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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Efemérides tricolores - 13 de abril


1952: na sequência do Campeonato Pan-Americano, no Chile, a Seleção Brasileira venceu o Panamá por 5 a 0, gols de Baltazar, Rodrigues Tatu (dois), Julinho e Pinga. Sob o comando técnico do treinador tricolor Zezé Moreira, a Seleção atuou com três atletas do Fluminense: o goleiro Castilho, o zagueiro Pinheiro e o meia-atacante Didi. Este torneio seria o primeiro conquistado pela Seleção Brasileira fora do território nacional.

1977: em jogo válido pelo Campeonato Carioca, o Fluminense derrotou o Americano de Campos por 1 a 0, no Estádio do Maracanã, graças a um gol do meio-campista Kléber.

1983: em partida amistosa, o Fluminense venceu o Colatina por 3 a 2, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva, na cidade capixaba. Os gols tricolores foram de Jason e Leomir (dois, o último decidindo o jogo, aos 44 do segundo tempo).

1986: diante de 71.042 pagantes no Maracanã, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Vasco, em jogo válido pelo Campeonato Carioca. O melhor em campo foi o goleiro tricolor Ricardo Cruz, que garantiu o empate com grandes defesas, impedindo os gols do aniversariante Roberto Dinamite e de um jovem chamado Romário.

1991: em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em Belo Horizonte, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Atlético Mineiro. Os gols saíram no segundo tempo: Gérson abriu o placar para os anfitriões, e Bobô empatou para os tricolores. Com campanha de cinco vitórias, quatro empates e quatro derrotas, o Fluminense seguia na briga por uma das vagas na semifinal da competição.

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Aniversariantes do dia:

Carlos Roberto de Oliveira, o Roberto Dinamite (1954), o futebolista que mais marcou gols contra o time principal do Fluminense na história: 36 ao todo (35 pelo Vasco e 1 pela Portuguesa de São Paulo), entre 1973 e 1992. Curiosamente, o Fluminense venceu todas as decisões contra o Vasco no período, nos Campeonatos Cariocas de 1976 e 1980 e no Campeonato Brasileiro de 1984, as três com Roberto Dinamite passando em branco. Nada que diminua sua impressionante marca, vale dizer.
Roberto Dinamite contra Paulo Victor, um duelo que parava o país.

Rafael Ferreira Francisco, o Toró (1986), meio-campista carioca, revelado pelo Fluminense no início do século XXI. Tido como a maior promessa de sua geração, Toró disputou somente 12 partidas pelo time profissional tricolor. Participou do elenco campeão Carioca e vice-campeão da Copa do Brasil em 2005, ano em que decidiu se transferir para o Flamengo.
Toró.

Luciano Fabián Monzón, o Monzón (1987), lateral-esquerdo argentino, que jogou no Fluminense no primeiro semestre de 2013, tendo atuado em dez partidas com a camisa tricolor. Monzón fez parte da seleção da Argentina que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
Monzón.

Vinícius Silva Soares, o Tartá (1989), meia-atacante carioca, revelado pelo Fluminense, com 12 gols marcados em 88 jogos pelo time profissional tricolor, entre as temporadas de 2007 e 2011. Foi peça fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro de 2010, marcando os gols das importantes vitórias sobre o Vasco (vide 7 de novembro) e o Palmeiras (vide 28 de novembro).
Tartá.

Marcos Felipe de Freitas Monteiro, o Marcos Felipe (1996), goleiro revelado pelo Fluminense, natural de Serra, no Espírito Santo. Desde 2016, integra o elenco profissional tricolor, já tendo atuado em quatro partidas. Na terceira, contra o Volta Redonda, defendeu um pênalti (vide 18 de fevereiro).
Marcos Felipe defendeu um pênalti em sua 3ª partida como profissional.

PCFilho

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Por Tartá

Amigos, o técnico Cuca revelou recentemente o elenco inicial do Fluminense para 2010: Rafael, Fernando Henrique, Ricardo Berna, Klever, Gum, Digão, Dalton, Cássio, Mariano, Diogo, Maurício, Diguinho, Dieguinho, Marquinho, Conca, Equi González, Fábio Neves, Kiesa, Alan, Fred, Maicon, Adeilson, Raphael Augusto, Thiaguinho, Everton, Willians, Leandro Euzébio, Ferreira, Neves, Dori e Bruno Veiga. Ontem, defendi aqui a integração do garoto Wellington Silva. E hoje faço minha defesa de Tartá.

Numa tarde de meio de semana, ano passado, fui ao Maracanã para ver Fluminense x Boavista. Tinha quase certeza de que me arrependeria de gastar meus tostões para assistir àquela pelada. Mas minha certeza prévia estava errada, pois naquela matinê de Maracanã eu vi uma belíssima atuação: a de Tartá. Naquele dia, o garoto provava que tinha condições de decidir sozinho um jogo. Escrevi aqui que ele iria longe.

Os idiotas da objetividade logo buzinarão: "Tartá entregou o ouro contra o Coritiba em 2008!". Verdade, entregou mesmo. Em uma autêntica pixotada, o menino entregou a vitória ao Coxa, em pleno Maracanã. Porém, não podemos crucificá-lo por um único lance. Todo mundo erra na vida. Pelé chutou uma bola na arquibancada em plena final de 70. Zico perdeu um pênalti decisivo em 86. Baggio também, em 94.

Por isso, prefiro me lembrar dos bons momentos de Tartá. Em 2008, contra a Portuguesa, ele e Maicon entraram no intervalo e viraram um jogo perdido. Em 2009, ele entrou no intervalo daquela partida épica contra o Cruzeiro, e jogou uma barbaridade, colaborando para a maior virada que o Mineirão já viu.

Ainda houve outras ocasiões em que Tartá foi decisivo. O São Paulo 1 x 1 Fluminense de 2008, e o Fluminense 1 x 0 Mesquita de 2009, por exemplo.

É impossível negar: todos esses bons momentos credenciam Tartá a ter mais uma chance. O meu amigo Helio, também um cronista tricolor, vem insistindo nessa tecla. E eu concordo com ele. Peço à torcida tricolor que se manifeste a favor de Tartá, e peço à comissão técnica que avalie melhor a possibilidade de aproveitá-lo.

PC

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Golaço do dia #60 - Tartá


Atleta: Vinícius Silva Soares (Tartá).
Nascimento: 13/04/1989, no Rio de Janeiro/RJ.
Jogo: Fluminense 2 x 2 Boavista (Campeonato Carioca de 2009).
Local: Maracanã.
Data: 02/04/2009.

Na voz de Luís Roberto, "um gol para compensar a matinê no Maracanã", pois o jogo foi disputado numa tarde de meio de semana.

PC

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Personagem da quinta-feira - Tartá

Amigos, a pelada do Maracanã teve uma estrela: Tartá. Vejamos o resultado: insosso empate de 2 a 2 dos reservas do Fluminense com os titulares do Boavista. Não me canso de repetir: o empate é a derrota mútua das duas equipes. Não é à toa que vinte e dois jogadores molham suas camisas durante noventa minutos: é para descobrir qual dos dois times é o melhor. Se o resultado é um empate, esse objetivo é frustrado. E assim todos saem insatisfeitos: os times, as torcidas, o juiz, os bandeirinhas, os gandulas, os reservas e os massagistas. O espectador deveria ter o direito de pedir o dinheiro do ingresso de volta.

Bom, a partida terminou empatada, mas pelo menos houve gols: dois para cada lado. E foi aí que brilhou Tartá: o menino marcou os dois gols tricolores. Fosse escalado não ele mas um perna-de-pau, e o Fluminense teria perdido vergonhosamente. Examinemos agora o nome do garoto: Tartá. Na certidão de nascimento, está escrito Vinicius, mas os colegas o chamam de Tartá, porque o acham parecido com uma tartaruga. Trata-se de um nome impactante: Tartá. Isso é importante para um jogador, ou melhor, para qualquer pessoa. O nome forja uma personalidade. Imaginem se Napoleão não se chamasse Napoleão: o ex-imperador francês teria sido muito menos napoleônico do que realmente foi.

Por ter evitado o vexame da derrota pó-de-arroz, e por possuir um apelido que o levará longe, Tartá é o meu personagem desta quinta-feira.

Já me sopram ao ouvido: o Fla-Flu de domingo é mero amistoso. Não, amigos, não é, não! Fla-Flu é sempre Fla-Flu. Flamengo e Fluminense farão uma dessas partidas imortais. Quem for ao Estádio Mário Filho verá.

PC