do Campeonato Brasileiro de 1999.
Jorge Luís, lateral tricolor, em partida de 1999 (foto de Juha Tamminen).
Gilson Marcus dos Santos, o Gilson (1980), lateral-esquerdo mineiro, com 20 atuações pelo Fluminense, entre 1999 e 2000. Participou da conquista da Série C do Campeonato Brasileiro de 1999.
1911: dois dias após o fim do Campeonato Carioca, que o Fluminense conquistou de maneira invicta (vide 1º de outubro), os atletas Alberto Borgerth, Othon Baena, Píndaro de Carvalho Rodrigues, Emmanuel Nery, Ernesto Amarante, Armando de Almeida "Gallo", Orlando Mattos, Gustavo de Carvalho e Lawrence Andrews solicitaram formalmente seu desligamento do clube. A cisão, que originaria o departamento de futebol do Clube de Regatas do Flamengo, foi motivada por desentendimentos na escalação do time (vide 10 de setembro).
1922: em justa homenagem à memória de seu atleta Mano, falecido em 30 de setembro, o Fluminense resolveu criar o Prêmio Emmanuel Coelho Netto, uma medalha de ouro com o cunho do clube em relevo, destinada a galardoar, anualmente, o sócio-atleta do clube que, em qualquer dos esportes nele praticados, mais se distinguir por sua disciplina, ordem e frequência aos treinos.
1937: em partida válida pela rodada inaugural do Campeonato Carioca, no campo da rua Domingos Lopes, o Fluminense derrotou o Madureira por 5 a 2, graças aos gols de Hércules (dois), Preguinho, Orlandinho e Romeu Pellicciari (Bahia e Julinho descontaram para o clube suburbano). Vale registrar a participação do lendário Preguinho, após mais de dois anos sem aparecer no time profissional tricolor: jogando como centroavante, teve boa atuação. O Fluminense iniciava ali a campanha do bicampeonato do Rio de Janeiro.
1970: em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, diante de 32.320 pagantes no Estádio do Maracanã, o Fluminense venceu o Cruzeiro por 2 a 1, com dois gols de Lula para os tricolores e um de Evaldo para os estrelados. Com duas vitórias em dois jogos (vencera o Corinthians em 26 de setembro), o Fluminense iniciava a campanha do seu primeiro título nacional. Fluminense e Cruzeiro voltariam a se enfrentar no quadrangular final do Campeonato Brasileiro (vide 16 de dezembro).
1971: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, na Ilha do Retiro, o Fluminense ganhou por 1 a 0 do Sport Recife, com um gol de Cafuringa, aos 13 minutos do primeiro tempo.
1976: diante de 127.052 pagantes no Maracanã, o Fluminense derrotou o Vasco por 1 a 0, graças a um gol de Doval no último minuto da prorrogação, e sagrou-se bicampeão Carioca! Mais de um mês após terminarem o quadrangular final empatados em pontos (vide 29 de agosto), Fluminense e Vasco se reencontraram no Maior do Mundo para decidir o destino do Campeonato Carioca. Após duas horas de uma partida dramática, os tricolores puderam enfim vibrar com o gol do título: Paulo Cezar cruzou da ponta-esquerda, Gil voou como um passarinho e cabeceou para o meio, e o argentino finalizou em nova cabeçada, a bola indo de cima para baixo, vencendo o goleiro Mazarópi e entrando mansamente no gol do Vasco. Fluminense, bicampeão carioca!
1982: em jogo disputado no Estádio do Maracanã, válido pelo Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 1 a 0 do Bangu, graças a um gol de Amauri. Pela vitória, o Tricolor recebeu a Taça Automóvel Clube.
1999: no Estádio Jonas Duarte, em Anápolis, o Fluminense perdeu por 3 a 2 para a Anapolina, em jogo válido pela Série C do Campeonato Brasileiro. Roger Flores e Júlio César marcaram os gols tricolores na partida. O Tricolor iniciava a campanha do título e a jornada de retorno à elite do futebol nacional.
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Aniversariantes do dia:
Wilson Costa de Mendonça, o Wilsinho (1956), ponta-direita com 7 gols marcados em 70 partidas disputadas pelo Fluminense, entre as temporadas de 1983 e 1986. Foi campeão Carioca em 1983 e 1984, e campeão Brasileiro em 1984.
Anderson Antônio dos Santos (1970), meio-campista com 2 gols marcados em 37 jogos pelo Fluminense na temporada de 1992, ano em que foi vice-campeão da Copa do Brasil.
Frederico Chaves Guedes, o Fred (1983), centroavante que jogou no Fluminense entre 2009 e 2016, totalizando 172 gols marcados em 288 jogos com a camisa tricolor, número que o coloca na terceira posição da lista de maiores artilheiros da história do clube, atrás somente de Waldo e Orlando Pingo de Ouro. Em 2009, Fred liderou o time na Arrancada Histórica no Campeonato Brasileiro, e na campanha do vice-campeonato da Copa Sul-Americana; em 2010, teve participação discreta na conquista do Campeonato Brasileiro; em 2012, foi o líder do time nas conquistas do Campeonato Carioca e do Campeonato Brasileiro, terminando também como artilheiro da competição nacional; em 2013, foi titular da Seleção Brasileira campeã da Copa das Confederações, marcando dois gols na decisão contra a Espanha; em 2014, foi titular da Seleção Brasileira semifinalista da Copa do Mundo, e novamente artilheiro do Campeonato Brasileiro. Hoje, Fred atua no Atlético Mineiro.
1910: no campo da rua Guanabara (atual Estádio de Laranjeiras), em partida válida pelo Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 4 a 2 do America, gols de Edwin Cox (3) e Monk. Estes foram os três últimos gols de Edwin Cox pelo Fluminense - ele se mudaria para Porto Alegre, onde jogaria pelo Grêmio.
1938: em jogo do Torneio Municipal, no campo da rua Domingos Lopes, o Fluminense venceu o Madureira por 1 a 0, gol de Tim. Com a vitória, o Tricolor se aproximou muito do título de campeão da competição.
1949: em partida válida pelo Campeonato Carioca, em Teixeira de Castro, o Fluminense goleou o Bonsucesso por 6 a 2. Os gols tricolores foram marcados por Santo Cristo (3) e Orlando Pingo de Ouro (3).
1960: em amistoso no Estádio José Procópio Teixeira, em Juiz de Fora, o Fluminense ganhou por 5 a 1 do Sport de Juiz de Fora, com quatro gols de Waldo e um de Telê.
1966: em jogo amistoso, no Estádio Paulo Fernandes, em Barra do Piraí, o Fluminense venceu o Royal por 1 a 0, gol de Samarone.
1982: em São Januário, em partida válida pelo Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Madureira. Os gols tricolores foram de Zezé Gomes (2) e Flávio Renato.
1983: na quinta rodada do Campeonato Carioca, no Raulino de Oliveira, o Fluminense derrotou o Volta Redonda por 3 a 1. Os gols da vitória tricolor foram assinalados por Assis (2) e Leomir (cobrando pênalti).
1991: o Fluminense obteve a quarta vitória seguida no giro pela Europa: 5 a 0 sobre o Netphen, no Leimbachstadion, em Siegen, na Alemanha, gols de Ézio, Renato Carioca, Sandro, Carlinhos Itaberá e Denílson.
2010: em jogo da 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Atlético Paranaense, diante de 40.005 pessoas no Estádio do Maracanã. Os gols tricolores foram de Washington (2) e Emerson Sheik. O Tricolor acumulava 8 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, na campanha que culminaria na conquista do terceiro Brasileirão de sua história.
Washington marcou dois gols em seu retorno ao Fluminense.
2011: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, no Engenhão, o Fluminense derrotou o Ceará por 4 a 0, gols de Fred, Souza, Rafael Sobis e Rafael Moura.
2013: em jogo do Campeonato Brasileiro, no Maracanã, o Fluminense venceu o Cruzeiro por 1 a 0, gol de Fred, aos 32 minutos do segundo tempo.
2016: em partida do Brasileirão, no Giulite Coutinho, em Mesquita, o Fluminense ganhou por 3 a 0 da Ponte Preta, graças aos gols de Cícero (2) e Wellington Silva (o atacante).
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Aniversariante do dia:
André Luís Garcia (1979), zagueiro com duas passagens pelo time profissional do Fluminense (em 2001 e entre 2010 e 2011). Foi campeão brasileiro em 2010, e totalizou 5 gols marcados em 49 partidas disputadas com a camisa tricolor. Com a Seleção Brasileira, disputou o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 2000, em Sydney.
1928: em amistoso internacional no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense voltou a vencer o Sporting de Lisboa, desta vez por 3 a 2. Os gols tricolores foram de Alfredinho, Preguinho e Lagarto. Com o resultado, o Fluminense recebeu a Taça Leal Santos. O jogo foi uma tentativa de revanche por parte do Sporting, que perdera para o Fluminense por 4 a 1 em 15 de julho. O Sporting, que havia conquistado o vice-campeonato português semanas antes, empatara em 1 a 1 com o Vasco no dia 22, e perderia para a Seleção Carioca por 3 a 2, no dia 2 de agosto.
1942: em jogo do primeiro turno do Campeonato Carioca, o Fluminense derrotou o Vasco por 1 a 0, gol de Carreiro, aos 38 minutos do segundo tempo, no Estádio de Laranjeiras.
1971: no Maracanã, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o Botafogo, em jogo válido pela Taça Guanabara (competição à parte do Campeonato Carioca, já conquistado pelo Tricolor). Apesar do tropeço, o Fluminense conquistaria também a Taça Guanabara, ao derrotar o Flamengo na partida final, três dias depois (confiram aqui, nas efemérides de 1º de agosto).
1973: o Fluminense seguia implacável em sua campanha rumo à conquista do Campeonato Carioca: vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, com gol de Dionísio, aos 4 minutos do segundo tempo. O próximo Fla-Flu, no dia 22, seria a decisão da competição - e o campeão seria o Tricolor...
1984: na quinta rodada do Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 1 a 0 do Americano, no Godofredo Cruz, em Campos, com gol de Assis, de cabeça. O campeão brasileiro iniciava bem no certame estadual, com 4 vitórias e 1 empate em 5 jogos - o bicampeonato Carioca viria em dezembro, após triangular com Vasco e Flamengo.
2000: o Fluminense estreou no Campeonato Brasileiro, naquele ano chamado de Copa João Havelange, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Bahia, gols de Magno Alves e Donizete Amorim. A partida, disputada no Estádio do Maracanã, marcou o retorno do Tricolor ao principal torneio do país, após as ausências de 1998 e 1999.
2012: em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Engenhão, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Atlético Mineiro, no confronto entre os dois melhores times da competição. O centroavante Fred chegou a marcar o gol da vitória tricolor, aos 42 minutos do segundo tempo, mas o bandeirinha Vicente Romano Neto marcou impedimento, erradamente. O zagueiro tricolor Gum foi o melhor jogador em campo. O Fluminense passou a ter 26 pontos ganhos na tabela de classificação, com 7 vitórias, 5 empates e 1 derrota. Era o início da campanha que culminaria na conquista do quarto Brasileirão da história tricolor.
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Aniversariante do dia:
José Alves dos Santos Júnior, o Júnior (1969), zagueiro com 12 atuações pelo Fluminense na temporada de 1993.