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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Bahia x Paysandu - Transmissão ao vivo (22/07/2015, Copa do Brasil)



Nesta quarta-feira, dia 22 de julho, às 19:30 de Brasília, no Pituaçu, em Salvador, Bahia e Paysandu se enfrentam pela partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil de 2015. O jogo será transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo canal de TV por assinatura Fox Sports 2, com a narração de Eder Reis.

A partida terá transmissão ao vivo para a região de Belém pelas rádios Clube do Pará, Marajoara e Liberal AM, e para a região de Salvador pelas rádios Itapoan FM, Metrópole FM, Transamérica e Sociedade AM.

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Na partida de ida, no último dia 15, no Mangueirão, em Belém, o Paysandu venceu por 3 a 0. Assim, o Bahia só se classificará se vencer em Salvador por 4 ou mais gols de diferença. Se o tricolor baiano vencer por exatamente 3 a 0, a definição da vaga se dará em disputa de pênaltis. Qualquer outro placar classificará o Paysandu.

PCFilho

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Bahia x Jacobina - Transmissão ao vivo (07/02/2015, 19:30, Pituaçu)


Neste sábado 7, às 18:30 locais (19:30 de Brasília), o Bahia enfrenta o Jacobina, no Estádio de Pituaçu, em Salvador, pelo Campeonato Baiano de 2015. O jogo não será na Fonte Nova devido ao uso do estádio para uma formatura.

Na primeira rodada, o Bahia perdeu para o Vitória da Conquista por 2 a 0, e o Jacobina empatou com o Galícia em 0 a 0.

O jogo Bahia x Jacobina terá transmissão ao vivo do canal pay-per-view Premiere, com comentários de Thiago Mastroianni e Darino Sena.

PCFilho

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Resenha: Bahia 0 x 2 Tricolor

Bruno comemora seu gol. Foto: Photocamera.

Amigos, começo citando a Leiteria, a Santa Leiteria de Castilho. Ao longo dos noventa minutos em Salvador, o Bahia acertou dois chutaços que passaram por Diego Cavalieri, a Muralha, mas explodiram na trave. Os adversários, os rivais e os secadores babaram de ódio: "sorte! sorte! sorte! como o Fluminense tem sorte!". E onde eles viam o mero acaso, nós enxergávamos a divina interferência do maior goleiro de todos os tempos. Eles não entendem, nem adianta tentar explicar. Mas nós sabemos que Carlos Castilho será o eterno guardião dos arcos tricolores. A Leiteria nunca falha.

Cabe mais um parágrafo sobre Diego Cavalieri, que é simplesmente o melhor goleiro do país hoje. Esta noite, no Estádio do Pituaçu, o arqueiro tricolor teve mais uma atuação antológica. A Muralha realizou três ou quatro intervenções monumentais. Os torcedores do Bahia, do Atlético Mineiro e todos os outros já comemoravam os gols certos, mas viram suas celebrações frustradas pelos milagres de Diego Cavalieri. Ao não convocá-lo para o escrete, Mano Menezes comete uma enorme injustiça, e ao mesmo tempo ajuda o Fluminense em sua caminhada rumo ao quarto Campeonato Brasileiro de sua história.

E o que dizer de Bruno? O lateral-direito do Fluminense vinha tendo atuações medonhas, de uma mediocridade atroz. O torcedor pó-de-arroz já esgotara seu estoque de xingamentos com o pobre coitado. No entanto, contra o Bahia, com o jogo empatado, já no segundo tempo, Bruno dribla dois defensores e marca um gol de cinema. Uma única jogada espetacular bastou, e Bruno passou instantaneamente de perna-de-pau a craque no imaginário tricolor.

Pouco depois, Rafael Sobis, o Iluminado, marcou o segundo gol, decretando a vitória tricolor. O onze tricolor tem muitos pontos fortes: as épicas defesas de Cavalieri, a contagiante garra de Gum, o descomunal talento de Deco, a desnorteante velocidade de Wellington Nem, o apurado faro de gol de Fred. E além de tudo isso, o Fluminense ainda conta com coadjuvantes de luxo, prontos para decidir as partidas mais complicadas, como já fizeram Bruno, Rafael Sobis, CarlinhosJean, SamuelThiago Neves...

Mesmo enfrentando o time com a segunda melhor campanha do returno, fora de casa, o Fluminense conseguiu vencer novamente. Ainda estamos calçando as sandálias da humildade, mas nenhum time parece capaz de deter o onze tricolor em 2012.

Na distante caverna que habita, o sábio Profeta coça sua longa barba branca e sorri. Observando as três faixas penduradas nas úmidas pedras à sua frente, ele calmamente repete seu vaticínio: "Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão!".

PC

domingo, 18 de setembro de 2011

Resenha: Bahia 3 x 0 Tricolor


Amigos, eu poderia tentar explicar taticamente a derrota do Fluminense em Salvador. Poderia descompor Ciro, que não voltou para ajudar na marcação, como vinha fazendo. Poderia culpar Gum, que esteve em tarde de infelicidade total, com direito a gol contra, pênalti cometido e expulsão. Poderia reclamar do treinador Abel, que não conseguiu organizar a equipe. Poderia criticar o árbitro carequinha, que deixou de assinalar um pênalti cristalino em Gum, quando o jogo ainda estava indefinido. Poderia elogiar a atuação do Bahia, que mostrou um futebol melhor que o Tricolor.

Mas não considero nenhum dos fatores citados acima como determinante para o fracasso do Fluminense neste domingo.

A causa principal do tropeço do Fluminense foi a ausência de luta.

Dizia um sábio que o futebol sempre premia aqueles que encharcam a camisa de suor. O próprio Pelé seria menos Pelé, talvez nem fosse Pelé, se não jogasse com a garra que jogava.

O Fluminense deste Campeonato Brasileiro é outro exemplo. Nos jogos em que seus atletas se entregam de corpo e alma, o Tricolor é um escrete quase imbatível. Nas partidas em que eles se deixam dominar pela preguiça e pela apatia, o Tricolor é um time coitadinho, que perderia até nas peladas do Aterro.

Repito: o motivo da derrota deste domingo foi a ausência de luta.

Enfrentaremos, nesta semana, primeiro o Avaí no Engenhão, depois o Atlético Paranaense em Curitiba. São dois jogos nos quais a vitória é o único resultado que interessa. E eu tenho certeza de que o Fluminense reúne condições para conseguir os dois triunfos.

Se o Tricolor entrar em campo com a garra necessária, será meio caminho andado para nosso trem voltar aos trilhos.

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(crônica publicada no PAVILHÃO TRICOLOR)

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Ficha Técnica: Bahia 3 x 0 Fluminense
Motivo: Campeonato Brasileiro de 2011.
Local: Estádio de Pituaçu, em Salvador (BA).
Data/hora: 18/09/2011 às 16h (horário de Brasília).
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR).
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Vicente Romano Neto (SP).
Renda/público: R$ 311.970,00 / 15.356 pagantes.
Cartões amarelos: Marcos, Diego Jussani e Souza (BAH); Gum, Fred e Fernando Bob (FLU).
Cartão vermelho: Gum, 25'/2ºT (FLU).
Gols: Souza, 28'/1ºT (1-0); Gum (contra), 12'/2ºT (2-0); Souza, 25'/2ºT (3-0).
ECB: Marcelo Lomba; Marcos, Danny Morais, Titi e Dodô; Fabinho, Helder, Fahel e Carlos Alberto (Lulinha, 2'/2ºT) (Camacho, 37'/2ºT); Jones (Diego Jussani, 29'/2ºT) e Souza. Técnico: Joel Santana.
FFC: Diego Cavalieri; Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Rodrigo (Fernando Bob, intervalo), Marquinho e Lanzini (Rafael Moura, 23'/2ºT); Ciro (Martinuccio, intervalo) e Fred. Técnico: Abel Braga.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Os onze triunfos do escrete

Amigos, escrever sobre os jogos da Seleção é muito bom, é bom demais. Pela décima-primeira vez seguida, o escrete venceu. A vítima da vez foi o Chile, no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Os 4 a 2 foram construídos com três gols de Nilmar e um de Júlio Baptista, contra dois de Suazo.

A nota triste do dia é a péssima atuação de Felipe Melo, perdido em campo. Fez um pênalti infantil, e depois foi expulso, quase atrapalhando a vitória da Seleção. Confesso que nunca fui favorável à sua convocação, mas suas atuações anteriores estavam me convencendo de que Dunga estava certo ao mantê-lo.

Dignas de aplausos as atuações de Júlio César, bastilha quase inexpugnável sob os arcos brasileiros, e Nilmar, que fez o seu hat-trick, praticamente carimbando seu passaporte para a África do Sul. Daniel Alves também está aprovado, mostrando que pode ser útil também no meio-campo. Em 1994, Leonardo também possuía essa versatilidade, que é muito importante para um time na Copa do Mundo.

Hoje, todos aplaudem o trabalho de Dunga. Antes dos onze triunfos do escrete, este espaço era um dos únicos em território nacional a apoiar Dunga. Ainda me lembro das gargalhadas que eu ouvia quando dizia que a Seleção estava no caminho certo. Que bom que eu estava certo, e os outros quase todos errados. Afinal, se fosse o contrário, estaríamos na perigosa situação da Argentina. As derrotas para Brasil e Paraguai complicaram de vez a situação de nossos hermanos. Será que eles não vão à África do Sul?

Quem está garantido é o Brasil. Vale lembrar que nosso escrete é, até hoje, o único a ter vencido o Campeonato Mundial fora de seu continente (em 1958 e 2002). Com um argumento desses, a profecia ganha força: ano que vem, o capitão Lúcio levantará a Copa do Mundo na África do Sul.

PC

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Meu amigo Rafael Amaro, jornalheiro fundador deste blog, propôs a brincadeira de convocar o escrete. Eu levaria os 23 nomes a seguir. Só quatro "surpresas" figuram na minha lista: Hélton, Júlio César (Goiás), Hernanes e Cícero.
Goleiros: Júlio César, Victor e Hélton.
Laterais: Daniel Alves, Maicon, Marcelo e Júlio César (Goiás).
Zagueiros: Lúcio, Juan, Luisão e Thiago Silva.
Volantes: Gilberto Silva, Elano, Hernanes e Ramires.
Meias: Kaká, Diego, Cícero e Júlio Baptista.
Atacantes: Luís Fabiano, Robinho, Nilmar e Vagner Love.

E você? Qual seria a sua Seleção, leitor? Aguardo ansiosamente os seus comentários.