quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Resenha: Tricolor 2 x 2 Grêmio

Foto: Alexandre Cassiano/AG.

Amigos, nunca foi tão fácil ser tricolor. Nós, fluminenses desde o berço e para toda a vida, não estamos acostumados a tanta moleza. Outro dia, vi um pó-de-arroz andando pela calçada aqui no Leme, na Gustavo Sampaio. Ele parou na banca, pegou um jornal qualquer, olhou a tabela. E aí sentou no meio-fio e começou a gargalhar histericamente. O sujeito não conseguia parar de rir. É isso: nós, tricolores, não estamos conseguindo tirar o sorriso do rosto e principalmente o sorriso da alma.

Trinta e cinco mil foram ao Engenhão na noite desta quarta-feira. O jogo era importante, contra o Grêmio de Porto Alegre, um dos dois times que ainda sonham em nos roubar a taça do Campeonato Brasileiro. Para manterem viva a já fraca chama de sua utopia, os gaúchos precisavam vencer a qualquer custo. Caso conseguissem, diminuiriam a diferença de pontos de 11 para 8. E eles começaram melhor, chegaram perto de abrir o placar em duas ocasiões. Na primeira, o Fluminense foi salvo pela trave (time de sorte esse tal de Fluminense). Na segunda, Diego Cavalieri fez boa defesa. Depois, o Fluminense conseguiu equilibrar as ações. E o primeiro tempo terminou com o placar em branco.

Os gols ficaram para a segunda etapa. Primeiro, Gum cometeu falta na entrada da área, e Elano cobrou com categoria, por baixo da barreira: Grêmio 1 a 0. Pouco depois, Digão chutou para o gol após cobrança de escanteio e empatou: 1 a 1. E Rafael Sobis acertou um foguete de fora da área para virar a partida: Fluminense 2 a 1. Eufórica, mas ainda calçando as sandálias da humildade, a torcida tricolor cantava "seremos campeões". Mas o Grêmio, mesmo com um a menos, foi aguerrido e acabou premiado com o empate, com Zé Roberto aproveitando rebote de cobrança de falta: 2 a 2.

O outro concorrente do Fluminense - o Atlético Mineiro - também empatou em 2 a 2, com o Santos, na Vila Belmiro (onde Neymar fez mais um daqueles golaços - alguém ainda acha que este sujeito paranormal não é um cracaço?). E assim a distância do líder para o vice-líder continua em 9 pontos, faltando agora 7 jornadas para o fim do Campeonato. Na próxima rodada, no domingo, ocorrerá o grande jogo: Atlético Mineiro x Fluminense, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Matematicamente, o título continuará em aberto, independentemente do resultado. Porém, todos sabem o que significará uma vitória tricolor.

Na distante caverna que habita, o Profeta coça sua longa barba branca e sorri. Observando as três faixas penduradas nas úmidas pedras à sua frente, o sábio homem calmamente repete seu vaticínio: "Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão!".

PC

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O Atlético Mineiro e o apito...

Em meio a tantas insinuações de que o Fluminense estaria sendo "campeão no apito", vindas tanto da imprensa quanto de representantes oficiais do Atlético Mineiro e do Grêmio, este blog humildemente divulga um vídeo com uma "pequena" compilação de erros da arbitragem favorecendo o Atlético Mineiro neste Campeonato Brasileiro:



Eles têm certeza mesmo que é o Fluminense que está sendo favorecido?

Lista dos supostos erros de arbitragem, na ordem em que aparecem no vídeo:
20/05/2012 - Ponte Preta 0 x 1 Atlético MG - árbitro Francisco Carlos Nascimento - mão de Leonardo Silva dentro da área.
12/09/2012 - Atlético MG 1 x 0 São Paulo - árbitro Sandro Meira Ricci - expulsão exagerada de Douglas.
23/06/2012 - Atlético MG 5 x 1 Náutico - árbitro Raphael Claus - pênalti cavado por Jô.
08/07/2012 - Atlético MG 2 x 0 Portuguesa - árbitro André Luiz de Freitas Castro - gol de Leonardo Silva em impedimento.
14/07/2012 - Figueirense 3 x 4 Atlético MG - árbitro Luiz Flávio de Oliveira - pênalti cavado por Marcos Rocha.
19/08/2012 - Atlético MG 3 x 2 Botafogo - árbitro Anderson Daronco - pênalti não-marcado em Seedorf.
27/05/2012 - Atlético MG 1 x 0 Corinthians - árbitro Wilton Pereira Sampaio - zagueiro do Atlético salva gol certo, com a mão, dentro da área.
29/07/2012 - Fluminense 0 x 0 Atlético MG - árbitro Rodrigo Braghetto - gol anulado de Fred, graças a impedimento mal marcado pelo bandeirinha Vicente Romano Neto.
29/09/2012 - Portuguesa 1 x 1 Atlético MG - árbitro Elmo Alves Resende Cunha - gol mal anulado de Bruno Mineiro (toque na mão, se existiu, foi involuntário).
01/07/2012 - Grêmio 0 x 1 Atlético MG - árbitro Paulo César de Oliveira - expulsão exagerada de Anderson Pico.
06/06/2012 - Atlético MG 1 x 1 Bahia - árbitro Marcelo de Lima Henrique - pênalti cavado por Marcos Rocha.
14/10/2012 - Atlético MG 2 x 1 Sport Recife - árbitro Flávio Rodrigues Guerra - dois pênaltis não-marcados para o Sport Recife: Leandro Donizete empurra atacante do Sport dentro da área, e Carlos César corta cruzamento com a mão.

PC

Vivos, doentes e mortos... ao Engenhão!

Charge: Alvino (Jornal dos Sports)

Ainda me lembro de 2009. O Fluminense era o último colocado da tabela de classificação. Os jornalistas decretavam nosso rebaixamento antecipado. Nos bares, ouvíamos apenas a pergunta: "em que rodada o Fluminense cairá?". Os matemáticos nos davam 1% de chances. Mas nós tínhamos 100% de esperança.

E aconteceu o milagre: numa cálida tarde de domingo, 70 mil fanáticos subiram as rampas do Maracanã. O Fluminense era um virtual rebaixado, mas seu povo não desistira. E a massa potencializou o onze tricolor, que passou a jogar por música. O Palmeiras, que brigava pelo título, sucumbiu. E dali para a frente, o Fluminense não perdeu mais. Escapou da degola em 2009, e voou para o título em 2010. Amigos, foi uma jornada maravilhosa.

Este time, forjado a sangue, suor e lágrimas naquela arrancada épica, luta agora por mais uma taça. Com nove pontos de vantagem, alguns já decretam nosso título antecipado. Mas nós sabemos que ainda não ganhamos nada: em Laranjeiras, nunca se canta a vitória antes de consumada, por mais que tenhamos conhecimento de barbudas profecias.

Nesta quarta-feira, este povo deslumbrante tem uma missão: ir ao Estádio Olímpico João Havelange e apoiar sem parar. Hoje um sujeito me perguntou: "amanhã é o jogo mais importante do ano?". E eu respondi: "é o jogo mais importante do século".

Chegar ao Engenhão é complicado no esdrúxulo horário das 19:30? É. Os preços estão meio salgados? Estão. Mas saibam que quem for estará participando da história. Nas próximas décadas, cada um de nós poderá bradar: "eu estava lá! eu vi! eu vivi!".

Vivos, doentes e mortos... ao Engenhão!

PC

História - Brasil x Japão


Até hoje, a Seleção Brasileira enfrentou o Japão 10 vezes, com 8 vitórias, 2 empates, 27 gols-pró e 4 gols-contra. Confiram a lista de resultados:
23/07/1989 - Brasil 1 x 0 Japão - São Januário (Rio de Janeiro, Brasil)
06/06/1995 - Brasil 3 x 0 Japão - Goodison Park (Liverpool, Inglaterra)
09/08/1995 - Japão 1 x 5 Brasil - Estádio Nacional (Tóquio, Japão)
13/08/1997 - Japão 0 x 3 Brasil - Estádio Nagai 1 (Osaka, Japão)
31/03/1999 - Japão 0 x 2 Brasil - Estádio Nacional (Tóquio, Japão)
04/06/2001 - Japão 0 x 0 Brasil - Estádio do Kashima (Ibaraki, Japão)
22/06/2005 - Brasil 2 x 2 Japão - RheinEnergieStadion (Colônia, Alemanha)
22/06/2006 - Brasil 4 x 1 Japão - Westfalenstadion (Dortmund, Alemanha)
16/10/2012 - Brasil 4 x 0 Japão - Stadion Miejski (Wroclaw, Polônia)
15/06/2013 - Brasil 3 x 0 Japão - Mané Garrincha (Brasília, Brasil)

Houve também três partidas por Jogos Olímpicos, entre seleções restritas:
16/10/1968 - Brasil 1 x 1 Japão - Cuauhtemoc (Puebla, México)
21/07/1996 - Japão 1 x 0 Brasil - Orange Bowl (Miami, Estados Unidos)
20/09/2000 - Brasil 1 x 0 Japão - Brisbane Cricket Ground (Brisbane, Austrália)

Vídeo do jogo de 23/07/1989, amistoso:


Vídeo do jogo de 22/06/2005, válido pela Copa das Confederações (narração japonesa):


Vídeo do jogo de 22/06/2006, válido pela Copa do Mundo:


PC

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Flu e a Liderança


A ótima charge é de Mario Alberto, do diário Lance!.

PC

Sandro Meira Ricci apitará Fluminense x Grêmio

Sandro Meira Ricci começou na Federação do Distrito Federal.


Apitará Fluminense x Grêmio, quarta-feira, no Engenhão, o árbitro Sandro Meira Ricci, da Federação de Pernambuco. Ele será auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse.

Sandro Meira Ricci já apitou 8 jogos do Fluminense: foram 4 vitórias tricolores, 2 empates e 2 derrotas. Na partida América MG 3 x 0 Fluminense, em 2011, ele inventou um pênalti contra o Tricolor, quando o jogo ainda estava indefinido.

Segue a lista dos jogos do Fluminense apitados por Meira Ricci até hoje:

PC

A falta em Marcos Júnior, em câmera lenta


Ainda resta alguma dúvida?

A ótima edição do vídeo foi feita pelo amigo Lucas Lacerda.

PC

Cartola FC - Dicas da 31ª Rodada


Seguem abaixo as minhas dicas para o Cartola FC na trigésima-primeira rodada do Brasileirão 2012. O mercado fecha às 17:30 desta quarta-feira, 17.

Na rodada passada, cinco jogadores que indiquei foram bem-sucedidos: Luís Fabiano (10,60 pontos), Rhodolfo (10,50 pontos, Seleção da Rodada), Fred (9,50 pontos), Gum (8,60 pontos) e Bernard (8,10 pontos). O time fez ao todo 53,50 pontos.

Para a rodada deste meio de semana, começo a escalação com Rogério Ceni (custando C$ 14,06), já que o São Paulo enfrentará o lanterninha Atlético Goianiense, em casa. E vocês sabem qual é, sempre há a chance de ele fazer aquele golaço de falta...

Na zaga, mantenho minha dupla Rhodolfo (C$ 13,26) e Gum (C$ 10,39), que já foi bem na última rodada.   A escalação de Gum, aliás, é obrigatória. Afinal, a alegria que ele me deu em São Januário ontem o faz merecedor de todas as honrarias. Gum para Presidente da República!

Nas laterais, haverá mudanças (aproveito para pedir desculpas formais pelas lamentáveis indicações de Pará e Júnior César na rodada passada). Vamos com o são-paulino Bruno Cortez (C$ 16,60) e o coxa-branca Victor Ferraz (C$ 4,27).

No meio, indico mais um coxa-branca: Rafinha (C$ 14,30). O Coritiba, que está numa boa sequência, joga em casa com o Náutico, que não consegue ir bem longe dos Aflitos. Ao seu lado, que tal escalar o botafoguense Seedorf (C$ 11,47)? O craque holandês jogará um clássico, mas o Vasco está mal das pernas...

Completo o meio mantendo dois da última rodada: o tricolor Jean (C$ 4,85) e o são-paulino Jadson (C$ 18,66). Também não vejo motivos para mudar minha dupla de ataque, os artilheiros Fred (C$ 23,09) e Luís Fabiano (C$ 22,37). [Quem estiver com poucas cartoletas pode apelar para os atacantes do Internacional, que recebe no Beira-Rio o quase-rebaixado Figueirense: Rafael Moura (C$ 8,88) e Cassiano (C$ 6,18)] Para treinador, pelo mesmo motivo, indico o colorado Fernandão (C$ 9,17).

A distribuição dos times fica assim: São Paulo (5), Fluminense (3), Coritiba (2), Botafogo (1) e Internacional (1). O time custa ao todo C$ 162,49. Peço novamente que me avisem nos comentários se algum dos meus escalados for vetado.

PC

Compramos tudo


"Isso mesmo, compramos o Campeonato. Compramos os juízes, compramos os dirigentes. No jogo contra o Flamengo, compramos o Bottinelli, compramos o Cleber Santana e o Vagner Love; ontem, compramos o Bruno Mendes. Compramos tudo, compramos a trave várias vezes, compramos a bola e até a grama. Compramos até o aeroporto pra Ponte Preta não viajar. Compramos tudo, e fica quieto aí, senão compramos você também!"

(um torcedor anônimo do Fluminense, sobre as teorias de conspiração)

domingo, 14 de outubro de 2012

Resenha: Tricolor 2 x 1 Ponte Preta

Foto: Photocamera.

Amigos, o Fluminense nem havia encostado na bola, e a Ponte Preta já fazia 1 a 0, um golaço de Luan encobrindo a muralha Diego Cavalieri, que nada poderia fazer. Um golpe assim tão precoce poderia abalar qualquer time. Mas não o onze tricolor. Um gol sofrido não vai abater essa equipe.

Seguiram-se noventa minutos de enorme pressão do Fluminense, que atacava, atacava, atacava, empurrado pelos 19 mil fanáticos que lotavam as dependências de São Januário. O melhor em campo foi o goleiro pontepretano, Edson Bastos - e este fato por si só já demonstra como transcorreu a partida. O arqueiro do adversário fez pelo menos cinco defesas cavaliéricas.

O empate teimava em não sair, apesar da insistência do Fluminense. Os minutos corriam, e a bola não entrava. Começou o segundo tempo, e a agonia tricolor seguia estampada no placar eletrônico: "Fluminense 0, Ponte Preta 1".

A torcida não desistiu: sentiu que o time precisava dela e apoiou incessantemente (aqui, cabe dizer: finalmente a diretoria colocou os ingressos no preço justo, como venho cobrando há tanto tempo, e o resultado está aí: estádio cheio). Em campo, os jogadores ouviam os gritos da massa e certamente pensavam: "nós também não podemos desistir".

Aos 33 da etapa complementar, aconteceu o grande lance: o jovem Samuel, que acabara de entrar, chutou uma bola na área e esta bateu no braço esticado do jogador da Ponte Preta. Foi um lance involuntário, mas, em ato reflexo, a torcida tricolor berrou, cobrando a marcação do pênalti. Ao ouvir o urro colossal, o árbitro, que estava indeciso, sentiu-se na obrigação de assinalar a infração. Sim, amigos: foi a torcida do Fluminense que marcou o pênalti. Se o estádio estivesse vazio, o árbitro provavelmente mandaria o jogo seguir. Mas nós estávamos lá, e gritamos, e ele apitou. E Fred converteu o seu gol 99.

Ainda havia 15 minutos para o onze tricolor tentar a virada, que nos manteria nove pontos à frente dos concorrentes ao título. Seria tempo suficiente?

Seria. Aos 43, o garoto Marcos Júnior foi derrubado na direita, quase entrando na área. Wagner cobrou a falta de perna canhota, com veneno. E Gum saltou para a história: Fluminense 2 a 1.

Na distante caverna que habita, o Profeta coça sua longa barba branca e sorri. Observando as três faixas penduradas nas úmidas pedras à sua frente, o sábio homem calmamente repete seu vaticínio: "Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão! Fluminense campeão!".

PC



05/12/2001 - Fluminense 3 x 2 Ponte Preta



O jogo, válido pelas quartas-de-final do Brasileirão de 2001, terminou em 1 a 1 no tempo normal. Como o regulamento previa jogo único nessa fase, ainda foi necessária a prorrogação (na qual o Fluminense tinha a vantagem de empatar, por ter melhor campanha na primeira fase). Mas mesmo assim o Fluminense venceu a prorrogação, graças a dois gols de Magno Alves.

Antes do jogo, a torcida tricolor cantou parabéns para o treinador Oswaldo de Oliveira, que fazia aniversário.

Ficha Técnica
05/12/2001 - Fluminense 3 x 2 Ponte Preta - Maracanã (Rio de Janeiro)
Motivo: Campeonato Brasileiro de 2001 (Quartas-de-final).
Público: 48.203 presentes (44.026 pagantes).
Renda: R$ 452.259,00.
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS).
Fluminense: Murilo; Flávio, André Luís, Régis e Paulo César; Marcão, Sidney (Jorginho), Fernando Diniz e Roger; Caio (Magno Alves) e Alex Fidelinho (Roni). Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Ponte Preta: Alexandre Negri; Alex Oliveira, Carlos Alexandre e Rodrigo Costa; Elivélton (André Silva), Mineiro, Piá (Humberto Foguinho), Fabinho (Adrianinho) e Marquinhos; Macedo e Washington. Técnico: Oswaldo Alvarez.
Gols: Caio, aos 16' do 1º tempo (1-0); Humberto Foguinho, aos 33' do 2º tempo (1-1); Magno Alves, a 1' do 1º tempo da prorrogação (2-1); Macedo, aos 8' do 1º tempo da prorrogação (2-2); Magno Alves, aos 7' do 2º tempo da prorrogação (3-2).

PC

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Guerreirinhos

Fotos de jogadores atuais e recentes do Fluminense quando crianças... :)

Todas as imagens são de arquivos pessoais dos atletas.

Fred, no colo de sua mãe Giselda, em Teófilo Otoni (MG).

O goleiro Ricardo Berna, tricolor desde criancinha.

Carlos Alberto (hoje sem clube) com seus companheiros das divisões de base.

Deco, campeão infantil no futsal.

Jean também já recebia troféus e medalhas.


O monstrinho Thiago Silva já era tricolor... :)

Encostado num velho Passat branco, o tricolorzinho Wellington Nem.

Mariano, campeão brasileiro pelo Flu em 2010, hoje no Bordeaux da França.

Rafael Moura, o He-Man, hoje no Inter.

Muricy Ramalho, com a camisa dois do São Paulo: tetracampeão
brasileiro como treinador (3x pelo São Paulo, 1x pelo Fluminense).

Romário de Souza Faria, ex-jogador de Seleção, Vasco, Flamengo e Fluminense.

Felipe, atual meia do Flu, levantando taça de competição de futsal infantil.

O zagueiro Lúcio, ex-Seleção, nunca jogou no Fluminense, mas era tricolor na infância.

PCFilho