sexta-feira, 8 de março de 2013

Copa Libertadores 2013 - Chances de classificação

Amigos, o site Chance de Gol tem divulgado as probabilidades de classificação dos clubes na fase de grupos da Copa Libertadores de 2013.

No Grupo 8, mesmo com os tropeços, Fluminense e Grêmio aparecem bem cotados:
Reprodução do site Chance de Gol.

A probabilidade de o Fluminense se classificar é calculada em 74,5%, a do Grêmio em 97,2%, a do Huachipato em 10,7%, e a do Caracas em 17,6%. Ainda de acordo com os cálculos do site, para garantir a classificação o Fluminense precisa alcançar os 11 pontos, isto é, obter uma vitória e um empate nos dois jogos restantes. No entanto, se chegar aos 10 pontos, a chance de classificação já é bastante elevada (97%).

No Grupo 5, o Corinthians também aparece com boas chances de classificação (86,3%). No Grupo 3, o Atlético Mineiro está praticamente garantido (99,7%), e o São Paulo surge bem encaminhado (70,5%). O clube brasileiro em situação mais complicada é o Palmeiras: com duas derrotas em três jogos disputados no Grupo 2, o Verdão possui apenas 17,1% de chances de classificação à fase de oitavas-de-final.

Vale ressalvar que as contas são de inteira responsabilidade do site Chance de Gol, e não necessariamente representam fielmente o cenário da competição. Por exemplo, para a partida Corinthians x Tijuana, na semana que vem, o site aponta o Tijuana como favorito, pela melhor campanha até aqui, mesmo o jogo acontecendo em São Paulo (chances de acordo com o site: Corinthians 15,4%, empate 40,5%, Tijuana 44,1%). Eu, obviamente, discordo desta análise, pois aposto na vitória do clube brasileiro.

Mesmo a situação do Palmeiras não me parece tão ruim: se vencer as duas partidas que ainda disputa em São Paulo, o Palestra Itália chegará a 9 pontos, e já terá uma boa chance de passar para a fase seguinte.

Sobre o nosso Tricolor, estou tranquilo: acredito que a classificação virá sem grandes sustos. E do jeito que eu gosto: em segundo lugar, para ter vantagem nas fases seguintes (não entendeu? Clique aqui!).

PC

quinta-feira, 7 de março de 2013

Resenha: Tricolor 1 x 1 Huachipato


No início do jogo da Copa Libertadores no Engenhão, o onze tricolor foi avassalador. Era um duelo do ataque do Fluminense contra a defesa do Huachipato. O Fluminense mostrando por que é o campeão brasileiro, encurralando e acuando o adversário. No entanto, faltava capricho nas finalizações, e o gol não acontecia. Após diversas chances perdidas, veio a maior de todas: em um lance de circo, os defensores chilenos acabaram cometendo pênalti. Fred converteu a cobrança com a habitual precisão, Fluminense 1 a 0. Já faz tempo que Fred não perde um pênalti. Se minha memória estiver boa, a última vez foi naquela disputa que eliminou a Seleção da Copa América de 2011.

Após o gol, entretanto, o Fluminense cometeu um equívoco gravíssimo: pisou no freio. Parou de jogar, começando a esperar pelo fim da partida. Cedo demais, ainda estávamos no primeiro tempo, e o placar de 1 a 0 é traiçoeiro, todos sabemos. Sim, ele traz os mesmos três pontos que uma patológica goleada de 10 a 0, mas ao mesmo tempo não permite erros: quem ganha por um gol está sempre a um milímetro da catástrofe do empate. Aconteceu, lá pelos vinte e muitos minutos da segunda etapa: falta perigosa na entrada da área, chute, bate, rebate, bote, rebote, e Núñez mandou para a rede, silenciando o Engenhão. Nos minutos derradeiros, na base do abafa, o Fluminense ainda tentou o gol salvador, em vão. Em um contra-ataque, os chilenos poderiam até ter virado a partida, mas Diego Cavalieri salvou. De qualquer forma, foi um empate com gosto de derrota.

Apesar do tropeço, a situação do Fluminense no grupo ainda é tranquila: o Tricolor lidera com 7 pontos em 4 jogos, seguido por Grêmio (6 em 3), Huachipato (4 em 4) e Caracas (3 em 3). Muito provavelmente, uma vitória nos dois jogos restantes será suficiente para a classificação (que, convenhamos, é obrigatória, para um clube com o tamanho, a história e o orçamento do Fluminense). Abel terá um mês para consertar o que está errado: o Tricolor só volta a campo pela Copa Libertadores no dia 10 de abril, contra o Grêmio, em Porto Alegre. Uma semana depois, na última rodada, enfrentará o Caracas no Engenhão.

PC

terça-feira, 5 de março de 2013

NBA: Chicago Bulls x Washington Wizards no Rio de Janeiro

Logo da NBA.

Amigos, está confirmado: pela primeira vez na história, o Brasil receberá uma partida da pré-temporada da NBA. Será na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, no dia 12 de outubro, entre Chicago Bulls e Washington Wizards. O pivô Nenê e o armador Leandrinho jogam no Washington Wizards. Outros três brasileiros atuam na NBA: Tiago Splitter (no San Antonio Spurs), Anderson Varejão (no Cleveland Cavaliers) e Fab Melo (no Boston Celtics).

A iniciativa faz parte da estratégia de expansão dos negócios da marca NBA na América Latina. De acordo com pesquisas da própria NBA, o Brasil representa 40% do mercado da região, tendo 18 parceiros fabricando produtos disponibilizados em 2.500 lojas espalhadas pelo país. O jogo certamente aproximará ainda mais o público brasileiro da liga de basquete mais importante do mundo.

PC

Presente de grego para Zico...

Charge de Mário Alberto (Diário Lance).

O aniversário era do ídolo rubro-negro, mas quem fez a festa no Engenhão foi o Botafogo...



PC

sábado, 2 de março de 2013

Resenha: Vasco 3 x 2 Tricolor

Foto: Photocamera.

Neste sábado, pela 352ª vez na história, Fluminense e Vasco se enfrentaram numa partida de futebol. Desde março de 1923, os dois rivais quebram lanças em batalhas dentro das quatro linhas do gramado. E, ao longo destas nove décadas, em algumas ocasiões o duelo ganhou ares de carnificina. A história conta que em 1944, quando o Fluminense fez 2 a 1 em Laranjeiras, Alfredo atingiu Pedro Amorim, e começou uma pancadaria generalizada: o jogo teve que ser paralisado, e só foi ser concluído quatro dias depois, na Gávea, com portões fechados. Em 1967, já no Maracanã, Adilson agrediu Denílson, e a batalha campal que se seguiu resultou em 17 expulsões.

E o que dizer das decisões? Em 1973, Dionísio marcou na prorrogação, e o Fluminense sagrou-se campeão do segundo turno. Em 1976, no último minuto da prorrogação, Doval ascendeu aos céus do Maracanã e cabeceou para a glória tricolor. Em 1980, Edinho acertou uma cobrança de falta improvável, e o Fluminense era novamente o campeão da cidade. Em 1984, Romerito foi o herói pó-de-arroz na final do Campeonato Brasileiro. Em 1989, o empate era do Fluminense, o Vasco venceu no tempo normal, mas na prorrogação Washington decretou a festa tricolor. Em 1993, 1994 e 2003, o Vasco se deu melhor. Ano passado, Deco deu um show particular e o Fluminense levantou a Taça Guanabara.

O Clássico dos Gigantes deste sábado, disputado no Engenhão, valia vaga na decisão da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca de 2013. Ao Vasco, o empate bastava. Para o Fluminense, era vencer ou vencer. E talvez isto explique por quê, no primeiro tempo, só o Tricolor atacou. Foram pelo menos três chances claras de gol perdidas pelos atacantes tricolores. Enquanto isso, do outro lado do campo, o goleiro Diego Cavalieri não havia nem sujado o uniforme.

A segunda etapa começou na mesma toada: precisando do resultado, o Fluminense atacava. O Vasco, com o regulamento a favor, retrancadinho, esperando uma chance para o contra-ataque. E ela acabou acontecendo: Gum cortou mal uma jogada, e Éder Luís avançou pelo flanco direito, tocando para Bernardo abrir o placar. Era tudo que o Vasco queria. O Fluminense agora precisaria virar.

E então o Tricolor lançou-se todo ao ataque. Deu certo: após cobrança de lateral na área, Rhayner ajeitou e Thiago Neves empatou o jogo. E logo depois, Carlinhos chutou, o goleiro Alessandro deu rebote, Wellington Silva cruzou e Wellington Nem fuzilou: Fluminense 2 a 1, de virada! Agora era o Vasco que precisava correr atrás do resultado.

O onze tricolor, entretanto, não conseguiu se defender. Em mais uma desatenção coletiva, o jovem Romário marcou de cabeça. E pouco depois, após cobrança de escanteio, Dedé marcou o terceiro gol do Vasco. 3 a 2, placar final, e o Vasco na final da Taça Guanabara. O Fluminense mostrou poder de reação, mas não soube segurar o resultado.

Nas Laranjeiras, o foco volta para a Copa Libertadores da América. Quarta-feira, no Engenhão, uma vitória sobre o campeão chileno Huachipato praticamente garantirá a classificação do Fluminense às oitavas-de-final do torneio. Tricolores vivos, doentes e mortos, nos vemos lá!

PC

sexta-feira, 1 de março de 2013

Vídeo patrocinado - Entrevista de emprego na Heineken



Deixando de lado o "processo seletivo padrão", a chatice e a hipocrisia das dinâmicas de grupo e similares, a Heineken resolveu inovar para selecionar seu mais novo funcionário, entre 1734 candidatos. O escolhido  trabalhará no departamento de eventos e patrocínios, e terá a chance de acompanhar o tour mundial do troféu da Champions' League.

Tudo estava sendo filmado, e o resultado é o vídeo de bastidores acima. :)

Rio de Janeiro

Foto: "Rio em 3D" (Manipula Studio) - clique na imagem para ampliá-la.

Feliz aniversário, melhor cidade do mundo!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Definidos os árbitros das semifinais e da final da Taça Guanabara!



Apitará Vasco x Fluminense, no sábado, dia 2, Rodrigo Nunes de Sá. Ele será auxiliado por Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos.

Apitará Flamengo x Botafogo, no domingo, dia 3, Grazianni Maciel Rocha. Ele será auxiliado por Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Luiz Cláudio Regazone.

E apitará a final da Taça Guanabara, no domingo, dia 10, Wagner do Nascimento Magalhães. Ele será auxiliado por Luiz Antônio Muniz de Oliveira e Michael Correia.

Até hoje, Rodrigo Nunes de Sá apitou 11 partidas do Fluminense (6 vitórias, 3 empates e 2 derrotas):

No Fla-Flu de 10/07/2011, Rodrigo Nunes de Sá teve atuação muito ruim, deixando de assinalar dois pênaltis legítimos para o Fluminense, e também ignorando uma agressão contra um atleta tricolor (vídeo abaixo).


PC

Germán Delfino apitará Fluminense x Huachipato



Apitará Fluminense x Huachipato, quarta-feira que vem, dia 6, no Engenhão, o árbitro argentino Germán Delfino. Ele será auxiliado por Diego Bonfa e Gustavo Rossi. Germán Delfino nunca apitou uma partida do Fluminense até hoje.

Germán Delfino só apitou uma partida internacional de clubes até hoje, válida pela Copa Sul-Americana de 2012:
30/08/2012 - Tigre 4 x 1 Argentinos Juniors - José Dellagiovanna (Victoria)

PC

PS: arbitragens das outras partidas da semana que vem na Copa Libertadores:
- Grêmio x Caracas: Antonio Arias Alvarenga, auxiliado por Rodney Aquino e Carlos Cáceres (Paraguai).
- Atlético Mineiro x The Strongest: Daniel Fedorczuk, auxiliado por Mauricio Espinosa e Gabriel Popovits (Uruguai).
- São Paulo x Arsenal de Sarandí: Wilmar Roldán, auxiliado por Humberto Clavijo e Eduardo Diaz (Colômbia).
- Tigre x Palmeiras: Omar Ponce, auxiliado por Luis Alvarado e Carlos Herrera (Equador).
- Tijuana x Corinthians: Victor Carrillo, auxiliado por Jonny Bossio e Cesar Escano (Peru).
- Boca Juniors x Nacional: Carlos Amarilla, auxiliado por Milcíades Saldívar e Hugo Martínez (Paraguai).
- Cerro Porteño x Independiente Santa Fe: Carlos Vera, auxiliado por Christian Lescano e Byron Romero (Equador).
- Emelec x Deportes Iquique: Roberto García, auxiliado por Jose Camargo e Alberto Morin (México).
- Libertad x Sporting Cristal: Jose Hernando Buitrago, auxiliado por Wilson Berrio e Alexander Guzmán (Colômbia).
- Millonarios x San Jose: Henry Gambetta, auxiliado por Raul López Cruz e Jorge Yupanqui (Peru).
- Newell's Old Boys x Universidad de Chile: Paulo César de Oliveira, auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse e Fabrício Vilarinho da Silva (Brasil).
- Olimpia x Deportivo Lara: Sandro Meira Ricci, auxiliado por Emerson Carvalho e Márcio Eustáquio Santiago (Brasil).
- Toluca x Barcelona de Guayaquil: Heber Roberto Lopes, auxiliado por Alessandro Rocha e Altemir Hausmann (Brasil).

Resenha: Huachipato 1 x 2 Tricolor

Foto: Photocamera.

Amigos, o jogo no Chile nem parecia um duelo de Copa Libertadores: um estádio arrumado, com o gramado bem cuidado; o adversário Huachipato demonstrando uma lealdade rara em competições sul-americanas, jogando sem apelar para catimbas e pontapés; o árbitro argentino Saúl Laverni apitando de forma imparcial; a torcida em um impressionante clima familiar. Em suma: um jogo de futebol, disputado na bola, como deveria ser sempre. Sem atmosfera de guerra, sem pedras, sem pancadaria.

Agora vou falar sobre o time do Fluminense. Após o tombo diante do Grêmio, o onze tricolor parece ter aprendido que precisa de vontade, de ímpeto, de gana. Sem garra, não se vence nem uma partida de ping-pong, essa é a verdade. Aquele anti-Fluminense, aquele time que perdeu quase todas as divididas para os gaúchos, morreu ali, quando o apito final ecoou no cimento do Engenhão. No Chile, o Fluminense voltou a ser o Fluminense guerreiro, o Fluminense forjado a sangue, suor e lágrimas na épica arrancada de 2009.

O primeiro tempo poderia ser resumido no famoso ditado "quem não faz, leva". O Fluminense atacou, atacou, atacou, atacou, atacou, perdeu inúmeras chances de gol, algumas claríssimas. Com os arcos escancarados à sua frente, Wellington Nem fez o mais difícil e acertou a trave. O domínio tricolor foi avassalador, até que, no último minuto, a defesa cochilou e Rodríguez abriu o placar: Huachipato 1 a 0. Uma demonstração prática do mais sábio ditado futebolístico.

Na etapa complementar, entretanto, o Fluminense manteve a pressão. O Huachipato, recuado, defendia a vitória com unhas e dentes: afinal, era o grande jogo da história do clube. Nunca antes um campeão brasileiro havia pisado no gramado do Estádio CAP. Mas "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Quando eram decorridos 21 minutos, Carlinhos cruzou da esquerda, Fred deu uma assistência de futevôlei, e Wellington Nem fuzilou para as redes: era o santo gol de empate.

Dez minutos depois, Abel pôs Wagner em campo. No lance seguinte, Wellington Nem foi raçudo, brigou por uma bola que parecia perdida, a ganhou na garra e a entregou numa bandeja para Wagner, que aproveitou a chance e marcou o gol da vitória, da doce e santa vitória. Menos de trinta segundos em campo, e Wagner já cumprira o papel que lhe era reservado pelos deuses do futebol.

Sábado, temos a semifinal da Taça Guanabara contra o Vasco (primeiro jogo realmente válido do Campeonato Carioca). Quarta-feira que vem, novamente o Huachipato, desta vez no Rio de Janeiro. A temporada de 2013 finalmente começou para o Tricolor.

PC

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pré-jogo - Huachipato x Fluminense


Transmissão - Huachipato x Fluminense - 27/02/2013 - 22:00
A partida será televisionada ao vivo em rede aberta para a maioria dos estados brasileiros pela TV Globo, e pelos canais fechados Sportv e FX para todo o Brasil.

Escalação do Fluminense
O Tricolor levou 19 atletas para o Chile: os goleiros Diego Cavalieri e Ricardo Berna, os laterais Bruno, Wellington Silva e Carlinhos, os zagueiros Gum, Leandro Euzébio e Anderson, os volantes Edinho, Diguinho e Jean, os meias Thiago Neves, Deco e Wagner, e os atacantes Fred, Wellington Nem, Samuel, Rafael Sobis e Rhayner. O treinador Abel Braga deve escalar o seguinte onze titular: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Thiago Neves e Deco; Fred e Wellington Nem.

Arbitragem - Huachipato x Fluminense - 27/02/2013 - 22:00
Apitará a partida o árbitro argentino Saúl Laverni. Ele será auxiliado por Juan Belatti e Iván Núnez. Laverni só apitou uma partida do Fluminense até hoje (Universidad de Chile 0 x 1 Fluminense, em 2009). A lista completa de partidas internacionais de clubes apitadas por Laverni pode ser encontrada aqui.

A história do Huachipato na Copa Libertadores
O clube chileno está jogando a competição pela primeira vez em sua história. Portanto, só realizou dois jogos até hoje: a vitória sobre o Grêmio em Porto Alegre e a derrota para o Caracas no Chile.

A história do Fluminense na Copa Libertadores
O Tricolor disputa a Copa Libertadores pela sexta vez em sua história. A melhor campanha foi em 2008, quando terminou vice-campeão. Ao todo, já realizou 46 partidas pela competição, com 23 vitórias, 9 empates e 14 derrotas, 69 gols-pró e 49 gols-contra. A lista com todas as partidas já disputadas pelo Fluminense na Copa Libertadores pode ser encontrada aqui.

Confrontos do Fluminense contra times chilenos
O Fluminense já enfrentou equipes chilenas 14 vezes em sua história: 11 jogos contra clubes (6 vitórias, 3 empates e 2 derrotas) e 3 contra a Seleção do Chile (2 empates e 1 derrota). A lista com todos os jogos já disputados pelo Fluminense contra times chilenos pode ser encontrada aqui.

Quem é o favorito?
De acordo com as cotações dos sites de aposta, o Fluminense é o favorito da partida. Uma vitória do Huachipato pagaria 3,50 para 1, com o empate cotado a 3,20 para 1, e a vitória tricolor retornando 2,00 para 1.

O local da partida
O jogo será realizado no Estadio CAP, na cidade de Talcahuano, na região de Gran Concepción. O estádio é novo, fundado em 2009, após a demolição do antigo Estadio Las Higueras. Foi construído pela empresa siderúrgica Compañía de Acero del Pacífico. Tem capacidade para 10.500 espectadores, e o campo tem dimensões de 110 x 70 m (para efeito de comparação, o gramado do Engenhão mede 105 x 68 m).

Arquibancada lateral do Estadio CAP, em Talcahuano.

Vista panorâmica do Estadio CAP, em Talcahuano.

PC

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Resenha: Tricolor 2 x 2 Madureira

Foto: Paulo Sérgio/Lancenet.

Na última rodada da primeira fase da Taça Guanabara, o Fluminense foi a Moça Bonita encarar o Madureira. Mesmo sob o calor de 40 graus em Bangu, e com as várias interrupções devido às quedas de pipas no gramado (!), o jogo foi bastante intenso. Logo aos 14 minutos de jogo, Ricardo Berna lançou Rhayner, que avançou pelo flanco direito e rolou para Samuel, que só teve o trabalho de empurrar para o gol: Fluminense 1 a 0. Aos 43, o árbitro Péricles Bassols inventou pênalti de  Monzón em Derley, e Rodrigo converteu para o Madureira: 1 a 1. Na jogada seguinte, o juiz assinalou novo pênalti, dessa vez correto, para o Fluminense. Mas Thiago Neves cobrou mal e o goleiro Márcio defendeu em seu canto direito.

No início do segundo tempo, o Fluminense lançou-se ao ataque. Aos 9, Wellington Silva tabelou com Wagner e acertou a trave. Aos 22, Monzón cruzou aberto na área, Thiago Neves escorou para o meio e Samuel assinalou seu segundo gol no jogo: Fluminense 2 a 1. E então o onze tricolor voltou a recuar perigosamente. (É difícil acreditar que um time tão experiente cometa o mesmo erro de estratégia tantas vezes ao longo de uma temporada.) O Madureira voltou a pressionar e, aos 38, Ramón cobrou escanteio e Rodrigo cabeceou para o gol. 2 a 2.

Com a mudança de regulamento, nas semifinais e na final do turno o empate não mais acarretará em disputa de pênaltis: classificar-se-á o clube que ficou em primeiro lugar em sua chave. Eliminar a estupidez da disputa de pênaltis, esse esporte esquisito que pouco tem a ver com futebol, é uma iniciativa louvável. O Fluminense encara o Vasco na semifinal, no sábado, às 18:30, no Engenhão, com vantagem do empate para o rival. Na outra semifinal, no domingo, o Flamengo tem a vantagem do empate contra o Botafogo.

Entretanto, antes da semifinal de sábado, o Fluminense volta seu foco para a Copa Libertadores da América. Após a derrota para o Grêmio no Engenhão, trazer os 3 pontos do Chile passou a ser importantíssimo. Para quarta-feira, sequer posso imaginar um resultado diferente de vitória tricolor.

PC