quinta-feira, 7 de abril de 2011

Resenha: Nacional 2 x 0 Tricolor


Amigos, há derrotas que doem mais do que as outras. A desta quarta-feira, no mítico Estádio Centenário de Montevideo, é um exemplo. No primeiro tempo, o onze tricolor foi muito superior ao anfitrião. O Nacional estava acuado, sufocado; o Fluminense atacava, pressionava. Era um massacre tático, técnico e psicológico. No entanto, fomos para o intervalo com um triste 0 a 0.

Os uruguaios, claro, voltaram melhor na etapa complementar. Vieram para cima, lançaram-se ao ataque. Logo no começo, Santiago García assinalou, impedido, de cabeça, o primeiro gol, aproveitando os cochilos de Edinho e Ricardo Berna. Pouco depois, o mesmo Santiago García aproveitou lançamento perfeito de Gallardo e ampliou, chutando cruzado. Nacional 2 a 0. Em frente à TV ou no estádio, cada pó-de-arroz arquejava como um imperador apunhalado.

No jogo seguinte, o América do México derrotou o Argentinos Juniors por 2 a 1. A classificação na Copa Libertadores da América de 2011 está por um Fio de Esperança...

PC

Contas para o Milagre:

- Fluminense vence Argentinos por apenas um gol de diferença e América derrota Nacional.

- Fluminense vence Argentinos por dois gols de diferença e Nacional não derrota América (em caso de empate entre Nacional e América, o Nacional deve fazer no máximo dois gols a mais que o Fluminense na rodada final).

- Fluminense vence Argentinos por três ou mais gols de diferença e Nacional não derrota América.

10 comentários:

  1. acredito q as contas estao erradas pc...

    nao existe esse terceiro caso...
    ou eu q nao entendi... minha contas:
    se nacional ganhar do america ja era!!
    se america ganhar e nós tambem, estamos classificados;
    se america e nacional empatarem, a gente precisa de 2x0 contra Arg Jr.

    ST

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  2. PC,

    essa derrota doeu mais sabe pq? O time deles não joga nada! Perde até nessa bosta de Carioca para Americano, Olaria e tal.

    Dominamos o primeiro tempo, é correto, mas foi um falso domínio. Duas jogadinhas de perigo e o goleiro salvou, ou seja, incompetência total. Time que quer vencer tem que chutar (mas não aqueles chutes horríveis do segundo tempo) e criar mais chances de gol, o que não fizemos. Até as bolas altas na área não temos mais! Falso domínio.

    Tomamos o gol, ilegal ou não, mas não podemos ficar perdido o jogo todo. E ficamos. Depois o técnico saiu enfiando atacantes em todas as posições. Nem sempre vai dar certo. Pq não sacou o Conca, que sumiu, principalmente no segundo tempo, e deixou o Souza? Pq não colocou o Rafael Moura no lugar do Fred, que tb estava mal? Pq não deixou o Diguinho e sacou o Valencia?

    Poupamos o Conca e o Fred no Carioca. Ótimo. Mas o Conca não precisa pegar ritmo de jogo? Pq poupá-lo então? E vamos esperar o Abel até junho. Isso é que é preocupante!

    Ainda tempos chance? Temos, mas depois de perder pra esse bambala uruguaio, acho que devemos, pelo menos, tentar o Carioca e olhe lá! Como diria o Gerson: zero, nota zeeeeeero!!!!


    ST

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  3. PC,
    é meu amigo, ficou difícil, mas não impossível..... mas vai ser duro vencer lá na Argentina...

    BLOG DO CLEBER SOARES
    www.clebersoares.blogspot.com

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  4. Duda, não tem nenhuma conta errada não. Se o outro jogo der empate, a gente se classifica com 2 x 0, desde que o empate seja até 4 a 4.

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  5. É impossível, Fluminense!!! [2]

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  6. Quanto mais impossível, melhor!

    Afinal de contas, se não matar os torcedores do coração, não é o Fluminense!!!

    E vamos combinar... os argentinos acabaram com a nossa festa aqui, TEMOS a obrigação de acabar com a festa deles lá!

    É só não deixar de acreditar!

    Beijos

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  7. Somente um milagra, meu caro, somente um milagre....

    Saudações!!!

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  8. fio de esperança é o nome de um livro infantojuvenil a que acabei de ler e que logo vai para meu blog literário. coincidência.

    abraços

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  9. Fio de Esperança é também o apelido de Telê Santana, um dos jogadores que mais atuaram com a camisa do Fluminense, campeão mundial em 1952 e carioca em 1951 e 1959, e também campeão carioca de 1969 como treinador.

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