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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Efemérides tricolores - 13 de dezembro


1908: o corretor de fundos públicos pernambucano Antônio Vaz de Carvalho Júnior foi eleito, com 21 votos, o terceiro presidente do Fluminense, em assembleia geral realizada na sede do clube, em Laranjeiras. Ele seria reeleito em 1909, e permaneceria ao todo dois anos no cargo. No mesmo dia, o presidente Francis Walter, que encerrava seu mandato, foi aclamado Presidente Honorário do Fluminense.
Antônio Vaz de Carvalho Júnior
(foto do site do Fluminense).

1952: em partida válida pelo returno do Campeonato Carioca, diante de 30.336 presentes (23.049 pagantes) no Estádio do Maracanã, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Botafogo. Os gols dos campeões mundiais foram marcados por Marinho (dois) e Didi (cobrando falta colocada, por cima da barreira), cabendo a Rubem Bravo a autoria do gol dos alvinegros.

1953: em jogo disputado no Maracanã, válido pelo terceiro turno do Campeonato Carioca, o Fluminense derrotou o America por 2 a 0, gols de Paraguaio e Telê. O goleiro tricolor Veludo defendeu um pênalti cobrado por Ivan, no segundo tempo. A partida foi acompanhada por 30.340 presentes (23.145 pagantes).

1958: na rodada final do Campeonato Carioca, na Gávea, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Canto do Rio, graças aos gols de Escurinho, Waldo e Floriano (contra). O Tricolor terminou a competição em quarto lugar, com dois pontos a menos que os rivais Botafogo, Flamengo e Vasco, que disputariam a seguir o supercampeonato (que também terminaria empatado) e o supersupercampeonato (que o Vasco venceria, já em janeiro de 1959). A torcida do Fluminense voltaria a sorrir no ano seguinte, com o clube voltando a conquistar o título do Rio de Janeiro, em campanha sensacional (vide 12 de dezembro).

1962: em jogo amistoso no Maracanã, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para a Seleção Olímpica da União Soviética. Aquele país vivia grande fase no futebol - havia conquistado a primeira Eurocopa dois anos antes, vencendo a Iugoslávia na decisão.

1964: no fechamento da última rodada do Campeonato Carioca, o Botafogo derrotou o Flamengo por 1 a 0, resultado que eliminou o rival rubro-negro da competição, deixando o Fluminense e o Bangu empatados na primeira posição (o Fluminense havia vencido o São Cristóvão por 2 a 0, em 10 de dezembro). Os dois líderes disputariam o título de campeão do Rio de Janeiro em duas partidas (vide 16 e 20 de dezembro).

1970: na primeira rodada do quadrangular final do Campeonato Brasileiro, o Fluminense derrotou o Palmeiras por 1 a 0, diante de 50.421 pagantes no Maracanã. O gol da vitória tricolor foi anotado aos 34 minutos do primeiro tempo, pelo centroavante Mickey, que substituía o artilheiro Flávio, lesionado. Com o empate no clássico de Belo Horizonte (Cruzeiro 1 x 1 Atlético Mineiro), o Fluminense já assumia a liderança do quadrangular. Na segunda rodada, o Tricolor enfrentaria o Cruzeiro, no Mineirão (vide 16 de dezembro), e na última, receberia o Atlético Mineiro, no Maracanã (vide 20 de dezembro). A Taça de Prata começava a sorrir, com a encantadora possibilidade de envelhecer na rua Álvaro Chaves...

1979: em jogo amistoso, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, o Fluminense ganhou por 2 a 1 do Figueirense, graças aos gols de Carlinhos e Mário Marques.

1992: no segundo jogo da decisão da Copa do Brasil, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o Internacional, diante de 32.722 pagantes no Beira-Rio, em Porto Alegre, terminando vice-campeão, devido ao critério de desempate do gol fora de casa. O gol colorado foi marcado por Célio Silva, nos minutos finais, na cobrança de um pênalti inventado pelo árbitro José Aparecido de Oliveira. Uma pena: a Copa do Brasil precisaria esperar 15 anos para ter a honra de ver o Fluminense entre seus campeões (vide 6 de junho).

1994: no primeiro jogo da final da Copa Rio de Janeiro, no Raulino de Oliveira, o Fluminense venceu o Volta Redonda por 4 a 1, graças aos gols de Wallace, Eduardo Souza (de falta), Djair (de falta) e Welton. A segunda partida aconteceria dois dias depois, no Estádio de Laranjeiras (vide 15 de dezembro).

1998: o Fluminense venceu o Botafogo de Macaé por 1 a 0, gol de Gabriel Lima, aos 44 minutos do segundo tempo, na primeira partida da semifinal da Copa Rio de Janeiro, no Estádio Expedicionário, em Macaé. Com um time de jovens, o Fluminense começava a reconstrução de seu elenco, após a queda para a Série C: os garotos tricolores conquistariam o título nos dias seguintes (vide 15 e 19 de dezembro).

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Aniversariante do dia:

Ricardo Gomes Raymundo, o Ricardo Gomes (1964), um dos melhores zagueiros da história do Fluminense, frequentemente escalado em seleções tricolores de todos os tempos. Entre as temporadas de 1983 e 1988, marcou 11 gols em 201 partidas com a camisa do Fluminense. Participou das conquistas do Campeonato Carioca de 1983, do Campeonato Brasileiro de 1984, do Torneio de Seul em 1984, do bicampeonato Carioca em 1984 e do tricampeonato Carioca em 1985. Na Seleção Brasileira, teve vitoriosa passagem, marcando 4 gols em 45 partidas oficiais pela Seleção principal, e conquistando a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (1987), a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul (1988) e o título da Copa América (1989), e disputando a Copa do Mundo de 1990 como capitão (foi convocado também em 1994, mas acabou cortado devido a uma lesão). Após pendurar as chuteiras, Ricardo Gomes fez carreira como treinador, e esteve no comando técnico do Fluminense na temporada de 2004.


PCFilho

domingo, 16 de julho de 2017

Efemérides tricolores - 16 de julho


1905: no terceiro amistoso com o Paulistano, o Fluminense perdeu por 3 a 2, no campo da rua Guanabara, em Laranjeiras. O Paulistano jogou reforçado por Charles Miller, do São Paulo Athletic, e Hermann Friese, do Germânia. Os dois gols tricolores na partida foram marcados no segundo tempo, por Adolpho Simonsen. Numa das primeiras demonstrações de fidalguia no futebol brasileiro, a torcida do Fluminense aplaudiu um golaço marcado pelo Paulistano, gritando "Bravo! Bravo! Bravíssimo!". No dia 25/06, em São Paulo, os times haviam empatado em 2 a 2; no dia 14/07, em Laranjeiras, o Fluminense vencera por 2 a 0. O Paulistano, que havia sido vice-campeão paulista nos três anos anteriores, enfim conquistaria o campeonato estadual naquela temporada. Cerca de 2.500 pessoas assistiram à partida, entre elas o Presidente da República, Rodrigues Alves. Pela primeira vez, uma partida de futebol era presenciada por um chefe de Estado no Brasil.
O Presidente Rodrigues Alves na sede do Fluminense, para assistir à partida.
Foto: site oficial do Fluminense FC.

1939: em jogo válido pelo segundo turno do Campeonato Carioca, com renda recorde no Estádio de São Januário, o Fluminense derrotou o Vasco por 3 a 0, graças aos gols de Brant (de falta), Pedro Amorim e Milani.

1947: em amistoso, na Ilha do Retiro, no Recife, o Fluminense venceu o Sport Recife por 2 a 1. Os gols tricolores foram de Berascochea e Rodrigues Tatu. Este foi o primeiro duelo entre os dois tradicionais clubes, que trocaram flâmulas de presente.

1950: diante de 200 mil pessoas no Maracanã, a Seleção Brasileira perdeu para o Uruguai por 2 a 1, e terminou a Copa do Mundo na segunda posição. O Fluminense tinha dois representantes no escrete vice-campeão mundial: o goleiro Castilho e o ponta-esquerda Rodrigues Tatu, ambos reservas durante toda a campanha.

1952: na sequência da Copa Rio, o Campeonato Mundial de Clubes, foram realizadas duas partidas entre clubes estrangeiros. No Pacaembu, o Áustria Viena ganhou por 5 a 1 do Saarbrücken, da Alemanha. No Maracanã, o Peñarol, do Uruguai, venceu o Sporting de Portugal por 3 a 1, diante de 54.411 pessoas. No dia seguinte, o Corinthians jogaria com o Libertad, do Paraguai, em São Paulo, e o Fluminense enfrentaria o Grasshopper-Club, da Suíça, no Rio de Janeiro.

1953: em sua estreia no Campeonato Carioca, o Fluminense venceu o Bonsucesso por 2 a 0, gols de Didi e Marinho. A partida noturna foi a inauguração dos novos refletores do Estádio de Laranjeiras.

1975: em partida válida pelo Campeonato Carioca, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o America, no Maracanã. A Máquina Tricolor conquistaria o título estadual, no triangular com Vasco e Botafogo, em agosto.

1978: em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, em São Januário, o Fluminense venceu o Operário de Campo Grande por 2 a 1. Os gols tricolores foram assinalados por Robertinho e Marinho Chagas, o último nos acréscimos do segundo tempo. O Operário de Campo Grande tinha o comando técnico do ex-goleiro Carlos Castilho - o maior ídolo da história do Fluminense.

1989: na Alemanha Ocidental, o Fluminense ganhou por 5 a 2 do FC Isny, com gols de Márcio Luiz, Vânder Luís, Dedei, Fernando Cruz e Rinaldo. No mesmo dia, a Seleção Brasileira venceu o Uruguai por 1 a 0, diante de 148.068 pessoas no Maracanã, e conquistou a Copa América após 40 anos. O Fluminense não tinha representantes no escrete campeão, mas formara dois titulares da equipe: o zagueiro e capitão Ricardo Gomes, e o lateral-esquerdo Branco.
Foto: o capitão Ricardo Gomes ergue a Copa América aos céus do Rio de Janeiro.

1992: em jogo válido pela Copa Rio de Janeiro, no Luso-Brasileiro, o Fluminense venceu a Portuguesa da Ilha do Governador por 2 a 1, com dois gols de Wagner.

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Aniversariantes do dia:

Arthur Moreira Lima (1940), pianista e torcedor ilustre do Fluminense, autor de algumas das mais belas execuções do hino popular do clube.


Ubiraci Mariano da Silva (1942), centroavante com 28 gols marcados em 78 partidas pelo Fluminense, entre as temporadas de 1963 e 1965.

Renê Carmo Kreutz Weber (1961), meio-campista que atuou pelo Fluminense entre as temporadas de 1984 e 1992. Renê marcou 15 gols em 143 jogos pelo time profissional tricolor. Foi campeão do Brasileiro de 1984, do Torneio de Seul de 1984 e dos Cariocas de 1984 e 1985.

Leonardo Henrique Peixoto dos Santos, o Henrique (1977), zagueiro com 8 atuações pelo Fluminense na temporada de 2006.

PCFilho

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Lista - Jogadores do Fluminense que depois treinaram o time profissional

O Fluminense anunciou nesta semana que seu ex-jogador Cristóvão Borges assumirá o comando técnico do clube. Ele se juntará ao seleto grupo de jogadores do Fluminense que depois vieram a treinar o time profissional. Cristóvão será o 28º homem a ter exercido as duas funções no Tricolor.

O grande zagueiro Pinheiro atuou pelo Fluminense durante 15 temporadas, entre 1949 e 1963 (com 591 atuações, é o segundo atleta com mais jogos pelo clube, atrás apenas de Castilho). Posteriormente, teve 3 passagens no comando técnico do time profissional (1972, 1977 e 1994), além de alguns jogos como interino e do trabalho nas divisões de base.

Somando atuações como jogador e técnico, ninguém defendeu
mais vezes o Fluminense que Pinheiro.

O genial Telê dedicou sua vida de atleta quase inteira ao Fluminense, possuindo mais de 550 atuações e mais de 150 gols como jogador profissional do clube, entre 1950 e 1961. É até o hoje o terceiro jogador com mais atuações e o quinto maior goleador da história do Fluminense. Depois, teve 3 passagens como treinador do Tricolor (1967-1968, 1968-1969 e 1989). Ele comandou também a Seleção Brasileira, nas Copas do Mundo de 1982 e 1986, mas, por uma injustiça do destino, não chegou a ser convocado para o escrete na época de jogador.

Telê costumava dizer: "o Fluminense é a minha vida".

O lendário craque tricolor Didi, que liderou o meio-campo do Fluminense entre 1949 e 1956, jogando ao lado de Pinheiro e Telê, posteriormente treinou a famosa Máquina Tricolor entre 1975 e 1976, ratificando sua enorme identificação com as três cores que traduzem tradição.

Didi, treinador do Fluminense em 1975.

Elba de Pádua Lima, o Tim, foi um dos maiores craques da história do Fluminense, tendo participado do lendário time que dominou o futebol brasileiro entre 1936 e 1941. Posteriormente, treinou o time profissional do Fluminense entre 1964 e 1967. Ao todo, contabiliza 379 partidas pelo Tricolor, 213 como jogador e 166 como treinador.

Tim, um mito tricolor.

Abel, zagueiro formado no Fluminense, atuou pelo clube entre 1971 e 1976, e depois teve duas passagens como treinador do Tricolor, em 2005 e entre 2011 e 2013. É o terceiro técnico com mais jogos dirigidos no Fluminense, atrás apenas de Zezé Moreira e Ondino Viera.

Abel, treinador campeão brasileiro de 2012 pelo Fluminense.

Renato Gaúcho atuou como jogador do Fluminense entre 1995 e 1997, e também acumula 6 passagens no comando técnico da equipe profissional (1996 [ainda como jogador], 2002-03, 2003, 2007-08, 2009 e 2014).

Renato Gaúcho em 2008, quando comandou o Fluminense vice-campeão da Libertadores.

O lateral-direito Carlos Alberto Torres, formado no Fluminense, jogou pelo Tricolor entre 1961 e 1965, e em 1976. Posteriormente, treinou o Fluminense em duas ocasiões (1984-85 e 1994).

O zagueiro Edinho disputou mais de 350 partidas como jogador do Fluminense, entre 1973 e 1989. Posteriormente, treinou a equipe profissional em 3 passagens (1991, 1993 e 1998).

O zagueiro Ricardo Gomes, que atuou em mais de 200 partidas do Fluminense entre 1983 e 1988, esteve no comando técnico do clube na temporada de 2004.

O lateral-esquerdo Altair é outro que faz parte desse time: jogou mais de 500 partidas pelo Fluminense entre 1955 e 1970, e dirigiu 30 partidas profissionais como interino, entre as temporadas de 1992 e 1998. Também trabalhou muitos anos nas divisões de base do clube.

O talentoso meia Deley envergou o manto tricolor entre 1980 e 1987, e depois esteve no comando técnico do clube em duas curtas passagens (1994 e 1998). Em 2013, se candidatou à presidência do clube. Se tivesse vencido o pleito, seria a primeira pessoa a ser jogador, treinador e presidente do Fluminense.

Cláudio Garcia também jogou e treinou o Fluminense. Atuou com a camisa tricolor entre 1967 e 1971, e foi técnico do clube em 1983.

O ponta-esquerda Lula atuou no Fluminense entre 1965 e 1974, contabilizando mais de 350 jogos e mais de 100 gols pelo clube. Em 1982, esteve no comando técnico do time profissional do Fluminense.

Lula na época de jogador do Flu.

Com mais de 200 jogos pelo Fluminense entre 1978 e 1982, Robertinho esteve no comando técnico do clube em 2002, quando conquistou o Campeonato Carioca.

Adolpho Milman, o Russo, foi um extraordinário atacante do Fluminense entre as temporadas de 1933 e 1944, tendo marcado mais de 150 gols em cerca de 240 jogos pelo clube. Em 1955, ele dirigiu interinamente o Fluminense em algumas partidas do Torneio Rio-São Paulo. Como nasceu onde hoje fica o Afeganistão, Russo é o único estrangeiro a ter exercido as funções de jogador e técnico do Fluminense.

Rubens Galaxe, sexto jogador com mais partidas na história do Fluminense, com mais de 450 atuações entre 1971 e 1982, foi treinador interino por um curto período em 1989.

Jair Pereira também exerceu as duas funções no Fluminense: foi jogador do clube entre 1969 e 1973, e assumiu o comando técnico em 1996.

Procópio disputou mais de 100 jogos pelo Fluminense entre 1963 e 1965, e depois treinou o Tricolor, em 1989.

Gilson Nunes jogou no Fluminense entre 1963 e 1970, e depois foi treinador do clube entre outubro de 1990 e junho de 1991.

Gilson Gênio atuou como jogador do Fluminense entre 1975 e 1979. Posteriormente, dirigiu algumas partidas do time profissional, como interino, entre 2003 e 2009.

O zagueiro Duílio fez parte do elenco profissional do Fluminense entre 1983 e 1985, sendo titular nas conquistas daquele time que foi tricampeão carioca e campeão brasileiro. Depois, entre 1998 e 2001, dirigiu o time em algumas partidas, sempre como interino.

Sérgio Cosme foi jogador do Fluminense entre 1969 e 1972, e posteriormente treinou o Tricolor em 3 passagens (1988-89, 1992 e 1998).

Arturzinho jogou pelo Fluminense entre 1976 e 1979, e teve curta passagem como treinador em 1997.

Alexandre Gama jogou no Fluminense entre 1989 e 1990, e treinou o clube na temporada de 2004.

Mário Marques jogou cerca de 200 partidas pelo Fluminense entre 1977 e 1982, e foi treinador interino por um jogo em 2010 (Fluminense 3 x 2 Portuguesa).

Leomir fez parte do elenco profissional entre 1983 e 1988, e foi treinador interino em 2011.

Jair Santana, que atuou como jogador profissional do Fluminense entre 1952 e 1961, foi o treinador interino por um curto período em 1960.

Como jogador do Fluminense, Cristóvão atuou cerca de 100 vezes, tendo marcado 26 gols. Que ele tenha boa sorte nesta sua nova etapa no clube-berço do futebol brasileiro.

PCFilho
(matéria sugerida pelo amigo Bruno Vargas Costa)

PS: alguns outros jogadores do Fluminense também exerceram a profissão de treinador, mas em outros clubes. O lendário goleiro Castilho, por exemplo, comandou Vitória, Operário, Internacional e Santos. O atacante inglês Harry Welfare, o Tanque, treinou o Vasco. Mas o intuito deste post foi apenas listar os que exerceram as duas funções no próprio Fluminense.

PPS: caso o leitor conheça algum jogador/treinador que eu não tenha citado, por favor, colabore nos comentários. Agradeço antecipadamente.

sábado, 29 de março de 2014

23/07/1987 - Fluminense 2 x 0 Vasco


Vídeo: portal globoesporte.com.

Ficha Técnica
23/07/1987 - Vasco 0 x 2 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca de 1987 - Terceiro Turno - 2ª rodada.
Público: 35.896 pagantes.
Renda: Cz$ 3.286.660,00.
Árbitro: Aloísio Viug (RJ).
Vasco: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Henrique (Vivinho), Luís Carlos (Geovani) e Tita; Mauricinho, Roberto e Romário. Técnico: Sebastião Lazaroni.
Fluminense: Paulo Victor; Aldo, Vica, Ricardo Gomes e Carlinhos (Alexandre Torres); Jandir, Leomir e João Santos (Pau­linho Andreolli); Romerito, Washington e Zé Maria. Técnico: Carbone.
Gols: Washington, aos 18' do 1º tempo (0 x 1), e aos 31' do 2º tempo (0 x 2).
Cartões amarelos: Aldo e Leomir.

O craque do jogo, claro, foi o autor dos dois gols do Fluminense: o centroavante Washington César Santos, nascido em Valença, na Bahia, no dia 3 de janeiro de 1960.

O segundo gol é, sem dúvida, um dos mais bonitos da história do Maracanã. Na jogada, em que dribla o grande goleiro Acácio duas vezes, Washington aliou raça inexcedível a técnica apurada, características do atacante que formava o "Casal 20" com Assis, o Carrasco. Washington é um dos maiores centroavantes da história tricolor (é até hoje o oitavo maior artilheiro do clube em todos os tempos).

O Vasco foi o campeão carioca de 1987, mas não conseguiu vencer o Fluminense. Na Taça Guanabara, vitória tricolor por 3 a 0. Na Taça Rio, empate em 0 a 0. E no Terceiro Turno, vitória tricolor por 2 a 0.

PCFilho

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ricardo Gomes, exemplo de superação


Em 1984, o então campeão brasileiro Fluminense excursionava na Coreia do Sul, quando uma de suas jovens revelações, o zagueiro Ricardo Gomes, 19 anos, sofreu uma gravíssima lesão, rompendo todos os ligamentos do joelho direito. Com a Medicina disponível na época, nenhuma cirurgia poderia consertar a articulação de Ricardo, que foi aconselhado a abandonar a carreira de jogador de futebol.

Graças a Deus, Ricardo não deu ouvidos a este conselho, e nove meses depois retornou aos gramados pelo Fluminense. Acabou se tornando um dos maiores zagueiros da história do Fluminense e do futebol brasileiro.

Anos mais tarde, Ricardo admitiu que atuou com dores durante toda a carreira. Em 1994, uma lesão no mesmo joelho o impediu de jogar a Copa do Mundo dos Estados Unidos (ele seria o capitão da Seleção Brasileira). Em 1996, quando Ricardo atuava pelo Benfica, o médico do clube retirou um fragmento de osso de dentro do seu joelho. Ele falou: "não sei como você conseguia andar com isso, pára de jogar". Desta vez, Ricardo ouviu, e encerrou a carreira, com apenas 31 anos, mas já consagrado pelas atuações de altíssimo nível, no Fluminense, na Seleção, no Benfica e no Paris Saint-Germain.

Ricardo não desistiu do futebol, e seguiu carreira como treinador. Venceu o pequeno acidente vascular de quando era treinador do São Paulo, e temos fé de que vencerá mais este desafio em sua vida.

FORÇA, RICARDO!

PC

domingo, 28 de agosto de 2011

Palavras de Ricardo Gomes


"Quero comandar o time do Fluminense pelo menos uma vez, para poder voltar a sentir aquele arrepio e aquela emoção que tomavam conta de mim cada vez que pisava no gramado e via aquele mar tricolor na arquibancada, a me transmitir força e segurança. Graças à torcida, nunca entrei desmotivado. Ter sido escolhido para a seleção de todos os tempos do Fluminense é para mim um novo campeonato, uma honra enorme, estou até arrepiado... Evoluí e morrerei Tricolor. Com muito orgulho".

Ricardo Gomes Raymundo, 201 partidas pelo Fluminense.

FORÇA, ZAGUEIRÃO!

Força, Ricardo Gomes!


Zagueirão, a torcida tricolor está torcendo por você!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O título do Botafogo foi previsto em 1989

Sensacional! Meu amigo Bernardo Pombo, editor do blog Bola de Meia, descobriu essa pérola. O filme "A Princesa Xuxa e os Trapalhões", lançado em 1989, continha uma profecia: o Botafogo seria campeão em 2010.

Na cena, Didi, Xuxa e algumas crianças estão numa nave espacial com informações sobre o planeta Terra. Um menino acha uma lata de Coca-Cola, e um outro menino acha um adesivo com o escudo do Botafogo, e a inscrição "Campeão 2010".

Provavelmente, trata-se de uma piada ironizando o período de 21 anos, durante o qual o Botafogo ficara sem conquistar títulos (de 1968 a 1989, ano do lançamento do filme). Vinte e um anos depois, em 2010, o Alvinegro voltaria a ser campeão. Para sorte dos seus torcedores, dessa vez o Botafogo conquistou outros títulos no intervalo, entre eles o Campeonato Brasileiro de 1995.


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Perguntar não ofende: até quando a imprensa calhorda tentará tirar Fred e Conca do Fluminense?

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Em tempo: não nos esquecemos de você, Marcelo de Lima Henrique! Estatísticas atualizadas:
- Clássicos cariocas do Flamengo 2008-2010 com Marcelo de Lima Henrique:
6 jogos, 6 vitórias, 0 empate e 0 derrota, aproveitamento de 100%.
- Clássicos cariocas do Flamengo 2008-2010 sem Marcelo de Lima Henrique:
22 jogos, 6 vitórias, 11 empates e 5 derrotas, aproveitamento de 43,94%.

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Em tempo: Força, Ricardo Gomes! A torcida tricolor está contigo, eterno ídolo!

PC