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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ficha Técnica: Nova Iguaçu 0 x 2 Vasco


02/04/2017 - Nova Iguaçu 0 x 2 Vasco - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Rio, 6ª rodada.
Público: 3.414 presentes (2.798 pagantes).
Renda: R$ 66.220,00.
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ).
Auxiliares: Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ) e Gabriel Conti Viana (RJ).
Nova Iguaçu: Jefferson; Vinicius Matheus, Raphael Azevedo, Murilo Henrique e Menezes; Iuri (Renan Silva), Caio Cezar, Paulo Henrique e Wescley (Patrick); Adriano e Marlon (Alex Souza). Técnico: Edson Souza.
Vasco: Martín Silva; Gilberto, Rodrigo, Rafael Marques e Henrique; Jean (Wagner), Douglas Luiz, Yago Pikachu (Manga Escobar) e Nenê; Kelvin (Julio dos Santos) e Luís Fabiano. Técnico: Milton Mendes.
Gols:
0-1: Rafael Marques, aos 38 do 1º tempo;
0-2: Yago Pikachu, aos 30 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Iuri, Caio Cezar, Patrick e Renan Silva (Nova Iguaçu); Rafael Marques e Jean (Vasco).

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Com a vitória, o Vasco garantiu vaga na semifinal da Taça Rio e na semifinal do Campeonato Carioca. Na Taça Rio, enfrentará o Flamengo, com a vantagem do empate. No Campeonato Carioca, enfrentará o Fluminense, sem a vantagem do empate.

PCFilho

quarta-feira, 29 de março de 2017

Ficha Técnica: Madureira 2 x 2 Fluminense

Foto: Twitter.

29/03/2017 - Madureira 2 x 2 Fluminense - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Rio, 5ª rodada.
Público: 1.317 presentes (961 pagantes).
Renda: R$ 17.280,00.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ).
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha (RJ).
Madureira: Rafael Santos; Rodrigo Raggio, Alex Moraes, Jorge Fellipe e Douglas Lima (Wellington Saci); William, Rezende, Keven e Luciano Naninho (Walney); Júlio César e Geovane Maranhão (Abdoulaye Maza). Técnico: PC Gusmão.
Fluminense: Júlio César; Lucas, Henrique, Ygor Nogueira e Léo Pelé; Luiz Fernando, Marquinho (Marcos Júnior) e Júnior Sornoza; Richarlison (Lucas Fernandes), Wellington Silva (Maranhão) e Pedro. Técnico: Abel Braga.
Gol:
1-0: Júlio César, aos 6 do 1º tempo;
1-1: Pedro, aos 13 do 2º tempo;
1-2: Ygor Nogueira, aos 16 do 2º tempo;
2-2: Júlio César, aos 22 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Douglas Lima, Rodrigo Raggio, Jorge Fellipe e Keven (Madureira); Marquinho, Ygor Nogueira e Henrique (Fluminense).

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Com o regulamento exótico do Campeonato Carioca, o jogo valeu muito pouco para o Fluminense, que já está classificado para a fase semifinal por ter sido o campeão da Taça Guanabara, e já tem a vantagem do empate por possuir uma das duas melhores campanhas gerais. Além de haver pouca coisa em jogo, a partida ainda foi marcada para o esdrúxulo horário das 16:00, em plena quarta-feira, em Moça Bonita. O resultado se viu na baixa presença de público: apenas 1.317 pessoas foram ao estádio do Bangu para prestigiar o jogo.

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Foto: Nelson Perez (Fluminense FC).

O Madureira atuou com um bonito uniforme verde e branco, em homenagem à escola de samba Império Serrano, que completa 70 anos de fundação em 2017. O clube e a escola são vizinhos de bairro no Rio de Janeiro.

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Os gols do Fluminense foram assinalados por duas revelações do clube. O jovem centroavante Pedro Guilherme Abreu dos Santos, aos 19 anos de idade, marcou seu 3º gol pelo Fluminense, em sua 11ª partida como profissional do clube.

O jovem zagueiro Ygor Nogueira de Paula, que completou 22 anos de idade na segunda-feira 27, marcou seu 1º gol pelo Fluminense, em sua 10ª partida como profissional do clube.

Nogueira se emocionou na comemoração de seu 1º gol como profissional.
Foto: Twitter.

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Os gols do Madureira também foram marcados por uma revelação do Fluminense: o veterano centroavante Júlio César da Silva e Souza, que atuou profissionalmente pelo Tricolor entre 1999 e 2002, com 62 jogos disputados e 18 gols marcados.

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Este foi o 138º confronto entre Fluminense e Madureira. As estatísticas agora mostram 97 vitórias do Fluminense, 27 empates e 14 vitórias do Madureira, 370 gols do Fluminense e 146 gols do Madureira. A lista com todos os resultados por ser conferida no meu post História - Fluminense x Madureira.

PCFilho

segunda-feira, 27 de março de 2017

Ficha Técnica: Bangu 0 x 2 Botafogo

Foto: Vitor Silva/SS Press.

26/03/2017 - Bangu 0 x 2 Botafogo - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Rio, 4ª rodada.
Público: 2.365 presentes (1.784 pagantes).
Renda: R$ 33.285,00.
Árbitro: Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ).
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Daniel de Oliveira Alves Pereira (RJ).
Bangu: Márcio; João Guilherme, Anderson e Rafael Henriques; Daniel (Bruno Luiz), Bruno Bêra (Marcos Vinicius), Raphael Augusto, Thiaguinho, Matheus Pimenta (Leandro Chaves) e Guilherme; Loco Abreu. Técnico: Roberto Fernandes.
Botafogo: Saulo; Marcinho, Renan Fonseca, Igor Rabello e Víctor Luís; Rodrigo Lindoso, João Paulo e Walter Montillo (Fernandes); Joel (Guilherme), Rodrigo Pimpão e Roger Rodrigues (Sassá). Técnico: Jair Ventura.
Gols:
1-0: Joel, aos 19 do 1º tempo;
2-0: Sassá, de pênalti, aos 42 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Guilherme, Daniel, Thiaguinho, Bruno Luiz e Márcio (Bangu); Rodrigo Pimpão, Victor Luís, Roger Rodrigues e Fernandes (Botafogo).
Cartão vermelho: Rodrigo Pimpão (Botafogo), aos 35 do 1º tempo.

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O atacante uruguaio Loco Abreu, considerado um ídolo pelos botafoguenses, enfrentou seu ex-clube pela primeira vez na carreira.

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Resultados dos últimos duelos entre Bangu e Botafogo pelo Campeonato Carioca:
08/02/2009 - Botafogo 4 x 1 Bangu
04/04/2010 - Botafogo 2 x 2 Bangu
02/02/2011 - Bangu 1 x 1 Botafogo
10/03/2012 - Bangu 1 x 1 Botafogo
21/04/2012 - Bangu 2 x 4 Botafogo
24/01/2013 - Bangu 0 x 0 Botafogo
21/01/2014 - Botafogo 0 x 0 Bangu
11/02/2015 - Bangu 0 x 3 Botafogo
30/01/2016 - Bangu 0 x 2 Botafogo
10/04/2016 - Botafogo 1 x 0 Bangu
26/03/2017 - Bangu 0 x 2 Botafogo

PCFilho

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Ficha Técnica: Fluminense 3 x 0 Volta Redonda

Foto: Mailson Santana (Fluminense Football Club).

18/02/2017 - Fluminense 3 x 0 Volta Redonda - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Guanabara, 5ª rodada.
Público: 1.342 presentes (1.080 pagantes).
Renda: R$ 18.435,00.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ).
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Rafael Gomes Rosa (RJ).
Fluminense: Marcos Felipe; Renato, Frazan, Reginaldo e Marquinhos Calazans; Pierre, Wendel (Osvaldo) e Marquinho; Marcos Júnior (Maranhão), Lucas Fernandes (Danielzinho) e Richarlison. Técnico: Abel Braga.
Volta Redonda: Douglas; Henrique (Caio Cezar), Luan, Felipe e Cristiano; João Cleriston (Diogo Alves), Marcelo e Higor Leite; Luís Gustavo, Octávio (Diego Souza) e David Batista. Técnico: Cairo Lima.
Gols:
1-0: Richarlison, aos 12 do 1º tempo;
2-0: Reginaldo, aos 31 do 1º tempo;
3-0: Richarlison, aos 33 do 1º tempo.
Cartões amarelos: Reginaldo (Fluminense); João Cleriston e Diogo Alves (Volta Redonda).
Observação: o goleiro Marcos Felipe, do Fluminense, defendeu uma cobrança de pênalti do atacante Diego Souza, aos 33 minutos do 2º tempo.

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Já classificado em primeiro lugar no seu grupo, o Fluminense atuou com um time reserva. Ainda assim, o Tricolor venceu com facilidade, e encerrou a fase de grupos da Taça Guanabara com uma campanha irretocável: 5 jogos, 5 vitórias, 14 gols-pró e nenhum gol-contra:
18/02/2017 - Fluminense 3 x 0 Volta Redonda - Moça Bonita (Rio de Janeiro)

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Na semifinal da Taça Guanabara 2017, o Fluminense enfrentará o Madureira, no sábado 25, às 16:30, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O Tricolor classificar-se-á à decisão da Taça Guanabara se vencer ou empatar.

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O zagueiro Reginaldo Manoel da Silva Júnior marcou seu primeiro gol como atleta profissional do Fluminense, de cabeça. Ele estreou no Fluminense como substituto no jogo contra o Globo na quarta-feira 15, e neste sábado 18 foi titular pela primeira vez. Formado no Fluminense, Reginaldo atuou profissionalmente por Resende, Esportivo de Bento Gonçalves, Metropolitano de Blumenau, FF Jaro (da Finlândia) e Vila Nova, antes de retornar ao Tricolor.

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O atacante Richarlison, que estava servindo à Seleção Brasileira Sub-20, fez sua primeira partida pelo Fluminense em 2017, já assinalando seus dois primeiros gols. Ele agora soma 6 gols em 34 jogos disputados com a camisa do Fluminense.

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O goleiro Marcos Felipe de Freitas Monteiro, formado na base tricolor, já confirma sua fama de pegador de pênaltis em sua terceira partida como profissional do Fluminense, ao defender a cobrança de Diego Souza (que não é o xará famoso, ex-atleta do Fluminense). Há quatro anos, Marcos Felipe foi o herói do Fluminense na conquista do Mundial de Clubes Sub-18, defendendo três pênaltis contra o Real Madrid e um contra o Paris Saint-Germain (vide meus posts da época: Fluminense 1 x 1 Real Madrid [PK 4 x 3]Guerreirinhos conquistam o mundo).

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Este foi o 77º duelo entre Fluminense e Volta Redonda na história. Foram até hoje 51 vitórias do Fluminense, 14 empates e 12 vitórias do Volta Redonda. Para conferir a lista com todos os resultados do duelo, vide post História - Fluminense x Volta Redonda.

PCFilho

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ficha Técnica: Nova Iguaçu 0 x 4 Flamengo


04/02/2017 - Nova Iguaçu 0 x 4 Flamengo - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Guanabara, 3ª rodada.
Público: 6.984 presentes (6.134 pagantes).
Renda: R$ 212.375,00.
Árbitro: Luís Antônio Silva dos Santos (RJ).
Auxiliares: Diogo Carvalho Silva (RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ).
Nova Iguaçu: Jefferson; Yan (Marlon), Raphael, Murilo Henrique e Lucas; Iuri Pimentel, Paulo Henrique, Caio Cezar, Renan Silva (Vinícius Matheus) e Wescley (Ratinho); Adriano. Técnico: Edson Souza.
Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Miguel Trauco; Willian Arão (Cuéllar) e Marcio Araújo; Gabriel (Leandro Damião), Mancuello e Adryan (Marcelo Cirino); Paolo Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.
Gols: Mancuello, aos 20 minutos do primeiro tempo (0-1); Paolo Guerrero, aos 45 do primeiro tempo (0-2); Mancuello, aos 11 do segundo tempo (0-3); Paolo Guerrero (pênalti), aos 30 do segundo tempo (0-4).

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O primeiro e o terceiro gols do Flamengo na partida foram marcados pelo argentino Federico Mancuello. Ele agora tem 7 gols e 9 assistências em 42 jogos pelo Flamengo (2 gols e 2 assistências em 4 jogos nesta temporada).

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O segundo e o quarto gols do Flamengo na partida foram marcados pelo centroavante Paolo Guerrero: o segundo de cabeça, após cruzamento de Pará; e o quarto cobrando pênalti. O peruano agora tem 26 gols em 67 jogos com a camisa rubro-negra. Dos 26 gols, 8 foram de cabeça.

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O Flamengo obteve três vitórias em seus três primeiros jogos no Campeonato Carioca - feito que o clube rubro-negro não alcançava desde 2011.

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O Flamengo voltará a campo na quarta-feira 8, às 19:30, para enfrentar o Grêmio, no Mané Garrincha, em Brasília, pela fase de grupos da Copa da Primeira Liga.

PCFilho

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Ficha Técnica: Bangu 1 x 3 Vasco


02/02/2017 - Bangu 1 x 3 Vasco - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, Taça Guanabara, 2ª rodada.
Público: 4.844 presentes (4.194 pagantes).
Renda: R$ 84.240,00.
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ).
Auxiliares: Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ) e Daniel de Oliveira Pereira (RJ).
Bangu: Márcio; Denílson, Leonardo Luiz, Anderson Penna e Guilherme; Raphael Augusto, Leandro Chaves e Damián Eroza (Marcos Vinícius); Bruno Luiz (Lorran), Loco Abreu e Luis Peralta (Matheus Pimenta). Técnico: Eduardo Allax.
Vasco: Jordi; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Andrezinho); Julio dos Santos (Bruno Gallo), Evander, Escudero, Guilherme (Éderson) e Nenê; Thalles. Técnico: Cristóvão Borges.
Gols: Guilherme, aos 38 minutos do primeiro tempo (0-1); Loco Abreu, aos 8 do segundo tempo (1-1); Thalles, aos 14 do segundo tempo (1-2); e Nenê (olímpico), aos 48 do segundo tempo (1-3).
Cartões amarelos: Damián Eroza, Denílson e Lorran (Bangu); Alan Cardoso, Escudero, Evander, Guilherme e Jordi (Vasco).

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O uruguaio Loco Abreu, do Bangu, perdeu um pênalti, defendido pelo goleiro vascaíno Jordi.

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O gol marcado por Loco Abreu, de cabeça, aos oito minutos da etapa complementar, foi o 400º de sua carreira profissional.

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Na 3ª rodada da Taça Guanabara, o Vasco enfrentará o Resende, no domingo 5, às 17:00, em São Januário. Já o Bangu visitará o Volta Redonda, na segunda-feira 6, às 20:00, no Raulino de Oliveira.

PCFilho

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Ficha Técnica: Madureira 2 x 0 Botafogo

Foto: reprodução do Twitter.

25/01/2017 - Madureira 2 x 0 Botafogo - Moça Bonita (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Carioca 2017, jogo antecipado da 2ª rodada.
Público: 2.190 presentes (1.690 pagantes).
Renda: R$ 40.940,00.
Árbitro: Luís Antônio Silva dos Santos (RJ).
Madureira: Rafael Santos; Ruan, Diego Guerra, Jorge Felipe e Wellington Saci; William (Ramón), Leandro Carvalho, Luciano e Douglas Lima (Geovane Maranhão); Bruno (Souza) e Júlio César. Técnico: Paulo César Gusmão.
Botafogo: Gatito Fernández; Jonas, Renan Fonseca, Emerson Silva e Victor Luís; Aírton (Sassá), Bruno Silva, Rodrigo Lindoso (Leandrinho) e Walter Montillo; Rodrigo Pimpão (Vinícius Tanque) e Roger Rodrigues. Técnico: Jair Ventura.
Gols: Souza, aos 24 minutos do 2º tempo, e Geovane Maranhão, aos 33 do 2º tempo.
Cartões amarelos: Ruan (Madureira); Rodrigo Pimpão e Jonas (Botafogo).

Com a vitória, o Madureira quebrou um tabu de 8 jogos sem vencer o Botafogo. No período, foram 7 vitórias do Botafogo e 1 empate. O tricolor suburbano não vencia o rival desde o dia 10 de fevereiro de 2008. Confiram os resultados dos últimos dez duelos entre os clubes, todos pelo Campeonato Carioca:
10/02/2008 - Botafogo 1 x 2 Madureira
02/04/2009 - Botafogo 3 x 2 Madureira
04/02/2010 - Madureira 1 x 4 Botafogo
26/01/2011 - Botafogo 4 x 1 Madureira
02/02/2012 - Madureira 2 x 2 Botafogo
24/03/2013 - Madureira 1 x 2 Botafogo
23/01/2014 - Botafogo 2 x 1 Madureira
05/04/2015 - Botafogo 4 x 1 Madureira
20/03/2016 - Botafogo 1 x 0 Madureira
25/01/2017 - Madureira 2 x 0 Botafogo

PCFilho

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Resenha: Bangu 0 x 1 Tricolor


Na tórrida tarde deste sábado, dia primeiro, Fluminense e Bangu escreveram mais um capítulo de um dos duelos mais antigos da história do futebol carioca. Sim, para os que não sabem, conto um pouquinho da história: nos primórdios, há mais de 100 anos, não existiam o Flamengo e o Vasco (ou melhor: já existiam, mas não jogavam futebol), e o Botafogo ainda engatinhava. Fluminense e Bangu faziam o grande "match" do Rio de Janeiro, eram a grande rivalidade da cidade. Quando o Fluminense ia à Rua Ferrer enfrentar o Bangu, o clima era de hostilidade. Até chuvas de pedras os tricolores tinham que encarar.

Um elo inquebrantável, entretanto, unia os dois rivais: a origem inglesa de ambos. O Fluminense, então, passou a levar coroas de flores de presente para o Bangu, sempre que ia visitar o adversário. A violência então passou a dar lugar ao espírito esportivo, à rivalidade sadia. E quis o destino que o primeiro título do Bangu fosse conquistado exatamente contra o Fluminense, em Laranjeiras. Foi em 1933: ao ganhar por 4 a 0, três gols de Tião e um de Plácido, o Bangu estava coberto de glórias: era, finalmente, o campeão carioca. Feito que viria a repetir em 1966, já no Maracanã, numa batalha campal contra o Flamengo.

O Fluminense também tem os seus jogos inesquecíveis contra o Bangu: as decisões de 1951, 1964 e 1985 estão vivas na memória de cada pó-de-arroz vivo ou morto. Afinal, os gols de OrlandoTelê, Joaquinzinho, Gilson Nunes, Romerito e Paulinho são obras de arte que ecoarão pela eternidade. Eu não estava fisicamente no Maracanã, em nenhuma das três finais. Mas vibro com esses gols maravilhosos como se tivesse sido testemunha ocular e auditiva dos épicos momentos. Como não se arrepiar com aquela cobrança extraordinária de falta, que venceu o goleiro Gilmar e gravou o nome de Paulinho na história?

Pena que o Bangu apenas sobreviva nos dias atuais. Hoje, é um clube que não é nem sombra do que foi um dia. Mas há a camisa, sempre haverá a camisa. E acreditem: a camisa do Bangu é pesadíssima. Quando onze homens entram em campo envergando o vermelho e o branco, é bom que o adversário o respeite. Não duvido nada que, qualquer dia, o Bangu encare um dos grandes atuais do Brasil e lhe enfie cinco ou seis bolas na rede.

No castigado gramado de Moça Bonita, o Fluminense venceu pelo placar mínimo, com gol do jovem centroavante Michael. Ano passado, o menino foi flagrado no exame anti-doping por uso de cocaína. Muitos acharam que sua carreira estava encerrada. O Fluminense acreditou em seu calouro, e está conseguindo recuperá-lo, em história que já é uma lição de vida.

Que, tal qual o jovem tricolor Michael, o Bangu um dia volte ao seu ápice, aos seus dias de glória. Eu estou na torcida.

PCFilho

Notas do onze:
Diego Cavalieri - 7,5
Bruno - 6,0
(Wellington Silva) - 6,0
Gum - 6,5
Elivélton - 7,0
Carlinhos - 6,5
(Chiquinho) - 6,0
Willian - 6,5
Diguinho - 6,5
Jean - 7,5
Darío Conca - 7,0
Rafael Sobis - 6,5
Michael - 7,5
(Biro Biro) - 6,5
Renato Gaúcho - 6,0

sábado, 30 de março de 2013

Resenha: Tricolor 2 x 0 Boavista


Na chuvosa tarde deste sábado, 30, no Estádio de Moça Bonita, em Bangu, o Fluminense venceu o Boavista por 2 a 0, pelo Campeonato Carioca. Os gols tricolores foram assinalados no segundo tempo: Jean, cobrando falta, e Rafael Sobis, após insistência de Rhayner e assistência de Fred. O Fluminense agora tem 10 pontos após 4 jogos na Taça Rio, e está com sua classificação às semifinais razoavelmente encaminhada. Na próxima rodada, o Tricolor enfrentará o Resende, em Volta Redonda.

O segundo gol do Fluminense merece mais algumas linhas. Eram decorridos trinta e tantos minutos do segundo tempo, mas Rhayner ainda corria feito o papa-léguas do desenho animado. Ele caiu e perdeu a bola, mas levantou e lutou para retomá-la. E sua dedicação teve recompensa: quando o zagueiro do Boavista tentou isolar a bola, ela bateu em seu corpo e sobrou para Fred. O camisa nove passou para Rafael Sobis, e este só precisou rolar para as redes. Na súmula, o árbitro escreverá: "o segundo gol do Fluminense foi assinalado por Rafael Sobis".

Mas foi mesmo?

PC
(texto publicado também no Pavilhão Tricolor)

sábado, 24 de março de 2012

Resenha: Bonsucesso 0 x 2 Tricolor


Neste sábado, diante do fragilíssimo Bonsucesso, o Fluminense obteve uma vitória tranquila, e voltou a pontuar na Taça Rio. Beneficiado pelos tropeços dos concorrentes de grupo, mesmo com a campanha ruim o Tricolor tem boas chances de se classificar às semifinais do segundo turno do Campeonato Carioca.

Vale registrar a presença de Marcão no banco do Bonsucesso, agora na função de treinador. Tenho admiração por Marcão, volante que suou a camisa tricolor, esbanjando garra e vontade, em 397 partidas. No último Campeonato Carioca conquistado pelo Fluminense, em 2005, Marcão estava lá, e até marcou gol na decisão contra o Volta Redonda.

Sobre o jogo deste sábado: logo no comecinho do primeiro tempo, Leandro Euzébio acionou Wellington Nem, que tocou para Fred chutar no cantinho: Fluminense 1 a 0. Pouco depois, Wellington Nem foi derrubado pelo goleiro Saulo dentro da área: Fred cobrou o pênalti e fez Fluminense 2 a 0. Nas comemorações dos gols, a homenagem ao grande humorista Chico Anysio, que faleceu nesta semana. Após o segundo gol, o onze tricolor pisou forte no freio, e praticamente apenas esperou o apito final.

O fato bizarro da partida foi a enorme quantidade de pipas que caíram no gramado de Moça Bonita. Por diversas vezes durante os noventa minutos, a partida foi interrompida para que os brinquedos fossem retirados do campo de jogo. Chuva de papagaios, mais um oferecimento do Campeonato Carioca...

PC

sábado, 21 de janeiro de 2012

Resenha: Tricolor 3 x 0 Friburguense


Amigos, começou neste sábado a fase enfadonha, sonolenta, monótona, maçante e tediosa do Campeonato Carioca. Nela, os quatro clubes grandes são obrigados a enfrentar uma maratona de partidas contra equipes semi-profissionais, que não conseguem sequer chegar à Segundona do Brasileirão. São jogos com pouquíssimo apelo para os torcedores, meras preliminares para a fase que realmente importa. Evidentemente, os públicos são pequenos e o prejuízo financeiro dessa fórmula é inevitável. Eis regulamento de rara e absoluta estupidez.

Para melhorar as coisas, a tabela marca o jogo Fluminense x Friburguense para as 17 horas, em Bangu, bairro carioca bem conhecido por suas temperaturas amenas. E estamos em janeiro, horário de verão! Nas arquibancadas de Moça Bonita, assistindo ao jogo, a multidão já suava em abundância. Imaginem os jogadores, correndo no gramado atrás da pelota. As seguidas demonstrações de inteligência por parte dos dirigentes do futebol carioca me surpreendem, sinceramente.

Piores que os cartolas da Federação são os comandantes dos clubes, estes os maiores prejudicados, que não lutam para mudar nada. Será mesmo que acham que o Campeonato Carioca atual é atrativo? Será que consideram natural a realização de uma partida às cinco da tarde (na verdade às quatro) no tórrido verão de Bangu?

Sobre o Tricolor: na opinião deste escriba, o Fluminense montou um elenco forte para 2012, com inúmeros meias e atacantes de qualidade notável. A defesa, no entanto, precisa de reforços: demonstrou fragilidade no ano passado, e temos apenas um novo zagueiro no plantel.

Sobre o adversário, meu coração friburguense fica feliz ao ver o Frizão de volta à primeira divisão do Campeonato Carioca, após um ano de ausência. Apenas talvez esteja na hora de renovar o elenco, porque Sérgio Gomes, Cadão e Bidu já jogavam lá há treze, quatorze, quinze anos, quando eu era frequentador assíduo da arquibancada social do Estádio Eduardo Guinle. (Bons tempos em que o Friburguense tinha o veterano Eduardo como principal meia de articulação - o mesmo lateral-esquerdo que atuou no Fluminense entre 1985 e 1994.)

O jogo em Moça Bonita? Nenhuma novidade: vitória tranquila do time reserva do Fluminense, 3 a 0, gols de Araújo, Rafael Moura e Thiago Carleto.

PC