Amigos, vocês já devem ter ouvido a história de Hachiko, o cão japonês da raça Akita que ficou famoso por esperar durante anos - até a sua própria morte - o retorno de seu dono falecido, na estação de trem de Shibuya, no subúrbio de Tóquio.
Sua história foi a base para o belíssimo filme Sempre Ao Seu Lado (Hachiko: A Dog's Story, 2009), com Richard Gere, Joan Allen, Erick Avari e Jason Alexander (ver trailer abaixo).
Hoje, dia 10 de novembro, é o 91º aniversário de Hachiko, este comovente e inspirador exemplo de lealdade e amizade, que merece ser lembrado e celebrado para sempre.
Aconteceu no jogo FC Thun x FC Zürich, pelo Campeonato Suíço, no último dia 10. O bicho - acho que é uma fuinha - demonstrou talento no drible, enganando diversos atletas. O zagueiro Loris Benito, do FC Zürich, conseguiu segurá-lo, mas foi mordido. Por fim, o goleirão Da Costa, do FC Zürich, capturou de vez o invasor, e o jogo pôde continuar.
Não é a primeira, nem será a última invasão animal aos gramados do futebol pelo mundo. Em 2009, um gato preto invadiu uma partida do Fluminense em São Januário (relembre aqui). Em 1962, um cachorro invadiu o jogo Brasil 3 x 1 Inglaterra, na Copa do Mundo do Chile (driblou até Garrincha). Em 2011, um cão interrompeu o jogo Brasil 0 x 0 Venezuela, pela Copa América (relembre estes dois casos aqui). Também no Chile, em 1991, Colo Colo e Boca Juniors disputavam a semifinal da Copa Libertadores, e uma briga generalizada ameaçou dar um fim precoce à partida, até que surgiu o pastor alemão Ron, que invadiu o campo, mordeu o goleiro do Boca, e deu fim ao sururu. Ron já faleceu, mas é até hoje reverenciado pela torcida do Colo Colo como um dos heróis do título (a história completa deste jogo e de Ron pode ser apreciada aqui).
PS: não demorou muito para acontecer outra invasão animal! No dia 17/03, um simpático cãozinho invadiu uma partida na Polônia, mordeu um jogador e deu trabalho até ser levado para as arquibancadas. Confiram:
Evidentemente, a jogada me lembrou o clássico lance de Brasil 3 x 1 Inglaterra, na Copa do Mundo de 1962. Concluo que os cachorros de outrora eram mais habilidosos. Este teve a ousadia de driblar Garrincha, e só parou no inglês Jimmy Greaves, que precisou ficar de quatro para capturá-lo: