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sábado, 4 de abril de 2026

Branco 62


Hoje é aniversário de um dos grandes laterais esquerdos da história do futebol brasileiro: Cláudio Ibraim Vaz Leal, o Branco, completa 62 primaveras!

Apontado por muitos como o melhor da história do Fluminense na posição, Branco conquistou os Campeonatos Cariocas de 1983, 1984 e 1985, o Campeonato Brasileiro de 1984 e o Torneio de Seul de 1984.

Branco totalizou 12 gols em 156 jogos pelo Fluminense, entre 1983 e 1986, em 1994 e em 1998. Pela Seleção Brasileira, marcou 9 gols em 72 jogos oficiais, tendo disputado três Copas do Mundo (1986, 1990 e 1994) e conquistado a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1994.

Em 2006, Branco voltou ao Fluminense para trabalhar como coordenador técnico, função em que permaneceu até 2009, tendo participado da conquista da Copa do Brasil de 2007 e dos vice-campeonatos da Copa Libertadores de 2008 e da Copa Sul-Americana de 2009.

Aqui está o currículo completo de Branco como jogador do Fluminense:
1) 02/02/1983 - Tiradentes 1 x 0 Fluminense  
2) 09/02/1983 - Fluminense 5 x 1 Fortaleza  
3) 19/02/1983 - Fluminense 3 x 0 Tiradentes (1º gol de Branco)
4) 23/02/1983 - CSA 1 x 2 Fluminense (Branco foi expulso)
5) 12/03/1983 - Fluminense 0 x 0 Goiás  
6) 20/03/1983 - Rio Negro 1 x 0 Fluminense  
7) 27/03/1983 - Náutico 0 x 1 Fluminense  
8) 30/03/1983 - Fluminense 3 x 1 Rio Negro  
9) 03/04/1983 - Goiás 1 x 1 Fluminense  
10) 11/04/1983 - Desportiva 1 x 1 Fluminense  
11) 13/04/1983 - Colatina 2 x 3 Fluminense  
12) 15/04/1983 - Estrela do Norte 0 x 1 Fluminense  
13) 04/06/1983 - Hercílio Luz 0 x 0 Fluminense  
14) 18/06/1983 - Minas 2 x 3 Fluminense  
15) 02/07/1983 - São Cristóvão 0 x 3 Fluminense  
16) 09/07/1983 - Fluminense 1 x 0 Bonsucesso  
17) 17/07/1983 - Flamengo 0 x 0 Fluminense  
18) 24/07/1983 - Americano 0 x 1 Fluminense  
19) 31/07/1983 - Volta Redonda 1 x 3 Fluminense  
20) 07/08/1983 - Bangu 0 x 3 Fluminense  
21) 13/08/1983 - Fluminense 1 x 0 Campo Grande  
22) 21/08/1983 - Fluminense 3 x 1 Vasco  
23) 27/08/1983 - Fluminense 2 x 0 Goytacaz
24) 04/09/1983 - Botafogo 1 x 1 Fluminense  
25) 11/09/1983 - Fluminense 2 x 0 America (Fluminense campeão da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca) 🏆
26) 17/09/1983 - Fluminense 2 x 0 São Cristóvão  
27) 25/09/1983 - Bonsucesso 1 x 2 Fluminense  
28) 02/10/1983 - Fluminense 1 x 2 Flamengo  
29) 08/10/1983 - Fluminense 1 x 1 Americano  
30) 16/10/1983 - Fluminense 1 x 0 Volta Redonda  
31) 19/10/1983 - Bahia 0 x 0 Fluminense  
32) 23/10/1983 - Fluminense 0 x 1 Bangu  
33) 30/10/1983 - Campo Grande 0 x 0 Fluminense  
34) 06/11/1983 - Vasco 2 x 0 Fluminense  
35) 13/11/1983 - Goytacaz 2 x 1 Fluminense  
36) 20/11/1983 - Fluminense 1 x 1 Botafogo  
37) 04/12/1983 - Fluminense 1 x 1 Bangu  
38) 11/12/1983 - Flamengo 0 x 1 Fluminense (Fluminense campeão carioca) 🏆
39) 18/12/1983 - Fluminense 2 x 2 Corinthians  
40) 29/01/1984 - Santos 1 x 1 Fluminense  
41) 01/02/1984 - Ferroviário CE 0 x 0 Fluminense  
42) 08/02/1984 - Fluminense 1 x 0 ABC
43) 11/02/1984 - Fluminense 1 x 0 Confiança  
44) 19/02/1984 - Confiança 0 x 2 Fluminense (Branco foi expulso)
45) 26/02/1984 - Fluminense 0 x 1 Santos  
46) 29/02/1984 - Fluminense 2 x 0 Ferroviário CE
47) 11/03/1984 - Bahia 1 x 1 Fluminense  
48) 14/03/1984 - Fluminense 3 x 0 Goiás  
49) 18/03/1984 - São Paulo 0 x 2 Fluminense  
50) 28/03/1984 - Cerro Porteño 0 x 1 Fluminense  
51) 01/04/1984 - Goiás 3 x 0 Fluminense  
52) 07/04/1984 - Fluminense 1 x 0 Santo André  
53) 11/04/1984 - Operário MS 0 x 0 Fluminense  
54) 15/04/1984 - Portuguesa SP 0 x 1 Fluminense  
55) 18/04/1984 - Fluminense 2 x 0 Operário MS  
56) 25/04/1984 - Santo André 1 x 1 Fluminense  
57) 29/04/1984 - Coritiba 2 x 2 Fluminense  
58) 06/05/1984 - Fluminense 5 x 0 Coritiba  
59) 13/05/1984 - Corinthians 0 x 2 Fluminense  
60) 20/05/1984 - Fluminense 0 x 0 Corinthians  
61) 27/05/1984 - Vasco 0 x 0 Fluminense (Fluminense campeão brasileiro) 🏆
62) 03/06/1984 - Barcelona 2 x 2 Fluminense [PK 5 x 4]
63) 06/06/1984 - Vancouver Whitecaps 3 x 1 Fluminense  
64) 28/06/1984 - Atlético Paranaense 1 x 1 Fluminense  
65) 22/07/1984 - Fluminense 0 x 0 Bangu  
66) 29/07/1984 - Americano 0 x 1 Fluminense  
67) 04/08/1984 - Fluminense 5 x 1 Friburguense  
68) 10/08/1984 - Ascoli 0 x 2 Fluminense  
69) 12/08/1984 - Milan 0 x 1 Fluminense  
70) 14/08/1984 - FC Köln 4 x 1 Fluminense (2º gol de Branco)
71) 16/08/1984 - SPAL 2 x 3 Fluminense  
72) 18/08/1984 - Pisa 0 x 0 Fluminense  
73) 21/08/1984 - Guadalajara 1 x 1 Fluminense  
74) 29/08/1984 - Fluminense 2 x 0 Campo Grande  
75) 09/09/1984 - Fluminense 3 x 1 Botafogo (3º gol de Branco)
76) 13/09/1984 - Fluminense 0 x 0 Vasco  
77) 16/09/1984 - Volta Redonda 1 x 1 Fluminense  
78) 23/09/1984 - Flamengo 1 x 0 Fluminense  
79) 02/10/1984 - Seleção da Coréia do Sul 0 x 0 Fluminense  
80) 04/10/1984 - Seleção Olímpica da Coréia do Sul 0 x 3 Fluminense  
81) 06/10/1984 - Seleção de Camarões 1 x 3 Fluminense (Fluminense campeão do Torneio de Seul) 🏆
82) 17/10/1984 - Fluminense 1 x 0 Olaria  
83) 21/10/1984 - Bangu 1 x 1 Fluminense  
84) 24/10/1984 - Fluminense 3 x 1 America 
85) 27/10/1984 - Fluminense 1 x 0 Americano  
86) 04/11/1984 - Friburguense 0 x 4 Fluminense  
87) 11/11/1984 - Campo Grande 0 x 1 Fluminense  
88) 15/11/1984 - Vasco 2 x 1 Fluminense  
89) 18/11/1984 - Botafogo 4 x 2 Fluminense  
90) 01/12/1984 - Fluminense 2 x 1 Flamengo  
91) 09/12/1984 - Fluminense 2 x 0 Vasco
92) 26/01/1985 - Fluminense 2 x 1 Santos  
93) 30/01/1985 - Fluminense 2 x 0 Portuguesa SP  
94) 06/02/1985 - Internacional 1 x 1 Fluminense  
95) 09/02/1985 - Fluminense 1 x 1 Cruzeiro (Branco foi expulso)
96) 16/02/1985 - Vasco 5 x 3 Fluminense  
97) 24/02/1985 - São Paulo 2 x 1 Fluminense  
98) 27/02/1985 - Flamengo 0 x 0 Fluminense  
99) 10/03/1985 - Santos 1 x 1 Fluminense  
100) 13/03/1985 - Portuguesa SP 2 x 2 Fluminense  
101) 17/03/1985 - Fluminense 1 x 2 Vasco  
102) 21/03/1985 - Fluminense 1 x 0 Internacional  
103) 24/03/1985 - Cruzeiro 0 x 1 Fluminense  
104) 28/03/1985 - Fluminense 0 x 1 Náutico  
105) 31/03/1985 - Fluminense 1 x 2 São Paulo  
106) 07/04/1985 - Fluminense 1 x 1 Flamengo  
107) 10/04/1985 - Goiás 0 x 2 Fluminense  
108) 14/04/1985 - Fluminense 2 x 1 Bahia  
109) 05/08/1985 - Fluminense 0 x 1 Argentinos Juniors (Branco foi expulso)
110) 10/08/1985 - Porto 1 x 0 Fluminense  
111) 23/08/1985 - Argentinos Juniors 1 x 0 Fluminense  
112) 27/08/1985 - Fluminense 0 x 0 Ferrocarril Oeste  
113) 01/09/1985 - Vasco 0 x 0 Fluminense  
114) 04/09/1985 - Bonsucesso 0 x 1 Fluminense (Branco foi expulso)
115) 11/09/1985 - Goytacaz 0 x 1 Fluminense  
116) 18/09/1985 - Fluminense 1 x 0 Olaria  
117) 22/09/1985 - Flamengo 0 x 0 Fluminense  
118) 25/09/1985 - Fluminense 2 x 0 Americano  
119) 29/09/1985 - Botafogo 0 x 1 Fluminense  
120) 02/10/1985 - Fluminense 2 x 0 Portuguesa RJ
121) 09/10/1985 - Fluminense 1 x 0 America (Fluminense campeão da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca) 🏆
122) 20/10/1985 - Americano 0 x 0 Fluminense  
123) 27/10/1985 - Fluminense 2 x 0 Vasco (4º gol de Branco)
124) 30/10/1985 - Fluminense 3 x 0 Bonsucesso (5º gol de Branco)
125) 02/11/1985 - Fluminense 1 x 2 Bangu  
126) 07/11/1985 - Fluminense 0 x 0 Goytacaz
127) 10/11/1985 - Fluminense 3 x 2 Volta Redonda  
128) 17/11/1985 - Fluminense 1 x 1 Flamengo  
129) 23/11/1985 - Fluminense 2 x 0 Botafogo  
130) 30/11/1985 - Fluminense 0 x 1 America 
131) 11/12/1985 - Flamengo 1 x 1 Fluminense
132) 30/01/1986 - Bahia 1 x 0 Fluminense  
133) 02/02/1986 - Fluminense 2 x 2 São Paulo  
134) 06/02/1986 - São Paulo 2 x 0 Fluminense  
135) 16/02/1986 - Fluminense 1 x 4 Flamengo  
136) 29/01/1994 - Fluminense 1 x 0 Ulsan HD
137) 02/02/1994 - Fluminense 0 x 0 Americano  
138) 05/02/1994 - America 0 x 1 Fluminense  
139) 09/02/1994 - Campo Grande 0 x 5 Fluminense (6º gol de Branco)
140) 18/02/1994 - Fluminense 2 x 2 Linhares  
141) 20/02/1994 - Fluminense 1 x 2 Botafogo (7º gol de Branco)
142) 28/02/1994 - Fluminense 3 x 0 Olaria (8º gol de Branco)
143) 03/03/1994 - Fluminense 1 x 1 Volta Redonda (9º gol de Branco)
144) 09/03/1994 - Itaperuna 1 x 2 Fluminense  
145) 13/03/1994 - Flamengo 2 x 4 Fluminense  
146) 16/03/1994 - Fluminense 2 x 0 Bangu (10º gol de Branco)
147) 18/03/1994 - Linhares 1 x 1 Fluminense
148) 27/03/1994 - Fluminense 0 x 0 Vasco  
149) 08/04/1994 - Flamengo 3 x 1 Fluminense  
150) 17/04/1994 - Vasco 1 x 1 Fluminense (Branco foi expulso)
151) 22/04/1994 - Fluminense 1 x 1 Botafogo  
152) 29/04/1994 - Fluminense 7 x 1 Botafogo (11º gol de Branco)
153) 08/05/1994 - Flamengo 0 x 2 Fluminense  
154) 15/05/1994 - Fluminense 0 x 2 Vasco  
155) 28/09/1998 - Fluminense 2 x 0 Juventus (12º gol de Branco)
156) 06/10/1998 - ABC 1 x 1 Fluminense (Branco foi expulso)

E também o currículo de Branco na Seleção Brasileira:
1) 25/04/1985 - Brasil 2 x 1 Colômbia
2) 28/04/1985 - Brasil 0 x 1 Peru
3) 02/05/1985 - Brasil 2 x 0 Uruguai
4) 05/05/1985 - Brasil 2 x 1 Argentina
5) 15/05/1985 - Brasil 0 x 1 Colômbia
6) 01/04/1986 - Brasil 4 x 0 Peru
7) 08/04/1986 - Brasil 3 x 0 Alemanha Oriental
8) 17/04/1986 - Brasil 3 x 0 Finlândia
9) 30/04/1986 - Brasil 4 x 2 Iugoslávia
10) 01/06/1986 - Brasil 1 x 0 Espanha (Copa do Mundo)
11) 06/06/1986 - Brasil 1 x 0 Argélia (Copa do Mundo)
12) 12/06/1986 - Brasil 3 x 0 Irlanda do Norte (Copa do Mundo)
13) 16/06/1986 - Brasil 4 x 0 Polônia (Copa do Mundo)
14) 21/06/1986 - Brasil 1 x 1 França [PK 3 x 4] (Copa do Mundo; Branco converteu sua cobrança na disputa)
–) 27/03/1989 - Brasil 1 x 2 Combinado do Resto do Mundo
15) 08/06/1989 - Brasil 4 x 0 Portugal
16) 16/06/1989 - Brasil 1 x 2 Suécia
17) 18/06/1989 - Brasil 0 x 4 Dinamarca
18) 21/06/1989 - Brasil 0 x 1 Suíça  
–) 22/06/1989 - Brasil 0 x 0 Milan
19) 01/07/1989 - Brasil 3 x 1 Venezuela  
20) 03/07/1989 - Brasil 0 x 0 Peru  
21) 07/07/1989 - Brasil 0 x 0 Colômbia  
22) 09/07/1989 - Brasil 2 x 0 Paraguai  
23) 12/07/1989 - Brasil 2 x 0 Argentina  
24) 14/07/1989 - Brasil 3 x 0 Paraguai  
25) 16/07/1989 - Brasil 1 x 0 Uruguai (Brasil campeão da Copa América) 🏆
26) 23/07/1989 - Brasil 1 x 0 Japão  
27) 30/07/1989 - Brasil 4 x 0 Venezuela (1º gol de Branco)
28) 13/08/1989 - Brasil 1 x 1 Chile  
29) 20/08/1989 - Brasil 6 x 0 Venezuela  
30) 03/09/1989 - Brasil 1 x 0 Chile  
31) 20/12/1989 - Brasil 1 x 0 Holanda  
32) 28/03/1990 - Brasil 0 x 1 Inglaterra  
33) 05/05/1990 - Brasil 2 x 1 Bulgária  
34) 13/05/1990 - Brasil 3 x 3 Alemanha Oriental  
–) 19/05/1990 - Brasil 1 x 0 Seleção de Madrid (Branco fez o gol, não contabilizado nas estatísticas por não ser contra uma outra seleção nacional)
–) 28/05/1990 - Brasil 0 x 1 Combinado da Umbria
35) 10/06/1990 - Brasil 2 x 1 Suécia (Copa do Mundo)
36) 16/06/1990 - Brasil 1 x 0 Costa Rica (Copa do Mundo)
37) 20/06/1990 - Brasil 1 x 0 Escócia (Copa do Mundo)
38) 24/06/1990 - Brasil 0 x 1 Argentina (Copa do Mundo)
39) 28/05/1991 - Brasil 3 x 0 Bulgária
40) 27/06/1991 - Brasil 1 x 1 Argentina  
41) 09/07/1991 - Brasil 2 x 1 Bolívia (2º gol de Branco)
42) 11/07/1991 - Brasil 1 x 1 Uruguai
43) 13/07/1991 - Brasil 0 x 2 Colômbia
44) 15/07/1991 - Brasil 3 x 1 Equador  
45) 17/07/1991 - Brasil 2 x 3 Argentina (3º gol de Branco)
46) 19/07/1991 - Brasil 2 x 0 Colômbia (4º gol de Branco)
47) 21/07/1991 - Brasil 2 x 0 Chile (Branco foi expulso)
48) 17/05/1992 - Brasil 1 x 1 Inglaterra  
–) 19/05/1992 - Brasil 1 x 0 Milan
49) 26/08/1992 - Brasil 2 x 0 França  
50) 16/12/1992 - Brasil 3 x 1 Alemanha  
51) 18/02/1993 - Brasil 1 x 1 Argentina  
52) 06/06/1993 - Brasil 2 x 0 Estados Unidos  
53) 10/06/1993 - Brasil 3 x 3 Alemanha
54) 14/07/1993 - Brasil 2 x 0 Paraguai (5º gol de Branco)
55) 18/07/1993 - Brasil 0 x 0 Equador
56) 01/08/1993 - Brasil 5 x 1 Venezuela (6º gol de Branco)
57) 08/08/1993 - Brasil 1 x 1 México
58) 15/08/1993 - Brasil 1 x 1 Uruguai  
59) 22/08/1993 - Brasil 2 x 0 Equador  
60) 29/08/1993 - Brasil 6 x 0 Bolívia (7º gol de Branco)
61) 05/09/1993 - Brasil 4 x 0 Venezuela
62) 19/09/1993 - Brasil 2 x 0 Uruguai
63) 17/11/1993 - Brasil 1 x 2 Alemanha
64) 16/12/1993 - Brasil 1 x 0 México
65) 23/03/1994 - Brasil 2 x 0 Argentina  
–) 20/04/1994 - Brasil 0 x 0 Paris Saint-Germain
66) 04/05/1994 - Brasil 3 x 0 Islândia  
67) 12/06/1994 - Brasil 4 x 0 El Salvador  
68) 09/07/1994 - Brasil 3 x 2 Holanda (Copa do Mundo; 8º gol de Branco)
69) 13/07/1994 - Brasil 1 x 0 Suécia (Copa do Mundo)
70) 17/07/1994 - Brasil 0 x 0 Itália [PK 3 x 2] (final da Copa do Mundo; Branco converteu sua cobrança na disputa; Brasil campeão mundial) 🏆
71) 23/12/1994 - Brasil 2 x 0 Iugoslávia (9º gol de Branco)
72) 22/02/1995 - Brasil 5 x 0 Eslováquia

PCFilho

domingo, 4 de abril de 2021

Branco, craque do Fluminense e da Seleção


Neste domingo 4, um dia após vencer a batalha contra o coronavírus e ter alta do hospital, o grande Branco comemora seu 57º aniversário.

Gaúcho, Cláudio Ibraim Vaz Leal nasceu em Bagé, no dia 4 de abril de 1964. Começou sua carreira no Grêmio Esportivo Bagé, e seu talento logo o levou para o Internacional de Porto Alegre, em 1981. Pouco depois, se transferiu para o Fluminense, clube em que se tornaria um ídolo.

Branco foi um lateral-esquerdo icônico, apontado como um dos melhores da história do Fluminense e da Seleção Brasileira na posição. Com suas venenosas cobranças de falta, era o terror dos goleiros adversários.


Com a camisa do Fluminense, Branco conquistou os Campeonatos Cariocas de 1983, 1984 e 1985, o Campeonato Brasileiro de 1984 e o Torneio de Seul de 1984. Totalizou 12 gols em 157 jogos pelo Tricolor, entre 1983 e 1986, em 1994 e em 1998.


Pela Seleção Brasileira, Branco marcou 9 gols em 72 jogos, tendo disputado três Copas do Mundo (1986, 1990 e 1994). Conquistou a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1994. No Mundial dos Estados Unidos, teve participação fundamental, marcando o gol da vitória contra a Holanda, nas quartas-de-final, em uma antológica cobrança de falta. Na disputa de pênaltis da decisão da Copa, contra a Itália, converteu sua cobrança.

Branco e a Copa do Mundo.

Além de Bagé, Internacional e Fluminense, Branco atuou também por Brescia (Itália), Porto (Portugal), Genoa (Itália), Grêmio, Corinthians, Flamengo, Middlesbrough (Inglaterra) e New York MetroStars (Estados Unidos).

Em 2006, Branco voltou ao Fluminense para trabalhar como coordenador técnico, função em que permaneceu até 2009, tendo participado da conquista da Copa do Brasil de 2007 e dos vice-campeonatos da Copa Libertadores de 2008 e da Copa Sul-Americana de 2009. Ele trabalha há muitos anos como dirigente nas categorias de base da Seleção Brasileira.

Feliz aniversário e boa recuperação, Branco!

PCFilho

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Efemérides tricolores - 25 de abril


1920: no campo da rua Figueira de Melo, o Fluminense empatava em 2 a 2 com o São Cristóvão, quando a forte chuva forçou a interrupção do jogo, válido pelo Campeonato Carioca. Oswaldo Gomes e Zezé marcaram os gols do Fluminense. Os doze minutos finais seriam disputados em 16 de janeiro de 1921, na rua Paysandu: Machado anotaria o gol da vitória tricolor, que garantiria ao clube o vice-campeonato.

1926: em partida válida pelo Campeonato Carioca, disputada no Estádio de Laranjeiras, o Fluminense ganhou por 3 a 0 do Sport Club Brasil, gols de Nilo, Fortes e Paulo Cristófaro.

1937: em amistoso disputado diante de grande público em Campos dos Goytacazes, o Fluminense derrotou a Seleção de Campos por 3 a 1. O Fluminense construiu a vitória com três gols do ponta-esquerda Hércules, e os campistas descontaram com Vicente.

1943: em partida válida pelo Torneio Municipal, disputada no campo do America, em Campos Sales, o Fluminense ganhou por 3 a 0 do Madureira, gols de Maracaí, Pedro Amorim e Tim.

1953: no primeiro duelo entre Fluminense e Corinthians após a decisão do Mundial de Clubes de 1952 (vide 2 de agosto), houve empate em 3 a 3, pelo Torneio Rio-São Paulo, diante de 21.576 presentes (15.935 pagantes) no Maracanã. O empate teve gosto de vitória pois, após o Fluminense abrir o placar com Paraguaio, o Corinthians virou para 3 a 1 com Carbone (dois) e Baltazar. Mas tricolor nunca desiste: Simões descontou aos 35 do segundo tempo, e Quincas empatou aos 44 - ambos completando jogadas do genial meia-atacante Didi. O Corinthians seria o campeão da competição.

1960: em sua primeira partida na Inglaterra, o Fluminense perdeu por 5 a 4 para o West Ham United, da primeira divisão inglesa, com assistência de 24.158 pessoas no Boleyn Ground, em Londres. Os gols tricolores no jogo foram de Edmílson (dois), Jair Francisco e Brown (contra). O Fluminense disputaria mais duas partidas em território inglês, e obteria duas vitórias (vide 27 de abril e 2 de maio).
O encarte oficial do amistoso entre West Ham United e Fluminense.

1971: na sequência do primeiro turno da fase final do Campeonato Carioca, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Vasco, no Maracanã. O gol tricolor foi do centroavante Flávio. Com campanha acumulada de quatro vitórias, cinco empates e uma derrota, o Fluminense perseguia à distância o líder Botafogo, que tinha sete vitórias e dois empates. A perseguição continuaria até os 43 minutos do segundo tempo da rodada final, quando Lula marcaria o gol do título tricolor (vide 27 de junho).

1973: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, no Maracanã, o Fluminense venceu a Portuguesa da Ilha do Governador por 2 a 0, gols de Dionísio e Manfrini. Com quatro vitórias, três empates e duas derrotas, o Fluminense iniciava a campanha de mais um título, que seria conquistado em decisão contra o Flamengo (vide 22 de agosto).

1979: em partida válida pelo Campeonato Carioca, no Maracanã, o Fluminense ganhou por 4 a 3 do Americano de Campos, graças aos gols de Carlos Alberto Pintinho e Nunes (três).

1984: na última rodada da terceira fase do Campeonato Brasileiro, o Fluminense, já classificado, empatou em 1 a 1 com o Santo André, no Estádio Bruno José Daniel, na cidade paulista. Deley marcou o gol tricolor. Com quatro vitórias e dois empates, o Fluminense terminou em primeiro lugar em sua chave, que também teve a classificação da Portuguesa de São Paulo. Nas quartas-de-final, o Fluminense enfrentaria o Coritiba (vide 29 de abril e 6 de maio). Seria a arrancada final para o segundo Campeonato Brasileiro da história tricolor.

1985: em amistoso no Mineirão, em Belo Horizonte, a Seleção Brasileira ganhou por 2 a 1 da Colômbia, com gols de Alemão e Casagrande. Dois atletas do Fluminense jogaram pelo escrete tupiniquim: o goleiro Paulo Victor e o lateral-esquerdo Branco (que iniciava neste dia sua gloriosa trajetória com a amarelinha).

2007: na partida de volta das oitavas-de-final da Copa do Brasil, diante de 47.074 pagantes na Fonte Nova, em Salvador, o Fluminense empatou em 2 a 2 com o Bahia, classificando-se no critério dos gols fora de casa. Cícero e Soares marcaram os gols tricolores. Nas quartas-de-final, o Fluminense enfrentaria o Atlético Paranaense (vide 2 e 9 de maio) - mais uma etapa a ser superada para a conquista do título, na decisão contra o Figueirense (vide 6 de junho).

2012: no jogo de ida das oitavas-de-final da Copa Libertadores, diante de 32.268 presentes (28.152 pagantes) no Beira-Rio, em Porto Alegre, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Internacional. O herói da partida foi o goleiro tricolor Diego Cavalieri, que defendeu espetacularmente uma cobrança de pênalti do meia Dátolo. O Fluminense se classificaria com uma vitória no jogo de volta, no Engenhão (vide 10 de maio).
Diego Cavalieri defende o pênalti no Beira-Rio.

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Aniversariantes do dia:

Dorival Silvestre Júnior, o Dorival Júnior (1962), treinador paulista, natural de Araraquara, com uma curta passagem no comando técnico do Fluminense, no final da temporada de 2013. Em cinco partidas, obteve três vitórias, um empate e uma derrota, e conseguiu livrar o time do rebaixamento à Série B. Apesar do bom desempenho, não teve seu contrato renovado.
Dorival em treino do Fluminense (foto: Fernando Cazaes).

Roger Machado Marques, o Roger Machado (1975), zagueiro e lateral-esquerdo gaúcho, natural de Porto Alegre, com 10 gols marcados em 123 jogos pelo Fluminense, entre 2006 e 2008. Foi o autor do gol do título da Copa do Brasil de 2007, na decisão contra o Figueirense (vide 6 de junho). Participou também da campanha do vice-campeonato da Copa Libertadores de 2008.
Roger Machado, no lance do gol do título, em 2007.

Roger Machado e este escriba, em Laranjeiras (foto de maio de 2008).

Thiago Pimentel Gosling, o Thiago Gosling (1979), zagueiro mineiro, natural de Belo Horizonte, com 19 atuações pelo Fluminense, na temporada de 2006.

PCFilho

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Efemérides tricolores - 4 de abril



1971: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, diante de uma multidão de 112.415 pagantes no Maracanã, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Flamengo. Com três vitórias e três empates na competição, o Tricolor seguia invicto, no início da campanha que culminaria na conquista de mais um título do Rio de Janeiro.

1981: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, disputada no Estádio do Maracanã, o Fluminense ganhou por 4 a 1 do Paysandu, de virada. Os gols da vitória tricolor foram de Zezé (dois, ambos de pênalti), Gilberto e Édson.

1982: no jogo de ida das quartas-de-final do Campeonato Brasileiro, diante de 49.494 pagantes no Estádio Olímpico de Porto Alegre, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Grêmio. Os anfitriões abriram o placar com Baltazar, e os tricolores igualaram com Amauri. A partida de volta ocorreria três dias depois, no Maracanã (vide 7 de abril).

1993: em partida da penúltima rodada do primeiro turno do Campeonato Carioca (Taça Guanabara), disputada no Maracanã, o Fluminense ganhou por 3 a 0 do Botafogo, gols de Ézio, Julinho (de falta) e Wagner. Com sete vitórias e três empates, o Fluminense liderava o turno, e garantiria a conquista invicta da Taça Guanabara na rodada final, ao vencer o Volta Redonda em Laranjeiras (vide 10 de abril).

1999: diante de 106.111 presentes (88.242 pagantes) no Maracanã, Fluminense e Flamengo empataram em 1 a 1, em clássico válido pelo Campeonato Carioca. O gol tricolor no jogo foi de Alexandre Lopes, de cabeça.

2004: na decisão da Taça Rio (segundo turno do Campeonato Carioca), diante de 48.355 presentes (55.223 pagantes)* no Maracanã, o Fluminense perdeu por 2 a 1 para o Vasco, terminando como vice-campeão do turno e terceiro lugar do Campeonato. Romário marcou o gol tricolor, cobrando pênalti.
* o número de pagantes foi maior que o de presentes, devido à contabilidade de uma promoção de ingressos.

2007: no jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil, diante de 37.162 presentes (32.681 pagantes) no Maracanã, o Fluminense obteve a classificação, apesar da derrota por 1 a 0 para o América de Natal. No jogo de ida, em Natal, o Fluminense vencera por 2 a 1 (vide 14 de março), e assim a vaga foi obtida no critério dos gols fora de casa. O Tricolor terminaria campeão daquela competição, após final com o Figueirense (vide 6 de junho).

2010: em partida válida pelo Campeonato Carioca, disputada no Estádio do Maracanã, o Fluminense ganhou por 3 a 1 do Macaé. Os gols tricolores foram de Alan (dois) e Éverton.

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Aniversariantes do dia:

João Ferreira, o Bigode (1922), médio-esquerdo mineiro, natural de Belo Horizonte. Durante sua primeira passagem pelo Fluminense, entre 1943 e 1949, conquistou o Campeonato Carioca de 1946 e o Torneio Municipal de 1948 com a camisa tricolor, e o Sul-Americano de 1949 pela Seleção Brasileira. Em 1950, como atleta do Flamengo, foi titular da Seleção Carioca campeã brasileira, e da Seleção Brasileira vice-campeã mundial. Em 1952, retornou ao Fluminense, e fez parte do time campeão Mundial de clubes, na Copa Rio. Permaneceu no Tricolor até 1955, quando se aposentou. Totalizou 394 atuações pelo Fluminense, sendo um dos 12 futebolistas que mais vezes defenderam o clube na história.
Bigode, campeão mundial pelo Fluminense.

Délio Grado de Souza Nunes, o Délio (1926), goleiro que atuou uma vez pelo time principal do Fluminense, na vitória por 4 a 0 sobre o Atlético Paranaense, em Curitiba, no dia 26 de janeiro de 1947.

Gutemberg de Siqueira, o Gutemberg (1937), centroavante que integrou o plantel do Fluminense entre as temporadas de 1957 e 1960.
Gutemberg.

Luiz Carlos Vitali, o Gibirinha (1946), ponta-direita capixaba, natural de Colatina, que atuou no Fluminense entre 1965 e 1966. Foi campeão do Torneio Pará-Guanabara em 1966.

Américo da Silva Leite, o Américo (1946), atacante que integrou o elenco do Fluminense entre 1966 e 1967. Disputou três jogos no time principal tricolor.

Kléber Ribeiro Filho, o Kléber "Bequinha" (1954), meio-campista natural de São Gonçalo, revelado pelo Fluminense, campeão da Copa São Paulo de Juniores de 1973. Jogou no time profissional tricolor de 1973 a 1980, totalizando 38 gols em 314 jogos, e conquistando os Campeonatos Cariocas de 1973, 1975, 1976 e 1980, a Taça Guanabara de 1975, a Copa Vale do Paraíba de 1977, o Torneio de Paris de 1976, o Torneio de Viña del Mar de 1976 e o Troféu Teresa Herrera de 1977. Era irmão do lateral-esquerdo Carlinhos, também revelado pelo Fluminense.
Kléber.

Wallace Alves Braga, o Wallace (1961), lateral-direito capixaba, que atuou no Fluminense entre 1980 e 1982. Marcou 1 gol em 18 jogos com a camisa tricolor. Participou da conquista do Campeonato Carioca de 1980.

Cláudio Ibraim Vaz Leal, o Branco (1964), lateral-esquerdo gaúcho, natural de Bagé, apontado por muitos como o melhor da história do Fluminense na posição. Com a camisa tricolor, conquistou os Campeonatos Cariocas de 1983, 1984 e 1985, o Campeonato Brasileiro de 1984 e o Torneio de Seul de 1984. Totalizou 12 gols em 157 jogos pelo Fluminense, entre 1983 e 1986, em 1994 e em 1998. Pela Seleção Brasileira, marcou 9 gols em 72 jogos, tendo disputado três Copas do Mundo (1986, 1990 e 1994) e conquistado a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1994. Em 2006, Branco voltou ao Fluminense para trabalhar como coordenador técnico, função em que permaneceu até 2009, tendo participado da conquista da Copa do Brasil de 2007 e dos vice-campeonatos da Copa Libertadores de 2008 e da Copa Sul-Americana de 2009.
Branco.

Tiago Silva dos Santos, o Tiago Silva (1979), lateral-esquerdo gaúcho, que jogou no Fluminense na temporada de 2001. Marcou 2 gols em 20 jogos com a camisa tricolor.

PCFilho

domingo, 16 de julho de 2017

Efemérides tricolores - 16 de julho


1905: no terceiro amistoso com o Paulistano, o Fluminense perdeu por 3 a 2, no campo da rua Guanabara, em Laranjeiras. O Paulistano jogou reforçado por Charles Miller, do São Paulo Athletic, e Hermann Friese, do Germânia. Os dois gols tricolores na partida foram marcados no segundo tempo, por Adolpho Simonsen. Numa das primeiras demonstrações de fidalguia no futebol brasileiro, a torcida do Fluminense aplaudiu um golaço marcado pelo Paulistano, gritando "Bravo! Bravo! Bravíssimo!". No dia 25/06, em São Paulo, os times haviam empatado em 2 a 2; no dia 14/07, em Laranjeiras, o Fluminense vencera por 2 a 0. O Paulistano, que havia sido vice-campeão paulista nos três anos anteriores, enfim conquistaria o campeonato estadual naquela temporada. Cerca de 2.500 pessoas assistiram à partida, entre elas o Presidente da República, Rodrigues Alves. Pela primeira vez, uma partida de futebol era presenciada por um chefe de Estado no Brasil.
O Presidente Rodrigues Alves na sede do Fluminense, para assistir à partida.
Foto: site oficial do Fluminense FC.

1939: em jogo válido pelo segundo turno do Campeonato Carioca, com renda recorde no Estádio de São Januário, o Fluminense derrotou o Vasco por 3 a 0, graças aos gols de Brant (de falta), Pedro Amorim e Milani.

1947: em amistoso, na Ilha do Retiro, no Recife, o Fluminense venceu o Sport Recife por 2 a 1. Os gols tricolores foram de Berascochea e Rodrigues Tatu. Este foi o primeiro duelo entre os dois tradicionais clubes, que trocaram flâmulas de presente.

1950: diante de 200 mil pessoas no Maracanã, a Seleção Brasileira perdeu para o Uruguai por 2 a 1, e terminou a Copa do Mundo na segunda posição. O Fluminense tinha dois representantes no escrete vice-campeão mundial: o goleiro Castilho e o ponta-esquerda Rodrigues Tatu, ambos reservas durante toda a campanha.

1952: na sequência da Copa Rio, o Campeonato Mundial de Clubes, foram realizadas duas partidas entre clubes estrangeiros. No Pacaembu, o Áustria Viena ganhou por 5 a 1 do Saarbrücken, da Alemanha. No Maracanã, o Peñarol, do Uruguai, venceu o Sporting de Portugal por 3 a 1, diante de 54.411 pessoas. No dia seguinte, o Corinthians jogaria com o Libertad, do Paraguai, em São Paulo, e o Fluminense enfrentaria o Grasshopper-Club, da Suíça, no Rio de Janeiro.

1953: em sua estreia no Campeonato Carioca, o Fluminense venceu o Bonsucesso por 2 a 0, gols de Didi e Marinho. A partida noturna foi a inauguração dos novos refletores do Estádio de Laranjeiras.

1975: em partida válida pelo Campeonato Carioca, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o America, no Maracanã. A Máquina Tricolor conquistaria o título estadual, no triangular com Vasco e Botafogo, em agosto.

1978: em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, em São Januário, o Fluminense venceu o Operário de Campo Grande por 2 a 1. Os gols tricolores foram assinalados por Robertinho e Marinho Chagas, o último nos acréscimos do segundo tempo. O Operário de Campo Grande tinha o comando técnico do ex-goleiro Carlos Castilho - o maior ídolo da história do Fluminense.

1989: na Alemanha Ocidental, o Fluminense ganhou por 5 a 2 do FC Isny, com gols de Márcio Luiz, Vânder Luís, Dedei, Fernando Cruz e Rinaldo. No mesmo dia, a Seleção Brasileira venceu o Uruguai por 1 a 0, diante de 148.068 pessoas no Maracanã, e conquistou a Copa América após 40 anos. O Fluminense não tinha representantes no escrete campeão, mas formara dois titulares da equipe: o zagueiro e capitão Ricardo Gomes, e o lateral-esquerdo Branco.
Foto: o capitão Ricardo Gomes ergue a Copa América aos céus do Rio de Janeiro.

1992: em jogo válido pela Copa Rio de Janeiro, no Luso-Brasileiro, o Fluminense venceu a Portuguesa da Ilha do Governador por 2 a 1, com dois gols de Wagner.

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Aniversariantes do dia:

Arthur Moreira Lima (1940), pianista e torcedor ilustre do Fluminense, autor de algumas das mais belas execuções do hino popular do clube.


Ubiraci Mariano da Silva (1942), centroavante com 28 gols marcados em 78 partidas pelo Fluminense, entre as temporadas de 1963 e 1965.

Renê Carmo Kreutz Weber (1961), meio-campista que atuou pelo Fluminense entre as temporadas de 1984 e 1992. Renê marcou 15 gols em 143 jogos pelo time profissional tricolor. Foi campeão do Brasileiro de 1984, do Torneio de Seul de 1984 e dos Cariocas de 1984 e 1985.

Leonardo Henrique Peixoto dos Santos, o Henrique (1977), zagueiro com 8 atuações pelo Fluminense na temporada de 2006.

PCFilho

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

19/07/1991 - Brasil 2 x 0 Colômbia





Ficha Técnica
19/07/1991 - Brasil 2 x 0 Colômbia - Estádio Nacional (Santiago, Chile)
Motivo: Copa América 1991.
Árbitro: José Ramírez (Peru).
Brasil: Taffarel; Cafu, Ricardo Rocha, Márcio Santos e Branco; Mauro Silva, Valdir e Luís Henrique; Renato Gaúcho, Mazinho Oliveira e João Paulo. Técnico: Paulo Roberto Falcão.
Colômbia: Higuita; Eduardo Pimentel, Escobar, Diego Leon Osorio Rendón e Perea; Cabrera, Leonel Alvarez, Valderrama e Rincón; Usuriaga e De Avila. Técnico: Luis Augusto García.
Gols: Renato Gaúcho aos 29' do 1º tempo, e Branco (pênalti) aos 31' do 2º tempo.

PCFilho

domingo, 11 de outubro de 2009

Golaço do dia #115 - Branco


Atleta: Cláudio Ibrahim Vaz Leal (Branco).
Nascimento: 04/04/1964, em Bagé/RS.
Data: 09/07/1994.
Local: Cotton Bowl (Dallas, EUA).

Golaço de falta de Branco, sem chance de defesa para o arqueiro holandês Ed de Goeij. Brasil 3 a 2, e caminho aberto para a semifinal do Campeonato Mundial de 94.

PC

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Recordar é viver - Fluminense x Barcelona

O verdadeiro Fluminense x Barcelona!

Crônica publicada no Pavilhão Tricolor sobre o verdadeiro Fluminense x Barcelona, disputado em 1984, no Giant Stadium, uma semana após o bicampeonato brasileiro.



New Jersey, 3 de junho de 1984.



Há uma semana, o Fluminense conquistava o bicampeonato brasileiro, num Maracanã com gente escorrendo pelas paredes. Consequência da campanha extraordinária: cinco tricolores convocados para o escrete (Paulo Victor, Jandir, Deley, Tato e Assis). Assim, viajamos muito desfalcados para os Estados Unidos.



Estreamos no Giant Stadium empatando diante dos italianos da Udinese, na quarta-feira (1 a 1). Como perdemos a disputa de pênaltis, restou-nos a decisão de terceiro lugar, contra o Barcelona de Diego Armando Maradona, que perdera para o americano New York Cosmos (5 a 3). Na plateia, havia quarenta mil pessoas ansiosas para assistir a um futebol do mais alto nível.



E elas certamente ficaram satisfeitas. Logo no começo, Washington apareceria na cara do gol, mas foi derrubado por Migueli na entrada da área. Paulinho cobrou bem a falta, mas Amador espalmou a córner. Pouco depois, Duílio chutou forte, e no rebote Renê arrematou, para outra boa defesa do goleiro Amador. O Tricolor dominava mesmo as ações no primeiro tempo. Após bela arrancada pelo flanco esquerdo, Leomir invadiu a área e só foi parado pela arrojada saída de Amador.



Aos 27 minutos, a situação começou a mudar. Mágico González é agarrado por Duílio na entrada da área. Maradona cobra na barreira, mas Estella se aproveita do rebote e estufa as redes tricolores: gol do Barcelona, 1 a 0.



Aos 39, Clos arranca pela direita, e quase amplia para a equipe azul-grená. Agora, são os espanhóis que dominam as ações. Aos 41, Maradona arrisca de fora da área, mas a bola passa longe do gol defendido por Ricardo Lopes.



Aos 44, Romerito faz um lançamento espetacular para Aldo. O lateral tricolor levanta na área, e Paulinho bate de primeira: gol do Fluminense, 1 a 1! O futebol é o esporte mais imprevisível. Quando o Fluminense dominava, o Barcelona fez o seu gol. Quando o Barcelona dominava, o Fluminense empatou.



Vem o segundo tempo e o Barcelona continua melhor. Logo no primeiro minuto, Francisco Javier Clos faz grande jogada e passa a Maradona. Don Diego sofre mais uma falta. A infração é cobrada rapidamente, Husillos invade a área, mas adianta demais e a defesa tricolor afasta.



O Fluminense reage com Branco, que lança Romerito. O craque paraguaio invade a área e bate cruzado. A bola sai pela linha de fundo, raspando na trave esquerda dos arcos defendidos por Lorenzo Amador.



Após dois escanteios consecutivos, o quadro catalão voltou a levar perigo. Aos 10, a pressão azul-grená resultou no segundo tento. Um passe espetacular de Maradona deixou González na cara do gol, e o Mágiconão perdoou: Barcelona 2 a 1.



Mas o Fluminense não estava disposto a sair de campo derrotado. Dois minutos depois, Aldo fez sua tradicional jogada de overlapping pela direita e cruzou. Oswaldo empurrou Paulinho, e o árbitro Robert Evans marcou o pênalti. Romerito cobrou com a habitual categoria: 2 a 2.



Pouco depois, escanteio para o Barcelona e uma gracinha de Maradona: o melhor jogador do mundo empurra a bola para as redes usando a mão! O juiz Robert Evans, em cima do lance, marca a infração, e anula o gol. O placar segue empatado em 2 a 2 - no dia 22/06/1986, na Copa do Mundo, Don Diego faria mais um gol de mão, no jogo Argentina 2 x 1 Inglaterra. Dessa vez, o juiz da ocasião acabaria validando o tento, que classificou a Argentina às semifinais do torneio, em que viria a albiceleste se sagrar campeã.



O jogo seguia atraente. As principais jogadas do Fluminense nasciam das tabelas de Aldo com Wilsinho pela direita. Pelo Barcelona, quem se destacava era Maradona, com suas arrancadas e passes. Quando faltavam apenas quinze minutos para a prorrogação, Washington acertou uma bela meia-bicicleta. Mas Amador fez grande defesa, espalmando para escanteio.



Com o tempo normal quase terminando, González cruzou da direita e Husillos finalizou com perigo, mas a bola saiu pela linha de fundo. Ainda houve tempo para Ricardo Lopes bater mal um tiro de meta, nos pés de Maradona. O argentino avançou com perigo, mas foi elegantemente parado por um desarme do capitão Duílio.



A prorrogação teve novidades: foram dois tempos de dez minutos cada, com morte súbita, isto é, um gol encerraria a disputa. As melhores chances foram do Fluminense. No início do primeiro tempo extra, Branco levou perigo ao gol de Amador, em cobrança venenosa de falta - no dia 09/07/1994, em Dallas, Branco faria um gol de falta em circunstâncias parecidas, no jogo Brasil 3 x 2 Holanda, válido pela Copa do Mundo dos Estados Unidos. O tento classificaria o Brasil às semifinais do torneio, em que a Seleção se sagraria campeã.



Aos oito minutos, Renê fez grande jogada e passou a Romerito. O craque paraguaio chutou da entrada da área, para mais uma grande defesa de Lorenzo Amador, que espalmou a córner. Aos 10, mais uma vez Branco arriscou de fora da área, mas a bola saiu pela linha de fundo, à direita do arco catalão. No segundo tempo, Mágico González arrancou pela esquerda, mas foi parado por Duílio, em mais um elegante desarme. Logo depois, Duílio alçou a pelota na área, na cabeça de Washington. Amador fez mais uma grande defesa, evitando novamente o tento do Fluminense.



No final da prorrogação, o Tricolor quase chegou ao gol da vitória. Paulinho cruzou da esquerda, e Romerito cabeceou forte. Porém, lá estava mais uma vez o arqueiro catalão, espalmando para escanteio. Lorenzo Amador coroava definitivamente sua grande atuação.



Então fomos para a decisão por pênaltis. Nesse outro esporte, que pode ser tudo menos futebol, o Barcelona nos venceu por 5 a 4. Romerito desperdiçou a primeira cobrança, defendida por Amador. Mas o goleiro se adiantou, e Robert Evans mandou voltar. Em vão, pois na segunda cobrança nosso craque paraguaio isolou. Depois Husillos, Mágico González, Maradona, Giménez e Canizares converteram para o Barcelona; e Duílio, Paulinho, Washington e Leomir marcaram para o Fluminense.



Voltamos da América com dois empates contra dois dos melhores times do mundo, a Udinese e o Barcelona.



A abarrotada sala de troféus da rua Álvaro Chaves, no entanto, clamava por mais taças. Começava a sentir o cheiro do bicampeonato carioca.



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Observação
: foi o último jogo de Diego Armando Maradona com a camisa do Barcelona. Ele se transferiu para o Napoli, da Itália, em uma transação de nove milhões de dólares.



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Ficha técnica:


Fluminense 2 x 2 Barcelona-ESP
- Decisão do terceiro lugar do Torneio Transatlântico de 1984.
Fluminense: Ricardo Lopes; Aldo, Duílio, Vica e Branco; Leomir, Renê e Romerito; Wilsinho, Washington e Paulinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Barcelona: Amador; Oswaldo, Migueli (Canizares), Valor e Leiva (Giménez); Olmo, Estella, Husillos e Maradona; Clos e "Mágico" González. Técnico: César Luis Menotti (Argentina).
Árbitro: Robert Evans (EUA).
Gols: Estella e Mágico González para o Barcelona; Paulinho e Romerito (PK) para o Fluminense.
Cartões amarelos: Olmo, Clos e Husillos (Barcelona); Renê, Duílio e Paulinho (Fluminense).
Pênaltis: Barcelona 5 x 4 Fluminense.


Vídeo dos melhores momentos do tempo normal:

Fontes da pesquisa:
- "El Mundo Deportivo", de 04/06/1984 (jornal catalão - figura abaixo).
- Portal Torcida Tricolor (onde há o vídeo do jogo completo).


quinta-feira, 9 de abril de 2009

Recordar é viver - A bomba de Dallas

Dallas, 9 de julho de 1994.

Vinte anos após 1974, Brasil e Holanda voltaram a se encontrar em uma Copa do Mundo. E que jogo foi a batalha de Dallas, amigos! Que jogo! A Seleção estava jogando de azul, o Carrossel vestia branco. Tudo remetia ao trágico 2 a 0 de 20 anos atrás.

A tensão dominou o primeiro tempo, com muitas chances desperdiçadas tanto pelo escrete brasileiro quanto pelo carrossel holandês. Fomos para o intervalo com um 0 a 0 que mantinha toda a adrenalina em nossas veias. No 4 de julho, a Seleção havia passado um sufoco épico para eliminar os donos da casa. A expulsão de Leonardo, por agressão, dificultou enormemente o caminho do escrete. Mas aquela cotovelada foi necessária, amigos, e hoje descobrimos por quê.

Voltemos à batalha de Dallas. Ah, que segundo tempo! Os melhores 45 minutos de todo o campeonato mundial, ou talvez os melhores 45 minutos de todos os tempos! Aldair lança Bebeto com uma folha seca de príncipe etíope de rancho. O camisa 7 domina com uma facilidade esplêndida, e toca para o meio. Quem está lá, amigos, quem? Romário, sempre ele! De primeira, sem pensar, ele chuta a pelota para as redes holandesas: 1 a 0 para o escrete!

Depois, foi a vez de Bebeto: ganhou a disputa com o zagueiro, e apareceu cara a cara com o goleiro Ed de Goeij. Com um drible mágico, nosso camisa 7 tirou o arqueiro do lance. Depois, foi só empurrar para o arco escancarado: 2 a 0 para o escrete! Na comemoração, a bela homenagem ao filho Matheus.

"Estamos vingados de 1974", pensamos, possuídos por uma ingenuidade burra e total. Nos acalmamos demais, amigos. O jogo só acaba quando termina, e uma calma exagerada sempre precede uma catástrofe. Naquela manhã dominical de Hiroshima, em 1945, estavam os habitantes imbuídos da maior tranqüilidade, e a bomba hedionda explodiu, aniquilando a tudo e a todos. Falei em bomba, e voltarei ao assunto daqui a dois parágrafos.

Dizia eu que estávamos calmos demais: o 2 a 0 nos dava o direito de tomar um gol. E foi o que aconteceu: Dennis Bergkamp se aproveitou da desatenção brazuca, e descontou: 2 a 1. Agora, o escrete não tinha mais o direito de ser vazado. Se sofrêssemos mais um golpe, iríamos para a cruel prorrogação.

Então, surge o escanteio pela esquerda. Jogada mais previsível não há: os europeus sempre utilizaram a bola na área, o famoso chuveirinho. A bola é lançada na área, e Aron Winter cabeceia para o gol de Taffarel. Gol de empate da Holanda. Minha vontade era ir para a rua, sentar no meio-fio, e chorar lágrimas de esguicho. Vejam que patético: o Carrossel Holandês mais uma vez eliminaria o escrete da Copa. Seríamos, com razão, chamados de fregueses.

E então surge Branco, o lateral do Fluminense. Os desatentos logo perguntam: "opa, o que o Branco faz em campo? Ele está mal, o Leonardo é o titular!". Acontece, amigos, que Leonardo não podia mais jogar, porque agrediu um americano em pleno 4 de julho. A façanha do Léo merece uma crônica inteira: dar uma cotovelada em um estadunidense, em território norte-americano, em pleno 4 de julho, diante dos olhos de toda a nação, é de uma coragem inexcedível. Mas Leonardo estava iluminado, e mal sabia que aquele ato era necessário.

Leonardo foi expulso contra os EUA para que Branco pudesse entrar contra a Holanda. O lateral tricolor foi buscar uma bola perdida, e conseguiu cavar uma falta na sua distância preferida. O país inteiro parou: fomos todos tomados pela angústia que antecede os momentos apoteóticos. Chegou a hora da bomba! Mas não era uma bomba cruel e horrenda como a de Hiroshima: era a bomba santa! A bomba santa de Dallas!

O poderoso chute de canhota tinha destino certo, mas também possuía um obstáculo. Por acaso do destino, Romário estava entre a bola e o gol. Exibindo um contorcionismo espetacular, o Baixinho conseguiu desviar-se da trajetória da pelota. Após passar pelo camisa 11, aquele objeto esférico não pararia mais. Nunca mais! Rede estufada, gol do Brasil! Escrete 3, Carrossel 2. Assim terminou a histórica batalha de Dallas.

E o meu personagem do jogo? Só pode ser Branco, o lateral-esquerdo do Fluminense. Sim, amigos, Cláudio Ibrahim Vaz Leal saiu do banco para a glória: entrou para fazer o derradeiro e decisivo gol. Branco soltou a bomba que explodiu em Dallas, mas destruiu a Holanda. Depois dessa vitória fantástica, não tenho mais dúvidas: o tetra será nosso.

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