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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Edinho 70


Nesta quinta-feira 5, Edino Nazareth Filho, o ex-zagueiro Edinho, ídolo do Fluminense nos anos 1970 e 80, atleta da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo, completa 70 primaveras.

Um dos melhores zagueiros da história do Fluminense, Edinho é frequentemente escalado em "seleções de todos os tempos" de torcedores tricolores. Formado pelo clube, foi campeão da Copa São Paulo de Juniores de 1973, ano em que foi promovido ao time profissional. Jogador técnico mas também raçudo, aquele jovem talentoso conseguiria ser titular até na poderosa Máquina Tricolor montada por Francisco Horta.

Mesmo sendo um jogador de defesa, marcava muitos gols: fez ao todo 33 pelo Fluminense, dentre eles o gol do título do Campeonato Carioca de 1980, cobrando uma falta do bico da grande área. Totalizando 360 jogos com A Camisa, é o 18º atleta com mais atuações na história do time principal tricolor. Também foi campeão carioca em 1975 e 1976, do Torneio de Viña del Mar de 1976 e do Troféu Teresa Herrera de 1977.

Sendo um dos principais jogadores de defesa de sua geração, Edinho disputou três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira (1978, 1982 e 1986). No escrete nacional, foram 45 jogos disputados e 3 gols marcados, um deles no Mundial de 1986, na goleada de 4 a 0 sobre a Polônia, nas oitavas-de-final.


Após pendurar as chuteiras, Edinho tornou-se treinador e assumiu o comando técnico do time principal do Tricolor em três passagens (em 1991, em 1993 e em 1998). Também exerceu as funções de empresário de jogadores e de comentarista esportivo em canais de TV. Ele e sua família torcem até hoje pelo Fluminense.

Vida longa ao grande Edinho! Saudações Tricolores, ídolo!

PCFilho

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Efemérides tricolores - 5 de junho



1910: pelo Campeonato Carioca, o Fluminense deu uma goleada de 5 a 0 no Haddock Lobo, gols de Alfredo Rocha, Emile Etchegaray (2) e Waymar (2). O jogo foi realizado no campo da Rua Guanabara, atual Estádio de Laranjeiras.

1927: em jogo do Campeonato Carioca, o Fluminense venceu o Botafogo por 3 a 1, no Estádio de Laranjeiras. Os três gols da vitória tricolor foram assinalados pelo mito Preguinho.

1932: em partida válida pelo Campeonato Carioca, no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense derrotou o Vasco por 3 a 2. Os gols do Tricolor foram de Preguinho (2) e Alfredinho. O goleiro Velloso defendeu um pênalti nesse jogo.

1938: com quatro titulares do Fluminense (Batatais, Machado, Hércules e Romeu Pellicciari), a Seleção Brasileira obteve sua primeira grande vitória em uma Copa do Mundo, batendo a Polônia por 6 a 5, em partida dramática, decidida apenas na prorrogação. Romeu marcou o segundo gol do Brasil na partida, disputada no Stade de la Meinau, em Strasbourg, na França. A Seleção terminaria em 3º lugar no Mundial.

1943: no Torneio Municipal, em Campos Sales, o Fluminense venceu o Bonsucesso por 1 a 0, gol de Careca. O goleiro Gijo defendeu um pênalti nessa partida.

1955: na sequência da excursão pela Europa, o Fluminense venceu amistoso contra o Lausanne, no Stade Olympique de la Pontaise, na Suíça, por 3 a 2. Os gols tricolores foram de Edson, Telê e Escurinho.

1969: o Fluminense manteve a ponta no Campeonato Carioca, com a vitória por 3 a 0 sobre o Bangu, diante de 33.775 pessoas no Maracanã, com gols de Nélio, Flávio e Lula. Nas duas rodadas seguintes, o Tricolor venceria o Bonsucesso e o Flamengo, garantindo a conquista do título.

2002: pelo Campeonato Carioca, no Maracanã, o Fluminense derrotou por 3 a 1 o Friburguense. Os gols tricolores foram de Magno Alves (2) e Marco Brito. Nas semanas seguintes, o Tricolor terminaria campeão.

2010: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, o Fluminense venceu o Avaí por 3 a 0, na Ressacada, em Florianópolis, gols de Leandro Euzébio, Fred e Alan. O Avaí não perdia em seu estádio havia 25 jogos. Foi a quarta vitória tricolor seguida, e a quinta das vinte vitórias na épica campanha que culminou com a conquista do terceiro Campeonato Brasileiro da história do Fluminense.

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Aniversariantes do dia:

Norival Pereira da Silva (1917), zagueiro com 149 atuações pelo Fluminense entre as temporadas de 1940 e 1945. Foi bicampeão carioca em 1940 e 1941.
O zagueiro Norival completaria 100 anos hoje.

Pedro Nunes (1917), meia-esquerda com 17 gols em 60 partidas pelo Fluminense entre as temporadas de 1940 e 1943. Foi bicampeão carioca em 1940 e 1941.

Waldemar Lemos de Oliveira (1954), treinador que comandou o Fluminense em parte da campanha do título do Campeonato Carioca de 2002.

Edino Nazareth Filho, o Edinho (1955), um dos melhores zagueiros da história do Fluminense. Formado pelo clube, foi campeão da Copa São Paulo de Juniores de 1973. Pelo time profissional, teve 359 atuações entre 1973 e 1989, e marcou 34 gols, dentre eles o gol do título do Campeonato Carioca de 1980, cobrando falta. Também foi campeão carioca em 1975 e 1976, do Torneio de Viña del Mar de 1976 e do Troféu Teresa Herrera de 1977. Edinho disputou três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira (1978, 1982 e 1986). Posteriormente, treinou a equipe profissional do Fluminense em 3 passagens (1991, 1993 e 1998).
Edinho, lenda do Fluminense (foto da revista Placar).

Percy Celso Olivares Polanco (1968), lateral-esquerdo peruano que atuou 12 vezes pelo Fluminense na temporada de 1996. Percy Olivares jogou ao todo 83 partidas pela Seleção do Peru.

João Maria Menezes Bezerra, o Barata (1972), centroavante com 5 gols em 31 jogos pelo Fluminense entre 1996 e 1997.

David Valeriano dos Santos Neto (1975), zagueiro formado no Fluminense, com atuações no time profissional em 1993, 1996, 1997 e 1998.

Gabriel Rodrigues dos Santos (1981), lateral-direito com 28 gols marcados em 110 jogos pelo Fluminense, entre 2005 e 2008. Foi campeão Carioca em 2005 e vice-campeão da Copa Libertadores de 2008.

Wesley Frazan Bernardo (1996), zagueiro formado pelo Fluminense, que estreou no time profissional na temporada de 2017.

PCFilho

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Lista - Jogadores do Fluminense que depois treinaram o time profissional

O Fluminense anunciou nesta semana que seu ex-jogador Cristóvão Borges assumirá o comando técnico do clube. Ele se juntará ao seleto grupo de jogadores do Fluminense que depois vieram a treinar o time profissional. Cristóvão será o 28º homem a ter exercido as duas funções no Tricolor.

O grande zagueiro Pinheiro atuou pelo Fluminense durante 15 temporadas, entre 1949 e 1963 (com 591 atuações, é o segundo atleta com mais jogos pelo clube, atrás apenas de Castilho). Posteriormente, teve 3 passagens no comando técnico do time profissional (1972, 1977 e 1994), além de alguns jogos como interino e do trabalho nas divisões de base.

Somando atuações como jogador e técnico, ninguém defendeu
mais vezes o Fluminense que Pinheiro.

O genial Telê dedicou sua vida de atleta quase inteira ao Fluminense, possuindo mais de 550 atuações e mais de 150 gols como jogador profissional do clube, entre 1950 e 1961. É até o hoje o terceiro jogador com mais atuações e o quinto maior goleador da história do Fluminense. Depois, teve 3 passagens como treinador do Tricolor (1967-1968, 1968-1969 e 1989). Ele comandou também a Seleção Brasileira, nas Copas do Mundo de 1982 e 1986, mas, por uma injustiça do destino, não chegou a ser convocado para o escrete na época de jogador.

Telê costumava dizer: "o Fluminense é a minha vida".

O lendário craque tricolor Didi, que liderou o meio-campo do Fluminense entre 1949 e 1956, jogando ao lado de Pinheiro e Telê, posteriormente treinou a famosa Máquina Tricolor entre 1975 e 1976, ratificando sua enorme identificação com as três cores que traduzem tradição.

Didi, treinador do Fluminense em 1975.

Elba de Pádua Lima, o Tim, foi um dos maiores craques da história do Fluminense, tendo participado do lendário time que dominou o futebol brasileiro entre 1936 e 1941. Posteriormente, treinou o time profissional do Fluminense entre 1964 e 1967. Ao todo, contabiliza 379 partidas pelo Tricolor, 213 como jogador e 166 como treinador.

Tim, um mito tricolor.

Abel, zagueiro formado no Fluminense, atuou pelo clube entre 1971 e 1976, e depois teve duas passagens como treinador do Tricolor, em 2005 e entre 2011 e 2013. É o terceiro técnico com mais jogos dirigidos no Fluminense, atrás apenas de Zezé Moreira e Ondino Viera.

Abel, treinador campeão brasileiro de 2012 pelo Fluminense.

Renato Gaúcho atuou como jogador do Fluminense entre 1995 e 1997, e também acumula 6 passagens no comando técnico da equipe profissional (1996 [ainda como jogador], 2002-03, 2003, 2007-08, 2009 e 2014).

Renato Gaúcho em 2008, quando comandou o Fluminense vice-campeão da Libertadores.

O lateral-direito Carlos Alberto Torres, formado no Fluminense, jogou pelo Tricolor entre 1961 e 1965, e em 1976. Posteriormente, treinou o Fluminense em duas ocasiões (1984-85 e 1994).

O zagueiro Edinho disputou mais de 350 partidas como jogador do Fluminense, entre 1973 e 1989. Posteriormente, treinou a equipe profissional em 3 passagens (1991, 1993 e 1998).

O zagueiro Ricardo Gomes, que atuou em mais de 200 partidas do Fluminense entre 1983 e 1988, esteve no comando técnico do clube na temporada de 2004.

O lateral-esquerdo Altair é outro que faz parte desse time: jogou mais de 500 partidas pelo Fluminense entre 1955 e 1970, e dirigiu 30 partidas profissionais como interino, entre as temporadas de 1992 e 1998. Também trabalhou muitos anos nas divisões de base do clube.

O talentoso meia Deley envergou o manto tricolor entre 1980 e 1987, e depois esteve no comando técnico do clube em duas curtas passagens (1994 e 1998). Em 2013, se candidatou à presidência do clube. Se tivesse vencido o pleito, seria a primeira pessoa a ser jogador, treinador e presidente do Fluminense.

Cláudio Garcia também jogou e treinou o Fluminense. Atuou com a camisa tricolor entre 1967 e 1971, e foi técnico do clube em 1983.

O ponta-esquerda Lula atuou no Fluminense entre 1965 e 1974, contabilizando mais de 350 jogos e mais de 100 gols pelo clube. Em 1982, esteve no comando técnico do time profissional do Fluminense.

Lula na época de jogador do Flu.

Com mais de 200 jogos pelo Fluminense entre 1978 e 1982, Robertinho esteve no comando técnico do clube em 2002, quando conquistou o Campeonato Carioca.

Adolpho Milman, o Russo, foi um extraordinário atacante do Fluminense entre as temporadas de 1933 e 1944, tendo marcado mais de 150 gols em cerca de 240 jogos pelo clube. Em 1955, ele dirigiu interinamente o Fluminense em algumas partidas do Torneio Rio-São Paulo. Como nasceu onde hoje fica o Afeganistão, Russo é o único estrangeiro a ter exercido as funções de jogador e técnico do Fluminense.

Rubens Galaxe, sexto jogador com mais partidas na história do Fluminense, com mais de 450 atuações entre 1971 e 1982, foi treinador interino por um curto período em 1989.

Jair Pereira também exerceu as duas funções no Fluminense: foi jogador do clube entre 1969 e 1973, e assumiu o comando técnico em 1996.

Procópio disputou mais de 100 jogos pelo Fluminense entre 1963 e 1965, e depois treinou o Tricolor, em 1989.

Gilson Nunes jogou no Fluminense entre 1963 e 1970, e depois foi treinador do clube entre outubro de 1990 e junho de 1991.

Gilson Gênio atuou como jogador do Fluminense entre 1975 e 1979. Posteriormente, dirigiu algumas partidas do time profissional, como interino, entre 2003 e 2009.

O zagueiro Duílio fez parte do elenco profissional do Fluminense entre 1983 e 1985, sendo titular nas conquistas daquele time que foi tricampeão carioca e campeão brasileiro. Depois, entre 1998 e 2001, dirigiu o time em algumas partidas, sempre como interino.

Sérgio Cosme foi jogador do Fluminense entre 1969 e 1972, e posteriormente treinou o Tricolor em 3 passagens (1988-89, 1992 e 1998).

Arturzinho jogou pelo Fluminense entre 1976 e 1979, e teve curta passagem como treinador em 1997.

Alexandre Gama jogou no Fluminense entre 1989 e 1990, e treinou o clube na temporada de 2004.

Mário Marques jogou cerca de 200 partidas pelo Fluminense entre 1977 e 1982, e foi treinador interino por um jogo em 2010 (Fluminense 3 x 2 Portuguesa).

Leomir fez parte do elenco profissional entre 1983 e 1988, e foi treinador interino em 2011.

Jair Santana, que atuou como jogador profissional do Fluminense entre 1952 e 1961, foi o treinador interino por um curto período em 1960.

Como jogador do Fluminense, Cristóvão atuou cerca de 100 vezes, tendo marcado 26 gols. Que ele tenha boa sorte nesta sua nova etapa no clube-berço do futebol brasileiro.

PCFilho
(matéria sugerida pelo amigo Bruno Vargas Costa)

PS: alguns outros jogadores do Fluminense também exerceram a profissão de treinador, mas em outros clubes. O lendário goleiro Castilho, por exemplo, comandou Vitória, Operário, Internacional e Santos. O atacante inglês Harry Welfare, o Tanque, treinou o Vasco. Mas o intuito deste post foi apenas listar os que exerceram as duas funções no próprio Fluminense.

PPS: caso o leitor conheça algum jogador/treinador que eu não tenha citado, por favor, colabore nos comentários. Agradeço antecipadamente.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

28/06/1981 - Fluminense 2 x 1 Flamengo



Este Fla-Flu aconteceu em 1981, no Campeonato Carioca. Mesmo desfalcado de quatro importantes titulares (Cláudio Adão, Delei, Edevaldo e Gilberto), o Fluminense bateu o Flamengo no Maracanã. O rubro-negro vivia uma grande temporada, na qual acabaria sendo campeão do Carioca, da Copa Libertadores e da Copa Intercontinental.

Ficha Técnica
28/06/1981 - Fluminense 2 x 1 Flamengo
Local: Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro).
Motivo: Campeonato Carioca de 1981 - Taça Guanabara.
Público: 46.030 pagantes.
Renda: Cr$ 9.939.950,00, com cotas de Cr$ 4.059.392,55 para o Fluminense, e Cr$ 2.706.261,68 para o Flamengo.
Árbitro: Valquir Pimentel.
Fluminense: Paulo Victor; Zezinho, Adilço, Tadeu (Paulo Roberto) e Rubens Galaxe; Edinho, Édson e Mário Marques (Valtair); Robertinho, Zezé Gomes e Zezé. Técnico: Nelsinho.
Flamengo: Cantarele; Leandro, Mozer, Marinho e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Chiquinho, Nunes (Tita) e Baroninho (Vitor). Técnico: Dino Sani.
Gols: Zezé, aos 23' do primeiro tempo (1-0); Zico, aos 25' do primeiro tempo (1-1); Zezé Gomes, aos 4' do segundo tempo (2-1).

Foto: Nunes (Fla) e Edinho (Flu) brigam pela bola.
Zagueiro tricolor atuou como cabeça-de-área,
e mesmo fora de sua posição foi o melhor em campo.

Foto: rubro-negro Júnior dá entrada violenta no tricolor Robertinho.

PC
(fontes: acervo pessoal, Jornal do Brasil, TVE, site Flapédia e site Estatísticas Fluminense)