terça-feira, 28 de julho de 2009

Apresentação de Peter Siemsen

Ontem à noite, estive em uma reunião aberta do Grupo Político Pavilhão Tricolor, uma sabatina a Peter Eduardo Siemsen, candidato à presidência do Fluminense Football Club nas eleições de 2010. Muitos leitores pediram que eu passasse as minhas impressões sobre o encontro, de modo que eu resolvi escrever aqui. Antes de começar, gostaria de deixar bem claro que jamais, em hipótese alguma, usarei esse espaço para fazer propaganda política, seja de eleições do clube, seja de eleições do Brasil. Não estou aqui defendendo que os sócios votem em Peter Siemsen, nem que não votem nele. Meu intuito aqui é meramente informativo.

Ainda antes de iniciar, observo mais alguns pontos:
- Não tenho a reunião gravada, e portanto posso escrever aqui alguma coisa que na verdade não foi dita. Nesse caso, peço que o próprio Peter ou qualquer pessoa que tenha estado lá se manifeste nos comentários.
- Um candidato não deve ser condenado somente por sua opinião com relação a determinado assunto. É impossível concordar 100% com outra pessoa.
- Trechos entre aspas denotam frases na forma exata como foram ditas pelo candidato.
- Este não é um relato oficial do evento. A versão oficial do Pavilhão Tricolor para a apresentação de Peter Siemsen estará disponível no site do grupo político.

Peter Siemsen é graduado em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e pós-graduado em Direito Financeiro. Peter é um dos executivos da Dannemann Siemsen, empresa que atua nas áreas de propriedade industrial e intelectual, e de direito ambiental. Ele foi candidato nas últimas eleições do clube, obtendo 631 votos e a segunda colocação. (Horcades foi eleito com 901 votos, e Paulo Mozart ficou em terceiro com 215.)

Minha impressão do encontro foi positiva. Embora eu não concorde com todas as idéias de Peter Siemsen, ele me pareceu uma pessoa bem intencionada, e bem preparada. Ele adota o discurso de que "não existe milagre", do jeito que eu gosto. A idéia de profissionalização da gestão do clube me agrada, mas a forma como ela será viabilizada não. Abaixo, detalho os assuntos abordados por ele, dentro do que minha memória permite.

TRANSPARÊNCIA
Logo no começo da apresentação, Peter Siemsen deixou bem claro que, se vencer as eleições tricolores, fará um mandato com total transparência. Todos os números e contratos do Fluminense seriam disponibilizados para os sócios, os torcedores, e a sociedade em geral.

PARTICIPAÇÕES EM GESTÕES PASSADAS DO FLUMINENSE
Peter participou duas vezes de gestões passadas no Fluminense, ajudando na área jurídica, que é a sua especialidade. A primeira foi durante seis meses na gestão emergencial de Manoel Schwartz, em 1998. O clube se encontrava em situação caótica, com "dívidas acumuladas, esportes olímpicos arrasados, e futebol a caminho da queda para a terceira divisão". A segunda ajuda foi na primeira gestão de Roberto Horcades, durante um ano e meio. O candidato diz que não deveria ter aceitado o cargo, pois "na verdade não estava ajudando o Fluminense, e sim contribuindo para a perpetuação dos erros". Ele também diz ter aprendido que só se deve aceitar cargos se houver confiança total e irrestrita na administração da instituição.

LARANJEIRAS
Peter Siemsen considera que o Fluminense deveria ter um espaço de memória mais organizado, e uma loja maior que a atual. Mas afirma que não tem como fazer planos para a sede do clube, uma vez que a atual administração ainda tem um ano e meio para fazer o que quiser ali.

ESTÁDIO
Peter Siemsen garante que o assunto não está entre as suas prioridades. O Fluminense continuaria jogando no Maracanã, pelo menos a curto e médio prazos.
[nota do blogueiro: concordo veementemente com essa posição do candidato.]

XERÉM
O candidato considera que o tamanho do terreno é satisfatório. Mas, segundo ele, são necessárias melhorias nas instalações, e principalmente na gestão da carreira dos jovens atletas, pois a transição dos jogadores da base para os profissionais é muito precária. Ele ainda afirmou que o contrato de cessão do terreno pela prefeitura de Duque de Caxias precisa ser revisto. (atualmente, a cessão não é definitiva, o que torna o investimento na área muito arriscado)

CENTRO DE TREINAMENTO
Peter Siemsen critica a gestão de Roberto Horcades, por só começar a se mobilizar nesse assunto no quinto ano de gestão, "numa tentativa desesperada de deixar um legado para o clube". Para ele, um CT ideal teria dois campos, espaço de areia, e área para construção de um prédio administrativo e um centro de recuperação e fisioterapia (citando o caso do REFFIS, do São Paulo Futebol Clube). O terreno seria cedido pela prefeitura, em uma "recompensa pelos serviços prestados pelo Fluminense ao longo de seus 107 anos". A localização seria próxima da residência da maioria dos atletas, condição que segundo ele atrairia os jogadores para o clube. Por fim, a construção do centro seria muito bem planejada, nada seria feito às pressas.

PROFISSIONALIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO
A idéia da campanha é que o Fluminense seja administrado de forma profissional. Isto significa que os executivos seriam remunerados e dedicariam 100% do seu tempo ao clube, sem outro emprego paralelo. Porém, a implementação do profissionalismo não se daria de forma imediata. Haveria um período de transição, em que o clube seria administrado por um comitê executivo, formado por pessoas não remuneradas, com expertise em suas áreas. Este comitê analisaria a situação do clube e, num prazo não determinado pelo candidato, passaria a gestão aos profissionais. Um dos argumentos utilizados é o da natural sub-divisão de setores do Fluminense: não faria sentido executivos muito bem remunerados tomarem as decisões de determinados esportes olímpicos, cujas receitas são muito pequenas.
[nota do blogueiro: considero maléfico esse período de transição amador. Nada me convence de que isto não vai contra os princípios de administração profissional que eu defendo para o Fluminense.]

A GESTÃO DO FUTEBOL
Após o período do comitê executivo, o futebol teria três nomes fortes: um administrador profissional, um nome da área técnica do futebol, e um "boleiro". A necessidade do administrador profissional é óbvia: o processo decisório precisa ser influenciado por um executivo, que entenda de negócios. O nome da área técnica do futebol seria o responsável por analisar o mercado da bola, tanto doméstico quanto internacional. O "boleiro" captaria informações sobre o grupo de jogadores, detectando problemas como "rachas", falta de interesse, e falta de comprometimento.

SÓCIOS-TORCEDORES - OS EXEMPLOS DE INTERNACIONAL, GRÊMIO E VASCO
Peter pretende seguir esta tendência de captação de novos sócios-torcedores. O Internacional, por exemplo, atingiu recentemente a marca de cem mil sócios, o que gera uma receita de, no mínimo, R$ 2,2 milhões mensais ao clube. O candidato afirma que o torcedor fiel de arquibancada merece tanto desconto nos ingressos quanto o direito de votar nas eleições do clube.
[nota do blogueiro: o Fluminense hoje age na contramão dessa tendência. O plano sócio-torcedor sai mais caro que a compra individual dos ingressos, não dá direito a voto, e ainda sofreu aumento abusivo de 2008 para 2009.]

UNIMED
O patrocínio é muito bem vindo, por causa do alto investimento e da história de parceria. No primeiro ano de mandato, o formato seria parecido com o de hoje: a Unimed pagaria diretamente os atletas, sem o dinheiro passar pelo caixa do Fluminense, evitando assim os problemas de penhora. Porém, o Fluminense seria 100% responsável pelas contratações. Se essa condição não for aceita, o candidato prefere procurar outro patrocinador, mesmo que este injete menos dinheiro.

ASSUMIR UM CLUBE FALIDO
O candidato se sente motivado pelo desafio. Ele confessa que já teve uma visão pessimista, de que o Fluminense não tinha mais salvação, no final da década de 90. Mas mudou de pensamento, dizendo que as receitas de hoje são muito maiores que as de outrora. Peter argumenta que, se bem administrado, o clube ainda tem chances de voltar a ser uma potência.

ALIANÇAS POLÍTICAS
Peter Siemsen afirma categoricamente que não fará distribuição de cargos, em troca de apoio político. O candidato aceita conversar com todo mundo, mas não cederá na sua proposta de profissionalização para angariar votos.
[nota do blogueiro: esta é a principal bandeira defendida por mim. Espero que o candidato mantenha a postura durante os próximos meses.]

CAMPANHA ATUAL POR NOVOS SÓCIOS
Peter não soube precisar o número exato de novos sócios, uma vez que somente o próprio Fluminense Football Club tem esse controle. Mas ele acredita que a campanha de associação em massa da torcida está tendo o sucesso esperado. Senão, não teria lançado sua candidatura.

Minha mensagem final (minha, Paulo Cezar):
Hoje, a forma mais efetiva de melhorar o futuro do Fluminense é militar na sua política. Detesto esse tipo de coisa, mas na minha visão é necessário. Se você gosta do Fluminense, e tem condições financeiras, associe-se ao clube até setembro, para poder votar nas eleições de 2010. Influencie no destino de sua paixão. Tome posse do que é seu. O Fluminense somos nós.

PC

21 comentários:

  1. Valeu Pc! Mas jah eh oficial, ele ja eh candidato ?
    outro cara muito bom que se candidatou eh o Julio Bueno...
    fikdik

    Vence o Fluminense!
    ST

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  2. Gabriel,

    Sim, o Peter Siemsen já se lançou candidato.

    O Julio Bueno também já, mas eu ainda não ouvi as suas propostas.

    ST,
    PC

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  3. PC,
    O caminho é este: sabatinar os candidatos e dar publicidade depois.
    Mas veja também: o fato de uma candidatura possuir nomes que pertenceram à atual administração não a denigre de forma alguma. Mas importante é sabermos qual a participação que estes elementos tiveram na Gestão Horcades.
    Parabéns PC e continue nos informando.

    ST


    Adriano (Alasouza)

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  4. Prezado, tb estive na sabatina e gostaria de colocar alguns pontos:

    1º - O Peter não participou da gestão Horcades. Ele disse que por 2 vezes foi procurado nesta gestão para ajudar (no estilo bombeiro, pelo que entendi) e que esse teria sido o erro dele. A 2ª passagem dele nas laranjeiras foi na gestão Fischell;

    2º - Quanto ao CT, ele não disse que CT ideal teria apenas 2 campos. Ele disse que, inicialmente, precisaria de no mínimo 2 campos oficiais com outras áreas mais reduzidas de treinamento;

    3º - Nada tem a ver com os comentários da reunião. Apenas discordo de vc quanto ao sócio torcedor. Uma crítica razoável ao passaporte tricolor seria colocar que apenas uma pequena parcela do valor arrecadado fica com clube, mas dizer que sai mais caro que comprar ingressos não está de acordo com a realidade, considerando que a entrada custa hoje 30 reais. Mesmo que custasse mais que as entradas, essa é uma tendência desse tipo de programa (quando bem sucedido), visto que, além da entrada em si, o torcedor ganha tb a garantia do ingresso (vide Copa Libertadores qdo quem tinha o passaporte não passou por aperto) e a comodidade de não ter que comprar antecipado ou chegar mais cedo e pegar fila no estádio.

    ST.

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  5. Concordo plenamente no ítem a respeito de patrocinador. Ou a Unimed se contenta em SOMENTE injetar dinheiro no clube, ou cai fora! Infelizmente, a patrocinadora está nos levando para o fundo do poço novamente. Fred, Diguinho e outras "estrelas" só estão mamando nas tetas da nossa amada instituição.

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  6. PC,

    este contrato com a UNIMED, nos moldes atuais, coloca o Fluminense nas mãos do patrocinador. Sem um valor fixo mensal, previamente definido, o planejamento se torna inviável.

    ST

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  7. Valeu PC, muito legal sua cobertura do evento, deixando os torcedores q não tem como acompanhar tais acontecimentos a par de tudo...e quanto a posição do Peter, concordo plenamente tudo q foi dito...
    Saudações Tricolores

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  8. Gabriel, sobre o terceiro ponto levantado, na Europa quem compra o carnê da temporada recebe generosos descontos... não faz sentido aqui ser diferente.

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    URL curta para esse post:
    http://bit.ly/NXUVx

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  9. Valeu PC, temos que nos mobilizar para que o fluminense volte a brigar lá em cima, tanto nos campeonaos qo na estrutura....

    Grande Abraço.

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  10. PC,

    Você sabe se existe algum canal em que possamos nos comunicar com o Peter. Alguma coisa para enviarmos perguntas ou sugestões?

    Obrigado

    PS. Excelente contribuição PC, como sempre né!!!

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  11. Obrigado a todos pelos comentários elogiosos. Não fiz nada demais: estou apenas tentando ajudar o Fluminense. :)

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    URLs curtas para esse post:
    http://siga.st/1nqk
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  12. Muito boa sua contribuição, Paulo, bela memória tb.

    Sem dúvida foi a melhor impressão que tive entre os pré-candidatos, mas vamos aos detalhes:

    - Não vejo com esse rigor todo que a participação dele ou de qq outro em gestões anteriores carregue consigo uma mácula negativa desses que lá se perpetuam. E achei ele tímido quando deveria bancar de forma corajosa a afirmação que fez parte desse grupo atual e que somente por isso está apto a ser uma legítima candidatura de oposição por conhecer de perto o trâmite político e administrativo da atual gestão e não extamente porque foi 'pisado' pelo Carlos Henrique e o Horcades num certo jantar após a derrota na eleição passada. "Eles vão ter a resposta na hora certa", disse ele. Foi ruim ouvir isso, me passou a impressão de uma volta por cima depois da humilhação. Isso é menor, ele precisa saltar por cima dessas situações pessoais. Já nunca deveria ter sido inocente de aceitar sentar-se à mesa com todos os rotos e ratos dispostos a arrotar suas arrogâncias em tom comemorativo.

    - A idéia dos 3 expertises num comitê preparando o terreno para os gestores profissionais pode ser uma idéia interessante mas de fato não me agradou. Fiquei estarrecido com essa função do "boleiro" apregoado por ele, uma espécie de coringa que transitaria entre os jogadores para identificar problemas internos e conduzir as soluções conhecendo bem a linguagem dos jogadores. Esse 'profissional malandro' deveria ceder seu espaço para profissionais que saibam lidar com essas necessidades - nada diferente disso.

    - A relação com a Unimed no meu entendimento deve ser totalmente revista. Ela deveria se adaptar às condições administrativas e políticas dessa nova gestão e não o contrário. Mas para quem se acostumou a tomar amplas decisões em contratações e outros mandos e desmandos internos, fica muito difícil acreditar que esta relação possa ser adaptada. Portanto, deve-se desde já procurar novas saídas e alternativas de investimentos que se compatibilizem com esse novo pensamento que se pretende implementar, em resumo, adeus Unimed!

    - Considero positiva a observação in loco de modelos diferentes de gestão como a do Inter, Grêmio e SP e o convite para que seus responsáveis venham narrar em wokshops suas experiências administrativas e políticas, apenas alerto que precisamos encontrar o modelo de gestão sui generis às nossas necessidades porque cada clube tem suas peculiariedades e trazem consigo modelos culturais de suas regiões, portanto, é sempre bom ouvir essas experiências mas reafirmo que precisamos encontrar as nossas saídas sem se apegar demasiadamente a nenhum modelo de sucesso.

    Peter é jovem e um empreendedor, sabe ouvir e sabe falar. Se souber costurar bem tudo que cair em seu colo de críticas e de apoios, poderá ser um belo quadro para postular ser um daqueles que tirarão o Fluminense do atual estado de indigência financeira e da imagem corroída e sem credibilidade da nossa instituição. Há muito o que acontecer até o dia da eleição e ele mostrou-se apto a desenvolver-se até chegar lá. Parabéns Peter!

    IFarias

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  13. nao entendo quase nada de política,administração e etc.

    mas pelo que ouço falar,ele e o julio bueno parecem ser os melhores candidatos.

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  14. om a colocação da candidatura Peter Simsen, o Fluminense já tem um candidato da situação Julio Bueno ( seus apoios estão na administração Horcades) e Peter Simsen de oposição e que não admite apoios em troca de cargos.

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  15. Gabriel,
    O terceiro ponto que colocou não faz sentido. Grande parcela (acredito que uma bela maioria) da torcida de arquibancada é estudante, paga meia (15 reais). É em cima deste valor que devemos analisar o montante pago pelo passaporte Tricolor. O preço atual não compensa, pois é maior do que a compra das meias entradas, e o resultado é o fracasso atual do plano. E essa desculpa de comodidade é grande responsável por este insucesso. O que não compensa financeiramente para o cliente (no caso o torcedor) não dá certo.

    O Fluminense tem que ganhar em escala, enchendo o estádio a preços menores.
    Por isso temos que implementar um modelo de sócio torcedor semelhante ao implantado por Inter e Grêmio. Os resultados obtidos por esses times são evidentes, recordes de receita e de associados, e ascenção no cenário nacional. Os dois times já figuram entre os 5 mais competitivos do país há algum tempo.

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  16. Se o Bueno tem apoio da cambada do Horcades, não podemos sequer considerá-lo como opção.

    O Peter aparenta ser a melhor opção, concordo com uma razoável parcela do que ele propôs e, além disto, parece-me realmente bem intencionado.

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  17. Comentários no FEA: http://flusaoeternoamor.ning.com/forum/topics/apresentacao-peter-siemsen

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  18. Muito bom! Obrigado pelo serviço prestado. Sobre a unimed, penso que nós, torcedores e sócios, estamos sofrendo influências dos resultados do time e da postura da atual diretoria. O problema não é a presença da unimed e sim a postura que o Fluminense tem sobre ela.

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  19. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  20. Parabéns amigo.
    É sempre bom essa inciativa da sabatina. Tenho a mais absoluta certeza que o candidato fara uma boa administração, visto ser oriundo de uma familia de competencia irretocavel numa empresa com 109 anos de idade no Rio de Janeiro.Onde a honestidade e dedicação são fatores primordiais nessa jornada. Vejo a oportunidade de um jovem ser capaz visto que os mais velhos que ali passaram estao mais preocupados com a limpeza dos vitrais que a prorpia independencia de uma marca centenaria. Quero registrar aqui de público que entrarei de sócio, contrariando uma pratica ao longo de 57 anos, pois acredito no que vejo.
    Saudações tricolores
    PS. Roni é de doer...

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