Mostrando postagens com marcador Igor Julião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igor Julião. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Efemérides tricolores - 23 de agosto


1914: diante de numeroso público no campo do Fluminense, na rua Guanabara, a Seleção Carioca (com quatro jogadores tricolores) empatou em 1 a 1 com a Pro Vercelli (a melhor equipe italiana da época, que excursionava pelo Brasil, reforçada por alguns atletas de outros clubes da Itália). A Pro Vercelli jogou com a seguinte escalação: Giovanni Innocenti; Enzio Pensotti [Novara] e Modesto Valle; Carlo Carcano [Alessandria], Giuseppe Milano e Giuseppe Parodi; Arturo De Ambrosis [Novara], Edoardo Grillo [Alessandria], Pietro Ferraro, Alessandro Rampini e Carlo Corna. A Seleção Carioca atuou com os seguintes atletas: Marcos Carneiro de Mendonça [Fluminense]; Píndaro de Carvalho [Flamengo] e Emmanuel Nery [Flamengo]; Mario Pernambuco [Fluminense], Rolando de Lamare [Botafogo] e Hector Parras [America]; Oswaldo Gomes [Fluminense], Fernando Ojeda [America], Henry Welfare [Fluminense], Sidney Pullen [Paysandu] e A. Brewerton [Rio Cricket]. A Pro Vercelli abriu o placar aos 7 minutos, com Ferraro, cobrando pênalti marcado pelo árbitro Belfort Duarte (atleta do America). A Seleção Carioca empatou aos 17, em cobrança de falta de Píndaro, em que o goleiro Innocenti rebateu a bola nas costas de Milano, e ela voltou para o gol. A revanche foi marcada para quatro dias depois, novamente no campo do Fluminense (vide efemérides de 27 de agosto!).

1931: perante uma assistência calculada em 40.000 pessoas em São Januário, a Seleção Carioca ganhou por 3 a 1 da Seleção Paulista, no primeiro jogo da decisão do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais. Os cariocas jogaram assim, com três tricolores entre os titulares: Velloso [Fluminense]; Domingos da Guia [Bangu] e Itália [Vasco]; Tinoco [Vasco], Martim [Botafogo] e Ivan Mariz [Fluminense]; Walter [S. C. Brasil], Carvalho Leite [Botafogo], Russinho [Vasco], Nilo [Botafogo] e Theóphilo [Fluminense]. Os paulistas atuaram com: Athiê; Clodoaldo e Barthô; Nerino, Gogliardo e Alfredo; Luizinho, Friedenreich, Petronilho, Feitiço e Siriri. Os gols foram de Theóphilo (1 a 0, aos 8 do 1º tempo), Walter (2 a 0, já no 2º tempo), Petronilho (2 a 1) e Russinho (3 a 1). O goleiro tricolor foi um dos melhores em campo, segundo o Jornal dos Sports: "Velloso foi, nas poucas vezes que interveio, uma figura de grande destaque no team. Pegou com muita firmeza e se colocou, sempre, admiravelmente. Para o consagrar basta aludir-se ao free-kick shootado por Gogliardo a poucas jardas da linha do goal, que Velloso deteve num impressionante mergulho". A segunda partida da decisão seria disputada em São Paulo, na semana seguinte (vide 30 de agosto).

1942: em jogo válido pelo segundo turno do Campeonato Carioca, o Fluminense ganhou por 2 a 1 do Bangu, no campo da rua Ferrer. Os gols tricolores na partida foram de Maracaí e Pedro Nunes. Anito marcou o gol de honra do Bangu.

1947: em partida válida pelo turno do Campeonato Carioca, o Fluminense derrotou o Bonsucesso por 4 a 2, no Estádio de Laranjeiras. Os gols tricolores no jogo foram de Pinhegas (2) e Ademir Menezes (2).

1953: em jogo do turno do Campeonato Carioca, com público de 46.767 pagantes no Maracanã, o Fluminense venceu o America por 3 a 1. Os gols da vitória tricolor foram de Didi (dois, um de falta) e Telê.

1959: em partida do turno do Campeonato Carioca, diante de 70.369 pagantes no Maracanã, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Flamengo, interrompendo assim a incrível sequência de 20 vitórias consecutivas (até hoje, a maior da história tricolor). Agora com cinco vitórias e um empate na competição, o Fluminense iniciava a campanha que terminaria com a conquista do título estadual.

1964: em partida do turno do Campeonato Carioca, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o America, no Maracanã, com um gol de pênalti de Gilbert. Antes do jogo, foi respeitado um minuto de silêncio em homenagem a Arno Frank, importante atleta de basquete e treinador de basquete e futebol do Fluminense, que também trabalhara na administração do clube e do Estádio do Maracanã. Com seis vitórias, um empate e uma derrota em oito jogos, o Fluminense iniciava a campanha de mais um título estadual - que seria conquistado em decisão contra o Bangu, em dezembro.

1985: já eliminado da Copa Libertadores, o Fluminense cumpriu tabela, perdendo por 1 a 0 para o Argentinos Juniors, no Estádio do Ferro Carril Oeste, em Buenos Aires. O adversário seria o campeão do torneio, e o Tricolor só voltaria a disputá-la em 2008, quando seria vice-campeão.

1986: na decisão do Torneio Triangular de Vigo, o Fluminense perdeu por 2 a 1 para o Celta de Vigo, no Estádio Balaídos, na cidade espanhola. O atacante brasileiro Baltazar abriu o placar para o Celta aos 42 minutos do primeiro tempo; na etapa final, Eduardo Souza empatou para o Fluminense aos 28, mas Baltazar marcou o gol do título do clube espanhol aos 43.

2000: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro (Copa João Havelange), no Barradão, em Salvador, o Fluminense ganhou por 4 a 2 do Vitória. Os gols tricolores foram de Marcão, Magno Alves (2) e Agnaldo.

****

Aniversariantes do dia:

Esteban Malazzo (1909), médio-esquerdo argentino com dois gols marcados em 68 partidas pelo Fluminense entre as temporadas de 1939 e 1942. Vindo do River Plate, Malazzo foi bicampeão Carioca em 1940 e 1941, e venceu também o Torneio Extra de 1941.
Esteban Malazzo, craque de River Plate e Fluminense.

Nelson Falcão Rodrigues (1912), torcedor-símbolo, o genial escritor que inventou um Fluminense mitológico, ao transformar os jogos do clube em epopeias espetaculares, nas suas lapidares crônicas esportivas. Nos seus textos, Marcos Carneiro de Mendonça era "o herói maior da infância", Didi era "um elegante príncipe etíope de rancho", Denilson era o "Rei Zulu", Waldo era, "em Niterói, na Patagônia ou na Groenlândia, o Monstro do Gol". Nelson escrevia tão bem sobre futebol que torcedores de outros clubes se orgulham até hoje de textos esporádicos dele sobre suas paixões. Porém, só o Fluminense tem centenas de obras do gênio berrando sua grandeza e sua magia. "Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. Podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos!".


Paulo Ribeiro Omena, o Paulinho Omena (1932), meia-atacante com 44 gols marcados em 203 partidas pelo Fluminense, entre as temporadas de 1959 e 1963. Também era conhecido como "Paulinho Ladrão", pela característica de roubar facilmente a bola do adversário. Paulinho foi peça importante em um dos grandes times da história do Fluminense, uma "Máquina" que conquistou o Campeonato Carioca de 1959 e o Torneio Rio-São Paulo de 1960, perdendo apenas 2 das 31 partidas disputadas nessas competições.
Telê e Paulinho Omena, dupla dinâmica que fez sucesso no Flu.
Atuaram juntos em 134 partidas, nas quais marcaram 74 gols.

Jorge Antônio Putinatti, o Jorginho Putinatti (1959), ponta-direita com 11 gols marcados em 27 jogos pelo Fluminense na temporada de 1988. Marcou três gols em um jogo contra a Cabofriense, em Laranjeiras.
Jorginho Putinatti.

Igor de Carvalho Julião (1994), lateral-direito formado no Fluminense, com 30 atuações na equipe profissional tricolor, entre as temporadas de 2012 e 2016.

PCFilho

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Cartola FC - Dicas da 16ª rodada - 2013


Seguem abaixo as minhas dicas para o Cartola FC na 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O mercado fechará no sábado 24, às 16:30.

No gol, vou de Muriel (Internacional, C$ 9,43). O Internacional receberá o Goiás no Rio Grande do Sul.

Nas laterais, escalo Igor Julião (Fluminense, C$ 2,85) e Júnior César (Atlético Mineiro, C$ 6,85). O Fluminense pega o desesperado São Paulo no Morumbi, e o Atlético Mineiro recebe a Portuguesa em Belo Horizonte.

Na defesa, sugiro Chicão (Flamengo, C$ 5,60) e Gum (Fluminense, C$ 11,85). O Flamengo recebe o Grêmio em Brasília.

No meio, D'Alessandro (Internacional, C$ 17,48), Ricardo Goulart (Cruzeiro, C$ 7,40) e Alex (Internacional, C$ 15,01). O Cruzeiro vai a Campinas enfrentar a Ponte Preta.

O trio de ataque é o mesmo da última rodada: Rafael Sobis (Fluminense, C$ 21,31), Leandro Damião (Internacional, C$ 20,25) e Vitinho (Botafogo, C$ 12,79). O Botafogo visita o Atlético Paranaense em Curitiba.

Meu treinador será Cristóvão Borges (Bahia, C$ 9,04). O Bahia recebe o Náutico em Salvador.

O custo total do time sugerido é de C$ 139,86, e tem a seguinte distribuição por clubes: Internacional (4), Fluminense (3), Atlético Mineiro (1), Bahia (1), Botafogo (1), Cruzeiro (1) e Flamengo (1).

PCFilho

domingo, 4 de agosto de 2013

Resenha: Ponte Preta 1 x 1 Tricolor

Foto: Nelson Perez/FFC.

O melhor tricolor em campo foi Igor Julião. Pela primeira vez como titular do Fluminense, o menino mostrou que tem mesmo potencial para ser um excelente lateral-direito, pois possui tanto a técnica quanto a ousadia necessárias para a função. Após uma de suas grandes jogadas em Campinas, me perguntei: Igor Julião e Bruno são mesmo jogadores da mesma posição? Não parecem. Bruno evita a linha de fundo como o diabo foge da cruz. Igor Julião, utilizando as palavras de Vanderlei Luxemburgo, "não é o tipo de jogador que termina na intermediária. Vai até a linha de fundo e isso é muito bom. E quando volta, parece que pegou um táxi. É rápido demais".

Feitos os elogios ao melhor em campo, passo às críticas ao pior: Fred, o que está acontecendo? Quando você desaprendeu a cobrar pênaltis? Pela segunda vez em dois jogos seguidos, você chutou fraco, à meia altura, do jeito que o goleiro gosta. Foram duas cobranças de pênalti ridículas, que não condizem com um jogador da sua imensa categoria. Claro que você tem créditos, mas nestes últimos jogos vacilou demais.

Gum, aos 4 minutos do segundo tempo, havia marcado, de cabeça, o gol que dava a vitória ao Fluminense (confesso que estava com saudades dos gols de Gum - e curiosamente previ que ele faria o gol aqui, na sexta-feira). O onze tricolor, no entanto, não conseguiu segurar o resultado, e sofreu o gol de empate no finalzinho.

Ficou um gostinho amargo, por causa do pênalti perdido e porque tivemos a vitória nas mãos e a deixamos escorrer por entre os dedos. Após 11 jogos, a campanha do Fluminense no Brasileirão é tímida: 4 vitórias, 1 empate e 6 derrotas. Ainda há a esperança de um segundo semestre feliz em Laranjeiras, mas a reação precisa começar logo. De preferência já contra o Vitória, na próxima quarta-feira, em Salvador.

PCFilho